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CHUPEI O NANDO

Tenho 19 anos, sou alto, magro, n�o sou efeminado, j� tenho alguns pelos de barba, tamb�m tenho pernas peludinhas e um cacete com 16cm, adornado por um pequeno tufo de pentelhos e um saco lisinho com duas grandes bolas l� dentro. H� um mi�do na escola que me deixa louco de tes�o. Comecei a reparar nele para a� hà 2 meses atr�s, na sua cara linda, com uns l�bios carnudos e olhos castanhos. Tinha vontade de o beijar, de o apertar nos meus bra�os, apalpar-lhe aquelas n�degas desenhadas por baixo dos jeans azuis que ele nunca largava, descobrir o volume entre as suas pernas. S� pensava nele, masturbava-me a imagin�-lo nu, sempre que podia procurava-o para o observar à dist�ncia. Cheguei a segui-lo at� casa, ele anda sempre acompanhado de 2 mi�dos que moram no mesmo pr�dio. Mas ele � mais novo, anda no 7ª ano e eu n�o sabia como meter conversa. Tamb�m n�o queria que descobrissem o meu interesse nele, os meus amigos iriam gozar comigo, talvez at� deixassem de me falar. Ouvia que lhe chamavam Nando e descobri que jogava andebol. Faltei às minhas aulas para assistir aos treinos dele. A primeira vez, quando o vi de cal��es, aquelas pernas lindas, aquele rabo redondinho, e quando no final ele tirou a camisola e correu em tronco nu para o balne�rio eu fiquei louco de tes�o, eu tinha que o comer, eu precisava de falar com ele. Nesse dia voltei a segui-lo at� casa, mas de perto, quase junto aos tr�s. No dia seguinte tive sorte, ele caminhava s�zinho. Ao atravessar o parque olhou para tr�s e foi-se sentar num banco. Ficou a olhar para mim e sorriu. Percebi o convite e sentei-me. Disse ol�, o meu nome, ele perguntou porque � que eu o perseguia, porque � que estava sempre a olh�-lo. Eu, que pensava que era discreto e que ningu�m reparara, respondi que gostava dele e que o queria conhecer e ser seu amigo. A conversa continuou, falamos da escola, dos amigos, pareceu-me que o mi�do se sentia importante por um mais velho se interessar por ele, acho at� que a dado momento vi o pau dele a entesar por dentro dos jeans. Convidei-o para vir a minha casa, com o pretexto dele me ensinar um jogo de PC que eu tinha mas n�o entendia e ele mostrou domin�-lo bem. Aceitou. Os meus pais trabalham ambos e s� regressam à noite. Fomos para o meu quarto, sentamo-nos ao computador, bem juntos um do outro. Colei a minha coxa bem junto à dele, enquanto ele teclava e dava-me instru��es. Pus a m�o no seu ombro, encostei o meu rosto ao dele, era para ver melhor dizia eu. Encostei os meus l�bios na sua face lisa, ele n�o desencostava, cheguei a tocar-lhe o cantinho dos l�bios com os meus. A outra m�o pousou na coxa, ele continuava a teclar, avan�ou para o meio das pernas, apalpou ao de leve, o pau dele estava t�o duro como o meu. Desapertei-lhe o fecho, meti a m�o por dentro e tirei uma rola com uns 12cm para fora. Ele n�o se mexia, os seus olhos pregados no monitor e as m�os no teclado. A cadeira � de rodas, afastei-a um pouco da mesa, ajoelhei-me debaixo da mesa e fiquei entre as suas pernas. Desapertei-lhe o cinto, puxei-lhe as cal�as e as cuecas at� aos joelhos e fiquei com aquele pau maravilhoso todo para mim. Que piroca linda! Ainda era pequena mas grossinha, branquinha, bem tesa, a pele s� deixava um bocadinho da cabe�a rosadinha à mostra mas eu puxei-a para a poder sugar bem. Que tes�o! Eu engoli-a toda, enterrava-a bem at� à garganta. Com ela enfiada na boca ainda conseguia com o l�bio superior tocar nos escassos pentelhinhos louros e com a l�ngua no saco grande, macio e sedoso que ele tinha. Chupei-lhe as bolas, meti-as na boca, senti-as a subir, a quererem desaparecer junto à raiz da pila. Afaguei-lhe os pentelhos louros, as minhas m�os e a lingua n�o paravam de acariciar toda aquela parte daquele belo corpo. E finalmente o mi�do come�ou a gemer alto, a mostrar o quanto estava a gozar, a apertar-me com as coxas, a empurrar a minha cabe�a contra o seu pau, as ancas a tremer e a cabe�a a explodir, o esperma a jorrar para a minha garganta. Engoli tudo, limpei bem aquela pilinha, n�o sobrou uma �nica gota. Tinha tanto tes�o que o meu pau do�a. Precisava de me vir. Levantei-me, agarrei a m�o do mi�do e arrastei-o para a cama. Deitei-me, despi as cal�as e soltei a pi�a, que j� n�o aguentava mais. Puxei o mi�do, que continuava sentado na beira da cama, guiei a m�o dele para o meu caralho, deitei-o no meu peito, afaguei-lhe os cabelos, beijei-o no rosto, nos olhos, nas orelhas. A m�o dele n�o mexia, coloquei-a a segurar-me os tomates e masturbei-me com a m�o livre. Foi a melhor punheta que eu fiz at� hoje. A sentir a m�o no meu saco e a cabe�a junto a mim, aquele corpo encostado ao meu, foi uma loucura, os meus jactos de esperma voaram para cima da colcha. Afrouxei o abra�o, satisfeito e feliz. S� quando ouvi a porta da rua bater me apercebi que o Nando j� n�o estava no quarto. Corri para o apanhar mas j� tinha descido no elevador. Ser� que n�o gostou!? O que � que fiz de errado??!!! Algu�m sabe me dizer?



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