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UMA NOITE DE PUTA











Um belo dia, enquanto eu conversava com minha esposa pelo telefone perguntei, por curiosidade, se ela toparia ser minha putinha por uma noite. Meio que na brincadeira disse que pagaria pelo servi�o e que ela poderia cobrar o que quisesse. Pra minha surpresa, ela disse que toparia sim e que me cobraria R$300.00. Eu ainda brinquei dizendo que estava meio caro, mas da� ela me disse eu era cliente VIP. Ent�o falei que tinha que rolar de tudo por 300 reais, at� beijo na boca e ela topou.







O que come�ou numa brincadeira acabou se tornando uma realidade.







Um belo dia, e como foi belo aquele dia, eu juntei a grana e liguei pra ela. Liguei como se estivesse marcando um encontro e ela entendeu o recado rapidinho.







Eu disse: “Al�, eu gostaria de falar com a ..., por favor.” Ela respondeu: “Sou eu mesma meu amor”. Ainda acreditando falar com seu marido e n�o com seu “cliente”. Ent�o eu disse: “Bom, eu vi seu n�mero aqui no jornal e estava interessado em contratar seus servi�os, ser� que podemos marcar um encontro hoje à noite?” Ela na mesma hora entendeu o recado e respondeu: “Eu cobro caro, hein? S�o R$300.00” “Eu sei, eu tenho a grana” – repliquei.







Assim marcamos de sair naquela noite. Eu fui pra academia, l� mesmo tomei banho e me aprontei. Depois fui em dire��o a minha casa onde marcamos de encontrar na esquina. Moramos em uma rua deserta a noite e meio escura.







Por volta das 22:30 l� estava eu de carro e l� estava ela na cal�ada. Vestida a car�ter. Com uma ultra-mini saia vermelha, um top preto super sexy e um par de saltos exorbitante. Uma maquiagem daquelas e um perfume arrasador.







Eu parei o carro e perguntei se ela era a tal garota. Ela me disse que era e logo entrou no carro dizendo: “Esperava por voc� gato.” Eu, ali mesmo lhe dei um beij�o daqueles... Afinal, eram R$300.00 e eu precisava gastar cada centavo muito bem gasto.







Havia planejado lev�-la direto a um Motel mas no meio do caminho resolvi encostar o carro. Pass�vamos por uma rua totalmente deserta (sem casas) e muito escura. Uma estrada de terra, um barranco enorme do nosso lado direito e mais nada. Carro nenhum transitava por ali. Eu n�o resistia ficar olhando pra aquele par de coxas enquanto ela passava a m�o sobre meu p�nis que de t�o duro parecia uma tora de 20 cm.







Ent�o estacionei o carro, liguei a luz interna e perguntei pra ela se ela estava a fim de chupar meu pau e ela balan�ando a cabe�a me disse que sim. Eu, na mesma hora, abaixei as cal�as e mandei que ela chupasse. Peguei ela pelo cabelo e comecei a empurrar sua cabe�a contra aquilo tudo...a princ�pio peguei leve, mas ent�o, comecei a dizer: “Vai minha puta, abri essa boquinha pra mim” E ela gemendo e me respondendo que sim me levou a loucura total. Com isso, eu comecei a empurrar mais e mais a boca dela e a socar sua garganta bem forte, e mais forte, at� ela me fazer gozar ali mesmo. Gozei tanto em sua boca que ela quase n�o aguentou...e me disse: “Nossa...que del�cia”.







Ah...pra qu�? Aquilo mexeu comigo por dentro e repliquei: “Gostou minha puta? Vai querer ser minha puta particular agora, vai?” E ela mais uma vez balan�ando a cabe�a e com um gemido gostoso me disse: “Uhu...vou sim.” � claro que eu n�o aguentei aquilo e parti pro ataque.







Sai do carro e abri a porta do carona. Mandei que ela deitasse e arranquei sua calcinha ali mesmo. Ela estava t�o cheirosa e molhada que parecia um manjar na minha frente pronta pra ser devorada. E comecei a lamber aquela linda boceta, passando minha l�ngua com for�a por toda sua superf�cie, lambendo e sugando aquele “mel” delicioso que vinha por toda excita��o. Passava minha l�ngua pelos l�bios daquela xana, sentia o gostinho daquele clit�ris e enfiava a l�ngua no interior pra sentir o gosto que tinha. Enquanto ela dizia: “Vai meu bem, chupa a boceta da sua puta.” Eu chupava e chupava at� levantar suas pernas e come�ar a lamber seu cuzinho. Pedi a ela que segurasse as pernas no alto com o c� bem arreganhado pra mim e lambia com gosto.







