A noite prometia ser fant�stica, os rapazes sa�ram e foram atr�s de uns apetrechos para o baile e n�s ficamos nos arrumando e combinando como seria a noite, mas sab�amos que tudo iria acabar acontecendo naturalmente, eu preparei um shortinho confort�vel e uma tanguinha, pois tinha em mente perder o shortinho na hora que desse um calorzinho, Raquel foi de saia e fio dental e Claudia com uma saia rodada bem curta e uma tanguinha, todas de top, planej�vamos arrasar à noite, os rapazes compraram uns coturnos e sunga, mas todos foram de bermuda, l� resolveriam como estariam, o certo � que ir�amos nos divertir muito e certamente aquela noite nos n�o seriamos de ningu�m. Chegamos na festa por volta de 23h e 30m a coisa estava fervendo, o som de uma bateria ensurdecedora agitava o baile todo, mal entramos e j� percebemos que a sensualidade falava alto naquele local, mulheres lindas e maravilhosas desfilavam seus corpos perfeitos e at� o n�o t�o perfeitos assim faziam sucesso, uma coisa era certa, mulher ali s� com pouqu�ssima roupa e o tes�o aflorando, uma grande parte das mulheres sem a parte de cima, um calor insuport�vel e por isso homens todos sem camisa ou de regata, a maioria tamb�m de sunga, e o mexe mexe, encosta e enrosca, entramos e j� ca�mos no meio da folia, um pequeno trecho e varias m�os em minha bunda, o pessoal � atirado mesmo e se der bola arruma companhia na hora, mas preferimos arrumar nosso cantinho, Andr� j� havia falado que encontraria com uns amigos antigos e ir�amos ficar todos juntos, assim que marcamos um local para permanecer o fogo j� come�ou a falar mais alto, no ato j� abandonamos a parte de cima da roupa para del�rio dos meninos e dos marmanjos ali presente e come�amos a nos mexer, dan�ando e provocando a testosterona dos nossos machos e dos outros tamb�m, l� pela meia noite a coisa estava pra l� de quente j� tinha muita mulher pelada no sal�o, quando v�amos uma pequena concentra��o, certamente tinha uma mulher levando dedada e at� rola, pois os caras abaixavam a sunga na boa, rolava chupetinhas sem frescura nenhuma e o sexo de fato tomava conta de todos ali, no fundo uma morena alta e muito bonita fazia a alegria da galera, acho que estava levando pica at� pelos olhos tal a roda que tinha se formado, s� v�amos a sua bunda de relance e muito homens ao seu redor, chegou at� escorrer da minha bocetinha de inveja, mas era quest�o de tempo para a coisa desandar, logo chegou os amigos de Andr� e F�bio, tr�s caras e um casal, tinha um cabeludo, forte, meio gordinho at�, mas um sujeito que chamava a aten��o, tremi de tes�o, e logo eles estavam descontra�dos no sal�o, me distanciei um pouco de Andr� e me encostei na reparti��o do camarote, e ent�o pude vem aquele mar de gente pelo sal�o afora, todos com pouca roupa e muito, mas muitos amassos, deixei minhas tetas ao vento balan�ando e alguns rapazes no andar de baixo babavam, ent�o senti algu�m me abra�ar por tr�s e me beijar a nuca, gelei na hora e sem pestanejar fui envolvida em seus bra�os, senti de imediato o volume na sunga e o cheiro de macho no cio de F�bio, me virei e sem tempo para questionar qualquer coisa me lascou um beijo na boca de tirar o f�lego, nenhuma resist�ncia de minha parte e logo meus seios eram acariciados e logo chupados, meus olhos procuravam Andr� e minha boceta ficava encharcada, a pica de F�bio encostava em minha xaninha me deixando maluca, nos mex�amos e ele cutucava meu sexo me deixando maluca, achei Andr� mais ao fundo e F�bio ainda mamava minhas tetas, Andr� s� sorriu e acenou, Raquel estava ao seu