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A PRIMEIRA MAMADA

Eu tinha 19 anos de idade. Havia me mudado com minha m�e e meu padrasto para Madureira. Um bairro que na �poca pareceu-me pouco interessante! Quando cheguei fiz logo amizades. Umas muito boas at�...daquelas em que os amigos todos se juntam pra sair num Domingo à noite e daquelas que ficam a semana inteira jogando papo pr� alto.



No in�cio me dava apenas com as meninas da minha idade e mal sa�a de dentro do pr�dio onde mor�vamos. Eu me sentia uma pervertida perto delas, pq mal sabiam o que era sexo ou qualquer coisa do g�nero que eu j� havia experimentado!



Foi ent�o, que em uma das minhas idas a casa da colega da minha m�e na vila ao lado de onde eu morava que eu conheci a Esmeralda...com ela, todas as pessoas poss�veis de se conhecer daquela rua, inclusive o Mauro.



O Mauro.... primeiro namorado s�rio...de ir at� minha casa...de sair junto comigo....enfim....eu o conheci neste dia mesmo. Todos estavam na vila sentados no port�o da casa da Silvana (colega da minha m�e), tocando viol�o. Todos se conheciam ali. Fui apresentada e comecei a conversar com todos.



Mauro era mais velho que eu 4 anos e junto com isso, o garoto mais cobi�ado da rua. Todas as mulheres e digo MULHERES, j� mais velhas, maduras...todas o queriam. Ficamos muito amigos. Ao ponto de me contar o que fazia e eu conversar sobre meus sentimentos.



Quando todos sa�amos minha m�e s� deixava se ele fosse....sempre se ele fosse! Foi num Domingo, quando fomos para matine da Play House - discoteca perto de casa e super frequentada por todos os moradores da rua aos finais de semana. Nesta �poca nos conhec�amos h� uns 6 meses e ele cuidava de mim como se fosse meu pai. Ningu�m podia chegar perto....e isso me irritava profundamente!



Meia-noite: hora de ir embora. Ele fez como prometeu....levou-me at� a porta de casa e ficou ali comigo enquanto eu tocava o interfone pra minha m�e abrir...eu havia esquecido as chaves. Naquela tortuosa espera sem resposta, ele em sil�ncio chegou at� mim, me pegou pela cintura, olhou nos meus olhos e sem dizer nada me beijou.



Eu fiquei ali parada retribuindo o beijo, mas sem saber direito o que estava acontecendo. N�o entendia pq ele me beijava se �ramos amigos, mas tinha um beijo t�o bom...t�o bom...que mal conseguia me segurar de p�. Beijava-me com fome, com fogo e me apertava tanto que quase quebrei :)



Foi quando um vizinho meu chegava de algum lugar e nos abriu o port�o. Eu disse: "estou entregue" e ele perguntou: "n�o quer que te leve at� a porta?" Claro que n�o neguei...na verdade estava com muito tes�o....depois de alguns beijos sem muito sentido pra mim, enfim aquele era pra valer. Fiquei nervosa, mas deixei q ele me levasse at� a minha porta.



Subimos pelas escadas enroscados um no outro e mal fic�vamos de p�...at� que chegamos ao destino. Em frente a porta havia uma entrada para os moradores do andar jogar o lixo fora e sem piscar fomos os dois ali pra dentro.



Come�amos a nos beijar ardentemente....muita saliva....as l�nguas pelos pesco�os lambendo, mordendo....at� que ele come�ou a passar as m�os nas minhas tetas. me fiz de dif�cil e tirei, mas ele meteu as m�os por debaixo da minha blusa e por cima do soutien ro�ou os dedos no biquinho das minhas tetas. caralho, eu senti um tes�o descomunal e podia sentir a minha cona escorrer toda molhadinha.



Levei minhas m�os at� o pau dele por cima do jeans e fiquei ali, apertando, acariciando..era duro, grande e grosso..eu podia sentir atrav�s da cal�a. Mauro era moreno jambo, lindo, forte, dos cabelos negros e lisos...e olhos da cor das am�ndoas...cheiroso...cheirava a perfume bom, daqueles e ficam impregnados na roupa, mesmo ap�s lavar.



