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PUTA*****-VI-SEDU��O DO NEG�O

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PUTA*****-VI-SEDU��O DO NEG�O

Depois deste dia, todas as manh�s o Jonas vinha me acordar e trazia as vezes a Sonia para nossa suruba matinal.

Quando vinha sozinho, o abusado vinha deitava na minha cama e debaixo do sobre len�ol, me proporcionava prazer muito grandes, mas a coisa foi caindo na rotina e sabe como � tive que despeir os dois, mas n�o antes de dar uma boa compensa�ào, para que eles n�o espalhassem o meu segredo. O que eles prometeram solenemente.

Para evitar novos problemas, resolvi contratar um cozinheiro, pois assim eu teria quem cozinhasse e uma companhia nas horas de lazer. Mas era dif�cil associar as aptid�es de gurmet e atl�tico, sem falta um dos requisitos nos v�rios candidatos que apareceram, tentei ent�o uma agencia de empregos para me ajudar.

- William, eu preciso de um cozinheiro e fachineiro, que saiba fazer na verdade tudo e paa isto tem que ser jovem e pr�-ativo.

- Claro sr. Junior, vou procurar e enviar curriculos de profissionais com este perfil, amanh� mesmo mando alguns.

Dito e feito no dia seguinte a agencia encaminhou um monte curriculos e todos vieram acompanhados de fotos. Dois deles me chamaram a aten��o, era umm neg�o bonito e parecia muito forte e o outro um loirinho tamb�m igualmente forte. Pedi que eles comparecessem em hor�rios diferentes um perto das 13:00h e o outro as 14:00h. Tempo suficiente para concluir a entrevista com um e em seguida o outro. Primeiro veio o neg�o, eu estava vestido parecendo um jovem rapaz, prendi o cabelo e coloquei um bigode posti�o para disfar�ar, vesti um daqueles modeladores para homens, aqueles que apertam tudo e deixa o peito bem colado ao corpo, parecendo quase nada, fiquei um aut�ntico rapaz. Fui atend�-lo e qual n�o foi a minha surpresa o neg�o era alto, tinha uns 1,90 m de altura e muito forte.

- O seu nome � Alberto, n�o �?

- Sim sr.

- Bem, voce sabe que procuro algu�m que possa trabalhar aqui em casa e cuide de todos os afazeres. Tem dormir aqui e estar dispon�vel para eventuais viagens, tudo bem?

- Sim, sou solteiro e vivo sozinho mesmo, portanto dispon�vel para viagens.

- Muito bem, quero que voce diga, o que sabe cozinhar.

- O que for do seu agrado.

- Muito bem, sabe nadar?

- Sim, sou muito bom nadador.

- Quero ver, de algumas bra�adas na piscina.

- Mas estou sem sunga.

- E da�, vamos logo.

O neg�o olhou meio desconfiado, mas foi tirando a roupa e mosrando todo o seu corpo, ficou de costas e tirando a cueca, se atirou na �gua, sem que eu visse o equipamento.

- Alberto, j� vi que nada bem, saia um pouco e venha aqui.

Ele obedeceu e quando ficou em p�, dirigiu-se na minha dire��o e meus olhos n�o conseguiam desviar do pau dele, estava fl�cido, mas era enorme, mole tinnha o diametro de um tubo de 4". Ele percebeu e propositalmente apalpou o pau e deu uma balan�ada, como se estivesse dizendo "� disto que voce gosta, seu viadinho" e vei em miha dire��o.

Eu estava sentado na cadeira e ele parou bem pertinho, deixando a rola bem na minha cara. Levantei a cabe�a olhando nos olhos dele e sorri.

- Que bela pe�a voce tem, parece artista de filme porno. Tem pego muitas meninas por a�?

- Algumas, mas uma rola grande assim n�o � qualquer uma que aguenta, ainda mais quando fica dura. Elas reclamam muito.

- Deve ser mesmo. Levantei da cadeira e caminhei entorno do neg�o, observando os pormenores. Apalpei as n�degas dele e disse.

- Que bunda forte, voce transa com homens tamb�m?

- Algumas vezes quando vou ao clube e uns caras meios irrustidos ficam me olhando tomar banho e admiram o meu pau. A� marco encontro com as despesas pagas por eles e at� rola alguma grana legal.

- Alguma experiencia de ser penetrado.

- Opa, sou macho e s� como bucetas e cu de vez em quando.

- Calma, s� estou fazendo entrevista e vistoria. Deixe vez os exames m�dicos que pedi ao William.

- Bom, a sua sa�de est� muito boa e n�o est� com nenhuma doen�a ven�ria ou coisa parecida. Precisamos fazer um teste, venha para dentro.

Ele sem saber muito, mas j� desconfiado do teste que seria aplicado, reuniu as roupas e seguiu para dentro da casa. Eu como havia entrado primeiro, troquei rapidamente de roupa, soltei os cabelos, tirei o �culos escuro e vesti um robe e sentei no sof� e fiquei aguardando. Ele entrou, se espantou com a vis�o de uma mulher sentada e ele rapidamente cobriu suas partes com as roupas na m�o e perguntou.