lado e os dois se perderam em um beijo, relaxei e voltei para o parapeito, F�bio veio por tr�s de mim e me abra�ou novamente, desta vez enfiou a m�o por dentro do meu shortinho e tocou minha boceta, fiquei quase maluca de tes�o, sua rola estava dura com um ferro, cutucando minha bunda, come�amos a nos sarrar e ent�o ele me tocava por todo meu corpo me atentei e permaneci acariciando sua rola por cima da sunga era uma dan�a sem jeito, nos mex�amos tentando acompanhar o balan�o da musica, mas na verdade segu�amos o balan�o do nosso tes�o, F�bio disse-me no ouvido que tinha o maior tes�o em me foder e que daquele dia n�o iria passar, falando isso abaixou meu shortinho, tentei fazer uma cena mas ele foi r�pido, logo estava s� de tanguinha no sal�o, ele chutou meu shorts para longe do meu alcance e logo pegaram e festejavam com minha pe�a de roupa, agora esta pronta para levar pica, semi nua, continuamos a nos comer com as m�os, ele puxou minha calcinha de lado e come�ou a tocar minha boceta, as pessoas do andar de baixo podiam ver minha xana sendo possu�da pelos dedos grossos de F�bio, logo percebemos Andr� e Raquel do nosso lado, eles se beijavam e ela acariciava a rola dele que estava com a sunga um pouco arriada, F�bio me abra�ou por tr�s e me deixou de frente para Andr� e Raquel, continuou com os dedos enfiados em minha boceta, me fazendo ir ao del�rio, Andr� nos olhou e somente sorria, o safado estava se deliciando com tudo aquilo, no meio do sal�o uma mo�a dan�ava completamente pelada, apenas uns adere�os no corpo e muitas m�os em sua bunda, F�bio perguntou-me se eu tinha coragem de imit�-la, respondi que n�o mas que tinha o maior tes�o em transar em p�blico, ele pediu que eu tirasse a calcinha e entregasse a ele, fiquei com muito tes�o mas disse que n�o faria aquilo, ele de supet�o abaixou em meus joelhos a tanga me deixando nua, a outra m�o tocava meu clit�ris me deixando inebriada, amoleci e deixei que ele tirasse toda minha roupa, est�vamos no parapeito do andar superior, ele me virou segurando meus bra�os e me beijando, colocou uma das pernas no meio das minhas e ent�o vi ele empurrando minha calcinha para cair no andar de baixo, tentei sem sucesso impedir, apenas vi lentamente a calcinha caindo e se perdendo no meio da multid�o, agora estava completamente nua, senti um gelo tocar meu corpo e Andr� derramava uma cerveja em meu corpo, logo F�bio me chupava sem nenhum constrangimento, me pegou no colo e disse que �amos come�ar nosso espet�culo, fomos mais para o fundo num local um pouco mais escuro, ao chegar mais perto Claudia estava num sarro com o cabeludo amigo de Andr�, ele chupava a boceta dela, que permanecia de saia mas a calcinha tinha ido embora, F�bio estava suado, disse que queria ver eu chupar sua pica ali no sal�o, n�o me fiz de rogada, abaixei e libertei a rola de F�bio, nem me lembrei do Andr�, ao olhar para tr�s ele e Raquel se entrela�avam na parede, ele a estava possuindo com certeza, minha boceta chegava pingar de tes�o, enfim estava me transformando na puta que sempre sonhei, F�bio pulou em uma grade e deixou a rola a minha disposi��o, uma vara de respeito, dura e cheia de veias, grossa mas deliciosa, comecei a chupar com carinho, fui lambendo seu saco e deslizava a l�ngua at� a cabe�a da pica, ele ent�o para me provocar disse que era para me soltar e engolir a pica como uma puta de verdade, perdi os sentidos e abocanhei aquele pau com for�a, fiz aquela rola imensa sumir em minha boca, se Raquel sabia chupar bem uma rola, eu n�o ficava atr�s, afinal n�o tinha um s� dia