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NASCI PARA SER PROSTITUTA IV

Como j� disse antes, nasci me criei e moro no Rio de Janeiro, me chamo Thelma, e tenho 35 anos de idade.

Como j� disse em contos anteriores, tenho um corpo atraente, e sou frequentemente alvo de olhares insistentes inclusive de mulheres, olhares esses que s�o retribuidos pois sou bisexual. Sou ex-casada. Cansamos um do outro. Ele n�o dava no couro e eu queria me libertar, ir de encontro à felicidade que s� encontro quando estou na cama com alguem. Como j� disse, o t�tulo diz tudo a meu respeito. Se antes quando estou sozinha fazia de conta que era uma prostituta, a mais vulgar e desbocada possivel, hoje eu inverti as coisas. Quando estou em ambiente de trabalho, com outras pessoas, fa�o de conta que sou uma mulher s�ria, e quando estou sozinha ou com algum amante, deixo de representar e volto a ser o que eu realmente sou: uma puta. E isso me realiza, me satisfaz. Outra coisa que sempre gostei foi de me entregar a homens rudes, m�os �speras e grossas, fortes, de preferencia mulatos e � claro que sejam muito bem dotados. H� duas semanas atr�s realizei uma das minhas muitas fantasias me entregando a dois mulatos, um dos quais vem me comendo h� um ano mais ou menos e um amigo dele. Sempre preferi fazer sexo selvagem e sempre com mulatos, por causa da diferen�a e cor da pele e pela quase certeza de que eles s�o quase sempre muito bem dotados. Tudo aconteceu porque eu estava num fogo danado, ardendo por dentro, rolando na cama, me masturbando, mas faltava alguma coisa mais para me acalmar, e de repente comecei a ter a id�ia de que de repente poderia transar com dois ao mesmo tempo, ou um depois do outro, o que fosse, desde que eu ficasse satisfeita. Passei a m�o no meu celular e liguei para um dos meus amantes que sabia que iria topar trazer um colega para uma transa a tres. Disse a ele tudo que estava sentindo e que precisava desesperadamente ser possuida por dois machos, que naquela noite um era pouco. Ele aceitou prontamente e me ligou uns cinco minutos depois me confirmando que tinha arrumado outro, do jeito que gostava, mulato, musculoso, bem dotado, boa aparencia, e que n�o negava fogo. Pedi a ele para poupar tempo que disesse a ele como eu gosto de ser comida e ser tratada entre quatro paredes. Marcamos para eles me pegarem dali a uma hora, temposuficiente para que eu tomasse um banho e me preparasse. Com o chuverinho fiz uma lavagem anal, procurando limpar ao m�ximo meu c�. Tomei um banho gostoso, e ap�s ter me secado passei creme nas pernas, nas n�degas, nos p�s, nos seios, e vesti um dos meus vestidos que gosto de usar para as minhas aventuras sexuais, preto, curtinho, e sem suti� e sem calcinha. Calcei uma das minhas sand�lias, tamb�m preta, salto quinze. Passei um batom vermelho, uma sombra, um perfuminho em lugares estrat�gicos, e fiquei esperando na minha varanda que eles telefonassem dizendo que j� estavam perto. N�o demorou muito e ligaram. Eu ent�o disse que estava descendo e que iria esperar num ponto de �nibus ao lado do pr�dio onde moro, pois ele sabe que n�o gosto de ser vista embarcando em carros, principalmente diferentes uns dos outros. Desci e chegando no ponto fiquei esperando. Mais parecia uma puta fazendo ponto. Situa��o, � claro, que eu curto o m�ximo. Uma sensa��o muito gostosa. Estar al� para ser ca�ada e ser comida por alguem. De repente chegaram. Embarquei na frente enquanto meu amante j� conhecido dirigia e o outro que vi ser mesmo bem atraente sentou-se atr�s. Perguntei ao meu amante se ele j� sabia como eu gostava e ele disse que sim. O colega dele me confirmou que j� sabia e que adorava comer putas como eu, liberadas e sem frescuras, que sabiam o que queriam em mat�ria de sexo. Durante o trajeto para o motel, j� com as pernas à mostra, pois o vestido que estava usando � curto, fiquei acariciando o pau do meu amante e ao mesmo tempo procurei acariciar o pau do colega dele, que n�o se fez de rogado e o tirou para fora e se posicionou melhor para