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MOTOQUEIRA SELVAGEM DANDO NO COURO...

Quem leu o conto NA GARUPA DA MOTOQUEIRA SELVAGEM... conhece o meu fasc�nio por motos e que tamb�m adoro a mescla: moto + sexo.

Sou casada, 29 anos, tenho 1,72 de altura, olhos castanhos, pele branca, cabelo ondulado loiro-acobreado que vai at� a cintura, 57 quilos, 104 de quadril, 98 de busto, e sou LOUCA POR MOTOS. Embora eu seja feliz com meu marido, n�o consigo parar de ter as minhas “aventuras”, acho que sou uma esp�cie de “sexo man�aca”.

Vou relatar-lhes como tudo come�ou: eu tinha uns 22 anos, e tinha comprado a minha primeira moto, uma yamaha virago 535 vermelha. Eu a batizei de “ma�� do amor”, e logo voc�s saber�o por qu�. Sempre tive curiosidade de ir a um desses encontros de moto, mas meu marido nunca quis ir comigo, ent�o, j� que agora eu estava “montada” eu peguei a estrada, sozinha, pois o meu marido estava ocupado, como sempre, e nunca se importou que eu andasse sozinha.

Logo que eu cheguei ao tal evento, foi uma loucura, eram motos de todos os modelos, tamanhos e cores. Mal sabia para onde olhar. Por�m, meus olhos encontraram “algo” para observar: um cara alto, moreno claro, olhos verdes que pareciam me despir automaticamente. Retribui o olhar de forma a convid�-lo a aproximar-se, e ele assim o fez, chegando bem perto do meu ouvido, com a desculpa de que o som estava muito alto, e me perguntou de onde eu vinha, pois ele n�o perde nenhum evento da regi�o e ele sabia que nunca tinha me visto antes, pois eu (segundo ele) sou uma mulher dif�cil de n�o ser notada. Eu disse que esse era meu primeiro evento e tamb�m a minha primeira viagem, pois acabara de comprar minha primeira moto, foi quando ele pediu para que eu chegasse mais perto para poder ouvir o que eu estava dizendo, eu obedeci, e ele ent�o me puxou pela cintura de forma que eu colei nele e pude sentir seu cacete duro dentro da sua cal�a de couro. Ele percebeu que eu notei e disse: “Notou como eu estou realmente feliz em te conhecer...” Eu ent�o me afastei, pois TUDO era muito novo para mim, sai sem dizer nada e fui direto para o meu quarto no hotel, que ficava pr�ximo ao evento. O clima estava meio frio, por�m a minha roupa de couro nunca parecera ser t�o quente que nem me dei conta de que eu estava sem a jaqueta. Tomei um banho para “acalmar-me”, mas foi tudo em v�o, pois s� de lembrar daquele homem me pegando pela cintura, e sussurrando no meu ouvido me fez estremecer de tes�o e deitar na cama envolta pela toalha e me masturbar e gozar feito louca. De repente, algu�m bateu a minha porta e eu perguntei quem era e uma voz deliciosamente rouca identificou-se como “servi�o de quarto”, eu disse que n�o queria nada, mas o cara insistiu que precisava fazer seu “trabalho”, eu ent�o me enrolei na toalha e fui abrir a porta, e, para minha surpresa, l� estava o tal moreno de olhos verdes, que foi entrando, fechando a porta e me agarrando sem pudor algum, eu at� tentei me desvencilhar de seus bra�os, mas foi em v�o, n�o devido ao seu tamanho e for�a, mas devido ao meu grau elevad�ssimo de tes�o. Ele me livrou da toalha num piscar de olhos, e fez o mesmo com a roupa de couro que usava, enquanto me beijava como se fosse me engolir. Pude ent�o ver que o tamanho do seu cacete justificava o que eu tinha sentido anteriormente. Ele ent�o me pegou no colo, com certa facilidade, pois ele era o dobro de mim, e me colocou na cama, abrindo minhas pernas e “mergulhando” a cara na minha buceta, abrindo ela se deliciando, lambendo o meu grelo como quem saboreia uma torta de chocolate, gozei e gritei feito louca, pois o som certamente abafaria meus gritos, ele ent�o me olhou nos olhos sorrindo, pois sabia que ele provocara meus gritos. Ele ent�o enfiou um dedo na minha buceta e outro no meu cuzinho, ao mesmo tempo, e iniciou um “ritmo” que me fez subir pelas paredes literalmente, pois nunca antes havia experimentado tal prazer. Novamente gozei como nunca antes. Foi ent�o que senti ele subir na cama e lamber cada cent�metro do meu corpo subindo at� que seu cacete alcan�ou a minha boca, ent�o tomei aquela “tora” (imensa por sinal) e comecei a chupar, e a fazer algo que me intitulou garota “boa de bola”, nesse momento ele arregalou os olhos e gritou “isso, me chupa, sua motoqueira boa de bola”, e gozou enchendo a minha cara de muita porra. Ele se jogou na cama, extasiado, e eu tomei seu cacete e continuei a chup�-lo para que ele nem mesmo ficasse mole, o moreno me olhou assustado e disse: “que fome voc� tem”, e eu disse: “voc� n�o viu nada ainda”. Assim que seu cacete voltou “a ativa”, eu subi em cima dele e abri meu cuzinho sentando nele e “pilotei” feito louca ao som de “Born to be Wild” o fazendo encher meu cuzinho de muita porra e gozando junto. Tomamos um banho e fomos para o evento, mas n�o ficamos muito tempo l�, e logo encontramos um beco onde se passou outra experi�ncia que contarei a voc�s logo. S� sei que o meu primeiro evento de moto foi realmente inesquec�vel.

Encontramos-nos outras vezes depois disso, e fomos a muitos outros eventos juntos, onde vivemos muitas outras aventuras que contarei a voc�s depois.

Bjos... e Born to fuck...

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