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CASAL MADURO X CASAL JOVEM

Essa experi�ncia eu vivi com uma namoradinha, quando eu tamb�m era pequeno e tinha uns 19 anos, ela devia ter uns 19 aninhos e como eu, est�vamos conhecendo as delicias do sexo, eu j� lia essas revistas er�ticas desde os 19 e morria de vontade de participar de um Menagem a Troi ou o Swing, tanto falado nas revistas, tinha tamb�m, bem pouquinho, os an�ncios de casais querendo fazer sexo com outros casais, mas a maioria sem fotos, e naquela �poca consegui convencer a minha namorada a fazer um Swing, ou seja a famosa troca de casal, seria uma novidade para nos dois, e depois que decidimos, nos ficamos numa felicidade danada, eu andava nas ruas da cidade de pau duro, s� de imaginar eu com uma gatinha e ela com um homem se babando todo por ela, transando com ela, porque a minha garota era um minghom puro, gostosa e linda, e isso me enchia de orgulho. Compramos uma revista e fomos folhear juntos para a escolha do nosso casal, nessa revista n�o t�nhamos muita op��o de escolha, na nossa cidade s� tinha an�ncios sem fotos, escolhemos um, mandamos uma cartinha para eles com o nosso endere�o e marcando um dia para nos conhecer, eles responderam a cartinha, topando sem rodeios e tinha ficado combinado que nesse dia s� nos apresentar�amos e noutro � que aconteceria a troca se houvesse aquela afinidade entre ambos.

Dito e feito, no dia combinado, a minha namorada estava linda, com uma minissaia e uma blusinha fenomenal, eles chegaram e convidei-os para entrarem e l� dentro ele j� sentou do lado da minha garota e a esposa dele me puxou pelo bra�o e sentamos juntos, come�amos a conversar e eles ficaram loucos conosco, afinal ele tinha 49 anos e ela uns 35, gorda, mas muito simp�tica, ele ficou tarado com a minha princesinha, come�ou a beijar a minha garota e ela ficou apavorada porque ainda n�o se sentia preparada para o que iria acontecer, nos t�nhamos combinado que s� ir�amos nos apresentar e eles j� queriam partir com tudo, fiquei preocupado sem saber o que fazer para resolver a situa��o, eu n�o tinha coragem para contar a eles que nos n�o t�nhamos gostado da imagem deles, que quer�amos um casal mais novo e por outro lado comecei a perceber que em momento algum nos falamos isso na carta nem eles falaram da idade deles, portanto eu estava sem saber o que fazer, ele o tempo todo ficava pegando na perna dela e dando beijinho no rosto, teve uma hora que ele pegou a m�o dela e levou ao pau dele para que ela visse o estado de excita��o em que ele se encontrava, estava excitado com a beleza dela, nessa hora ela se assustou e correu para perto de mim, pedi a eles que desse um tempo que �amos conversar em particular para decidir se top�vamos continuar o encontro ou se marc�vamos para outro dia como estava combinado, chegando no quarto, nos abra�amos e rimos um para o outro, ela disse que o cara era velho demais que queria um mais novo e eu disse a mesma coisa, que ela n�o era a minha fantasia, mas que t�nhamos um problema eu n�o tinha coragem de dizer a eles que eu n�o topava um encontro, ela disse a mesma coisa, e por curiosidade levei a m�o na periquita dela e estava ensopada, perguntei a ela se ela n�o topava transar logo com ele para resolver essa quest�o, que eu faria um esfor�o para transar com a “minha gordinha”. Ela pensou e acho que a minha m�o no grelinho dela fez efeito e disse que ia topar, afinal, para ela era mais f�cil era s� abrir as pernas, dei-lhe um beijo e falei que j� que ir�amos topar, �ramos para caprichar para que eles sa�ssem daqui satisfeitos, dei-lhe um beijo e ela me perguntou como deveria agir, falei para ela n�o se preocupar porque o cara estava tarado e o que ele quisesse fazer ela deveria seguir e que transar�amos na mesma cama, qualquer coisa ela me teria para proteg�-la. Topou e fomos para a sala.