que eu pudesse agarra-lo melhor. Estava segurando dois paus, um em cada m�o, j� duros e prontos para me servir. E assim fomos brincando at� o motel. Entramos no quarto e nem tive tempo sequer de tirar o vestido, que tamb�m era s� puxar por cima e pronto, estava completamente nua. Meu amante me agarrou e me jogou em cima da cama, me arrancando as sand�lias e me deixando descal�a, e me ordenando que tirasse o vestido, o que obedeci de pronto. Enquanto isso o colega dele j� estava completamente n� e j� tentava me fazer chup�-lo, o que facilitei enquanto meu amante tirava a roupa. Estava t�o desesperada, com tanto fogo nas entranhas, com tanto tes�o e com tanto desejo, de sentir a minha carne mais uma vez violada e violentada, que sequer pensei em mand�-los tomar banho primeiro. Isso nem se passou pela minha cabe�a. Estava chupando um quando o segundo se aproximou para que eu o chupasse tamb�m. Estava al� chupando dois paus ao mesmo tempo. Parei de repente e implorei que me chupassem, me dessem um banho de lingua, o que come�aram a fazer no mesmo instante. Chuparam e lamberam meus p�s, minhas pernas, minhas n�degas, passam a l�ngua no meu c�, o que me arrepiou, mordiscaram a minha nuca, meus l�bios, minha boca, chuparam meus seios, deixando meus biquinhos doloridos, enfim, eu tinha dois negros praticamente em cima de mim me saboreando por inteira, sentindo o meu gosto e eu delirando e achando que aquilo tudo n�o passava de um sonho. Dois machos negros me possuindo. E eu n�o me fazendo de rogada nem por um segundo, muito pelo contr�rio. Gemendo..."isso...me chupa...me chupa...n�o para...". Nisso, meu amante, que estava melhor posicionado, encostou a cabe�orra do pau dele na minha buceta, j� encharcada, e antes que eu pudesse pedir a ele que me fodesse, ele meteu tudo de uma vez s�, numa estocada s�, quando ent�o revirei os olhos de tanto prazer e me agarrei nele com for�a enquanto ele me estocou com for�a, com energia, resmungando..."toma vadia...vagabunda...piranha..."...e suando, me olhando com uma express�o de extrema tes�o e loucura me fodeu com vontade, quando ent�o tive um gozo violento, profundo, que me fez gemer mais alto e at� a gritar..."ai desgra�ado...nojento...to gozando porra!!!!". Enquanto fiquei tendo meus espasmos, depois do �pice do gozo, ele tamb�m gozou e despejou tudo que tinha direito na minha buceta. Senti aquela quentura maravilhosa nas minhas entranhas. Um momento, sem d�vida, de felicidade e prazer. Ficamos assim, ele largado em cima de mim por uns tres minutos mais ou menos, enquanto o colega dele, deitado no lado, ficava acariciando o pau dele. Quando pensei que o colega dele iria querer foder minha buceta tamb�m, meu amante mandou ele fuder o meu c� e me mandou tamb�m ficar de quatro, o que obedeci prontamente. E, surpresa, n�o tive direito a passar uma vaselina primeiro. Meu amante disse para o colega dele..."vai com cuspe". O desgra�ado cuspiu na cabe�a do peu dele, me agarrou com for�a e me penetrou no c�. Primeiro a cabe�a...e eu implorando a vaselina...e ele cuspindo cada vez mais...e lubrificando meu c� com o cuspe dele...e de repente senti que estava me dando bem, que estava sentindo prazer e comecei a acariciar o meu clit�ris, conseguindo mais um gozo por conta daquele pau estranho e que agora seria mais um da minha lista de fornecedores. O animal logo que me viu gozar tamb�m gozou, me encharcando o c� de porra e aproveitando meter mais ainda e tamb�m a me xingar, o que adorei de mont�o. Tinha ali dois machos desgra�ados me fudendo e me xingando, enfim, tudo o que eu mais amo na vida. Se um dos meus amantes, eu tenho atualmente uns oito nomes guardados no meu celular, quiser me presentear no meu anivers�rio ou no Natal, � s� me levar para o motel e me satisfazer do jeito que eu gosto. E me pagar, � claro. Gosto de cobrar uma pequena taxa de cinquenta reais e mais as despesas de janta e de motel. Desses dois que me comeram ao mesmo tempo, eu dispensei a taxa, porque estava desesperada para ser comida. O motel o meu amante pagou.

