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CONTOS PROIBIDOS 4

Parece que eu estava predestinado a fazer cole��o na Familia Maciel... Primeiro o Jo�o Victor, depois a prima dele (Let�cia) e por fim... O irm�o dela (Daniel).



Cruzava com o Daniel, com pouca frequ�ncia, mas sabia alguma coisa sobre ele, atrav�s de conversas entre o Paulinho e o Victor, tipo, que ele tinha namorada, mas pegava a irm� dela, a filha da empregada e a filha do padrasto... Ou seja, um t�pico pegador... Estava fora do meu card�pio (pensava)... Al�m de que n�o hav�amos trocado mais que algumas palavras...



Ao contr�rio da irm� ele parecia ter muito mais liberdade, afinal, era o garanh�o. Cabelos louros, olhos cor de mel (como os da irm�), corpo bopnito, perfeitinho, com algumas sardas abaixo do pesco�o e pelo peito que davam um certo charme, sorriso bonito, boca perfeita, nariz reto, um jeito moleke...



Nossos mundos continuariam distantes se n�o fossem as f�rias... O Grupo: Paulinho, Victor, Eu, Alam, Jean, Ari, Levi, Pedro e ... Daniel...



Fomos pra uma cidadezinha onde tinham umas cachoeiras e trilhas muito comentadas por nossos amigos que j� tinham visitado... Levi como sempre cuidava das loca��es (Era tipo, o tesoureiro do bando...) locou uma chacara muito maneira nas proximidades... Tinha quartos pra todos e uma piscina maravilhosa...



Chegamos de tarde... Nos alojamos... reparamos alguma coisa pra comer... Jogamos playstation at� tarde e depois fomos dormir...



Na manh� seguinte, bem cedo combinamos de ir às cachoeiras... O percursso foi dificil, mas em compensa��o, as cachoeiras compensaram, como j� estava com a mal�cia ati�ada... Reparei logo que o Daniel me olhava disfar�adamente e depois insistentemente... Fiquei alerta, mas afinal "o cara n�o era m� pegador?", ent�o porqu� ele estava me olhando daquele jeito?



Voltamos pra chacara, mesmo um tanto cansados a maioria do grupo ainda queria ir numa cidadezinha pr�xima... "explorar as proximidades", eu n�o topei, queria recarregar as baterias pro dia seguinte e pra minha surpresa o Daniel tamb�m n�o quis ir...



Enquanto se arrumava o Victor me pergunto se eu n�o me importava mesmo que ele fosse, eu disse que n�o, afinal com o Daniel ali, n�o ia dar pra rolar nada mesmo, ele concordou e foi com os outros... Ficamos... Daniel e eu...



Eu n�o ia ficar olhando pra cara dele a tarde toda, botei uma sunga e ca� na piscina, o Daniel ficou numa cadeira pr�ximo ouvindo m�sica... S� de bermuda... Logo parece n�o ter resistido e caiu na piscina tamb�m... Come�amos ent�o um jogo de jogar v�rias moedas na piscina e tentar pegar o maior n�mero possivel delas num unico f�lego...



Depois de um certo tempo a brincadeira cansou, sai da piscina... Ele saiu tamb�m muito apressado e se apossou da minha toalha que eu havia deixado sobre uma cadeira...



Eu protestei logo: "Ah fala s�rio, coma minha toalha z�?!"E tratei de tomar minha toalha mas ele segurava firme, mas eu consegui tomar e na lata percebi que ele estava com o pau duro, mesmo por debaixo do cal��o... Ele ficou sem gra�a quando notou que eu tinha percebido, mas eu tratei de agir naturalmente (mas entendendo exatamente o porqu�)...



Eu joguei as moedas que eu tinha pego na piscina em cima de uma mesinha e ele se aproveitou da r�pida distra��o pra puxar a toalha e sair correndo pela �rea em volta da piscina, eu tamb�m sa� correndo atr�s dele, por volta da piscina depois ele tentou correr pra dentro de casa o tempo todo provocando e n�o olhou pra frente... Trope�ou ao entrar na sala e caiu de lona e eu que estava quase alcan�ando ele nem tive tempo de parar... Cai por cima dele...



Nem sei porque mas ele estremeceu na hora e sem explica��o eu fiquei parado largado em cima dele sem me tocar e ele sem reclamar continuava embaixo de mim...



