Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

QUE TES�O DE TIA!(VERIDICO)

Para mentaliza��o de meus companheiros de leitura, reitero que meus relatos s�o ver�dicos, embora eu n�o intencione comparar, valorizando mais um que o outro, conto ou relato, afinal ambos tem seus valores e qualidades, que est�o mais vinculados � inten��o e objetivo de quem os elabora, e tamb�m de quem os leia. Na �poca deste evento eu estava rec�m separado, e minha filha tinha se deslocado para uma cidade no interior de S�o Paulo, prosseguindo com seus estudos na faculdade. Eu residia na regi�o de Pinheiros, perto da Pra�a Pan-americana. Alguns parentes residiam na regi�o tamb�m, e era muito confort�vel para todos esta situa��o porque sempre disp�nhamos de locais para visitar ou t�nhamos sempre quem receber. Uma tia, irm� de minha m�e, vi�va, dois filhos, estava reformando sua resid�ncia, no bairro do Butant�, do outro lado do Rio Pinheiros, e como a reforma era bem ampla, ela solicitou minha colabora��o no acompanhamento das obras. Eu opinava, e ainda monitorava algumas das etapas das obras. Durante o per�odo das obras ela mudara-se para um pequeno apartamento na mesma regi�o, e havia enviado todos seus m�veis para um dep�sito especializado nas proximidades. Tia Mara, tinha um tipo extrovertido, sempre de bom humor, enviuvara h� dois anos, ela tipo falsa magra, estatura m�dia, por volta de 1,65cm, e com uns quilinhos a mais nas regi�es adequadas, tetas e bunda especialmente, e com isso tudo atraia com muita facilidade os olhares masculinos.Um dia combinamos que eu, saindo do meu escrit�rio a pegaria no apartamento que ela ocupava, e juntos ir�amos, no final do dia acompanhar a evolu��o das obras. Chegamos l� bem no final do expediente do pessoal. Alguns j� se preparavam para sair, e juntos com o chefe das obras, fomos visitando os aposentos. Os oper�rios ocupavam um c�modo na ed�cula, onde dispunham de quarto e banheiro, que seriam os �ltimos a entrarem em reforma. Subi para o andar superior, acompanhado do encarregado, e Tia Mara ficou no andar de baixo conferindo azulejos e algumas pe�as dos banheiros que haviam sido entregues naquele mesmo dia. Em um determinado momento desci por uma escada de madeira, ao inv�s de descer pela escada de alvenaria, e cheguei de surpresa onde Tia Mara estava. Fiquei surpreso ao ver Tia Mara meia de lado a uma janela, olhando de soslaio, para o aposento na ed�cula, onde os oper�rios se trocavam. Tomei o maior cuidado para evitar o desconfort�vel flagrante, e pude ver os oper�rios se trocando. Alguns seminus, outros totalmente pelados, outros j� prontos para irem embora, desfilando paus e cacetes involuntariamente, mas que absorviam completamente a aten��o da Tia Mara. Fui, cautelosamente, para uma sala que ficava ao lado c�modo que ela estava. Surpreso pela cena, e ao mesmo tempo compreendendo o procedimento da Tia Mara. Afinal ela era muito atraente e sensual, e c� entre n�s, dois anos de viuvez, e provavelmente sem fazer amor, era demais para qualquer um. Dei uma tossidela, malandra, e fui, devagar em sua dire��o. Ela ruborizada, algo agitada, simulava estar terminando a confer�ncia do material, mas os mamilos totalmente endurecidos, quase furando a camiseta branca denunciavam que ela estava excitada. Falou algo que nem recordo mais, afinal eu estava muito concentrado nela e no que eu vira. Sa�mos e durante o percurso de volta, eu dirigindo lentamente, fui me excitando com a presen�a dela e naquele momento decidi que eu iria seduzi-la e se desse iria desfrutar de tudo aquilo. Sabia que ela ainda estava excitada, e aproveitando o momento, aceitei o convite para subir ao seu apartamento. Embora antes eu houvesse dito que teria muito que fazer quando fui apanh�-la. Subimos, seus filhos ainda n�o haviam chegado. Ficamos em p� e fomos para a cozinha. Abriu a geladeira e fomos tomar �gua geladinha. Eu passei a provoc�-la sutilmente, sem mesmo que ela percebesse minhas inten��es no inicio. Eu encostei minha m�o na dela ao pegar o copo de �gua, e ainda encostei duas vezes na bunda dela, simulando ser involunt�rio, ou estar desatento. Na verdade acho que naquele momento quem mais se excitou fui eu mesmo, porque ela, mesmo ainda com os reflexos na pele e no corpo, da cena na obra, controlava-se muito