que Andr� n�o metia em minha boca, chupei gulosamente aquela vara, e sentia m�o em minha bunda, sem saber de onde vinham, enquanto me deliciava, vi Raquel se curvando na grade para tomar na boceta por tr�s, Andr� metia e nem lembrava que eu existia, aumentei o ritmo da chupada ora lambia o saco, ora engolia a rola inteira, F�bia gemia alto quando eu fazia a rola sumir em minha boca, cheirava sua barriga e sentia os pentelhos em meu nariz, com a rola inteira agasalhada em minha boca, novamente um trato nas bolas e cheguei at� lamber o cuzinho de F�bio o que deixou ele at� mais excitado, queria deix�-lo louco de desejo, queria que minha chupeta ficasse em sua mente, queria me destaca entre todas as mulheres que tinha chupado seu pau, queria ser puta de verdade, mamei aquela rola de forma a deixar F�bio sem jeito, ele puxava meus cabelos, fodia minha boca com certa viol�ncia, estava t�o concentrada mamando a vara de F�bio que nem percebi um cara se ajeitando debaixo das minhas pernas, quando me dei conta senti sua linha lambendo minha boceta encharcada, olhei de relance e percebi Henrique me chupando, a festa j� tinha se descambado para uma orgia s�, o som alucinante continuava a tocar, as pessoas a se mexer e dan�ar e a sacanagem tomava conta do sal�o, tudo liberado, mas tamb�m na moita, nenhuma penetra��o no meio do sal�o, quando a coisa ia para o descambo, as pessoas se aglomeravam nos cantinhos uns protegiam os outros, tudo a vista mas disfar�ado, at� porque sen�o ningu�m teria o controle da putaria, logo gozei na boca de Henrique que n�o se deu por vencido, continuava a me lamber, como se estivesse com sede, que l�ngua gostosa, eu j� n�o fazia mais muito esfor�o, pois F�bio empurrava com facilidade a rola em minha boca, abaixou me deu um beijo delicioso com aquela l�ngua inchada, apertou minhas tetas e perguntou-me se podia gozar em minha boca, fiquei maluca, o que mais queria era a porra daquele macho, morri de tes�o vendo Raquel se deliciar com o leite daquele macho na noite anterior, minha resposta foi engolindo a vara at� o talo, logo ele come�ou a me foder a boca de novo, ele puxava meus cabelos e dizia que eu era a puta da vida dele, que sempre desejou gozar na minha cara e que sabia que Andr� falava o nome dele enquanto me fodia, aquilo s� me deixava mais maluca ainda, agora de fato era uma vagabunda, pelada num sal�o sendo fodida pelos dois melhores amigos do meu noivo, enquanto nem sabia por onde Andr� enfiava a rola dele, ao nosso lado pude ver Claudia sendo fodida com for�a pele cabeludo, outro desejo meu naquela noite, F�bio tirou a rola de minha boca e come�ou a bater punheta, eu lambia suas bolas para deix�-lo mais excitado, pedi para que n�o me molhasse toda de porra, ele gemia alto e mordia os l�bios, era o sinal daquele macho quando ia gozar, levantou meu queixo e posicionou a rola na entrada da minha boquinha, tr�s ou quatro jatos fortes de porra, ele n�o deixou um s� sair da dire��o dos meus l�bios, engoli tudo, e mostrava toda minha satisfa��o em beber todo o leite daquele macho delicioso, depois os espasmos de porra molhavam o pr�prio pau e ele de olhos fechados segurando aquele tronco duro e gozado, engoli tudo, deixei a pica molhadinha deslizar pela minha boca, e fui sorvendo cada gota de porra, deixando a vara limpinha e gozava de novo na boca do Henrique, F�bio me levantou e me beijou ardentemente como que agradecido pelo prazer proporcionado, Andr� encostou do nosso lado, certamente j� havia gozado, est�vamos todos juntos de novo e F�bio disse que queria me comer ali