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UMA TREPAA DIFERENTE

Chegando em casa encontrei na cozinha, meu tio e uma mulata gostosa. "Essa � a Mirtes, filha do Ti�o. Ela ajuda aqui em casa e � uma excelente cozinheira" explicou o tio Fernando. Eu nem liguei de estar vestido s� de calcinha e como ninguem ficou reparando tambem, sentei na mesa daquele jeito mesmo. rn Durante o almo�o, perceb� pelo jeito deles que meu tio tava comendo a Mirtes.rn Depois tomei um banho r�pido, fui pro quarto e abr� o arm�rio da minha prima pra escolher alguma coisa pra vestir. "A Aline gosta de provocar" pensei olhando as roupas dela. Peguei um pijama que era um shortinho de tecido fino colado no corpo, com uma camiseta curta do mesmo tecido, os dois com estampa de ursinhos na frente e tudo branco atras, com babadinhos rosa nas pernas e nas mangas. Me olhei no espelho. O shortinho ficava enfiado, deixando metade da bunda pra fora. Deitei na cama e ca� num sono profundo, sonhando com poneis de penis enormes, cobras pretas que me faziam car�cias, borboletas coloridas e chuva branca, leitosa.rn Acordei com a voz do tio Fernando, o Bruno e a Mirtes conversando na cozinha. J� era noite. Sentei na mesa, tomei um lanche e fomos pra sala assistir um filme. Cada vez que eu levantava pra fazer alguma coisa, me davam tapinhas no bumbum.rn O Bruno logo foi dormir, e meu tio, quando a Mirtes terminou de arrumar a cozinha, foi com ela pro quarto. Ficamos s� eu e Roxy, o cachorro.rn Olhei os dvds que tinha e coloquei um ao acaso. Na verdade n�o tava afim de assistir filme nenhum. Fiquei olhando distraido pra tela at� que come�ou uma cena picante de um casal se pegando e fiquei excitado. Deitei no sof� e come�ei a passar a m�o pelo meu corpo. A cena foi ficando mais hot e eu acariciava meu corpo ficando cada vez com mais tes�o. Pensei em acordar o Bruno, procurar o Ti�o ou at� mesmo entrar no est�bulo e mexer com o cavalo da Aline. Dei risada pensando nessa ultima id�ia. Coloquei a m�o por dentro do short, enfiei um dedo no cu e fiquei rebolando e gemendo baixinho. Foi quando senti o focinho do Roxy enfiado na minha bunda. Levei um susto. Me deu um arrepio louco, levantei e sentei no sofa. Ele chegou mais perto e acariciei sua cabe�a.rn Roxy tinha o pelo curto, da cor amarelada naquele tom de cachorro vira-lata. Mas era mesti�o de cachorros grandes, sendo ele era bem grand�o e forte, com um porte que dava at� medo. Mas era muito bonzinho com a gente.rn Ele apoiou a cabe�a no meu colo e fiquei agradando. De repente ele se levantou de frente, colocou as patas dianteiras no meu ombro e come�ou a se esfregar nas minhas coxas como se estivesse me comendo. Com aquela cabe�a enorme, a boca aberta arfando com a lingua de fora, soltando seu bafo quente na minha cara. Fiquei al� sem saber o que fazer.rn O cachorro se esfregava em mim e seu pau foi inchando, crescendo e saindo pra fora. No vai e vem rapido que ele fazia, as bolonas peludas batiam em mim tambem. A� ele se esfregava com mais vontade e seu pau foi crescendo mais ainda. Ficou bem grand�o! Tinha mais de 20 centimetros, grosso, todo vermelho, latejando. Come�ei a curtir aquilo e me esfregar nele tamb�m. Ent�o olhei em volta e como n�o tinha ninguem por perto, resolv� brincar um pouco. Tirei ele de cima de mim, me deitei com ele no ch�o e peguei aquela rola na m�o. Acariciava seu pau e suas bolas. Roxy tava adorando. Abanava o rabo, me lambia o rosto e parecia estar me oferecendo a piroca. Apoiado no cotovelo, me enfiei por baixo dele e chupei seu pau. Era vermelho, com a pele fina, lisinha e no final, perto do saco ia ficando mais grosso. Fui chupando e punhetando o safado e ele