Depois passei a enfiar o dedo l� dentro e pedi a ela que rebolasse gostoso. Ela fazia com prazer, com classe, como se tivesse experi�ncia no assunto e me tesava ainda mais. De um dedo passei pra dois e de dois pra tr�s at� n�o conseguir mais e dizer: “Vou te mostrar como se fode uma puta – A gente come�a pelo c� dela.” E assim foi. Peguei aquela tora e enfiei aquilo tudo naquele rabo gostoso. Meu pau que � meio torto pra cima, ficava relando no topo daquele cuzinho lindo enquanto ela gritava bem alto. Eu cada vez mais metia com mais for�a e gritava pra ela: “Me diz quem � seu dono.” E ela gritava: “Ai, ai, VC...ai...” E me pedia pra n�o parar e enfiar tudinho mesmo. Enquanto isso, brincava com seu clit�ris e sentia um prazer indefin�vel. Minhas bolas j� batiam na sua bunda e meu pau entrava com gosto na hora em que ela me disse: “Vou gozar.”







Incrivelmente, seu prazer era t�o grande que enquanto eu metia atr�s ela gozava na frente... Assim que senti sua goza na minha m�o cai de boca...e lambi aquilo tudo... Depois, passava a m�o e colocava na boca dela pra ela sentir o gostinho tamb�m.







Ent�o lhe disse: “Ainda n�o acabou n�o, vamos pro Motel.” E fomos.







Eu nem coloquei a cal�a e ela veio o tempo todo me chupando. Ela tamb�m n�o colocou sua calcinha e eu com uma m�o brincava com sua boceta e com a outra passava marcha e dirigia. UMA LOUCURA!







Enfim chegamos. Peguei a su�te mais pobre que tinha. Afinal, se tratava de uma puta e uma puta cara. Aquilo tudo j� estava fugindo do or�amento do m�s...hehehe.







J� sa�mos do carro nos beijando avassaladoramente. Subimos as escadas ainda nos beijando, eu apertava sua bunda e ela o meu pau dur�o de tanto tes�o. Ali mesmo na escada do quarto j� coloquei ela sentada e cravei meu pau l� dentro. Na mesma hora eu a peguei pela bunda, ela abra�ada em mim me beijando e com as pernas cruzadas atr�s so gemia gostoso. Chegando no quarto joguei ela na cama sem tirar meu pau e comecei a fuder aquela xana louca de tes�o por mim.







Ela gritava. Gritava muuuuito. E falava: “Mete vai...mete na sua puta vadia.” E quanto mais ela pedia, mais eu metia com for�a. Sentia meu pau bater no fundo do seu �tero. Isso tudo lembrando que eu ainda estava de camisa e ela de saia, top e salto alto. Ali mesmo gozei de novo agora dentro dela e ela tamb�m junto comigo e depois de mim mais umas 2 vezes.







Ainda assim eu n�o parava. Estava insaci�vel tamanho era o desejo. Arranquei minha camisa, ela na mesma hora tirou sua blusa e sua saia rapidamente. N�o quis que tirasse o salto pra n�o quebrar o clima. Coloquei-a contra a parede e comecei a lamber seus lindos seios, chupava tudo com muito gosto enquanto ela passava a m�o nos meus cabelos. E gemia gostoso.







Peguei ent�o uma cadeira que l� estava, sentei nela e mandei que ela chupasse novamente. E assim ela fez. Mais gostoso agora do que nunca antes havia feito. Come�ou lentamente at� aumentar a velocidade. Me masturbava, me chupava, lambia minhas bolas e envolta do meu p�nis. Ent�o pedi a ela pra parar o rosto que ela merecia apanhar do meu pau na cara . E comecei a dar na boca dela e na cara dela com meu pau. Ela gostava muito.







Ent�o mandei que sentasse de costas pra mim. E ela o fez. Sentou com seu lindo c� em cima do meu cacete enquanto eu peguei um p�nis de borracha e comecei a enfiar na sua xana ao mesmo tempo. Aquilo foi tudo de bom. Como ela gritava enquanto eu falava no seu ouvido: “Cachorra, vadia, puta, gosta de levar no c�, gosta?” – Ela, nessa hora, nem conseguia mais me responder...Simplesmente gozava direto e gritava muito. M�ltiplos orgasmos e um tes�o incrivelmente incontrol�vel.







N�s dois su�vamos bastante. At� que mandei que sa�sse de cima e que deitasse na cama. Ela obedeceu como uma boa vadia. E eu ali, me masturbei at� gozar novamente em cima dela. Ela passava aquilo sobre todo o corpo como se fosse um creme pra pele e me pedia: “Joga mais, mais...muito mais...GOZA NA SUA PUTA HOJE” E claro, que nessa hora quem obedeceu foi eu. Gozei como nunca.







Quando terminamos, tomamos um bom banho e eu decidi que era a hora deu pagar pelo servi�o da minha safada como combinado. Mas a� veio a melhor parte. Ela me disse assim: “N�o precisa de grana n�o garanh�o, por uma foda dessas, quem tem que pagar sou eu.”







Imagina s�, uma puta de alto escal�o GRÁTIS. Me diz se n�o � tudo de bom e mais alguma coisa!!!







Fim



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