Mas, depois de descansarmos uma meia hora, tomando uma cervejinha, resolveram me atacar de novo, o que adorei de mont�o. Dessa vez eu cavalguei o colega do meu amante, sentando em cima daquele pau enorme e grosso, enfiando tudo na minha buceta. O meu amante veio por tr�s e enfiou o pauz�o dele, agora j� com vaselina, todinho no meu c�. Enfim, fiquei com os dois me fudendo ao mesmo tempo, numa dupla penetra��o, e assim ficamos por v�rios minutos, eu j� completamente louca, gemendo cada vez mais alto..."ai que coisa boa...como � gostoso ser a puta de voces". Foi ent�o que gozei mais uma vez...fui gozando...gozando...me sentindo mulher...me sentindo puta...me sentindo satisfeita...com as entranhas satisfeitas e com o fogo apagado. N�o demorou muito o meu amante, que estava comendo o meu c�, tamb�m gozou, mas tirou o pau e gozou nas minhas costas, me lambuzando toda, caiu para o lado e em seguida se levantou e foi para o banheiro. Eu continuei ali firme, fudendo com o colega dele, mexendo e dando uma surra de buceta naquele pau ainda rijo feito p� de mesa e quando percebi que ele estava j� para gozar sa� de cima dele e cai de boca no pau dele, chupando com vontade, como se a minha boca fosse uma buceta, at� que ele gozou e gozou bastante. Eu fui engulindo o que pude e deixando escapar pelo canto da boca o restante, deixando aquele pau todo melado. Aproveitei para enfreg�-lo no meu rosto, como se fosse um pincel, espalhando a porra dele, e fui lambendo aquele pau at� que ele come�ou a ficar mole e foi relaxando aos poucos. A�, com ele quase desmaiado em cima da cama, me levantei e fui para o chuveiro, onde me lavei e tamb�m me atraquei num beijo daqueles, de lingua, com o meu amante, bem como ainda tentei ressucitar o pau dele fazendo mais um boquete, mas j� estava cansado. Al�m do mais eu tamb�m j� estava satisfeita. Mesmo assim, ele me agarrou e ao mesmo tempo em que sugava a minha lingua num beijo daqueles, me masturbou tamb�m, massageando meu clit�ris enquanto tamb�m enfiou um dos seus dedos no meu c�, para acelerar mais um gozo meu, o que n�o tardou a acontecer. A� fiquei exausta de vez. Saimos do chuveiro, o colega dele entrou e tomou banho. Nos vestimos, e eles me deixaram no mesmo ponto, ao lado do meu pr�dio, com a promessa de que toda vez que eu tivesse dificuldade em me satisfazer os dois estariam prontos para me ajudar. Mais uma vez tive a plena certeza de que � maravilhoso ser uma piranha. Amo ser vagabunda, ser prostituta, ser vadia. Quando era casada botei galho tantas vezes no meu marido, j� ex h� muito tempo, que cheguei a perder as contas. Transformei ele num tremendo corno. Eu adorava isso e cheguei muitas vezes a gozar na cama, sozinha, me tocando enquanto me imaginava botando galho nele. Quando finalmente descobriu, me deu uma surra, que n�o posso dizer que n�o gostei, e nos separamos. Hoje ele � um gordo, brocha (j� era quando estava comigo) e vive com uma pobre coitada que de sexo s� deve conhecer o papai-mam�e. N�o sabe o que � chupar um pau, dar o c� e foder hoje com um, amanh� com outro. N�o sabe o que � ser feliz.

Fazer o que, n�o � mesmo?















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