- Senhorita, eu estava falando com um senhor, me desculpe estar pelado deste jeito.

- Ora, Alberto n�o se acanhe, sou eu quem estava l� na piscina.

- N�o, era um rapaz n�o a senhorita.

- Pois � sou eu mesmo, mas neha c� deixe mostrar algo.

Ele deixo as roupas cair e veio em minha dire��o. Eu dei a volta e me posicionei atr�s, ele era negro total, brilhava com a luz que entrava pela porta de vidro, deixei o robe cair e s� de calcinha, me encostei nas costas dele deixando ele sentir o toque dos mes peitinhos e levemente rebolei para ro�ar os meus biquinhos e abracei-o por tr�z.

- Mo�a t� certo isto?

- Claro, este ser� o teste final de admiss�o.

Ele ent�o virou-se e me encarou de frente.

- Nossa, a senhorita � bonita, que corpinho lindo e liso.

Ele come�ou a me alisar e beijar o meu pesco�o, pegar na minha cintura e apalpar as minhas n�degas. Como ele era alto e eu sou 20 cm mais baixo, ele tinha que curvar um pouco.

Ele dava mostra que estava a fim de ir at� o final, pois quando toquei o pau dele, a coisa estava dura e enorme, eu n�o conseguir fechar a m�o entorno do pau dele, baixei e fui verificar o saco dele e dava para perceber que com o tamanho do pau, as bolas e o sca pareciam pequenos. Ainda mais porque o pau dele engrosava mais quando chegava na base, era delirante e brutal a rola dele.

Ele querendo retribuir, enfiou a m�o por dentro da clacinha por tr�s e atingiu o meu cu. Come�ou a pegar mais embaixo e encontrou o meu saco.

- Epa, o que � isto? Seu viado, at� colocou silicone no peito, o que est� pensando?

- Clama Alberto, deixe eu te esplicar. Eu sou uma quase mulher, mulher mesmo. Vou tirar a calcinha e mostrar para voce, t� vendo eu tenho um pau como voce, eu quero que veja algo diferente, me de a sua m�o.

Ele ficou meio bravo e pegando na m�o dele mostrei o meu grelho e a minha buceta irrustida.

- O que � isto, parece uma buceta, voce � o que afinal?

- Pois � eu tenho um desvio sexual e tenho dois sexos, s� que o que aparece e isto que voce est� vendo, tenho seios naturais e um pau, meio desenvolvido devido ao aparelho de suc��o que uso regularmente, mas eu gosto mesmo � de machos como voce.

- E como vai ficar de pois, vai ser sempre assim, homemulher inrustida?

- N�o, daqui a umas semanas completo 19 anos e com a maturidade sexual e maioridade, vou poder efetuar a opera��o reparat�ria e assumir o meu lado feminino.

- E da�, to todo duro e com o maior tes�o, como fica isto?

- Bem vamos dar um jeito.

Eu me abaixei e comecei a mamar o pau dele, concentrei nas bolas e punhetei como pude aquele enorme mastro, com a ajuda da minha saliva e o gel lubrificante.

- T� legal, vamos parar com isto eu quero � penetrar no seu cu, chega de ficar no boquete, sua vadia, vagabunda.

Quando ele me chamou de vadia, senti um tremendo orgulho, pois era assim que me sentia e a voz rude do neg�o me excitaram.

Ele pegou a bisnaga de gel e untou bem o pau dele, diferente dos outros que enviaram primeiro no meu cu e na volta.

- Vem me dar um abra�o.

Eu me levantei e quando o abracei, ele me levantou do ch�o e fiquei balan�ando sem tocar os p�s no ch�o, eu era pequeno perto do neg�o, parecia uma boneca na m�o dele. Me pendirei no pesco�o e ele abriu as minhas pernas, me posicionando na cintura dele. Come�ou a me apertar, espremendo os meus seios no peito dele, o calor dos corpos foi me dando um suador, os meus cabelos j� estavam molhados de suor, eu comecei a ficar descontrolado, rebolava pendurado e fui descendo, soltando aos poucos e indo de encontro ao que desejava, e rebolava como uma puta devairada.

Ele percebeu os meus hormonios emanando do meu suor, se misturando com o cheiro forte de macho que vinha dele e me apertando na cintura, curvou o corpo para frente e com maestria de quem est� acostumado a penetrar como e onde quer, come�ou a ro�ar a cabe�a em volta do meu cu. O tro�o era duro, parecia um toco, mas ele movimentava para um lado e para o outro, lubrificando toda a volta. Eu correspondendo deixei a cabe�a cair para tr�s dizendo o quanto esta adorando e soltei do pesco�o dele e me estreguei aos seus carinhos, percebendo todo o tes�o que eu demonstrava e foi enclinando mais e foi apertando o meu corpo para baixo. J� n�o sentia mais a folga de antes, a glande estava firmemente posicionada e a medida que eu contorcia para os lados e for�ava mais. Comecei a sentir uma dorzinha, resolvi colaborar e comecei a for�ar a abertura do meu anel, que nunca havia engolido um pau daquele calibre, mas estava muito necessidado de sentir dentro, possuido totalmente.

