Realizando Fantasias – 1ª Vez – Parte I
Bem pessoal, o que passo a relatar aconteceu realmente no carnaval de 2004, coincidentemente, meu anivers�rio, e est�vamos em Vit�ria-ES.
A tempos eu j� vinha fustigando minha esposa com a id�ia de abrirmos nossa rela��o mas por for�a do meu amor por ela eu n�o queria outras mulheres, mas que ela pudesse se relacionar com outros homens, ocasi�o em que ela se mostrava reticente dizendo que eu n�o a amava mais.
Ap�s muita insist�ncia minha, ela come�ou a aceitar minhas fantasias na hora do sexo. Mas sempre me perguntava se eu deixaria numa boa mesmo. Eu sempre dizia: Amor, eu s� n�o quero trai��o! Na minha presen�a voc� pode fazer o que voc� quiser!
Somos, eu (Tato – nome fict�cio), 52 anos, moreno-claro, grisalho-prateado, em forma, mas com uma pequena barriguinha, j� que n�o dispenso minha cerveja. Ela (L�ny – nome fict�cio), 32 anos, morena-clara, temos um filho, redondinha, sem ser gorda, tesuda, adora dar e gosta muito de uma boa putaria.
Mas vamos aos fatos.........estavamos hospedados na casa de um casal amigo, em pleno carnaval e no segundo dia eu toquei no assunto falando que est�vamos longe de casa e que seria uma boa oportunidade para realizarmos nossa fantasia, uma vez que agora ela tamb�m j� estava gostando da coisa.
Ela simplesmente (acho que pelas cervejas), me respondeu: Voc� quer mesmo isso??? -Pode arranjar o homem que eu vou!
Imediatamente peguei um jornal e liguei para um anuciante! (Vale ressaltar que ela n�o � muito chegada em loiros e pessoas de olhos claros, n�o sei porque...). O rapaza me disse chamar-se (L�o – nome fict�cio), ser pardo, quase negro, bem-dotado mas s� poderia nos encontrar no dia seguinte às 20:00hs.
Marquei com ele o local, de onde partir�amnos para um apto dele, e continuamos nossas cervejas, agora j� com a expectativa do dia seguinte.
No dia seguinte, minha esposa acordou com outro semblante, era a pura felicidade estampada em seu rosto, e muito carinhosa comigo. Passamos um belo dia. � tarde ela come�ou a se produzir fazendo uma depila��o na bucetinha e deixando apenas um pequeno de pelos, bem aparados, por cima, sendo que toda a buceta e o grelo foram totalmente depilados.
Ap�s o banho, colocou um conjunto de calcinha e suti�, que compramos à tarde, para aquela acasi�o e optou por uma cal�a que n�o fosse jeans (ela n�o gosta de saia), para dar mais liberdade a ela e ao novo parceiro.
No hor�rio peguei meu carro e l� fomos n�s ao ponto de encontro. Exal�vamos tes�o por todos os poros.
Ao chegarmos ao local, vi o rapaz ao lado de uma moto, a� minhas pernas tremeram e passei direto. Mas como quem tinha inventado aquela est�ria tinha sido eu, apenas perguntei a ela: Amor, isso � um caminho sem volta, voc� vai encarar mesmo ? – Ela me respondeu: N�o � isso que voc� me pede sempre? Ent�o vai ser seu presente de anivers�rio! Pode ficar tranquilo que eu vou encarar sim!
Dei meia volta no carro e fui novamente ao ponto de encontro. Frustra��o....o rapaz n�o estava mais l�.
Mas, eu inventei tudo isso, n�o vou dar pra tr�s agora! Peguei o jornal, que estava dentro do carro, fui ao orelh�o, ao lado, e liguei! Ele me atendeu e disse que esteve l� e como n�s n�o hav�amos aparecido, ele tinha acabado de sair de l�. Eu, ent�o disse: Houve um pequeno contra-tempo mas estamos aqui te esperando!
N�o se passaram 5 minutos e a moto encostou ao nosso lado. Eu desci do carro, o cumprimentei e ele disse: Me sigam! Eu perguntei: Voc� n�o quer conhece-la? Ela est� a� no carro! Ele ent�o, sem cerim�nias, abriu a porta do carro e entrou, me deixando do lado de fora.
Esse � o relato dela, depois: Ele entrou, me cumprimentou, puxou minha cabe�a e me deu um (delicioso) beijo de l�ngua, que eu correspondi, enquanto ele passava e m�o em minha bucetinha, por cima da cal�a, e eu levei minha m�o ao pau dele......meu Deus.......o que era aquilo? Naquela hora eu n�o tive como avaliar
o que eu estava segurando, mas a molhada que minha buceta deu, de escorrer at� o meu cuzinho, me avisou que ela queria aquilo de qualquer forma, ent�o, abri mais as pernas aos toques daquele homem e me ofereci mais ao seu gostoso beijo. Ele ent�o parou de me beijar e me disse: Vou foder essa bucetinha muito hoje, voc� quer? E eu: Eu quero muito. Quero ser sua hoje, enquanto voc� aguentar! E o beijei novamente.
Bem....voltando.......L�o saiu do carro pegou sua moto e eu o segui at� o bairro de Lourdes, onde ficava o apto dele.
Parei meu carro em frente ao pr�dio e subimos pelas escadas, uma vez que o apto ficava no 1ª andar. No trajeto, eles j� eram namorados, subiram abra�ados, se beijando e ele passando a m�o na bundinha de minha esposa.
Ao entrarmos ele me pediu para fechar a porta enquanto os dois iam para o centro da sala, onde havia um tat�me, previamente confeccionado para embates amorosos, e come�aram a se beijar e conhecer, com toques o corpo, um do outro.
Bom.....para n�o esticar demais, o restante desta experi�ncia, voc�s poder�o ler em Realizando Fantasias – 1� Vez – Parte II
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