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TENTA��O DAS F�RIAS: MINHA CUNHADA DE 19 ANOS

A irm� mais nova de minha namorada na �poca estava completando 19 anos. Era loira, 1.70m, magra de olhos azuis. Era de origem alem� e muito bela. Tinha uma bundinha arrebitada e seios m�dios bem arredondados. Minha namorada n�o era t�o gostosa quanto, mas n�o ficava atr�s, destacando-se pela sua excelente performance na cama. Eu estava com meus 25 anos, 1.71m, 65kg. Corpo moreno, bem definido pela academia, olhos e cabelos castanhos claros. Como �ramos muito apegados, Patr�cia me pediu, como presente de anivers�rio, que a ensinasse a dirigir. Fiquei meio receoso de colocar meu Audi nas m�os dela, mas acabou me vencendo pela insist�ncia. Durante as primeiras aulas, minha namorada nos acompanhava, talvez por temer que eu tentasse alguma coisa com a irm�zinha. Com o tempo, no entanto, desistiu de acompanhar-nos. Patr�cia estava aprendendo direitinho a li��o. Num domingo à tarde, l� fomos eu e Patr�cia para mais uma aula, enquanto minha namorada preferiu ficar tomando sol em casa. Minha aluna estava gostando tanto das aulas que comentou que sua amiga tamb�m estava interessada em aprender a dirigir comigo. Respondi que s� a estava ensinando porque era minha cunhadinha, mas que n�o tinha muita paci�ncia para isso. Patr�cia ficou um pouco chateada, mas n�o desistiu e insistiu: “Ta legal, e se ela pagar de alguma forma?”, perguntou com uma carinha de safada. “O que voc� quer dizer com pagar de alguma forma?”, perguntei, dando uma de desentendido, s� para que ela confirmasse com mais clareza o que eu estava imaginando. Minha cunhadinha respondeu que tanto ela como sua amiga estavam dispostas a pagar qualquer pre�o, qualquer coisa para aprender a dirigir. Respondi: “olha Patr�cia, voc�s querem aprender a dirigir, mas dar uma pegadinha no meu c�mbio nem voc� nem sua amiguinha certamente querem”, provoquei. Patr�cia nada comentou e preferiu mudar o percurso habitual seguindo em outra dire��o para estacionar o carro debaixo de uma �rvore. “Esse � o pre�o que mais desejo pagar”, disse, puxando o freio de m�o. Ela soltou-se do cinto de seguran�a e foi logo metendo a m�o no cacete, por cima da cal�a. O bicho levantou na hora, mas, preocupado com a rapidez com que tudo estava acontecendo, n�o tomei nenhuma iniciativa. Nem precisava. Patr�cia abriu rapidamente o z�per da minha bermuda e apalpou meu cacete rijo por cima da cueca. Eu ainda tentei argumentar que n�o era hora nem lugar para estar fazendo aquilo, mas ela n�o deu ouvidos. Decidida, partiu para um voraz ataque. Entre uma lambida e outra com a l�ngua, entre uma chupada e outra com a boca, Patr�cia tentava aumentar ainda mais meu tes�o. “Sabe, toda vez que voc� trepa com minha irm� no quarto dela eu fico espiando. Fico maluquinha quando ela enfia esse pauz�o inteiro na boca. Sempre tive vontade de fazer isso tamb�m e agora n�o perder a oportunidade”. Patr�cia abocanhava apenas a cabe�a por um instante e depois enfiava o pinto inteiro na boca, em seguidos e ritmados movimentos que me endoideceram de prazer. �quela altura do jogo, n�o dava mais para voltar atr�s nem eu queria uma coisa dessas. Para nossa sorte, est�vamos parados num lugar sem nenhum movimento e j� era final de tarde. Para n�o ficar imaginando nenhum tipo de risco, aproveitei para fechar os olhos e curtir aquela deliciosa mamada. Patr�cia deitou a cabe�a no meu colo e ficou chupando, carinhosamente, enquanto arriava minha bermuda inteira. Ao deixar-me