Ol�, meu nome � Maria Eug�nia, tenho 45 anos e sou uma m�e solteira. Por n�o ter marido, sempre fui muito amiga de minha filha e ela nunca teve segredos comigo. Sendo assim, ela sempre me contou que o namorado dela domina no sexo e gosta de alguns fetiches, os quais ela passou a fazer com ele.
Hoje fa�o parte do sexo deles, mas antes de participar, n�o vou mentir, ja cheguei a me tocar ouvindo os gemidos dela quando ele est� dormindo aqui em casa.
Iniciei com eles, quando voltavamos de um churrasco de minha fam�lia, eu e minha filha "Ju" estavamos de pileque, e por isso fomos embora. No caminho de casa, pedi para o "BETO" (namorado de minha filha) encostar dizendo que eu queria descer e o fiz. Ele, imaginando que eu iria vomitar, desceu para ajudar-me e ao chegar onde eu estava, me viu de cocoras urinando. Olhei ele, mas por estar "alta" ou por teer ficado excitada ao ve-lo ali me admirando, mesmo que naquela situa��o, nada falei, apensa continuei urinando. Ao retornar ao carro, minha filha passou a discutir comigo sobre o ocorrido... respondiamos coisas uma para a outra, mas nem escutava ela, e imagino que ela tb�m n�o me escutava. Ao entrar na garagem de casa, O "BETO" nos pegou no bra�o, na garagem ainda e deu um beijo na boca da "Ju", e depois me beijou a boca tb�m, mas nem correspondi... antes da "Ju" falar algo, ele a beijou novamente. Ap�s beija-la, retornou a me beijar, dessa vez, n�o sei o por que, mas correspondi. Ele fez isso umas 4 ou 5 vezes e cada vez a minha filha o beijava com mais vontade. Quando ele parou de beija-la dessa vez, falou para nos beijarmos e pedirmos desculpa uma a outra, pois eramos uma familia e nao podiamos discutir assim. A "Ju" de imadiato me pediu desculpa e veio em minha dire��o, e eu simplesmente deixei ela delicadamente me dar um selinho, foi quando ouvi um "isso n�o � sinal de desculpa" e ela me deu um beijo verdadeiro. Achei estranho estar ali, fazendo aquilo, mas correspondi. Notei estar em um beijo apaixonado com minha propria filha e lembrava das coisas que ela me contar� deles e fiquei excitada. Parei quando o "BETO" falou para ela vestir o preservativo nele, pois disse que eu teria de cumprir com minha palavra.
N�o lembro o que disse no carro, mas falei que n�o iria fazer mais nada. Nesse momento, com a "Ju" ja mechendo em sua bolsa, ele me colocou no capo do carro, segurando-me nas costas para que eu n�o me levantasse e com a outra m�o, subindo minha saia. Tentei em v�o sair daquela posi��o, at� que parei olhando entre que assustada e curiosa para minha filha ajoelhada e colocando o preservativo no "BETO". Vi de relance o membro dele duro e ela colocando enquanto dava uns beijos. Assim que ela terminou de colocar, ele colocou minha calcinha para o lado e me penetrou.. tentei novamente fugir, mas de novo em v�o. Ao sentir ele entrar em mim, notei que n�o teria como fugir e relachei um pouco. Senti as estocadas dele e me entreguei. Eu estava prescisando daquele sexo e ja n�o me importava se ele era namorado de minha filha, uma vez que ela estava ali ajudando-o. Fechei os olhos e sentia ele me dar estocadas. De repente, ele retirou de mim, mas sem dar tempo de eu me mecher, disse que eu iria fazer o que falar�. Me assustei, pois senti minha calcinha ser puchada para baixo e o membro delefor�ar meu anus. Pedi para ele parar, e foi quando minha propria filha deitou-se ao meu lado pedindo para eu fazer por ela, pois ela n�o faz anal e ele quer. Falei ser errado, e ela segurando minha cabe�a, me agradando, com carinha de por favor, pedia para que eu fizesse por ela... para que ela fosse poupada. Quando falei tudo bem, senti ele me penetrar. Gritei... chorei... estava sendo estuprada consesualmente. Doia, mas com a "Ju" ao meu lado, dizendo me amar, me agradando e at� lambendo minhas lagrimas, n�o tive como nao deixar ele continuar. Pensei nela e n�o gostaria de ve-la sofrendo e continuei. Qdo ele retirou de dentro, a "Ju" foi ao encontro dele, retirou o preservativo e deu umas lambidas no pau dele, enquanto eu escrregava, com as pernas tremulas at� o chao, me encostando no parachoque do carro. Foi a� que vi ela erguer umas das pernas e ele penetra-la, ali mesmo de p�, na minha frente. Ele segurando-a na perna, veio trazendo-a para tras, em minha dire��o. Eu nao tinha for�as para sair dali, imaginando que ele a colocaria no capo, foi quando ao estar com o bumbum dela bem perto de mim, abriu as nadegas dela e falou com voz autorit�ria: "Lambe, lambe tudo minha sogra". Passei a lamber o bumbum da minha pr�pria filha.. bumbum, cuzinhoe o saco dele. Errado, pecado, taboo, falem e achem o que quizerem, mas nessa hora esqueci toda aquela minha educa��o e apenas quis continuar ali, obedecendo-o. Ele tirou de dentro dela, ejaculando em meu rosto. A "Ju" com uma rapidez incrivel, saiu de cima de mim e passou a lamber meu rosto, e ainda a babar e cuspir a porra dele em minha boca, depois me beijava. Gosei com ela fazendo isso e notei que urinei junto. Fiquei envergonhada e ela disse que por eu estar com tes�o era normal e eles n�o ligavam. Nisso ela me segura no rosto e diz que seriamos batizadas, n�o entendi e ela me beija loucamente e sinto um jato de urina em nossos corpos. Adorei aquilo...
Hoje sou submissa dele e aceitei essa rela��o entre 4 paredes com eles, mas sigilosamente � claro, pois moramos em cidade peq. e minha familia � conhecida.
Cuidem-se, Maria Eugenia.
Ps.: N�o estou aqui para trocar fotos, cam mic, telefone, eou coisas do genero... estou apenas escrevendo como fui iniciada.