Esta historia aconteceu a alguns dais atr�s, e sempre que eu relembro tenho uma ere��o.
Comecei a me corresponder com um casal pela internet, a fantasia deles � que eu arromba-se o cuzinho dela.
A esposa se chamava Silvana, 23 anos, morena clara cabelos na altura dos seios, que eram fartos e um bumbum durinho, com coxas grossas e uma cintura tipo viol�o. Fabio parecia ter 27 anos, querendo ficar careca, moram no interior paulista.
Depois de muitas conversas, e brincadeiras pela internet, eles vieram passar um feriado aqui em Porto Alegre. Hospedei eles em meu apartamento, inicialmente pareciam um pouco nervosos, mas com um pouco de conversa, foram relaxando. Na primeira noite eu botei ordem, avisei que quem manda sou eu, ele seria o corno, e ela a putinha, Na minha casa corno s� na punheta. E se n�o estivessem satisfeitos, poderiam voltar para a vidinha med�ocre deles.
Ap�s a janta feita pela esposa dele, mandei o corno lavar a lou�a, e fiquei de frescurinhas na sala. Ele ouvia as nossas rizadinhas, e os gritinhos dela. De vez em quando ela dizia:
- Maridinho, lava esta lou�a caprichada, deixa tudo limpinho ta!
- Maridinho, apressa, ele ta querendo me comer, e tu vai perder nossa festinha!
L� pelas tantas, o corno terminou o servi�o. J� eu e a Silvana est�vamos prontos para come�ar o nosso.... heheh.
Primeiro mandei o Fabio se sentar em uma cadeira confort�vel da sala. Depois eu o amarrei. Ele ficou meio resmungado e eu disse.
- O corno, se tu preferires, eu posso colocar minha cueca na tua boca....
Ai ele se acalmou. Coloquei uma musica bem sensual e a Silvana come�ou a me beijar, me acariciar, (tinha combinado com ela para ser paciente ir com calma para dar mais tes�o na gente e no corno). Muito devagar comecei a tirar a roupa dela, a blusinha, o meia ta�a..., o vestidinho..... (sempre dan�ando e beijando ela, falando coisas no ouvido), acariciando a bunda dela, os peitinhos, de canto de olho deu para ver que o corno j� estava “de barraca armada”.
Resolvi partir para a a��o, tirei o resto da roupa dela, a calcinha joguei na cara do corno, o resto no ch�o, em um canto, mandei ela tirar a minha roupa, quando fiquei nu, peguei ela no colo, e segurei ela de cabe�a para baixo de modo que sua xoxotinha ficou no meu rosto e sua boca no meu pau, ela soltou um grito de susto, mas imediatamente come�ou a mamar o meu pau, enquanto eu lambia ela como um cachorro toma �gua. Esta posi��o com certeza � a mais desconfort�vel, aguentei o que pude, depois coloquei ela de quatro no sof�, com o rosto dela perto do dele e mandei ver.
Ela rebolava, gemia, e dizia,
- Fabio, meu querido, ahi aii, que delicia, eu nunca senti nada assim, ai Fabio que pau maravilhoso, ahhh...
De vez em quando eu dava um tap�o da bundona gostosa dela e era como se botasse uma �gua para correr, rebolava cada vez mais freneticamente, meu gozo estava por chegar e resolvi trocar de posi��o.
Mandei a Silvana ficar atr�s da cadeira que estava o Fabio, ela ficou abra�ada nele, de rosto colado, e com o rab�o dela exposto para mim meter.
Fui brincando na bucetinha dela, passando a cabe�a do pau no seu clit�ris, saia cada gemido, quando ela achou que eu n�o ia mais meter, enfie tudo com for�a e provoquei um grito estrondoso dela. E passou a rebolar enquanto gemia no ouvidinho daquele pobre corno, que a essa altura esta com as bolas cheias de porra.
Ela gozou, para todo mundo ouvir, toda a vizinhan�a... Mas n�o me deixou na m�o, me pegou pelo pau, e muito sacana que � me levou para frente de seu corno e comigo do lado do corno se agachou e come�ou a me chupar, de vez em quando ela tirava punhetava e olhava nos meus olhos, o corno nesta altura era um m�vel para n�s, n�o d�vamos a menor import�cia, e o inevit�vel aconteceu, o gozo chegou, e enchi a boca dela de rosto. A cadela ficou espantada, nunca tinham enchido a boca dela deste jeito.
Desamarrei o corno, e disse:
- Caso tu quiser gozar, vai no banheiro de bate tua punheta, e r�pido pois se tu demorares vai perder eu arrombando o cuzinho da tua Silvaninha.
Na pr�xima semana continuo....
Abra�os a todos e boas gozadas....
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