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A PRIMEIRA VEZ...

Come�ava a chegar o ver�o e o dia estava quente, havia passado a manh� na escola, estava um pouco triste pois gostava de um garoto e parecia que ele n�o me enchergava, o havia visto v�rias vezes conversando com uma daquelas meninas mais "saidinhas" da escola, e aquilo me decepcionou muito.Sai da escola pensando em algo que podia fazer para conquist�-lo, perguntar a mam�e? N�o, ela era uma carola muito r�gida, controladora, sempre vasculhando minhas coisas e olhando minhas calcinhas quando eu �a para o banho, eu n�o compreendia o porqu�, eu era muito bobinha, meu pai havia morrido quando eu era bem pequena, agora com 19 anos, n�o conhecia nada, n�o sabia nada, mam�e n�o

conversava, s� dizia que eu n�o deveria de deixar os meninos se aproximarem de mim, dizia que os meninos faziam mal as meninas, mas eu me sentia atra�da por um menino, o que eu podia fazer?Eu tamb�m era bem t�mida o que dificultava a cominica��o com as outras meninas.Enquanto voltava da escola cogitando o que podia fazer, lembrei-me do tio Augusto, irm�o de mam�e, 38 anos,veio passar um mes

em nossa casa em fun��o de suas f�rias, uma pessoa aparentemente r�gida em seus conceitos, mas demonstrava simpatia por mim, sempre me olhava com um sorriso, e era o que parecia mais se importar comigo, sempre me perguntava como tinha sido a escola, da� eu pensei, quem sabe o tio Augusto n�o me orienta no que eu posso fazer...

Cheguei em casa como de costume, almocei e fui sentar na sala ver tv, eu ainda estava de uniforme, saia pregueada azul marinho, camisa escolar branca, o calor do dia dava uma certa "lesera" no corpo e eu deitei-me no sof� com as pernas apoiadas no bra�o do sof�, titio estava sentado noutra poltrona, j� havia feito as perguntas costumeiras, e eu estava

nervosa pois queria lhe falar sobre minhas d�vidas, e n�o tinha coragem, em determinado momento titio perguntou? O que tens hoje Lia? Pareces t�o nervosa, aconteceu algo na escola que n�o quiseste me contar? Eu, meio gaguejando, respondi: -N�o tio, � que tenho algumas d�vidas, e bem, n�o sei se o sr.poderia me ajudar..., pois mam�e � muito r�gida, n�o conversa comigo e bem... Ele suspeitando do teor da conversa, respondeu de pronto: Pode falar querida, n�o falarei nada para Ana, ser� nosso segredo, confie em mim. Eu j� me sentindo mais segura relatei o assunto e perguntei-lhe, titio o que posso fazer???

Ele pensativo, com um olhar que n�o consegui definir, perguntou: Voc� j� beijou algu�m? Respondi que n�o, que n�o sabia beijar, e que ningu�m havia tentado pois mam�e sempre dizia que eu n�o deveria deixar os meninos se aproximarem de mim.Ele ent�o perguntou-me se eu queria

aprender pois para conquistar um menino, no m�nimo eu deveria saber beijar, respondi que sim, e pedi ao tio que por favor que isto nunca fosse parar nos ouvidos de mam�e. Ele ent�o disse que poderia contar com ele. Titio vestia uma camiseta que deixava à mostra a musculatura dos bra�os,

e uma bermuda larga que mostrava um volume maior do que j� havia observado em outros homens.

Titio aproximou-se de mim e disse-me para fechar os olhos e ficar tranquila, e que eu n�o ficasse nervosa pois era normal algu�m como ele ajudar a sobrinha querida. Senti que minha calcinha �a sendo tirada aos poucos, e com meu sexo ficando à mostra senti algo que n�o conseguia definir, titio ent�o

ajoelhou-se e enconstando seus l�bios no meu sexo come�ou a me beijar, delicadamente... eu sentia um prazer t�o grande naquele beijo que pensava em n�o parar mais de beijar, enquanto titio me beijava o sexo ele dizia: que bucetinha deliciosa, e como "pulsa", que l�bios carnudos e deliciosos voc� tem...Abre mais as perninhas pro titio, abre..., disse ele, e ele mal terminou de falar e eu j� estava bem arreganhada, ele disse num sussurro - ...isso, assim..., com uma das m�os

ele procurou meu seio, acaraciando-o, apertando de leve o biquinho fazendo com que eu soltasse um gemido, ele ent�o ergueu-se um pouco e come�ou a beijar meus seios, e com a outra m�o ele acariciava a minha bucetinha, e dizia -como est� molhadinha...gostosa...ele ent�o perguntou se eu queria experimentar beijar tamb�m, eu respondi que sim, ent�o ele colocou para fora aquele volume que se escondia por dentro da bermuda e disse -beija o titio agora...� como mamar numa chupeta....ent�o eu deixei que ele chegasse perto e me oferecesse aquele membro que parecia que �a explodir...coloquei-o em minha boca, segurando bem firme com minha m�o e comecei a mamar... ele dizia - isto linda, mama na teta do tio mama, engole, tira o suco...- enquanto eu mamava ele soltava gemidos, e com m�o acariciando

minha bucetinha, ora ele enfia o dedo na fenda ora no cuzinho fazendo leves movimentos entrando e sa�ndo, quando pareceu que n�o �a aguentar mais ele ent�o, tirou a teta da minha boca, curvou-se sobre mim e come�ou a beijar ora meus seios ora minha boca, derrepente comecei a sentir algo grande tentando invadir minha fendinha, deslizava devagar, minha bucetinha estava t�o molhada, que mal sentia dor, aquilo era muito bom, eu gemia, e a cada gemido o corpo estremecia, ele tamb�m tremia...ele disse o tio s� vai colocar a cabecinha, pois n�o quero tirar tua pureza, ele fazia movimentos de vai e vem, eu mechia meus quadris pois queria sentir tudo, ele me segurava n�o deixando entrar tudo, foi quando senti um tremor intenso em meu corpo, o cora��o disparado, a respira��o parecia ter parado, ele ent�o levantou um pouco mais meu quadril, beijou minha bucetinha e enfiou seu enorme membro, enxarcado do meu suco, no meu cuzinho me dando mais prazer ainda, ficava repetindo, ...linda do tio..., com a respira��o totalmente ofegante eu senti seu corpo tremer ao mesmo tempo que o meu estremecia novamente soltamos juntos gritos de um prazer inigual�vel, prometemos um ao outro n�o contar nada a mam�e, e a partir daquele dia passamos a ter mais...Bem, vou deixar para a pr�ximo conto, se voc�s quizerem � claro.



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