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O FOT�GRAFO

O FOT�GRAFO.



Tenho dentro de mim um forte apelo sexual, quando estou no meu per�odo f�rtil, minha xaninha pinga de desejo, sou louca por pica, de diferentes tamanhos, cores, texturas e rigidez, meu marido sabe disso, tenho plena consci�ncia de que ele satisfaz meus instintos sexuais, mas o que gosto mesmo � do perigo, da conquista, daquele medo de ser descoberta e se safar no �ltimo segundo, por isso procura aventuras sexuais fora de meu casamento, que, diga-se de passagem, est� em uma �tima fase. Deixa eu me descrever um pouco, sou morena cor de jambo, cabelos cacheados loiros cor de mel, tenho seios firmes, barriga malhada, pernas grossas e bumbum arrebitado, minha xaninha � limpa, cheirosa, aparados os pentelinhos, meu cuzinho � arroxeado e pouco usado, tenho 39 anos, sou casada faz seis anos, com um homem que amo de cora��o, meu nome � Vivianne.

O fato mais recente nessa minha trajet�ria sexual aconteceu no dia 11112008, por volta das 16h00min, recebi um fot�grafo para tirar algumas fotografias para um book que estou montando. Ele entrou na sala, o nome dele era Pepe, arrumou seu equipamento fotogr�fico na sala, enquanto isso foi ao meu quarto me arrumar para as poses. Nesse �nterim, meu marido foi deixar nosso filho pequeno na aula de ingl�s e n�o chegaria a menos de duas horas, nossa empregada dom�stica j� estava de sa�da, em suma, eu estava sozinha em casa. Quando o fot�grafo chegou, eu estava usando um vestidinho preto, desses de usar em casa, estava com uma calcinha branca bem min�scula, toda enterrada, j� tinha tomado banho, arrumado os cabelos e feito a maquilagem em meu rosto. Retornei à sala usando o vestido de baile bem apropriado, ent�o come�amos a sess�o de fotos, at� a� tudo no mais absoluto profissionalismo, fizemos v�rias poses, sempre com a orienta��o profissional do fot�grafo, logo ap�s umas poses, voltei ao meu quarto para trocar de roupas quando notei que minha xaninha estava �mida e lubrificada, senti um calafrio percorrer minha coluna vertebral, estava excitada com a presen�a daquele homem perto de mim. Ele era bem apessoado, educado, atencioso. N�o sei o que aconteceu comigo, mas fiquei desejando fazer sexo, olhei minha cama, ela estava bem pertinho de n�s, super convidativa, todo mundo tinha sa�do de casa naquele hor�rio, por que n�o uma loucura, ningu�m iria saber, mesmo assim, voltei recomposta e toda s�ria para mais outra sess�o de fotos. Quando terminamos, pedi a ele que abrisse o z�per de meu vestido, pois ficava às minhas costas e era dif�cil eu alcan��-lo, at� a� tudo normal, de repente senti uma m�o alisando minhas costas e um abra�o que me fez encostar nele, fiquei em polvorosa, notei que o mo�o estava excitado, pois o senti encostar aquela coisa dura, suavemente em meu bumbum, aquilo me excitou sobremaneira, tanto que senti minha calcinha molhar, ele falava algumas coisas de como eu era linda e gostosa, bem pertinho de meu ouvido, aquele h�lito, aquele sussurro, deixaram minha xaninha pingando, minha calcinha encharcou, estava pegando fogo. Ele continuava por tr�s de mim, encostou novamente, suavemente, senti a coisa dura, virei pra ele e bem baixinho disse que ele estava encostando e que eu estava sentindo, ele tentou se desculpar, dizendo que n�o era isso que eu estava entendendo, ent�o disse a ele que n�o tinha problema e que estava gostando, que ele poderia continuar a sarrar meu bumbum. Senti que ele ficou euf�rico, mas naquele ambiente dentro de minha casa, s� que agora era eu que tamb�m discretamente o alisava. Ele perguntou por que eu estava fazendo aquilo, eu disse que tinha sentido excita��o por ele desde quando ele deu a escostadinha em meu bumbum, ele perguntou se n�o era melhor irmos a um lugar mais calmo, sair dali, eu pensei, ele quer me levar pro motel. Finalmente, pensei, era isso que eu queria mesmo, eu estava ali afim mesmo de ser comida por aquele rapaz bonito, eu dizia pra eu mesma, eu daria pra um homem que n�o fosse o meu marido se sentisse tes�o real por ele, de molhar a calcinha, foi que aconteceu, minha calcinha estava molhada de tes�o por aquele mo�o, ent�o fiz um sinal para irmos à minha cama, ele foi logo me beijando, tirando minha roupa, me deixando s� de calcinha e tamanco, tirou tamb�m suas roupas, tava com o pinto dur�ssimo, apontado pro teto, minha