O esfincter abriu e parte das entranhas sairam, abra�ando a cabe�ona, ele sentiu que eu havia liberado e que n�o estava oferecendo resitencia. Ent�o o neg�o apertou a minha cintura e for�ou o meu corpo para baixo, de encontro com a rola dele, que foi entrando aos poucos, milimetricamente ia ganhando espa�o e me abrindo todo, sentia cada avan�o da entrada da cabe�a, o anel ia aumentando de diametro e as minhas entranhas eram for�ada para dentro. Um calor enorme foi tomando conta do meu corpo, estava toalmente entregue a vontade e desejo do meu macho, que cuidadosamente ia conquistando o espa�o, for�ava puxando o meu corpo e curvando conjuntamente o dele para frente. N�s dois su�vamos, eu meio que desfalecido de tanto esfor�o e breves sensa��es de escurecimentos da vis�o e ele de tanta for�a para n�o me machucar e conseguir penetrar. O anel foi sedendo e acostumando com o tamanho da cabe�a, que num esfor�o conjunto, senti a passagem dele, vencendo o anel do meu cu abra�ar finalmente a rola. Senti o a gl�ria da conquista, neste instante, levantei a cabe�a e olhando fixamente nos olhos do meu mach�o, abri um largo sorriso.

- Ai, meu dono, consegui engoli pelo rabo esta sua pica, este mastro enorme, esta maravilha de pau, que gostoso sentir voce dentro e eu toda aberta. N�o sei como consegui, d� para sentir o meu cu todo esticado e o seu pau dentro. Ah que delicia, sou ou n�o sou gostosinha?

- Cala a boca, sua puta, vadia, voce n�o conseguiu nada ainda, s� entrou a cabe�a, e eu estou afim de enterrar e rasgar o seu cu de vez.

Ele falou com um tom amea�ador e come�ou a retornar o corpo na posi��o ereta, puxando o meu corpo para cima, fazendo com que o pau que fora dif�cil de fazer penetrar, come�asse a sair, causando novamente a dor, pois na sa�da a glande do neg�o travava no meu anel, fazendo com que eu for�asse novamente a abertura.

- Ei, Alberto porque est� saindo,agora que eu consegui engolir voce?

- Voce n�o sai aguentar a minha rola, sua puta, vou rasgar todo o seu cu e posso machucar.

- N�o, eu aguento, eu quero ser comida e poss�da por este pauz�o delicioso.

- N�o sei n�o.

- Vamos, sou toda sua, come esta putinha que quer o seu pau atolado no meu cu, to querendo ser arrombada.

- Ah �, voce quer mas se machucar?

- N�o se preocupe,tudo sara � s� uma quest�o de tempo.

- Sei n�o?

- O seu neg�o frouxo, t� parecendo uma bichinha que foge na hora que as coisas apertam?

- N�o sou frouxo n�o.................

Ele sem d� for�ou a minha cintura para baixo e inclinando o corpo para frente enterrou tudo de uma vez.

-Aiiiiiiiiiiiiiiiiiii, t� doendo, mais devagar. T� sentindo a rola apertando l� dentro, tire um poucoooooooooooooo.

- Coisa nenhuma, sua puta voce me chamou de frouxo, pois toma no cu todo o meu pau.

A dor foi muito grande, que acabei desmaiando, mas logo senti uns tapas no rosto.

- Viu como voce n�o aguenta, mas n�o to nem a�, vou socar mais, toma no cu sua puta, vadia que adora rola grande entalada no cu, gosta de levar pau e ser rasgada. Toma e deixe eu gozar.

Falando isto ele me virou sem tirar o pau de dentro e colocando-me de costa para ele e em p�, o neg�o socova a rola para dentro de meu cu e fazia com que eu visse a cena no espelho de corpo inteiro da sala. Sentia uma menininha nos bra�os do neg�o,via a rola enorme entrar e sair de dentro de mim, era sublime, at� que ele gozou inundando toda a minha entranha com a sua porra quente e enquanto estava duro ele socou, tirou socou a rola no meu cu. Antevendo o final, eu me masturbei no meu pau meio mole, at� jorrar a minha porra tamb�m. Alberto exausto sentou no sof� e fiquei com o pau dele no cu at� ele amolecer,aproveitei o tempo e masturbei o meu grelhinho, gozei de novo, depois que ele saiu , rios de porra sairam de dentro e passei a m�o no cu e vi o quanto ele tinha arrombado, senti realizada e satisfeita. A satisfa��opara quem n�o experimentou ainda dar o cu � dez quando fico com o cu doendo, pulsando e com o asp�cto de assadura, fica meio inchado, quando vejo arreganhado no espelho de m�o, fica muito parecido com uma buceta, ADORO SENTIR ASSIMMMMMMMMMMMMM.

Passavam das 13:50 h e tratei de despachar o neg�o, pois tinha outra entrevista.



-Tudo bem Alberto eu estou com a sua avali��o e entro em contato, para definir a contratata��o.



Acompanhei-o at� a porta e me despedi.



Comecei a me preparar para a segunda entrevista. Mas isto eu conto outro dia.



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