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INRRITA��O APARENTE

A manha estava linda e eu tinha um compromisso logo sedo, mas embora soubesse que às 15h tinha outro compromisso com minha esposa. Foi ai que tudo come�ou, cheguei em casa as 14:30Mn, minha esposa j� n�o esperava mas para sairmos e demonstrava estar muito aborrecida pois eu n�o avia cumprido o combinado, e por mas que eu tentasse explicar ela n�o queria saber. Entrou a noite e ela estava irredut�vel, n�o queria assunto comigo. Est�vamos na sala quando nossos filhos foram dormir, e como eu n�o tinha com quem conversar fui me deitar. Mas n�o consegui dormi, e fiquei na cama de onde eu tinha uma vis�o da TV atrav�s de um vaso de um jarro de flores espelhado. Fiquei ali s� e meditando sobre o que avia acontecido com o nosso dia. Ela toda bonita com pele macia, carinhosa, inteligente, com um corpinho de fazer qualquer marmanjo babar ( seu corpinho � maravilhoso, cinturinha fina, um bumbum empinadinho e lisinho,seios durinhos com os biquinhos bem volumosos, um tes�o de mulher com tudo no lugar), n�o gosta de calcinhas fio dental e dizia n�o suportar filmes porn�s, e falava que a ideia de se masturbar.

Eu estava perdido em meus pensamentos quando observei que ela levantado, e n�o sei por que resolvi fingir que estava dormindo, ela passou para o banheiro e logo voltou, deu uma parada em frente a porta do quarto como se quisesse ter certeza de que eu dormia e logo voltou para o sof�, isso me chamou a aten��o e comecei a observar o reflexo da TV no jarro pude v� que ela mudava os canais sem parar em nem um , at� que parou, e para a minha surpresa em um canal porn� eu achei que ela iria mudar de canal mas isso n�o aconteceu. Passava um filme em que um camarada era chupado por uma mulher enquanto era comida por outro, e como o quarto estava escuro e pr�ximo a porta avia uma planta que dificultava a vis�o para dentro do quarto, rolei para o ch�o e fui para a porta de onde eu podia v�-la sem ser visto. Ela estava sobre o sof� de pernas cruzadas percebi que vez ou outra comprimia as pernas uma contra a outra e suas m�os acariciav�o uma os seios e a outra seu corpo de uma forma bem sutil, como se lutasse para n�o fazer o que estava fazendo. Permaneceu assim por algum tempo, seu rosto estava avermelhado e o ritmo dos toques flor�o de forma gradativa, at� que suas pernas se abriram e esfregava a m�o em sua vagina por cima de sua calcinha, enquanto jogava seu corpo para tr�s mostrando um bruto prazer, eu observava ali n� de pau duro como rocha. Impulsionado pelo que via comecei a me acaricia tamb�m, percebi que ela levantou um pouco o abdome e retirou a calcinha, arreganhou mas ainda suas pernas e come�ou a acariciar freneticamente a sua linda raxinha contorcendo-se mas ainda de prazer. De repente parou e amassou levantar, eu mas que de pressa voltei para a cama e continuei a fingir que dormia, ela foi ate a geladeira foi para o fog�o e minutos ap�s retornou para a sala com algo ma m�o, novamente passou pelo quarto me olhou e como se estivesse com muita pressa voltou para o sof�.

Eu olhei para o jaro e vi que na tv ainda estava no filme porn�, fui para o ch�o novamente para a porta e pra minha surpresa pude ver que ela estava com uma lingui�a calabresa enterrada em sua buceta, ela com movimentos r�pidos ora de vagar puxava para fora e logo empurrava para dentro, retirava e esfregava em seu reguinho, e eu fiquei louco de tes�o que gozei ali mesmo. Resolvi investir voltei para a cama, me recompus fis alguns ru�dos como se estivesse acordado levantei, acendi a luz e apaguei, me enrolei em um len�ol e fui para o banheiro ao passar pela sala comentei sobre ela ainda esta acordada, ela n�o falou nada, ao retornar fui para o outro sof�, ela j� avia se recomposto e trocado de canal estava rosada e com o len�ol sobre ela. N�o comentei nada e fiquei como se n�o soubesse de nada, um tempinho dep�s fis que avia adormecido e vi que ela retornara para o canal porn� ficamos assim por algum tempo at� que ela se levantou e veio at� mim e sem nada dizer retirou o len�ol que me cobria segurou o meu pau que estava a ponto de explodir de t�o duro, come�ou a acaricia-lo e chupar, enquanto eu fingia dormir. N�o consegui brincar de dorminhoco muito tempo e como gesto de gratid�o coloquei a m�o por entre suas pernas e comecei a alizar aquela boceta encharcada, s� esperando meus dedo toca-la. Ela me beijava e hora engolia todo a minha piroca, sua m�o percorria meu corpo e as vezes passava por meu r�guinho mas talvez com medo de eu a repreende-la retirava r�pido a m�o. Ate que eu segurei sua m�o e coloquei bem no meu rego, ela esfregava os seios em minha boca e eu sugava aqueles bicos salientes, enquanto isso ela resolveu passar o dedo em meu c� trocou de posi��o ficando com sua xana em meu rosto enquanto me chupava e tocava em meu buraquinho. Eu chupava sua buceta enquanto ela empinava sua bunda para traz como se quisesse me dizer algo, comecei a dedilhar seu reguinho at� ali virgem, ela soutou um suspiro e come�ou a for�ar seu cuzinho contra meus dedos que n�o demorou a entrar em sua gruta o que logo come�ou a fazer comigo, logo ficou de quatro no sof� e pediu que a come-se, enfiei toda minha pica ate tocar em seu �tero. Bombava com for�a, ela gemia e se contorcia de tanto prazer, urrava, gemia, dizia que me amava, rebolava e mordiscava minha piroca com sua bucetinha. Ainda de quatro segurou meu membro e disse que queria experimentar algo novo, colocou meu pau em seu rabo e pediu para lubrifica-la e comer seu cuzinho. Dizia estar louca para me dar a bunda, fis como me pedira, a lubrifiquei coloquei o pau na porta de seu anus e comecei a investir vagarosamente para n�o machuca-la, ela estava t�o exitada que n�o quis esperar e empurrando-se para traz fez com que eu introduzisse o pau ate o talo em seu rabo e fazia movimentos para frente e para traz com tanta vontade que eu sentia meus ovos tocarem em sua vagina, chegava doer de como erra a for�a que ela fazia. N�o demorou muito e gozamos como nunca, inundei seu cuzinho de leite, deitamos e adormecemos.

No dia seguinte ela me disse que avia experimentado algo maravilhoso e iria querer outras vezes que transacemos.



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