Quando cheguei na sala e dei a not�cia que top�vamos a troca imediatamente o “velho” ficou numa alegria danada, pegou a minha garota e tascou-lhe um beijo, chamei a esposa dele para buscarmos um colch�o de casal para por na sala, quando cheguei com o colch�o ele j� estava transando com a minha gatinha no sof�, pedi para interromperam a foda para arrumar o colch�o e ele saiu de cima dela com o pinto duro, ajeitamos o colch�o e enquanto tirava a roupa minha e da gordinha, ele j� estava no funck, funck, trepei em cima da minha e comecei meu funck, funck tamb�m, de vez em quando passava a m�o nos seios da minha gatinha e perguntava se ela estava gostando e ela dizia que sim, que estava muito gostoso, que o pinto dele era mais fino que o meu mas maior que entrava fundo nela, e ele continuava no funck, funck depois de ouvir ela dizer que estava bom, acabei ficando mais excitado e acabei gozando, percebi que a minha ainda n�o tinha gozado e comecei a chupar a xoxotona dela, e a� sim ela come�ou a gemer e dizer que estava bom demais, quando ela gozou com a minha l�ngua no seu grelinho, acabei me excitando de novo e ela me puxou para cima dela, e tornei a enfiar meu bilau naquela xoxotona toda lambuzada, mas estava bom, n�o posso reclamar, e enquanto eu j� tinha gozado duas vezes o coroa ainda n�o tinha gozado nenhuma vez, ele punha ela em tudo quanto era posi��o, chupava ela, metia, chupava, ela j� tinha gozado umas 5 vezes e me fez um sinal que queria parar um pouco, ent�o inventei de fritar umas batatinhas, que era para ele dar um tempo para que ela pudesse se refazer das gozadas, ele topou e fomos para a cozinha, l� ela falou para mim que o cara � uma fera que ela estava acostumada com as minhas gozada r�pidas, mas que ele n�o gozava nunca, mas estava gostando e por ela estar gostando eu me sentia bem, na cozinha enquanto esper�vamos a batata fritar ele pos ela sentada na pia e mandou brasa na bocetinha dela, chamei ele para irmos de volta para a sala para comer as batatinhas e a minha gatinha saiu na frente rebolando com a bundinha mais sensual que podia ter e foi a gota d’�gua para ele, puxou a gata para cima da minha moto na garagem e come�ou a comer a bocetinha dela por tr�s e eu levei a minha para sala e enquanto com�amos a batatinha escutei a minha namorada a gemer mais alto, fiquei preocupado e fui at� ela ver se estava tudo bem, quando ela me viu correu para me abra�ar e disse que estava tudo bem, que estava sentindo a minha falta, ficamos um tempo junto e quando acabamos de comer a batatinha ele falou que queria mais uma rodada de funck, funck para que eles podessem ir embora satisfeitos, ele estava de pinto duro, balan�ando ele para os lados e eu perguntei para a minha namorada se ela tinha coragem de deixar nosso casal ir embora para casa de pinto duro, ela virou para mim no meu ouvido e disse que j� estava toda ardida que ele n�o gozava nunca, mas que ia fazer mais um esfor�o, e partiu para cima dele, ele a colocou na posi��o de frango assado e mandou brasa , a coitadinha gemia, um gemido que eu n�o sabia se era de dor ou se de prazer, enquanto isso eu gozei mais uma vez, batendo meu recorde de gozo numa transa s� e o cara ainda nada, de vez em quando ela gemia mais forte, fazia careta, mas continuava com os gemidos e chegou uma hora que ela disse para mim que n�o aguentava mais e que ia para o meu quarto para descansar que ela n�o aguentava mais, ela se despediu dele com ele contrariado e de pinto duro e correu para o quarto, e eu fiquei com os dois na sala ele come�ou a transar com a mulher dele e a pos de rabo para cima e me chamou para eu fazer com ele um sandu�che da mulher dele, que era para eu cuspir no rabic� dela e mandar brasa que ela estava acostumada, sempre tive muita dificuldade em comer um amargosinho porque as minhas parceiras reclamavam muito e dessa vez, entrou nuna facilidade danada ela s� dizia que estava muito bom e quando eu gozei ele saiu de baixo dela de pinto duro, disse que ia se despedir da minha princesa para ir embora, depois que esperei ele retornar depois de uns 20 minutos, fiquei preocupado com a demora dele e fui para o quarto tamb�m, chegando l� ele tinha acabado de gozar nas costas dela, se esfregando no amargosinho da minha princesa e ela com os olhos cheios d’�gua, perguntei para ela se estava tudo bem ela disse que agora sim e ele se levantou pediu desculpas a ela por ter demorado a gozar passou na sala pegou a esposa e foram embora prometendo voltar na semana seguinte. Quando fechei a porta corri para o quarto para ela me contar o que tinha acontecido.

