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CARONA PRA TORRES

Tenho 1.80m, 78 kilos, olhos azuis, cabelos castanhos, meu pau tem 19cm � grosso com veias saltadas e tem um cabe��o vermelho que d�, sempre trabalho quando alguma gata vai mamar. Se tiver a boca meio pequena, fica dificil dela abocanhar o meu pau.. Na �poca, tinha 24 anos, estava cal�ando um par de t�nis, moleton, bon� vermelho e cal�a tamb�m de moleton, s� que n�o tava usando cueca, o que fazia com que aparecesse o volume do meu pau, mesmo estando mole.Estava indo de Os�rio a Torres pela estrada do mar, tentando carona. Consegui chegar at� o entroncamento de tramandaiOs�rio e fiquei encrencado ali umas tres horas. N�o passa �nibus pra lado nenhum, se n�o conseguisse carona, ia me quebrar, teria que caminhar uns dez km. Depois de um tempo, consegui carona at� a entrada de cap�o. Pensei comigo, vou esperar aqui, passa um �nibus e vou pra casa. Depois de uns 19 minutos, olho pra estrada que vai em dire��o a Os�rio e vejo um gata vindo, caminhando. 19 aninhos, carinha de nen�m muito sapeca. Chamei ela e perguntei se sabia quando iria passar o pr�ximo �nibus. Ela falou que n�o sabia, da� puxei conversa e falei pra ela do sufoco que tinha passado. Contei toda a hist�ria, que achava que ia me ferrar na estrada. Ela disse que tava tentando carona pra tramandai com um amigo mas n�o conseguiu, por isso decidiu voltar pra casa. Nesse entremeio, rindo, eu falei pra ela na cara dura, que depois de uma tarde dessa, s� dando um beijo na boca dela, pra alegrar o dia. Ela falou rindo, que "n�o costuma beijar pessoas que acabou de conhecer"Dai o que aconteceu foi muito iradado: ela, de frente pra mim, come�ou a bater as m�os, uma na outra, tipo batendo palma, na altura da cintura, mas como estava muito perto e o meu pau tava fazendo volume, sem querer ela esbarrou as m�os nele. Ela ficou meio sem jeito, mas pra disfar�ar, contiinuou batendo palmas, sorrindo e me olhando. Da�, sorrindo, voltei ao assunto do beijo, ela ficou meio assim. Nisso convidei ela pra ir comigo pra parada que fica depois da estrada do mar, que vai em dire��o a Morro Alto, ela topou. Caminhando, cheguei por tr�s dela e abracei, e fomos at� a parada, ela na frente e eu atr�s dela, j� meio que pressionando o meu pau contra a bundinha dela. A parada � s� uma placa quase na beira da estrada e atr�s t� cheio de mato e �rvores. Na hora pensei, "vou levar essa gata ali pra tr�s e vou fuder ela bem gostoso, foda-se se o onibus passar e eu perder". Por uma boa foda, a gente faz cada coisa!. Bom, beijei ela e comecei a dar uns apertos e ela j� tava bem saidinha..arreto vai arreto vem, eu comecei a falar que ia fuder ela bem gostoso, disse um monte de barbaridade. Disse que ia esfregar o meu pau na boca dela e depois enfiar lentamente, pra ela sentir o sabor dele. Ela enlouqueceu, enfiou a m�o dentro da minha cal�a e come�ao a apertar o meu pau. Dai eu puxei ela pro meio do mato e comecei..beijei o pesco�o dela, enfiei a m�o na cal�a dela, passei a m�o no reguinho e dei um enfiadinha do meu dedo no cuzinho dela. Eu tava fazendo isso e falando que ia fuder ela todinha, quanto mais eu falava, mais ela enlouquecia, disse que ia fuder o cuzinho dela, que ia enrrabar ela como se fosse uma cadelinha, que ia fuder a boca dela como se fosse uma bucetinha. Nesse meio tempo, tirei o meu par pra fora, n�o precisou fazer e nem falar nada, ela se ajoelhou e come�ou a mamar no meu pau. Ela fazia for�a, for�ava a cabe�a do meu pau contra o c�u da boca dela, contra a garganta dela, chegou a conseguir engolir a metade do meu pau, e eu s� curtindo a mamada dela e continuando a falar como iria fuder ela. "Mama putinha, t� gostado do sabor da minha pi�a?" ela s� fazia "hum hum" e dale a mamar, chupava, tentava engolir, passava a lingua na cabe�a e no lombo do meu pau, at� onde conseguia alcan�ar.Depois de um tempo, mandei ela levantar , virar de costas pra mim, se escorar de frente numa �rvora e empinar o "cuzinho gostoso" pra tr�s, que eu ia fuder ela bem gostoso. Ela levantou, se virou, se escorou e empinou o rabinho pra tr�s, eu baixei a cal�a dela e comecei a esfregar o meu pau da bucetinha at� o rego, passando pelo cuzinho, onde eu fazia uma press�ozinha a mais. Peguei na cintura dela com uma m�o, ajeitei a cabe�a do meu pau com a outra e enfiei, bem devagarinho a minha pi�a na bucetinha dela. Quanto mais eu enfiava, mais ela gemia e empinava o cuzinho pra tr�s. Fiquei um tempo fudendo ela, que apesar de estar meio preocupada de algu�m nos pegar, ficava for�ando o rabinho pra tr�s, pra entrar mais pau na bucetinha dela. Eu dizia pra ela, bem baixinho no ouvido ."�, t� s� a metade do meu pau dentro de ti" ela enlouquecia e for�ava mais ainda a bundinha pra tr�s pra entrar tudo. Fiquei mais um tempo fudendo a bucetinha dela, falando coisas no ouvido dela, at� que eu falei."agora, vou fuder esse teu cuzinho gostoso, vadiazinha" Ela virou o rosto e disse que era pra botar devagar, pois ela s� tinha tentado uma v�z, com o namorado. Eu disse assim "n�o precisa ter medo, vou colocar devagarinho, mas quando eu come�ar a enfiar, s� vou parar quando meu pau estiver todo dentro do teu cuzinho", Ela pirou denovo, empinou mais o cuzinho pra tr�s, eu ajeitei o cabe��o do meu pau na entrada do cuzinho dela e comecei a socar , mas ao contr�rio do que tinha falado, comecei a enfiar com for�a, segurando a cinturinha dela, j� tinha entrado a cabe�a, na hora ela tentou ir pra frente pra escapar. Eu peguei a cintura dela com for�a e fui empurrando sem perd�o e ela falando baixinho com medo de algu�m passar e ouvir Ai..a�..p�ra..p�ra.."e eu enterrando o meu pau no cuzinho dela, sem perd�o.."por favor..t� doendo . .p�ra. .p�ra..." Quanto mais ela pedia, mais tes�o me dava e mais eu enterrava a minha pi�a no cuzinho dela...

