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A VINGAN�A DE JO�O � PARTE II

Depois daquela aventura no mato, me recompus, e voltei para casa. Me sentia imunda, suja por dentro e por fora, estava arrasada por toda a humilha��o que Pedro me fez passar, por�m, me sentia culpada, pois apesar de dizer que na queria, bem no fundo eu tinha sentido prazer nesta aventura.

De noite, me masturbei novamente, e o combust�vel do meu prazer, era a aventura que tinha vivido naquela tarde. Engra�ado, apesar da pouca idade, j� era uma putinha, e pior estava viciada na masturba��o, pois com pouco tempo j� sabia exatamente os pontos que me levavam ao �xtase, que me deixavam louca de prazer.

Na escola era a feia da turma, todos os meninos me desprezavam, e o pior gozavam de mim, por causa do meu corpo super desenvolvido para minha idade.

Meus peitinhos j� desabrochavam e todos j� percebiam e comentavam que n�o era normal para uma crian�a da minha idade. Vivia meus conflitos interiores, por�m o maior deles era sobre minhas aventuras com Pedro e Jo�o, n�o sabia ao certo o que t�nhamos vivenciado, nem se era uma pr�tica comum entre homens e mulheres, tinha dentro de mim desejos loucos para serem realizados.

Queria brincar com Jo�o, fazer daquela maneira gostosa que hav�amos feito na primeira vez, mas o Pedro era uma pedra em meu caminho, e n�o tinha como me livrar dele.

J� no outro dia, quando cheguei da escola, Jo�o me chamou novamente para brincar. Perguntei do Pedro e ele me disse que n�o estava, pois tinha ido na casa da tia deles.

Afinal minha oportunidade, fui at� l� e Jo�o de cara me fez a proposta de brincarmos. Me fiz de dif�cil e deixei ele me chantagear para depois aceitar.

Ent�o perguntei onde poder�amos brincar mais a vontade, Jo�o me prop�s o mato, no mesmo lugar onde ele e Pedro haviam abusado de mim.

Discretamente fomos at� l�.

Quando chegamos, Jo�o mandou que eu ficasse nua para ele. Relutei um pouco com medo de outras pessoas chegarem e eu n�o ter tempo de me vestir, ele por�m isistiu e acabou como sempre me convencendo.

Tirei a roupa, Jo�o pegou uma folha de �rvore a passou em meus peitinhos, senti um arrepio e aquele frio gostoso na barriga. Ent�o passou a fazer pequenos carinhos nos meus seis, a sucessivamente come�ou a dar pequenos belisc�es neles. Nossa acho que estava em transe, era muito bom, meu cora��o batia forte no peito, minha respira��o estava ofegante e eu estava toda ensopada. Nossa o que era aquilo, como um menino da idade de Jo�o sabia fazer aquilo?

Em seguida me mandou ficar de quatro, e se posicionou atr�s, l� for�ou a entrada de seu pequeno pau, logo j� tinha entrado, e Jo�o come�ou o movimento de vai e vem. Nisso escutei vozes, eram pessoas vindo em nossa dire��o. Pude escutar a voz de Pedro, muito bem Jo�o, hoje vamos brincar um temp�o, pois temos mais gente.

Tentei fugir das m�os de Jo�o, mais n�o consegui, n�o sabia quem estava como eles, somente sentia que tinham mais garotos para se aproveitarem de mim. Ameacei gritar, eles n�o se importaram, apenas falaram que se eu gritasse o pior iria sobrar pra galinha que tava dando o c� pros meninos. Ent�o Jo�o continuou bombando em mim, fez por um bom tempo, por�m n�o chegou ao orgasmo, pois Pedro o impediu, alegando que ele estava demorando demais.

Jo�o saiu de mim, e ent�o pude ver mais dois vizinhos, da mesma idade nossa prontos para entrar na festa.

Todos tiraram seu paus pra fora e ficavam se masturbando para manter a ere��o. Pedro se posicionou atr�s de mim, viu que eu estava molhadinha e parabenizou Jo�o.

Passou os dedos em minha bucetinha, e melou meu cuzinho para entrar melhor. Em seguida come�ou a for�ar a entrada do seu pau, como no outro dia, do�a muito, Pedro continuou impiedoso e em poucos segundos eu estava preenchida com seu pau. Sem d� meteu em mim, com movimentos rigorosos e com um ritmo que parecia que iria me atravessar, gra�as n�o demorou muito ele gozou me deixando melada com sua porra de menino. Em seguida o outro menino se posicionou e fez o mesmo, fiquei com nojo, pois um dele era fedido, tinha cheiro de urina.... mais n�o tinha outra alternativa, me via obrigada a ser objeto deles. E assim todos se aproveitaram de mim novamente, eu por minha vez, tinha ido a loucura, me sentia como uma cadela cada vez que meu rabinho era preenchido por eles, o excita��o era muito grande, por�m n�o cheguei ao orgasmo. Depois de terem me arrombado e me deixarem l� ca�da novamente, foram embora e eu mais uma vez fiquei l�. Desta vez por�m, como o tes�o era muito, levei minhas m�os at� minha buceta e me acariciei at� chegar no orgasmo. Depois me vesti e fui para casa.

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