nu, ela abriu minhas pernas e meteu a boca no saco, engolindo as duas bolas. Que loucura, que prazer! A essa altura, al�m de me chupar, ela batia uma punheta para mim, aproveitando toda a umidade da saliva que derramava no pinto. Gozei assim mesmo, derramando fortes jatos de porra naquela boquinha gulosa. “E, ent�o gostou?”, quis saber, ainda recolhendo com a l�ngua as gotas de meu leite que irrigaram a boca dela. “Pode ficar tranquilo, que essa foi s� a primeira parcela do pagamento. Minha inten��o � dividir em v�rias parcelas”, completou. Vesti a bermuda e assumi a dire��o para voltarmos para a casa. Durante o trajeto, Patr�cia veio alisando minha pica. J� perto da casa, no entanto, ela pediu que desse mais uma volta no quarteir�o, pois tinha uma coisa para me dizer. Patr�cia comentou ent�o que um dia me viu enrabando sua irm� e de l� para c� tinha vontade tamb�m de sentir meu cacete na bundinha. Meu pau, que permanecia duro, ficou mais duro ainda. Patr�cia voltou a alisa-lo e disse que, naquela noite, deixaria a porta do seu quarto destrancada e estaria me esperando. Deu-me um beijo delicioso e seguimos para casa, onde minha cabe�a n�o parava um minuto de pensar naquela gostosinha que seria toda minha mais à noite. Patr�cia foi a primeira a deixar a sala, sem mesmo se despedir de mim, e retirou-se para o quarto. Minha namorada estava menstruada e com fortes c�licas tamb�m indo para o nosso quarto dormir. Acabei ficando sozinho na sala, com a desculpa de que ainda estava sem sono. Fiquei ali quase uma hora, o suficiente para ter certeza de que todos dormiam. Fui direto para o quarto de Patr�cia, que estava deitada na cama esperando por mim. Tranquei a porta, e Patr�cia sorriu para mim, afastou o len�ol e mostrou seu corpo lindo e inteiramente nu. Arranquei minha roupa e deitei-me ao lado dela. Primeiro nos beijamos. Nossas l�nguas se enroscaram prazerosamente e passei a deslizar minha boca por todo aquele corpo maravilhoso. Parei um momento nos seios, onde mordi e lambi os bicos durinhos de tes�o. Patr�cia contorcia-se na cama, gemendo baixinho para n�o acordar ningu�m. Foi descendo lentamente a boca pela barriga dela, at� alcan�ar os grandes l�bios da bocetinha ainda virgem, que exalava um perfume dos deuses. Minha cunhadinha n�o aguentou e, pegando meu pinto latejante, deu in�cio a uma punheta. Virei meu corpo e nos ajeitamos na posi��o de 69. Foi a melhor sess�o de chupadas que j� tive na vida. Patr�cia era perfeita na arte do sexo oral. Enquanto ela me engolia inteiro, deixando meu pau todo babado de saliva, eu abria a fenda e enfiava a l�ngua at� o fundo da boceta quente e molhada. Comandei seguidas estocadas de l�ngua dentro dela e a fiz gozar assim. O corpo de Patr�cia estremeceu todinha, ao mesmo tempo em que ela escancarava a boceta e rebolava na minha cara. Ap�s o gozo, ela deitou-se de costas e, apoiando a cabe�a sobre um travesseiro, pediu que eu fosse para cima dela. Antes, no entanto, lambi o corpo desde a nuca at� os p�s. A pele arrepiou-se todinha e ela abriu-se inteira para mim. Sem pressa, voltei a chupar a bocetinha e a passar a l�ngua no cuzinho perfumado, que se contra�a a cada nova lambida. Deixei minha cunhadinha em ponto de bala e fui levantando meu corpo. Abri bem as pernas dela e aos poucos, com muito cuidado encaixei o pinto na portinha da xaninha, pois, at� esse momento, sabia que estava lidando com uma boceta virgem, com lacre e tudo. Antes de for�ar a penetra��o, pensei que isso poderia ser um problema para mim, ent�o, fiz