naquele momento, abaixou de novo a sunga e com a rola dura foi me penetrando de p� na frente de todos, o pessoal fez uma rodinha e todos assistiram a rola de Fabio entrando na minha boceta, ele foi enfiando devagar e fez sumir toda a rola dentro de mim, mesmo de mal jeito, delirei de tes�o de ter aquele bruto dentro da boceta, enlacei ele com minhas pernas e ele me encostou na parede, me fodeu de forma selvagem, fazendo a pica ir no fundo de minha boceta, ele me conhecia do jeito que eu sempre sonhara, Andr� alisava minha bunda e de vez enquando me dava uma palmada, por�m a rola de F�bio n�o parava um instante sequer, parecia um touro cobrindo uma �gua, perdi a conta de quantas vezes gozei espetada naquela vara, ele al�m de bonito, charmoso, ter uma rola deliciosa, sabia fazer uma mulher gemer gostoso, me virou e pediu para que eu me curvasse, iria tomar na boceta por tr�s, minha posi��o favorita, Henrique se sentou na grade e me ofereceu a rola, n�o me fiz de rogada e comecei a chup�-lo, enquanto F�bio realizava todos os seus desejos em minha boceta, me fodeu do todas as formas, Andr� permanecia ali do lado, Raquel chupava sua vara, ele passava a m�o na bunda de Claudia e de outras putas que se aproximavam, mas seus olhos n�o saiam de minha boceta, ele assistia em transe o estrago que o amigo fazia na sua noivinha, eu gozava desavergonhadamente, pelada levando rola na boceta e na boca no sal�o num baile de carnaval, tudo que sempre sonhei, ser o objeto de desejo de machos insaci�veis, que delicia, a rola de F�bio saiu de minha boceta e senti sua l�ngua em meu cuzinho, para coroar a noite de puta, claro, tinha de tomar no cu, F�bio n�o perguntava mais, ele estava possu�do pelo desejo, ajeitou a cabe�a da rola na portinha do cuzinho e foi empurrando, quando a cabe�a entrou tirei a vara de Henrique da boca, e gritei, mas o som alto do sal�o fez que ningu�m ouvisse nada, ele teve piedade e deixou que meu rabinho se acostumasse com o volume, estava de quatro, chupando rola e prestes e ser currada, sem me dar conta e de uma vez s� F�bio empurrou a pica e surpreendentemente a enorme vara deslizou para o fundo do meu rabinho, o tes�o era tanto em dar a bunda naquela situa��o que meu cuzinho cedeu facilmente, ai sim ele virou um touro, Andr� que me perdoe, mas nunca tive o cu t�o bem fodido como daquela forma, F�bio queria que eu gozasse em sua rola, para satisfazer seus caprichos de macho, ele se deliciou vendo-me gozar em sua pica com a boceta, queria o mesmo do meu cuzinho, esqueci a vara do Henrique que agora batia com ela no meu rosto, F�bio estocava meu cuzinho com for�a, um tapa na bunda estalou meus sentidos, senti a rola no fundo do rabo e n�o aguentei, melei toda as minhas pernas, gozava na rola daquele macho e gemi feito uma cadela no cio, para mostrar que gozava com o cuzinho na vara daquele macho, F�bio perdeu o ju�zo e n�o fosse a pratica em sexo anal, teria me machucado, tanta era a for�a desprendida para me possuir e me subjugar, era um sexo selvagem, Raquel tinha o rosto coberto de porra, com a gozada de Andr� que ainda n�o havia tirado os olhos do meu cuzinho guloso, estava desfalecida, com a cabe�a na poltrona no fundo do sal�o, minha bunda empinada, j� havia gozado e ent�o deixei minha bunda a merc� dos desejos de F�bio que meteu, meteu sem parar, tirou apenas para lavar minha bundinha de porra, gozou aos berros como um animal, permaneci ca�da, com a bunda a disposi��o, eu tinha desejo de continuar a dar a noite inteira, mas naquele momento n�o tinha for�as nem para me mexer, Henrique