Ele sorriu pra mim e perguntou se eu queria...nem deu tempo de responder nada, pq ele tirou a m�o dos meus peitos e foi directamente abrir a cal�a....desceu o ziper lentamente e baixou at� os joelhos...eu podia ver aquele pau enorme quase saltar da cueca...tive at� um pouco de medo....



"D� uma chupadinha d�?" ele pediu....ent�o eu me agachei de c�coras, baixei a cueca dele tamb�m at� os joelhos e peguei com a minha m�o aquele pau delicioso. Sim era a primeira vez que eu tinha um pau de verdade em minhas m�os e n�o sabia muito bem o que fazer com ele.



Fiquei massajando, enquanto ele curvava um pouco pra frente pra assim levantar minha blusa e continuar apertando e brincando com os biquinhos das minhas tetas. Nossa..eu podia gozar ali mesmo...assim...s� de ter minhas tetas "fodidas" com os dedos dele. Cuspi em uma das m�os e comecei a passar pelo pau dele....que latejava...eu podia sentir.



Comecei num vai e vem..devagar e ele se contorcia...acho bem que gostava.... de repente tomei coragem e peguei aquele caralho gostoso e meti na boca. Ele gemia feito bicho...baixo pra ningu�m ouvir, mas quase urrava de tanto tes�o...



Eu mamava s� a cabecinha e depois engolia....e chupava r�pido e com for�a...depois devagar e suavemente...as vezes parava e tocava punheta a olhar pra ele. Foi quando se curvou um pouco mais e afastou minha calcinha pr� lado...passando os dedos pelo meu grelo. Chegou a meter dois dedos na minha cona e quando tirou..quase escorria....levou-os at� a boca e chupou e cheirou...enquanto eu metia a boca d novo e mamava feito um bezerrinho...



Ele pediu pra eu me levantar e suspender a blusa que usava. Eu o fiz.... e ele sem cerim�nias levantou meu soutien e meteu a boca nas minhas tetas enquanto metia os dedos na minha cona. E metia com for�a, da mesma forma que tocava uma punheta bem gostosa. Eu queria mais e mais dele dentro de mim...os dedos eram maravilhosos, mas ficava a imaginar aquele cacete a me foder toda feito uma vaca.



Ele mordiscava os biquinhos, passava a l�ngua, os l�bios, e soprava, e cuspia...e ro�ava os dedos no meu grelo bem de leve e depois metia....enquanto eu cuspia na minha m�o e alisava a cabe�a do pau dele e o saco...eu queria gritar de tes�o e ele tbm, mas j� eram pra l� de duas de manh� e n�o se podia fazer barulho.



Agachei novamente, e como uma verdadeira puta meti o pau na boca e fiz o meu servi�o. Acho que j� estava me sentindo mais segura...e com aquele fogo todo n�o tinha como n�o fazer direito. Foi quando senti que ele estava ficando ainda mais ofegante e muito vermelho....



"Ta gostoso ta?" eu perguntei e ele sorriu e fez que sim com a cabe�a. "Maravilhoso" disse ele. E comecei a engolir bem..at� o fundo....naquele dia n�o consegui at� a garganta, mas do jeito que eu fazia e que ele rebolava em minha boca, quase dava pra sentir o pau todo l� dentro.



"Vou gozar" ele disse....



Tirei aquele cacete todo vermelho da minha boca e comecei a tocar punheta..."vai, vai vai" ele implorava....e ao se contorcer todo contra a parede aquele leitinho todo jorrava....pelo ch�o e pelas minhas m�os. Fiquei ali agachada...tocando..mesmo depois dele gozar....quase sub�amos pelas paredes....



Levantei-me....ele continuou a brincar com minha cona e meus peitos...mas eu n�o consegui gozar..acho que estava nervosa demasiadamente.



Ele tirou a camisa, me deu pra limpar as m�os...beijou-me a boca por alguns minutos e esperou que com a campainha alta da minha casa, minha m�e ou meu padrasto fossem abrir a porta pra mim.



Assim aconteceu: nos despedimos e sonhei com aquele noite e com o cheiro dele todo em mim. N�o tomei banho e nem lavei minhas m�os.



Aquela foi a primeira, de muitas noites juntos.

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