Depois que enfiei tudo, fiquei esperando uns seis minutos pro cuzinho dela se acostumar com o meu pau. depois de um tempo, ela viu que n�o tinha solu��o, acho que come�ou a gostar, por que come�ou a rebolar ..e eu comecei a fuder o cuzinho dela..tirava at� ficar s� a cabe�a e enfiava tudo..tirava..enfiava..ficava mexendo, dentro dela e ela gemendo..eu perguntava pra ela.."t� gostadno de ser emrrabada, putinha...cadelinha vadia..vagabundinha sem vergonha...d� pro primeiro que aparece, � vagabunda..t� gostando de ser fudida, �?". e ela s� dizia que "sim..me fode..j� arrombou o meu cuzinho..agoro fode gostos, ent�o" gemia, mexia o rabinho, com o meu pau dentro dela Fiquei um tempo, fudendo o cuzinho dela, dai tirei de dentro dela e mandei ela ajoelhar. Ela se abaixou, enfiei s� o cabe��o na boca dela e fiquei batendo uma punhetinha enquanto ela mamava na cabe�a do meu pau. Pegeui a cabe�a dela com for�a, pra ela n�o escapar, e comecei a esporrar na boca dela..tava com tanto tes�o, que os jatos de porra saiam com muita for�a..n�o sei como ela n�o engasgou..chegou a escapar um pouco de porra pelo cano dos l�bios dela....enquanto tava esporrando na boca dela eu dizia assim "ent�o putinha..pra que n�o costuma beijar algu�m que conheceu a pouco, tu ta bebendo bem gostoso a minha porra"..ela ficou me olhando, enquanto engolia tudo. Depois que terminei de fuder ela, trocamos fone e nos encontramos outras vezes, em Torres e em Cap�o... mas isso...j� � outra hist�ria...

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