veios para me comer, mas Andr� o empurrou e disse que agora era a vez dele, e penetrou minha bundinha empinada, s� me apoiei para n�o cair e deixei que meu amor me fodesse, descontrolado pelo tes�o e at� por um pouco de arrependimento, me confessou mais tarde, o ci�me acabou falando alto, ele viu que eu me deliciei com F�bio e me possu�a com for�a, de forma selvagem tamb�m, como se disputasse o meu prazer com F�bio, aquilo me despertou e meu apetite voltou novamente depois de alguns segundos me recuperando, novamente tinha prazer em sentir as estocadas na bunda, Andr� batia em minha bunda e fodia meu cu com for�a, at� que n�o se aguentando veio em minha dire��o e gozou fartos jatos de porra, me chamando de meu amor, me beijou ardentemente, mas ali n�o tinha clima para cenas rom�nticas, o sexo falava mais alto e Henrique estava louco para esfolar meu cuzinho como os outros, afinal coitado nem na chupeta eu havia feito os desejos do mo�o, que tamb�m abriu m�o da namorada, pois Claudia passava de m�o em m�o levando rola de todos os machos ali presente, chamei Raquel e fomos ao banheiro, nos limpamos e confidenciamos nossas taras e gozos at� aquele momento, voltamos logo e Andr� estava apalpando uma morena bonita, o cabeludo ent�o come�ou a me encostar e n�o dava para disfar�ar a ere��o, logo fui levada novamente ao abatedouro do fim do corredor, procurei por F�bio mas j� n�o o encontrava, sem jeito e com o cabeludo e outro moreno que o acompanhava, agora leva l�ngua na boceta e nas tetas, logo estava de quatro de novo, Andr� veio e municiou os dois de camisinha, o cabeludo que na verdade se chamava Roberto n�o se fez de rogado e disse: � no cu que eu gosto hem morena, nem respondi, s� empinei a bunda, queria dar, o quanto aguentasse, logo o cabeludo cavalgava em minha bunda, fodendo feito um louco, F�bio havia aberto o caminho para o resto da turma, Roberto gozou e deu lugar ao moreno Carlos que tamb�m mostrou prefer�ncia pelo cuzinho, ora Henrique, ora Roberto ora o outro amigo do Andr� o C�sar enfiavam a rola em minha boca, para que os chupasse, Carlos gozou e C�sar veio tomar sua parte, enfiou timidamente em minha boceta, fodeu um pouquinho e logo estava se divertindo na minha bundinha, me sentia uma puta rameira, levando rola no cu sem parar, C�sar nem tinha deixado meu cuzinho e Henrique finalmente iria me possuir, sem desespero possuiu minha bundinha, ele ao contr�rio dos outros me fodeu com mais carinho, com for�a, mas mais gentil, em certo ponto perdi o sentido de tudo e tamb�m as vezes que gozei, minhas pernas estavam toda melada de novo, Henrique gozou em meus seios o que me obrigou a me lavar de novo, quando sai dali Claudia levava no cuzinho tamb�m, Roberto estava inspirado, voltei e comecei a dan�ar no meio do sal�o, logo era cortejada por mais alguns machos, mas n�o me arriscava com qualquer um, por�m Leandro um moreno forte me chamou a aten��o e suas passadas de m�o tiveram retribui��o, logo era possu�da novamente agora por um desconhecido, meu e de meu noivo, que sempre acompanhava tudo de perto, Leandro me fodeu a boceta, me fez gozar e depois claro, deliciou-se no meu cuzinho de novo, surrado por rola, cada estocada que levava no cuzinho, sentia um prazer tomando conta do meu corpo, andar pelada pelo sal�o me fazia sentir a rainha das putas mais rameiras que possa existir, naquele momento, enquanto tomava no cu no sal�o por um desconhecido, me realizava, todos os meus desejos at� ali tinham se concretizado, eu afinal dava para todos como uma cadela cercada por c�es raivosos, eles