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FODIDA PELO M�DIC�.

Ol� meus queridos, estou de volta para contar mais um fato que aconteceu comigo, desta vez foi algo mais recente num consult�rio m�dico.

Pra quem n�o me conhece, meu nome � Carla, tenho 37 anos, sou branca, tenho cabelos longos e castanhos assim como os meus olhos, tenho 1,55m e 70kg, minha principal caracter�stica � o meu bumbum grande que mede 127cm e tenho os seios m�dios. Sou casada h� quase 4 anos e n�o tenho filhos.

Deixa eu explicar como e o porqu� que eu fui parar num consult�rio m�dico.

Sou uma mulher casada com um homem corno assumido e voyeur, ele adora me ver fudendo com outros homens, pra ele � muito mais prazeroso ver um outro homem me comendo do que ele mesmo, ent�o como tb gosto dessa tara do meu marido, ele sempre me presenteia com algum ou alguns machos dispostos a fuder a esposinha dele.

Aconteceu que numa dessas eu acabei fudendo al�m da conta, e quem sofreu foi o meu pobre cuzinho, � nisso que d� ser bunduda, os homens s� querem saber de enrabar... No dia seguinte eu mal conseguia me sentar, a dor no c� era t�o inc�moda como se eu estivesse sendo enrabada por um neg�o pauzudo sem parar, pedi para o meu marido dar uma olhada e mesmo ele n�o sendo m�dico constatou que eu estava com hemorr�ida.

Procuramos um m�dico especializado no assunto e fomos à consulta, vesti apenas um vestido rodado bem solto, nada por baixo, mesmo pq a calcinha sempre enterra na minha bunda, ia incomodar muito!

Chegamos l�, esperamos um pouco e logo fui atendida, meu marido pediu para entrar e o m�dico autorizou numa boa.

A consulta come�ou e o nome do m�dico � Dr. Luiz, um homem com seus 45 anos mais ou menos, alto, pele morena, cabelos levemente grisalhos, elegante e simp�tico. Ent�o ele me pergunta o que eu sentia, da� eu disse que eu estava com uma hemorr�ida que estava doendo muito, e pedi que ele me receitasse um rem�dio, uma pomada ou algo do tipo. Ele me perguntou se nos �ltimos dias eu andei com problemas de pris�o de ventre, e eu disse que n�o, ele ent�o perguntou se introduzi algo no �nus ou pratiquei sexo anal recentemente, e eu sem vergonha que sou disse que sim, e muito!

Olhando pra mim, ele se levantou e disse que teria que me examinar, fui em dire��o à ele, que me pediu pra que eu tirasse a calcinha e levantasse o meu vestido, para a surpresa dele eu tirei todo o meu vestido, ficando totalmente nua, cal�ando apenas os meus sapatos de salto alto, notei um olhar de surpresa e ao mesmo tempo de desejo do Dr. Luiz, e meu marido corno apenas com um leve sorriso sacana no rosto...

Recuperado do acontecimento, Dr. Luiz pediu que eu me debru�asse sobre a maca, pra que ele pudesse me examinar, mas ele n�o teve muito sucesso, pois como tenho a bunda muito grande, ficou dif�cil separar as bandas e ter uma boa vis�o do meu c�, foi ent�o que ele me pediu que ficasse de 4 sobre a maca deixando a bunda bem para cima, fiquei de 4 como ele pediu, empinei o bund�o e fiquei arreganhada pra ele, senti o leve toque do seus dedos no meu anelzinho dolorido, com medo contra�a o meu cuzinho, deixando ele bem apertado, o que era ruim pra mim, pois Dr. Luiz metia dois dedos de uma vez no meu c� pra me examinar, eu gemia de dor e pedia pra ele tirar o dedo do meu c�, meu marido sentado s� faltava tocar uma punheta para a cena que assistia.

Nessas metidas de dedo que Dr. Luiz me dava, ele passava uma pomada que dava at� um certo al�vio instant�neo, o que me deixava mais relaxada e com isso transformando aquela situa��o toda num momento de prazer, pq eu me via al� de 4 numa maca arrebitando o bund�o para um m�dico lindo que me bolinava o cuzinho, meu marido sentado vendo tudo de camarote, o que poderia ser melhor naquele momento? S� faltava aquel m�dico me comer al�...

Como n�o sou boba, tratei de provocar o tes�o do Dr. Luiz, comecei a rebolar e for�ar contra o seus dedos que iam at� o talo a cada metida, eu gemia baixinho mordendo os l�bios, at� que pedi que ele metesse at� o fundo do meu cuzinho olhando com uma cara de putona safada, e ele atendia os meus pedidos fazendo movimentos r�pidos e fortes de vai e vem no meu rabo, e eu queria mais, eu queria uma rola dentro de mim!

Foi ent�o que pedi para o Dr. Luiz botar o seu pau pra fora pq eu queria mamar uma pica, Dr. Luiz nem se importava com a presen�a do meu marido, pois ele j� devia ter notado que ele � um belo de um corno safado (ele vai adorar ler isso rs).

Dr. Luiz tinha uma rola m�dia, tanto no comprimento como na grossura, o suficiente pra caber na minha boquinha de putinha boqueteira, mamei aquele pau que j� estava meladinho provavelmente pelo tes�o que sentia, e pedi que ele metesse na minha buceta, ajudei a colocar a camisinha na rola dele e fiquei toda aberta sobre a maca, nesse momento meu marido j� se punhetava fren�ticamente vendo Dr. Luiz me comendo a buceta, ele metia forte e constante, eu sentia seu saco bater em mim, foi tudo muito delicioso, meu marido j� estava quase gozando e pediu pra eu chup�-lo, coloquei a rola dele na boca e suguei com for�a enquanto ele chupava os meus seios, senti sua porra quente em minha boca e enguli tudo, aquela cena enloqueceu Dr. Luiz que logo gozou tb mas nem por isso ficou satisfeito, ele me p�s de 4 deixando o meu c� bem exposto, abriu o meu buraquinho e esvaziou a sua camisinha cheia de porra dentro do meu cuzinho, melando ele todo e dizendo que rem�dio bom pra c� de putinha safada que nem eu � porra de macho. E ele socava o seu gozo dentro de mim usando seus dedos, enquanto isso eu me masturbava feito louca at� gozar.

Transar num consult�rio m�dico sempre foi e � uma das minhas fantasias prediletas, e com isso nasceu a nossa amizade com Luiz, que al�m de tratar do meu c� quando eu preciso, me fode gostoso em seu consult�rio.

Espero que tenham gostado desse conto.

Beijinhos molhados para os meus lindos!

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