Percebi que meu pau tinha endurecido sem que eu desse conta e pra minha surpresa o daniel pareceu empinar um pouco a bunda ao meu encontro... Aquilo soou como um sinal verde... Segui meus instintos e comecei a beijar a nuca dele... S� ouvia a respira��o dele acelerando... Minhas m�os, uma come�ou a massagear os cabelos e a outra bunda dele alternadamente, logo ele rebolava timidamente e gemia baixinho de prazer... Eu disse ao ouvido dele: Cara eu t� com muito tes�o... Me deixa te foder por favor...



... Ele me disse que n�o, que ele n�o era viado, mas em compensa��o continuava a merc� dos meus carinhos e se arrepiava quando meus l�bios tocavam a pele dele... Continuei insistindo sofregamente no meu pedido... E os n�o deles iam ficando cada vez menos convincentes... Minha m�o que acariciava a bunda dele foi baixando o cal��o dele... Senti os bra�os dele for�arem as m�os para tr�s... Cheguei a pensar que iam me impedir, mas elas pegaram na minha sunga em busca do meu penis que pulou fora logo que encontro oportunidade e tocou as costas dele quente e pulsante... A resist�ncia dele havia acabado... Ele me pediu pra sair um pouco de cima dele... Fiz o que ele pediu... Ele tirou o cal��o... E eu terminei de tirar minha sunga... Ele me beijou na bocae eu de p� suspendi ele que enla�ou as pernas na minha cintura e os bra�os no meu pesco�o... Pediu que fossemos pro quarto dele, nem sei como consegui chegar l� levando ele daquele jeito... fechei a porta... Ele se soltou de mim, me empurrou sobre a cama e come�ou uma gulosa no meu penis como eu nunca havia recebido igual... primeiro meio sem jeito, mas aos poucos o desejo acima de tudo foi aprimorando... Em minutos senti que ia gozar... Avisei a ele mas ele continuou firme at� que enchi aquela boquinha com meu leite... Perguntei a ele se era seu primeiro homem... Ele disse que sim... Era o primeiro por quem ele sentia tes�o t�o declaradamente na vida... resolvi dar um trato nele... Pus ele de quatro e fui preparando aquele cuzinho virgem pro meu mastro... Dei umas lambidas como fazia com as garotas, ele se contorcia e gemia alto de prazer at� que eu precebi que ele havia gozado... Sem nem tocar no penis... Mas ambos ainda t�nhamos muito tes�o... Eu peguei o travesseiro e coloquei embaixo da barriga dele pra deixar a bundinha empinada... As m�os dele fizeram a gentileza de guiar meu penis at� seu cuzinho que piscava de prazer... Fui colocando devagar sentindo as pregas cederem lentamente, seguida dos gemidos delirantes que ele dava... Logo senti meu saco encostar na bundinha dele... Estava consumado... Tinha descaba�ado mais um virgem da Familia Maciel... Quando puxei pela primeira vez ouvi ele suspirar de tes�o... Ent�o puxei o quadril dele de volta com as m�o bruscamente, mais um gemido, ouvi ele dizer:



__ Gab... Por favor..._

Eu perguntei: Por favor pare...Ou continue...?

_...Continue..._ respondeu ele.



Aquilo me ati�ou como nunca comecei um vai e vem febril, quase louco de desejo, minhas m�os se alternavam nas car�cias, mas meu ritmo era intenso...

__ Isso Gab, faz gostoso meu macho... Eu te quero como nunca quis nenhum outro... Me fode cara..._ Ele pedia alucinado.

Parec�amos dois animais privados do cio h� muito tempo, nunca antes eu havia feito sexo de uma forma que a cama balan�asse tanto, eu ia me libertando como nunca antes e o Daniel ia se soltando cada vez mais desavergonhadamente...



__ Nossa Dani, que bundinha gostosa voc� tem..._ Eu bombava nele cada vez mais descontrolado, mas ainda mantendo ele firme junto a mim... Nem precisava parec�amos querem absolver um o corpo do outro... Depois de longos minutos eu senti o caracteristico aviso do penis inchando ainda mais e logo eu gozava na bundinha rec�m desvirginada do Dani e ambos nos deixamos cair meio desfalecidos... Mas ainda nos beij�vamos febrilmente e as car�cias ainda continuaram por um longo tempo... Dani me prometeu que sempre que sentisse aquela necessidade teria que ser sempre comigo... Eu prometi que sempre que ele quisesse... Tomamos banho juntos... Como lembran�a ele ficou com minha sunga e eu com a dele... tomamos banho juntos e depois ficamos jogando playstation e trocando beijos r�pidos at� que os outros chegaram... Descobri que ele sabia dissimular bem... Arpoveitamos os restante das f�rias numa boa e davamos uma escapada sempre que tinhamos chance... nem preciso dizer que nossa amizade melhorou.





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