se comportavam de forma violenta ao me foderem, eram como se estivessem tentando mostrar quem era o mais forte, perdi a conta de quantas rola tomei no cuzinho e na boceta aquela noite, dei sem parar, outros homens me comeram na presen�a de Andr� que tamb�m fodeu com outras mulheres, muitas foram as vezes que ele sumia, quando ele sais F�bio tomava conta de mim, sempre assistindo a foda e at� mesmo participando, j� no final da noite paguei mais um boquete para ele, e de novo gozou em minha boca, ele sabia que estava perdidamente apaixonada pela forma como fui fodida por ele naquela noite, Andr� e Fabio foram buscar os carros para irmos embora, o dia j� estava amanhecendo, Raquel estava acabada, s� de tanguinha ali no sal�o, Claudia mantinha a pose, de saia, sem calcinha, ainda tinha o top, que guardou n�o sem em que canto, eu estava pelada, nua, despida de toda a vergonha e tamb�m de todos meus desejos, os amigos do Andr� l� do Rio mesmo, o cabeludo e os outros haviam ido embora, o cabeludo disse que queria me ver de novo, est�vamos na espreita e Lucio o cara que veio acompanhado da esposa, chegou do meu lado e disse que havia ouvido muito falar de mim aquela noite e que n�o tivera a oportunidade de me conhecer melhor, fomos para o cantinho e pedi a ele que tomasse conta da situa��o pois estava cansada, dei a boceta e o cu mais uma vez, o cara tinha que me comer antes de ir embora, os rapazes j� haviam voltado, mas o pessoal nos esperavam, enquanto Lucio me devorava, nem me mexia pois estava muito cansada, mas deixei aquele macho foder e me esfolar mais do que j� estava, era a saideira de uma noite de puta completa, ele gozou e me beijou, disse que eu de fato era uma delicia, vestiu a roupa e me apoiou para sair do sal�o, ao chegar na rua, tive o prazer de percorrer os poucos metros at� o carro, sozinha, pelada, sentindo o vento me tocando, at� ele me possuiu naquela noite, estava assada e andando com as pernas abertas para sentir a liberdade de n�o sentir absolutamente nada, entrei no carro e desfaleci, os rapazes que me vestiram, ou me cobriram de forma a poder entrar no hotel com dignidade, aquele dia foi um marco na rela��o entre eu e Andr�, nos casamos dois anos mais tarde, n�o tivemos mais contato com os amigos do Rio, Henrique e Claudia se separaram, somos amigos de ambos, mas nunca mais sa�mos em nenhuma balada juntos, por�m F�bio e Raquel permanecem nossos amigos, sa�mos regularmente juntos, e Andr� n�o tem nenhum ci�me do amigo, a rec�proca � verdadeira entre eu e Raquel, somos como o complemento um do outro, dois casais que se entendem perfeitamente, em sintonia, a liberdade � deliciosa, hoje por�m temos limites, afinal loucuras s�o para serem experimentadas e n�o vividas diariamente, F�bio e Raquel foi a �nica loucura que se tornou necess�ria! N�o consigo esquecer a cena da minha sa�da do baile, assada de tanto levar rola, a noite toda, toda mulher tem o desejo escondido dentro de si, de ser uma puta, pelo menos por um dia, eu sou a puta do meu marido e do F�bio e tamb�m da Raquel, mas um dia fui a puta do baile, a puta do Rio, a puta do carnaval, foi delicioso levar rola no cu, sem saber quem metia, sem se preocupar com o amanh�, dei de gra�a, como uma rameira! Fecho os olhos e penso, quando tudo se repetir�, sim porque um dia quero repetir tudo de novo! Agrade�o a todos que se manifestaram no outro conto, cada macho que gozar com minha est�ria � como se estivesse fodendo minha bundinha, como naquela noite! Portanto fiquem a vontade para comentar! Beijinho a todos! Eu sou B�rbara!