Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

SOBRINHAS NAS PRAIAS DO TOCANTINS

Sobrinhas nas praias do Rio Tocantins







Em junho de 2007 fui passar uns dias em Palmas, Tocantins, na casa de meu primo Xavier. Ele � casado com Hilda e tem duas filhas a Sandrinha, 17, e Marly, 15. Cheguei à noite de uma quinta-feira e como seriam poucos dias por la, resolvemos que logo na sexta à noite ir�amos para as praias do Rio Tocantins. Como era per�odo de festas juninas teria bastante gente, como sempre. N�o era longe, menos de cem quil�metros e j� est�vamos nos arranchando. O local realmente estava muito lotado e decidimos por armar nossas barracas um pouco distante. Havia umas oito barracas j� armadas, depois as nossas duas e de um pessoal que estava chegando tamb�m. Eu e o Adriano, namorado da Sandrinha ficar�amos numa barraca; na outra, o meu primo, a mulher e as filhas, todas tinham dois quartos e varanda.

Instalados, fomos todos at� a margem do rio onde arriscaram um banho no rio, era noite bem ilumida pela lua, mas tamb�m pelas l�mpadas ao longo da margem, resultado da estrutura feita pelo governo para essas temporadas. De minha parte, preferi ficar em terra firme, sou medroso pra �gua corrente. Muita gente transitando. A mulherada aproveitava o calor para desfilar seus micro-biquinis, cangas, e toda sorte de roupas sensuais. Meu pau estava sempre duro. Estava vestido com um short de malha o que propiciava uma boa vis�o do meu cacete duro, armando a barraca para aquela mulherada. Quando sa�ram da �gua minhas, sobrinhas e sua m�e, pude vislumbrar aquelas bucetinhas cada uma mais linda que a outra debaixo dos biqu�nis molhados e quase transparentes. N�o queria ver, afinal eram minhas sobrinhas e uma quase-cunhada, dado que eu e o Xavier nos trat�vamos por irm�os, mas era imposs�vel n�o reparar tamanha beleza natural daquelas ninfetas, embora Hilda n�o ficasse atr�s, considerando a idade, trinta e poucos anos. As tr�s moreninhas, cabelos lisos e bem pretos, abaixo dos ombros, sobrancelhas grossas mesmo bem feitas, l�bios carnudos, altura mediana, em torno de 1,65m, bundinha saliente, cintura fina, verdadeiras indias. Sorriso cativante e sedutor era um convite ao pecado e as tr�s eram essa sedu��o em pessoa.

Nas barracas, enquanto eu e o Xavier prepar�vamos a churrasqueira, Adriano, preparava o viol�o para uma noite alegre, as mulheres dedicavam-se a preparar a comida, carnes para o churrasco, farofa, feij�o tropeiro, etc. a farra come�ou, eles esbaldavam-se na cerveja e caipirinha, enquanto eu me mantinha no suco. Cantamos, dan�amos, conversamos e curtimos a noite at� la pelas duas da manh�. Ao dan�ar com Sandrinha e Marly, notava de vez em quando um aperto a mais, mas considerava aquilo apenas como um apoio casual. Com Hilda, a sensa��o era a mesma, s� que a experi�ncia contava e ela agia de forma muito discreta, mesmo assim sentia o calor das mulheres em meu corpo. Todas usavam short desde que chegamos do rio. Hilda vestia um top bem curtinho que mostrava o colo dos seios morenos. Marly, uma regata, que sempre procurava uma posi��o com os bra�os deixando ver a lateral dos peitinhos ainda em forma��o. Uma tenta��o.

Fomos deitar. Adriano, tomado pelas tantas cervejas e caipirinhas capotou em seguida. Fiquei acordado e ouvindo o barulho do local. Muitas pessoas ainda se mantinham de p�. Cantavam, dan�avam, brincavam. � um passeio verdadeiramente fant�stico. O calor � demais, resolvi sair um pouco da barrada e sentar em banquinho na varanda. Alguns minutos depois apareceu a Marly e perguntou: - Acordado, tio? Tamb�m n�o consigo dormir. Ta muito calor. – Puxou uma cadeira e colocou bem ao lado da minha. Sentou-se e debru�ou colocando a cabe�a sobre meu colo. Comecei a alisar seus cabelos, fazendo carinhos na sua cabe�a. Ela apenas fez: - Humm, tio! Que gostoso! Voc� � t�o carinhoso, ne. – S� com quem eu gosto. Falei. – E por que ta fazendo carinho em mim, gosta de mim, tio? – Muito, querida. – Falei. – Seu tiozinho aqui ama muito voc�, viu? – N�o acredito, tio. – Por que n�o acredita, meu amor? – porque nem beija a sobrinha. Meu pau deu sinal de vida. Seria uma cantada daquela garotinha linda a um coroa que nem eu?