bem. Eu, n�o conseguia manter o controle neste n�vel, e meu pau, totalmente duro, denunciava esta limita��o. Tive que sair depois de algum tempo, e ao me despedir, dei mais um golpe de sacanagem, em resist�ncia. Ao ir beijando seu rosto, falei alguma coisinha, e de novo “sem querer” beijei-a sutilmente nos l�bios. Ela denunciou o toque, dando uma vibra��o em todo seu corpo, e olhando firmemente em meus olhos. Notou que eu estava com tes�o, mas vacilou, e em segundos voltou a exteriorizar o autocontrole de antes. Depois de alguns dias, voltamos novamente às obras. Chegamos um pouco antes do final do expediente. Entramos at� nos c�modos da ed�cula. O quarto dos oper�rios recendia a “cheiro de homem”, roupas penduradas em um cabide de madeira improvisado. Sapatos e alguns t�nis encardidos e largados pelo ch�o. Ela olhava tudo atentamente, e eu “marinheiro de muitas viagens” notei no ato que aquilo a excitava. E, de novo voltei às provoca��es. Enquanto o encarregado explicava algumas coisas, eu coloquei meu bra�o sob seus ombros, e ficamos assim meio abra�ados de lado. � medida que segu�amos o encarregado, fui provocando algumas enconchadas, e nas tentativas mais felizes, consegui encostar meu pau, endurecido em sua bundona. Deliciosa e desejada bundona! Ela deve ter notado, mas creio tamb�m que achava que era involunt�rio mesmo. Afinal est�vamos em uma obra e andar abra�ados, nestas condi��es de terreno, poderia facilmente provocar estes “encontros”. Em poucos minutos os oper�rios come�aram a sair, e eu decidi novamente ir ao andar superior, levando o encarregado, e deixando Tia Mara, de novo apreciando os oper�rios, molhando-se toda. Fui, demorei cerca de uns quinze minutos, e voltei do mesmo modo que eu fizera da vez anterior. N�o deu erro.Ela de novo, escondidinha via da janela, os oper�rios. Desta vez acho que o tes�o dela era bem mais forte. Sentira o forte odor masculino do c�modo que virara vesti�rio. Tinha visto suas roupas, cal�as, camisas, cuecas. Felinamente cheguei o mais perto que pude. Ela apertava nervosamente a xoxota com uma das m�os, e com a outra se apoiava no beiral da janela mantendo-se ocultada. Deixei-a se deliciar com o clima que incrementava sua libido e com isso meu tes�o tamb�m foi indo ao limite da minha fraca resist�ncia. Ela suspirava e emitia alguns solu�os roucos, apertando ainda mais a xoxota. O encarregado ia voltando pela escada de alvenaria quando eu novamente provoquei um barulho na sala ao lado, dando-lhe cobertura, evitando que fosse descoberta. Queria aquele tes�o para mim. Para aliviar meu tes�o Era quest�o de tempo e paci�ncia. Um dia, fomos bem mais tarde para a obra, e apenas o encarregado nos esperava. Fizemos o trajeto rotineiro, visitando os c�modos e, desta vez deixamos a Tia Mara, conferindo alguma coisa, nos vesti�rios e banheiro dos oper�rios,e a informei que ir�amos demorar um pouco, porque ir�amos negociar a aquisi��o de alguns produtos numa madeireira ali perto. Eu sabia que ao deixar Tia Mara naquele local estaria minando e corroendo suas defesas. E, com toda cautela deixei o encarregado finalizando o neg�cio, fornecendo detalhes como medidas e coisas assim, e voltei para o local. Entrei com toda cautela, evitando o corredor principal, porque sem d�vida ela estaria de olho exatamente neste lugar. Fui pelos fundos mesmo tendo apenas que pular um muro lateral. Ela estava masturbando-se, com a cal�a jeans abaixada at� a altura dos joelhos, olhando como podia o longo corredor, usava um vibrador de cor vermelha. Enfiava com uma velocidade que eu sentia que poderia at� se machucar. Gemia, urrava de tanto tes�o.Curvava-se fazendo ele ir bem ao fundo, estava prestes a gozar. Entrei no c�modo por uma abertura que seria uma nova parede e de repente ela me viu bem ao seu lado. Ficou est�tica. N�o sabia o que fazer. Desorientou-se toda. Ia retirar o vibrador da xoxota. Eu n�o permiti sem for�ar nada. Adotei gestos amig�veis. Queria continuar tudo, como estava se desenvolvendo. Ela sentiu o clima amistoso, e cedeu ao tes�o. Peguei o vibrador, e dei algumas estocadas exatamente como ela fazia. Deitei-a no ch�o f�tido, que a excitava tanto. E, com prud�ncia, jeito e experi�ncia, fui fazendo ela retornar ao estado sublime de tes�o pleno. Continuei utilizando o vibrador, mas uma m�o