que estava de provoca��o e voltei a dar lambidas no rabinho adocicado. Patr�cia j� n�o conseguia se controlar de tanto prazer. Diante daquele cuzinho totalmente exposto pra mim, n�o hesitei em meter um dedinho dentro dele. Patr�cia gostou e eu atolei o dedo, substituindo, pouco depois pelo meu caralho. Patr�cia estava totalmente envolvida com aquilo, mas mesmo assim a penetra��o foi dolorosa. Ela suspirou fundo, tentou recuar, soltou alguns gritinhos, interrompi v�rias vezes, at� que ela foi levantando a bundinha como um sinal de que o caminho estava aberto. Forcei o danado e conclu� lentamente a invas�o. S� 40

iniciei o movimento de vaiv�m com maior desenvoltura, entretanto, quando ela levou a m�o at� o clit�ris para dedilha-lo numa insinuante siririca. A sensa��o que eu tinha era de que aquele cu estava mastigando meu caralho. Passei a estocar mais aceleradamente e cheguei ao gozo. “Vai gostos�o... enche meu cuzinho com seu leite, como voc� faz com minha irm�”, disse, rebolando freneticamente a bunda. Patr�cia tamb�m gozou e n�o parava de piscar o rabo. Acho que ela nunca havia gozado desse jeito antes. Meu caralho saiu lentamente do rabinho e ent�o preguei, num breve sono do qual s� despertei com a boceta de Patr�cia ro�ando minha cara. Ela subiu em cima de mim com as pernas abertas e passou a esfregar o grelinho na minha boca. Seu perfume despertou-me e acabamos fazendo mais um 69. Foi a �ltima gozada que tivemos naquela madrugada. Fui para o quarto de minha namorada, que, para minha sorte, dormia profundamente. No dia seguinte, continuamos com as aulas normalmente e a� fui eu que fiquei louco de tes�o. Pedi que levasse o carro at� uma estrada bem deserta, onde havia uma constru��o de um pr�dio que estava embargado a muitos anos. Quando ela parou o carro, enfiei minha m�o por baixo da saia dela e comecei a massagear seu grelinho. Ela ficou morta de medo que algu�m aparecesse, mas consegui acalma-la quando ca� de boca nos seus peitos. Depois de bem ati�ada, ela deitou-se no meu colo para chupar meu caralho. Patr�cia tirou o pau da boca e comentou que queria sentir minha vara no seu rabinho. Ela apanhou uma camisinha da bolsa, abriu-a com os dentes, encapou meu mastro, virou-se de lado e guiou o caralho at� o buraquinho. Penetrei-a com o vigor de um animal, enfiando meu caralho inteiro iniciando fortes estocadas. Patr�cia mordia o banco do carro e rebolava, enquanto alisava a boceta com os dedos. Ela gozou e tamb�m aproveitei para despejar minha porra em seu rabinho delicioso. A contra��o dos m�sculos do �nus no momento do gozo me dava a sensa��o de que o rabinho estava esmagando meu cacete. Foi muito bom... Depois tentei convence-la a liberar sua bocetinha, mas ela respondeu sorrindo: “S� no dia da minha formatura de motorista”. Respondi que mais tr�s aulas e estava formada, no qual ela me deu um delicioso beijo. Tr�s dias depois, todo mundo resolveu ir para a praia de manh� cedo e fiquei em casa dormindo. Patr�cia entrou sorrateiramente em meu quarto e come�ou a chupar meu pau com o objetivo de me acordar. Fiquei meio assustado, achando que pudesse ter algu�m na casa, mas ela respondeu que est�vamos a s�s e que ela estava ali para a formatura dela. Ficamos nos amassando por alguns instantes at� que Patr�cia me puxou para cima dela e come�amos a nos beijar ardentemente. Como ela beijava gostoso, que boca, que l�ngua! Ao mesmo tempo fui ro�ando meu cacete no grelo e na entradinha da boceta para provoca-la. Mais uma vez teria a “dif�cil” e “exaustiva” tarefa