xaninha piscava sem parar, n�o vendo a hora de ser invadida por aquela vara em ponto de bala, ele veio, me pegou, me deu um acocho, me abra�ou, senti sua rola dura em minha barriga, beijou minha boca ardentemente, lambeu meu pesco�o, dizendo palavras sacanas, que eu era gostosa, que ele me desejava desde o primeiro dia em que nos encontramos nas escadas do Por�o do Alem�o, sonhava me fudendo, me fazendo gozar, depois me deitou na cama, veio por cima de mim, com as duas m�os tirou minha calcinha, cheirou, suspirou, suavemente se meteu entre minhas pernas, abriu-as, viu minha bocetinha, eu estava toda molinha, o corpo pegando fogo, doida que aquele macho metesse logo. Ele baixou a cabe�a e foi em dire��o a minha bocetinha que se contra�a fortemente por dentro, quando ele encostou a boca e senti o contato da l�ngua dele, fui à loucura, ele chupava minha bocetinha com maestria, mordiscava as beiradas, subia e descia com a l�ngua. Eu avisei que n�o estava aguentando e que iria gozar na cara dele, ele aumentou as chupadas, eu gozei fartamente, meu corpo estava em chamas, ele veio por cima e pediu pra meter sem camisinha que eu era uma mulher limpa e pra gozar dentro e que ele tamb�m era limpo e queria sentir a carne dele na minha carne. Eu totalmente dominada pelo prazer disse que sim, ele imediatamente apontou a cabe�uda vermelha em dire��o à minha bocetinha e invadiu sem piedade, quando senti aquele nervo de carne dura me invadir, tive um orgasmo alucinante, ele me bombava de todas as formas, dizendo que eu era uma mulher gostosa e que iria sempre me comer e continuou me fudendo, fudendo at� eu sentir que seu nervo esticou e enrijeceu mais dentro de mim. Fazia muito tempo que eu n�o sentia a gala de outro homem dentro de mim, esse pensamento me arretou mais ainda, ent�o prendi fortemente seu pau com minha periquita, ele gozou feito um cavalo, me socando violentamente, encheu minha boceta de gala, fiquei entupida, estava adorando, feliz por ter realizado esse desejo de transar com quem eu quero e por estar traindo meu Dinho na pr�pria cama de casal, embora com consentimento dele. Ficamos deitados na cama, relaxados, se acariciando e dizendo como eram a coisas, n�s dois ali juntinhos, cansados depois de uma foda gostosa, ficamos nisso uma meia hora, o Pepe queria me foder mais, come�ou a fazer carinhos em minha barriga, depois chupou meus peitinhos, isso me reacendeu de novo, depois me lambeu o corpo todo, parou no meu cuzinho, lambeu, meteu a l�ngua, me deixou totalmente transtornada, me virou de quatro, veio por tr�s, chupou minha boceta alternando com o cuzinho, eu j� estava gozando de novo, ele abriu um pote de pomada, untou meu cuzinho, meteu um dedo, tirou, depois melou mais de pomada e meteu o dedo de novo, eu estava adorando, rapidamente colocou pomada por toda sua pica que brilhava de t�o dura e colocou na entrada de meu cuzinho, eu senti sua inten��o, o filho da puta nem pediu, me preparou toda, me ajeitei na cama, ele empurrou levemente a cabe�a, mesmo com a pomada, entrou com dificuldade, ainda esbocei uma tentativa de fuga, mas ele me encalcou de jeito me segurou pelas ancas e foi invadindo meu apertado cuzinho, finalmente senti suas bolas baterem em minha xaninha, comecei a gozar, dizendo pra ele fuder meu cu, que eu estava gostando e olha que nem gosto de sexo anal. Ele, alucinado, me segurando pela cintura, fudendo meu cuzinho sem piedade num vai e vem fren�tico, de repente senti sua rola estufar e soltar um espirro violento de esperma dentro de meu cuzinho, gozei adoidada. Era a primeira vez que eu dava o cuzinho pra um homem que n�o fosse o meu marido, a� senti que este tamb�m me dominaria, pois tamb�m tinha comido meu cu. Ficamos um bom tempo deitados, ele por cima de mim, esperando o pau murchar pra tirar de dentro de mim, depois tomamos um banho r�pido, pois poderia chegar gente e nos flagrar naquela situa��o, depois voltamos à sala e come�amos a escolher as melhores fotos que seriam impressas, foi quando meu marido chegou com nossos filhos e at� ajudaram a escolher tamb�m, tudo na mais completa normalidade, depois de escolhidas as fotos, ele se despediu e se retirou, com a promessa de me entregar dois dias depois, eu fiquei sonhando com aquela aventura e para comemorar convidei meu marido e os meninos para jantar fora.

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