Coitadinha como sofreu na m�o dele na verdade nos ainda n�o est�vamos preparados para tanto sexo, o cara com a experi�ncia dele deixou ela toda ardida, e por fim ele s� gozava quando enfiava no rabic� da parceira, e s� depois eu entendi os gemidos dela mais forte, � que ele tentava o tempo todo a enfiar no amargosinho dela, e como do�a ela tirava o pinto e punha na bucetinha, e ficou com vergonha de falar para ele que ainda era virgem no amargozinho e ficou naquele jogo o tempo todo, ele cutucava ela corria com a m�o para dar o caminho certo para o pinto dele. E por fim quando ele foi ao quarto se despedir dela, ele disse que eu tinha transado no rabic� da esposa dele e que ela deveria ser boazinha com ele e deixar ele por no dela tamb�m, que ele s� conseguia gozar dentro de um cuzinho, ent�o ela deixou ele tentar e como estava doendo muito ela come�ou a chorar e ele ent�o tirou e no rego da bundinha ele bateu uma punheta gozando nas costa dela chegando assim ao fim da transa. No final o nosso Swing foi traumatizante, mas depois quando a bocetinha dela voltou ao normal e come�amos a transar de novo foi uma delicia, nos lembr�vamos do desespero dela em faz�-lo gozar e o pau crescia e trans�vamos, a� foi eu quem aprendeu a deixa-la de bocetinha ardida, depois de uma semana �ramos s� excita��o, passei a transar no amargosinho dela para que ela acostumasse para que quando ela enfrentar uma situa��o parecida ela n�o sofresse tanto e quem sabe um dia poder fazer um sandu�che, ela morreu de inveja quando eu disse do sandu�che. Prometeu que um dia ia tentar .

O casal passou a telefonar todo dia querendo uma revanche, mas o que eles n�o sabiam era que nos � que t�nhamos apanhado ou aprendido muito e que a nossa curiosidade pelo Swing tinha passado, agora quer�amos experimentar o famoso Menagem a Troi, ficaram muito tristes com a nossa decis�o mas a respeitaram, apesar dos problemas que tivemos na nossa transa nos n�o o culpamos de nada, apenas aconteceu tudo muito precipitado da nossa parte e n�o est�vamos preparados, mas depois pensando bem o casal foi �timo, porque aprendemos muito com eles e se tinham algo de bom � que sempre respeitaram os nossos desejos, eles faziam uma for�azinha para conseguir o que queriam, mas quando viram que chegamos nos nossos limites eles pararam na hora e isso foi muito bom.

Depois desse epis�dio aconteceu um menagem a troi inesquec�vel que contarei num outra oportunidade. Nosso e-mail � [email protected]

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