cada vez mais excitado, espirrando uns jatinhos de porra na minha boca. A� levantei, tirei o shortinho, me apoiei no sof� ficando de quatro com a bunda empinada pra tras, me oferecendo, s� pra ver o que acontecia.rn Primeiro ele encostou o focinho h�mido e gelado no meu cu. Me arrepiei todo. Depois ele come�ou a passar a sua lingua grande, quente e cheia de baba. Empinei mais abrindo o maximo possivel minha bundinha. Ficou lambendo gostoso por um tempo, ent�o ele montou em cima de mim como se eu fosse uma cadela e ficou esfregando o paus�o duro na minha bunda. Peguei a rola dele e encostei no meu cuzinho que tava piscando de tes�o. Entrou a ponta e o Roxy dando estocadas curtas e rapidinhas, daquele jeito de cachorro, foi enterrando at� as bolas baterem na minha bunda e me fodeu gostoso. Seu corpo quente e peludo, montado em mim, me abra�ando pelas costas. Sua cara encostada na minha, lambendo meu rosto, arfando e babando no meu cangote. Ele metia fazendo movimentos muito rapidos me fazendo gozar muito, seguidamente, gemendo de prazer e rebolando no seu paus�o grosso. Ent�o ele esporrou varios jatos de esperma quente. Saiu de cima de mim, lambeu minha bunda um pouco e deitou no tapete.rn Eu fiquei al� naquela posi��o, com a cabe�a apoiada no sof�, de quatro, bunda empinada, quando ouv� passos de alguem se aproximando. Era meu primo. Me deu um tapa na bunda e falou "O Roxy te pegou tambem? Foi a piranha da minha irm� que ensinou ele. Aquela vagabunda sa�a com o Jeg�o, com o Ti�o e outros meninos. E n�o satisfeita, trepava com o cachorro e com o cavalo tambem!" sentei no sof� e r� "As vezes ela passava a noite inteira com o Roxy no quarto" Minha prima Aline, devia ser fogo.rn O Bruno tinha levantado s� pra tomar um copo de agua, mas preferiu abrir uma latinha de Coca e ia bebendo enquanto falava, de p�, na minha frente. Ele tava de cueca boxer de cetim preto, bem larga. Aquele paus�o grosso delineado na cueca, me tentava. Estiquei o bra�o e come�ei a acaricia-lo por cima daquele tecido gostoso. Sua rola come�ou a ficar dura, ent�o olhei meu primo nos olhos, passando a lingua pelos l�bios. Ele baixou a cueca e me ofereceu o pau. Come�ei a chupar com gula, acariciando-o com uma das m�os. Com a outra apertava suavemente suas bolas.rn Ele me pegou pelos bra�os, me virou e me colocou ajoelhado no sof�, com a bundinha virada pra ele. Pegou no seu pauz�o duro, encostou no meu cuzinho que estava bem relaxado e mais do que lubrificado e come�ou empurrar. rn Enfiou a cabe�a e foi fazendo um vai e vem rapidinho at� enterrar tudo. Sent� um arrepio gostoso subindo pelas costas. Arrebitei o bumbum e come�ei a me abandonar todo languido, na delicia de ser comido. Ele metia sem pressa, numa cadencia deliciosa. Nem rapido, nem devagar. Sentia o seu pau maravilhoso entrando e saindo. Eu gosava gemendo baixinho pra n�o acordar meu tio. Ele foi bombando sua rola grossa at� gozar gostoso varios jatos de porra quentinha dentro de mim. Depois ficou um tempo batendo com o pau ainda duro na minha bunda. Em seguida pegou sua cueca e foi pro quarto. rn O Roxy levantou e veio pro meu lado. Seu piroc�o vermelho tava inchando e saindo pra fora. Acariciei sua cabe�a larga, entre as orelhas felpudas, e ele parecia sorrir todo safado, com aquela lingua de fora. rn Fui pro meu quarto e ele veio atras, enfiando o focinho molhado no meio da minha bunda, o caminho todo, me causando arrepios. Num pulo ele subiu na minha cama, que na verdade era a cama da Aline, exibindo seu paus�o vermelho, duro, todo pra fora, balan�ando imponente "A noite vai ser longa" pensei enquanto fechava a porta.

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