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TRA�ANDO A PRIMINHA CASADA.

Tra�ando a priminha casada O que vou relatar aqui � a mais pura verdade. Tenho 31 anos, moro no Rio e tenho v�rias primas e nunca ocorreu o fato de beijar, namorar ou ficar com qualquer delas apesar de v�rias delas serem muito belas e gostosas. Tenho uma prima que � casada e muito linda (30 anos) que se chama L�cia, sempre fomos muito amigos, mas nada al�m disso. O seu marido � um camarada muito legal mas por�m extremamente melherengo, sai com v�rias mulheres e ela at� sabe disso sem contudo nunca lhe ter botado um chifre. Um dia tomando umas cervejas em sua casa L�cia j� meia alta pelo excesso de bebida me confessa que nunca havia colocado um chifre em seu marido Paulo, mas que tinha vontade por dois motivos, o primeiro pelo fato de ter levados v�rios e que somente conhecia ele na cama e gostaria se ter outra experi�ncia. Caramba, n�o sei porque mas fiquei de pau duro na hora, tentei disfar�ar mas ela notou. Mudamos o rumo da conversa pois Paulo se aproximou, bebemos um pouco mais e fui embora. Certo dia encontrei L�cia em sua casa, ela estava s� pois seu marido estava viajando e sua filha estava na casa dos av�s, fomos tomar uma cerveja para comemorar nosso encontro, j� com algumas na cabe�a lembrei-a sobre nossa conversa anterior, ela disse que falou aquilo mas n�o teria coragem, eu disse que ela era muito � frouxa, que sabia de v�rios chifres levado e n�o tinha coragem de colocar nenhum, ela tentou rebater mas eu n�o deixei, pois achava mesmo que ela deveria colocar um chifre no marido, que ela deveria esperimentar outro homem que n�o fosse ele para saber a diferen�a. Ela disse que pensaria no caso mas que n�o tinha ningu�m em vista, eu disse que isso era f�cil pois achava ela muito bonita e super gostosa, ela ficou meio com vergonha, pediu par que eu ficasse a vontade que iria tomar um banho. Levantei-me e fui buscar outra cerveja. Quando ela saiu do banheiro, nossa, estava maravilhosa, com os cabelos molhados e um perfume de enlouquecer. Perguntei a ela se podia tomar um banho, pois estava muito calor, ela me apontou o banheiro do seu quarto, me disse para ficar a vontade e me arrumou uma toalha. Entrei no banheiro e deixei a porta aberta de prop�sito para ver se ela vinha, como isso n�o aconteceu e eu j� de pau duro, olhei do lado vi uma calcinha da L�cia, n�o aguentei peguei a calcinha e cheirei, tentando sentir o cheiro daquela bucetinha que tanto desejava, comecei a passar ela no pau e resolvi bater uma punheta, sentia um tes�o enorme cheirando a calcinha, de olhos fechados imaginando minha prima e quando gozei falei seu nome baixinho. Ao abrir os olhos vejo que L�cia estava me obsevando pela porta entre-aberta, fingi que n�o a tinha visto. Entrei para o quarto e fui me trocar, novamente vi que ela me observava pela porta entre-aberta do quarto, me enrolei na toalha e chamei-a, fingindo que n�o sabia que ela estava a me espionar. Quando ela entrou eu disse que tinha que lhe falar algo mas que era segredo, ela disse que n�o contaria para ningu�m, eu ent�o fui falar ao seu ouvido que estava tarado por ela e que a vi me observando no banheiro e fui enfiando a l�ngua na sua orelha, senti que ela se arrepiou todinha, seus peitinhos ficaram com os biquinhos durinhos, ela tentou sair mas eu a agarrei joguei em cima da cama e cai com ela j� beijando a boca e metendo a m�o, ela tentando sair dizendo que eu era louco, que n�o queria, eu a chamei de frouxa novamente e disse que ela era muito fria, por isso que seu marido a trocava tanto pelas outras. Ao ouvir isso ela parece que foi dominada por algo inexplic�vel, falou que agora eu iria ver se realmente era assim, me deu um longo e gostoso beijo de l�ngua, foi passando a m�o em meu corpo e arrebatou a toalha, quando pegou no meu pau, senti seu corpo estremecer, ela estava um verdadeiro vulc�o, baixou a cabe�a e come�ou a engolir meu cacete, nossa, que tes�o, que loucura, fui tentar subi-la para que eu pudesse toca-la mas ela n�o deixou, continuou aquele boquete magn�fico at� que eu gozei em sua boca, ela sorveu todo meu leitinho, n�o deixando cair uma gota sequer. Puxei ela para cima, arranquei sua blusa e comecei a retribuir aquele gozo maravilhoso chupando seus peitinhos, nossa ela ficou louca, come�ou a gemer alto e forte, pedia para chupar mais e mais, come�ou a dizer palavras desconexas, me apertava, arranhava as costas, deu um grito e gozou. N�o acreditava no que tinha contecido, nunca tinha visto uma mulher gozando s� de chupar seus peitos. N�o perdi tempo, fui dando mordidinhas em sua barriguinha, desci para as coxas e ela dizendo que queria mais, que queria ser enrabada naquela hora, eu por�m comecei a tirar sua calcinha que j� estava ensopada, quando passei a l�ngua ela quase gritou, comecei a chupar aquela bucetinha linda e deliciosa e ela gemendo e rebolando em minha l�ngua, cada vez que passava a l�ngua pelo seu grelinho ela gritava, fui ent�o me atrevendo mais, subia agora a l�ngua e atingi seu cuzinho, ela soltou um grito e disse que estava bom demais, quie nunca havia sentido aqueilo, que seu marido nunca havia feito isso com ela, eu continuei alternando entre lambidas no rabinho e na buceta, logo ela gozou novamente e me disse que queria ser fodida agora, n�o me fiz de rogado, levantei-a fiz sentar no meu cacete, mudamos v�rias vezes de posi��o e ela gozava como uma louca, quando j� estava exausta de tanto gozar, virei-a de bru�os e disse que agora iria comer seu cuzinho, ela disse ent�o vai porque eu nunca dei para ningu�m e agora o chifre vai ser completo, Peguei um pote de creme que estava sobre a penteadeira e passei no seu rabinho e no meu pau, deu muito trabalho para entrar, ela reclamou muito da dor, mas n�o me deixou parar, quando j� estava tudo dentro, com o inicio do vai e vem ela foi se acostumando, a dor foi acabando e ela come�ou a rebolar e dizer que estava maravilhoso, que nunca havia sentido um tes�o t�o grande, eu acelerei os movimentos e gozamos juntos. Foi a trepada mais maravilhosa que j� dei at� hoje. Depois disso sempre tramamos algo para que eu possa comer minha priminha maravilhosa, Seu marido que me desculpe, pois se n�o sabe dar valor ao que tem, eu sei e muito bem. Se seu marido n�o te d� valor, escreva-me e vamos trocar experi�ncias meu email � [email protected]

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