Ela falava aquilo me parecia de uma inoc�ncia enorme, mas n�o d� pra acreditar em inoc�ncia quando se trata de ninfeta de quinze anos. Pura malicia. – N�o seja por isso, minha lindinha. Abaixei minha cabe�a e beijei sua testa, novamente querendo crer que ela era inocente. – Assim n�o vale tio. Vem, vamos ali que eu vou mostrar como eu gosto. Claro que meu pau estava superduro e eu estava levando aquilo como uma brincadeira. Levantamos e fomos rumo ao rio. Tinha umas canoas afastadas e ela me levou pra l�. Tinha um barco de pescadores um pouco maior, com uma cabina coberta de lona suspenso em troncos de madeira e ela me empurrou para a lateral dele. Fiquei de costas pra embarca��o e ela chegou seu corpo junto ao meu. Tinha um cheiro gostoso de morena nova e fogosa e veio com o rosto e de olhos fechados para junto do meu e me deu um selinho. Mantive-me quieto. Apesar de manter uma ere��o tive a sensatez de n�o cair em tenta��o. Mas n�o tinha jeito. Ela afastou o rosto do meu, abriu os olinhos negros e falou: - Deixa, tio. Me faz mulher. Sua mulher. Quero sua pica dentro de mim. – Ainda num momento de lucidez falei que n�o tava certo aquilo, que eu era primo do seu pai e que ela n�o tinha idade para isso. Ela com ar de reprova��o argumentou: - Posso n�o ter idade, mas tenho uma xoxotinha doidinha pra receber o pinto do meu tio querido. � isso que eu quero: d� minha bucetinha pra voc�, tio. Voc� vai ser meu homem. Meu primeiro homem.

Ela venceu.

Agarreia-a pela cintura e trouxe com tudo para junto de mim. Tasquei um beijo na boca, daqueles que a l�ngua desaparece l� dentro. Fui abaixando a m�os e mesmo por cima do short agarrei sua bunda e colei em meu cacete. Ela procurou meu pinto e fazendo um certo esfor�o enfiou a m�o dentro do meu cal��o e retirou meu falo duro. Ele agradeceu. Tirei sua calcinha. Colocou meu pinto entre as pernas e ficamos nos esfregando. Tava muito gostoso aquela foda nas coxas da minha sobrinha. Devido ao estado de excita��o de Marly meu pau deslizava sem problemas. Logo coloquei-a sentada na borda do barquinho, com as pernas abertas, e mandei v� na sua xoxota. Ela gemia sem se preocupar com o som alto, pois de onde est�vamos dava mais ou menos uns cinquenta metros para a barraca mais pr�xima e alem do mais o barulho vindo l� do local onde havia mais barracas n�o deixava que o nosso se propagasse mais alto. Eu chupava seus seios e ela prendia minha cabe�a junto aos seios. – Mete, tiozinho. Mete gostoso. - Falava a garotinha. – Mete fundo tio tarado. Voc� ta comendo uma menor. Tirou meu cabacinho e agora fode gostoso. Quero seu caralho. Mete. Tenho s� quinze anos e voc� ta me fodendo. – Ela era uma verdadeira puta safada. Dava a xana pro tio, depois de me seduzir e ainda tinha a cara de pau de me chamar de tarado. – goza seu safado. Goza na minha buceta. Sou uma puta mesmo. Sou sua puta. Mete sem d�, tio coroa. Quero gozar na sua pica. Quero deixar ela bem melada. Mete.

Ela gozou alguma vezes com minhas estocadas fortes, mas eu n�o.

Peguei-a pela cintura e desci seu corpo da embarca��o e virei-a de costas pra mim. Ela arqueou seu corpo para frente e vim por tr�s. Enfiei meu cacete na sua xana sem d�, at� que chegou no fundo da cavidade. Atingiu o �tero. Comecei a bombar cada vez mais forte e Marly delirava. Quando meu pau saia de dentro ouvia o barulho caracter�stico de desentupimento. Eu voltava a fincar minha estaca na buceta indo at� o fundo e retirava novamente. Meu pau tava super melado do seu caldo. Tirei da xoxota e mirei no cuzinho, mas n�o entrou. Voltei pra xoxota. Ela quase desmaiou. Mau pau ia e vinha na buceta apertada mas lisa da minha sobrinha. Minhas m�os acariciavam os seios e ela rebolava na pica como uma cobra na areia quente. Minhas pernas j� sentiam cansa�o, afinal de contas j� est�vamos metendo h� quase uma hora., com sucessivos gozos.