j� acariciava seus seios. Apertando, beliscando mesmo o mamilo, totalmente endurecido. O tes�o estava voltando mais forte agora, ela foi c foi fazendo ela cerrar os olhos deixando-se totalmente entregue ao que eu me dispusesse fazer. Entregava-se toda ao meu prazer. Abaixei de uma vez sua cal�a. Tirei tudo. Ela permanecia prostrada, gemendo e movimentando apenas o quadril, buscando ter a xoxota totalmente preenchida. Estava excessivamente molhada. Escorria pelas beiradas da xoxota e deixava o vibrador brilhando. Com poucos movimentos a coloquei de lado, e fui buscando abrir as n�degas daquela bundona deliciosa. Cheguei at� o bot�ozinho. Com o suco que escorria da xoxota, lubrifiquei bem o cuzinho e fui simultaneamente enfiando um e depois dois dedos. Iniciei movimentos de entra e sai com o vibrador na frente e meus dois dedos atr�s. Ela endoidou, fazendo movimentos fren�ticos com os quadris jogando-se dire��o ao vibrador ou meus dedos. Agora ela urrava, gemidos roucos, boca aberta, respira��o acelerada. Estava totalmente tomada pelo tes�o. Uma m�o encostou-se em meu ombro, com cautela, evitando o susto imprudente. Era o encarregado. Chegara como eu cheguei felinamente, evitando causar sustos. N�o nos falamos nada. Ela sentiu a presen�a adicional e apenas abriu e fechou de novo os olhos, permitindo e querendo tudo que estava para acontecer. Ele tomou o vibrador das minhas m�os, e com movimentos pausados e calmos, colocou-a de quatro. Eu me levantei e aproveitando tirei o pau e fui enfiando na xoxota. Ela urrou, rouca como uma fera, quando sentiu meu pau chegando em suas entranhas. Era apertadinha ainda, mas com aquela enorme lubrifica��o o pau apenas escorregou indo bem ao fundo. Comecei um movimento bem forte de entra e sai, puxando-a pela cintura. O encarregado auxiliava e participava apertando fortemente os mamilos empinadissimos. Deitei-me e a fiz vir por cima para sentir o pau de novo atolado em suas entranhas, ela veio incontinente, e absorveu o pau todo de novo. Ficou com a bundona toda virada para o encarregado, que aproveitou a situa��o e introduziu o vibrador, agora ligado, e todo lubrificado no cuzinho dela. Dava para ouvir e sentir a vibra��o, dele dentro dela, encostado no meu pau. Poucos tecidos nos separavam. Um de cada lado enfiados at� o talo, entrando e saindo, enquanto ela se contorcia toda. Quando ela conduzia o quadril para frente meu pau entrava at� o talo e o vibrador quase saia do canal, e quanto voltava meu pau quase escorregava para fora, enquanto o vibrador atingia seu cuzinho bem no fundo. De repente o encarregado tirou o vibrador e enfiou de uma �nica vez o seu pau. Ela j� estava preparada para essa invas�o selvagem. Ela deu uns gritos roucos, abafados, enrijeceu-se toda. Estava gozando!! Depois de tanto tempo. Que delicia assistir e participar desta cena toda. Eu a puxei para sentir o pau todo atolado. Ela ficou amolecida, quase caindo sobre mim. O encarregado ainda a segurava puxando-a pelo quadril procurando manter seu pau bem bem enfiado. Eu, ainda dentro sentia o pau dele perto do meu. Os dois explorando e desfrutando de tudo aquilo. De repente explodi soltando uma enormidade de porra. Aos poucos fui saindo deixando o corpo dela, mole, e solto, caindo sobre o ch�o. O encarregado soltou-a um pouco permitindo que ela ficasse ali, mole no ch�o e voltou à carga. Abriu bem as n�degas enormes de novo, eu saciado agora s� observava, enfiou de novo o pau no cuzinho, e ela apenas vibrou, gostando de se sentir assim preenchida de novo. Ele gozou tamb�m, apertando-a muito pelos seios, e no final ainda puxando-a pelos cabelos. O encarregado deu uma empinada no corpo for�ando o pau at� onde pudesse atingir e gozou tamb�m. Levantou-se. Ficamos juntos olhando-a e admirando o corpo que nos dera tanto tes�o e prazer. Escorria suco, e porra pelos dois lados. Ela ainda estava deitada, amolecida, saciada e satisfeita. Puxei de lado o encarregado e conversei rapidamente com ele sobre a necessidade de manter sigilo sobre o ocorrido. Ele respondeu-me apenas “Ela merece doutor”. Algumas semanas depois acabou a reforma, mas continuamos por muito tempo ainda mantendo uma rela��o deliciosa e regada a muito tes�o, entretanto s� os dois, mas fazendo tudo que a imagina��o e o tes�o gera e pede para se fazer juntos.

VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



Contos eroticos emprrsarios dupla r  Contos enrabar casadas  dei no quartel conto erótico  ensinei meu melhor amigo fuder  pedreiro gay contos  Contos eróticos de incesto mamae quantas picas gtandes voce quer na bucetona hoje  Conto erotico sou vadia madura  depois de dar pro ricardao dei pro meu marido conto  contos incesto gay lisboa  convenci meu pai a levar me com ele ao clube de swingers conto erotico  eu e minha cunhada lesbica fizemos um bacanal com sua irma e mae incesto  Sou casada fodida conto  conto erotico gay tv a cabo  contos trazei com a amiguinha da minha filha dormindo  churrasco sem camisa pai e filho fetiche  Foderam gente contos tenns  contos eroticos gays orgia piscina  contos reais meu marido fez uma deliciosa DP com seu amigo  Calça suplex conto  contos eroticos o mecanico fodeu eu e minha amiga  contos eroticos infancia  de ferias transei com minha irmansinha contos eróticos  conto erotico o viadinho de calcinha e shortinho estuprado  conto erótico velha  cu todo cheio de manteiga  contos de crossdresser me seduziu  conto primo safado .com minha esposa  /conto_20269_comendo-a-professora-na-chantagem.html  porni contos mae da namorada na picina  Conto erodico avo mete sonifero nu sumo  conto fui entubado quando moleque  contos eroticos peitos sadomasoquismo  contos amamentei meu sobrinho no peito delicia  swing ilha conto  Contos eroticos aula de academia corno  foto de mulheres que traem os maridos de Hortolândia  Contos eroticos..marido incentiva esposa ter outro comendo  /conto_26340_estupro-da-madame-pelo-seu-funcionario.html  conto erotico do garoto ricardo fodendo titio  pôrno pima mavelia  contos bebendo gozo do militar  contos virei escrava por chantagem  contos eróticos infância  coto erotico da espoza  contoseroticos comi mana no natal  contoseroticos paixao e humilhaçao  meu primo me comeu  contos de casada boqueteira  contos pornos na padaria  contos katarina dando mamar  conto minha titia popozuda tomou banho comigo  meu primo comeu minha mae e eu comi minha tia contos erotico  contos eroticos mijando na calcinha mae  conto mãezinha chupou minha b******** e gozei na boca dela  contos eroticos jardineiro comeu eu e minha mulher  contos erotico dona de casa  minha mulher confia em mim eu filmei joguei na internet  virei viado do sograo  /conto_25863_uma-transa-inter-racial-em-angola.html  engasgando conto erótico  comto afilhada erotico  contos eu era enrabada toda noite pelo tarado  voyeur de esposa conto erotico  Contos porno menininhas  contos eroticos namorado e amigo mesma cama  contos de velhas com tesao  contos de estupro na praia  Sou gay e tranzei com um travest contos erotico  contos com amiga baixinha e gordinha  contos erotico quando fui com uma revistA DA ABUSADA  contos eroticos de negros em hospitais  Comtos eroticos dei pro tio jorge com pau minusculo  xvidio mulher xota de cabrita  contos eroticos de enteadas  meu cachorro me comeu a forca.contos  enrabado na cadeia contos  conto gay maconheiro  contos eroticos gratis submissão chantagem casadas  contos como presenciei um cachorro fudendo uma cadela até engatar  conto praia de nudismo com a esposa continua  cachorro pauzudo  Meu Padrasto tirou meu cabacinho e come minha mãe e minha irmã contos eróticos  Contos eroticos casada na excursão  Contos reais de sodomia  estoria de cantos erotico novinha sentou no colo do Homem dentro do ônibus na viagem  Mijei na calcinha contos  Irma putinha Contos eroticos  conto.comendo casada baixinha e gordinha amiga de infancia e mais nova  fui fistado  contos eroticos menina cuzuda na fazenda  Virei puta e trepo por dinheiro  contos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casa  Comi a medica gorda contos eroticos  conto erótico dominando a esposa mandona