de tirar o cabacinho de uma menina, que al�m de tudo era minha aluna e “cunhada”. O beijo molhado na boca e as provoca��es fizeram Patr�cia “pegar fogo”. Brinquei ainda com os peitos e mamei neles, at� que meu caralho fez o encaixe na racha, a entrada do caminho que conduzia para o interior da grutinha quente e aconchegante. Penetrei-a suavemente com muito cuidado, curtindo cent�metro por cent�metro, sentindo sua respira��o ofegante e seu nervosismo misturado com tes�o. Ap�s romper seu “selo de f�brica”, meu caralho foi deslizando com facilidade fazendo Patr�cia delirar de prazer. Ela me abra�ou e me prendeu tamb�m com uma chave de pernas em volta de meu quadril, apertando meu corpo contra o dela. Comecei um gostoso movimento de vaiv�m, dando estocadas vigorosas e profundas. Ela gritava para continuar metendo sem parar, o que foi me excitando cada vez mais. Consegui controlar meu gozo e Patr�cia gozou sozinha envolvida numa f�ria prazerosa incr�vel. Permaneci em cima dela, ainda encaixado na boceta momentaneamente saciada, mas n�o menos quente, e continuamos e trocar car�cias. Fomos para a sala, deitei-me no sof� com o pau completamente duro e Patr�cia sentou-se para fazer o encaixe nele, abaixando suavemente o corpo. Foi maravilhoso, excitante demais, ver o cacete ser engolido pela boceta de l�bios salientes, at� sumir na intimidade dela. Conclu�da a penetra��o, ela inclinou-se sobre mim para ofertar os lindos seios à minha boca. S� ent�o ela passou a se movimentar lentamente em cima de mim. Foram os primeiros movimentos de uma cavalgada mais forte e acelerada. Patr�cia subia e descia o corpo em cima de mim, jogava o corpo para frente e para tr�s, enquanto auto acariciava os seios. Em meio a muitos gritos e gemidos, Patr�cia foi sacudida por um gozo que fez o corpo dela desabar sobre o meu e mant�-la desfalecida por algum tempo. Confesso que desta vez, eu estava disposto a descarregar a porra dentro dela, mas todo o lance que a levou ao gozo foi t�o prazeroso que esqueci do meu. Ainda assim, estava feliz e satisfeito, s� de v�-la gozar tantas vezes e com tanto tes�o. Voltamos para o quarto e, Patr�cia cochicha no meu ouvido: “Que bom que voc� ainda n�o gozou. Agora quero voc� no meu cuzinho”. Ela colocou-se de quatro sobre a cama, onde n�o resisti e dei uns tapinhas (ela adorava isso), e passei a lamber o cuzinho, para lubrifica-lo antes de mirar o anelzinho, e penetra-lo. Como ela n�o estava relaxada, Patr�cia reclamou da dor no come�o, recuava a bunda para aliviar, mas à medida que a dor foi cedendo, ela passou a pressionar a bunda contra minha virilha. Acelerei as estocadas e ela pedia mais e mais. S� para provoca-la, tirei o pau de dentro dela e voltei a enfia-lo vigorosamente, com bastante press�o, levando-a a loucura. Repetimos os movimentos continuamente, at� que o gozo brotou no �ntimo dela. “Eu n�o vou aguentar mais, vou gozar de novo. Desta vez, quero que goze comigo, vamos gozar juntos... quero sentir a porra quentinha dentro de mim...” Aumentei ainda mais o ritmo das minhas estocadas e gozei, gozamos juntos. Explodi meu prazer dentro dela enchendo-a de porra que ela tanto desejou. Quase desmaiamos exaustos e de tanto prazer. Quando voltaram da praia, ningu�m acreditava que eu ainda dormia em pleno meio dia. Teria muito mais para contar sobre essas f�rias, que foram especiais, por�m bastante estressantes. Tinha que me revezar para satisfazer minha namorada e minha aluna preferida.

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