- Ahhhhhhhhhhhhhh! Tio querido. Como eu gozei gostoso. Foi o m�ximo.

Nos lavamos ali mesmo, no rio, e fomos para a barraca. Permanecemos l� por cinco dias. Nesses dias comi as tr�s. Parece at� que elas tinham combinado. A Marly, eu comi primeiro, como acabo de contar. A m�e, Hilda, eu j� tinha fudido quando ainda �ramos solteiros. Depois que ela casou nunca mais tivemos nada, mesmo porque quase n�o surgia uma oportunidade e quando isso acontecia, eu n�o queria e fugia. N�o queria trair meu primo-irm�o. Depois eu conto como comi as outras duas e voltei a comer a Marly dentro do carro.

Mulheres e casais que desejam conversar e nos vermos na cam, ou mesmo realizar fantasia num encontro gostoso, basta mandar email ou me achar no msn: [email protected]



VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



rapidinhas com enteadas contos pornos convidando o amigo para arromba o cu da namoradaso mrninas na mastubando n causinha toda melada video mobilcontos eróticos - seduzido no onibuscontos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casaconto erotico sogro ahh uhh mete metemamando em cada teta contos sfoticosenteadadormiu bebada sem calcinhawww.contospornodoidowww.contos comendo a tia de sainha curtacasada da bunda maior de todas contosassalto grita dor conto eróticoconto chorei mas aguentei a pica do meu patrasdocontos erótico menininha na trilha eu com dez e virgem tive meu primeiro orgasmo com meu tiocontos eroticos:marido da minha tiamulher chama homem pra chupar sua b***** dela já foi gozar e alguns amigos queridosmagrinha com tatoo na bundaconto de irma que viciou em dar o cuzinhoContos eróticos no banheiro da escolafilha é uma piranha contoMinha irma pos uma legue sem calsinha para mim ver contoscontos erótico eatrupei a meninavídeo pornô mulher casada fica cheia de tesão com a venda em Jarinuminha tia me chmou para gosar com elaMinha irma pos uma legue sem calsinha para mim ver contosconto fudir cuzinho da minha maecontos eróticos a mulher de 48anos de idadeconto melisa e o pastorcontos eróticos longos viagemcontos eroticos estuprada no matagau traisaodermatologista gostosa contosconto faco o que quiser corno perdoacontos eroticos.com.brconto erotico machucando o esfíncterconto minha esposa devoradora de garotinhoscontos eroticos peitos sadomasoquismoHistórias eróticas sobre estuprosconto novinha gravida do tiocontos eroticos peitos sadomasoquismodotora sfada conto com fotoporn pegando a irmã por emganocontos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casacontos eroticos audiotiti do cu apertado emnminha irmam vendo meu penis enduresendo pornoeu fiz minha vizinha cagar contos eroticosquadrinho eroticos sarrei a bunda no pau do meu filhinhoo garçon me comeu contoamigas pegao mendigo na rua da banho e depois/punheta/eletraveco roludo patendo puenta derepente chega a mulher bem gostozacontos eroticos comi a coroa peitudawww.meti na minha filha a forçawww.contos fico pelada na frente do meu priminhosexo com mae do amigo contosconto erotico mae se bronzeando a bunda pediu p filho passar bronseador no rabocontos eroticos mamãe me prostituia aos 12 aninhoscontos eroticos bdsmcontos erotico o pai da minha ami quinha tirou meu cabacinhoNegao nudismo contobuceta de macacaMeu irmão chupa minha maemeninas dando so uma brexinhas da bucetascontos caipiras amadores bucetasdeixei meu sobrinho me ver nua contosSo uso fio dental enfiado no cu.conto erotico femininoMe comeu e comeu meu maridoconto gay sexo camisinha cheiacontos eróticos n***************** e g******a crente e a zoofilia_contosminha xana piscavaContos eróticos pesadapau pulsou na bocaconto erotico minha vo ficou de sutiaxxvidio pai fudend afilh afrentTransei com cinco homens sou uma vadia contos eroticosconto erotico desmaeieróticos ah ah aaaah chupa a minha bucetinha vai ah deliciaconto erotico doga minha mulher gosta de comer o meu cu e eu adoro ser enrrabado por ela e a filha tbm ajuda contoscontoseroticomenininhacontos de velhos mamando seios bicudosgreludas insaciável incesto contos Pedi que meu filho me depilou contos eroticosler contos eroticos incesto mae transa com filho e pai esta desconfiandocontos de menininhas sentando no colo de homenscadela piscando em uma metendo picacumendo cu da mae e tia contos eroticosgay violentado contostufos de graçacasetes longo machuca a xoxota da mulher pornoConto de vadia de quatro no bar metendo com muitos machos