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SEQ�ESTRADA-PARTE 2



Ana n�o se alimentou nada, e a noite por mais que ela tentasse n�o conseguiu dormir às vezes ela conseguia cochilar por alguns segundos, mas acordava assustada. Ela rezava para que a pol�cia a resgatasse at� a terr�vel 5 da tarde, chegava a fantasiar com eles entrando armados e a libertando, enquanto ela agradecia com alegria e al�vio.



Eram apenas fantasias, uma ang�stia matinal foi aumentando a n�veis insuport�veis durante todo o dia e com o entardecer, foram as horas mais longas e duramente cru�is de sua vida. Chegou a �ltima meia hora aonde um terr�vel frio apertava seu est�mago, ela se perguntava o que ela tinha feito pra merecer aquilo que ela estava vivendo, ela tentava acreditar que nada iria acontecer. Os �ltimos 5 minutos chegaram e parecia um pesadelo ao vivo que a faria enlouquecer, sua respira��o acelerava e seu est�mago parecia estar congelando, assim que o ponteiro dos minutos apontou 5 da tarde ela escutou o barulho deles cantando pelos corredores e a entrada deles no quarto, seu cora��o parecia que iria sair pela boca:



-Ent�o princesa? J� est� preparada ?



O desespero, o pavor no olhar de suas v�timas pelo estupro anunciado era uma das coisas que eles mais se lembravam, al�m � claro do calor de seus corpos e de suas partes mais �ntimas. Ana gritou desesperadamente, esperando que algu�m ouvisse. De nada adiantou, entraram 5 homens no seu quarto cantando e sorrindo sarcasticamente, um deles trazia uma c�mera de v�deo. Ela tentou afasta-los mas eram muitos, eles a pegaram pelos bra�os e a atiraram na cama, dava pra ver sua respira��o acelerada. O p�nico fez com que ela momentaneamente perdesse o controle sobre sua bexiga, v�-se sua calcinha branca molhar e a urina escorrer pela parte interna de suas coxas e molhar a parte de tr�s da calcinha e a cama.



Eles viam aquela urina e riam, era divertido pra eles ver uma humilha��o a mais que elas se impunham sem querer.



-Olha a princesa, se mijando toda! Risos

-Vamos ter de limpar a coitadinha.

-N�o! Paara!



Eles arrancaram sua camiseta e sua calcinha enquanto ela esperneava como um pobre animal desesperado.



-Segura direito as perna dela! Isso, com for�a, cara!



Ela conseguiu arranhar um bra�o, em troca recebeu um tapa que a fez ver estrelas. M�os passavam por todo seu corpo, tocando suas n�degas, barriga, pernas e seios.



-Deita ela a� na cama, porra! Vai!

Ela foi colocada com a barriga pra cima , eles usam sua camiseta para limpar suas pernas e outras partes molhadas de urina enquanto Ad�o se sentou na altura do seu abd�men, com os joelhos apoiados na cama, imobilizando a indefesa v�tima com seu peso, que ainda esperneava e se contorcia tentando se livrar do bandido com todas as for�as, tentando levantar e seu quadril e contorcendo seu t�rax para tira-lo de cima. Ana se debatia mas era f�cil pra quem olhasse perceber que o fato dela ser uma mulher relativamente pequena e ele um homem bem maior tornava o esfor�o totalmente in�til. Ele segurava os bra�os dela enquanto seus homens a seguravam pelos tornozelos e abriam suas pernas, expondo seu sexo. Outro homem segurou seus bra�os sobre a cama .

Ad�o come�ou a tocar os seios de sua indefesa v�tima, passando as m�os sobre eles, apertando e moldando entre suas m�os com uma certa for�a, sentindo a maciez e consist�ncia de seus seios e usando os polegares e os indicadores nos mamilos e eventualmente puxando levemente enquanto olhava para a pobre v�tima, que se debatia sem prote��o enquanto sentia aquelas m�os �speras e fortes em seus seios, humilhada por n�o poder evitar que aquele homem brincasse com eles.

Ad�o abria um tubo com lubrificante �ntimo. Enquanto ele lambuzava com o lubrificante o sexo de Ana, ela tentava mexer os quadris para evitar sem sucesso que ele mexesse ali. Sentindo os dedos daquele homem grosseiro em sua vagina, Ana se desesperou ainda mais, ficou ainda mais claro que o estupro era inevit�vel.



-N�o, para... N�o! Sai ... Para...



Ele abaixou sua cal�a e sua cueca azul revelando seu p�nis. Apavorada ela tentava evitar olhar para aquele p�nis mas n�o conseguia deixar de sentir o cheiro que ele exalava e de perceber aquele �rg�o ereto, vermelho e brilhante, maior do que de seus antigos namorados.



-Agora tu vai ter o que merece, putinha!



Agora Ad�o se afasta e se posiciona por entre as pernas de Ana, que ainda se debatia, ela estava absolutamente apavorada, era o medo mais real que ela poderia sentir.



-N�o, por favor! Por favor... N�o... N�o, pelo amor de deus, ...por favor n�o!



Aqueles momentos que elas imploravam para serem poupadas eram momentos muito excitantes para ele, ele se deliciava ao ouvir as vozes desesperadas de suas v�timas à beira do estupro, Ana ainda mexia os quadris inutilmente para tentar evitar que ele a penetrasse.

Ele posicionou o seu p�nis na entrada da vagina dela enquanto ela ainda implorava:



-N�o, por favoor, n�o! N�o, por favor, ... nNNN����aa...! AAAAAAAAHH!!



Com um longo e lento movimento ele penetrou em seu corpo, ela aumenta seus protestos e l�grimas come�am a escorrer de seus olhos. Estava acontecendo o pesadelo, um pavor indescrit�vel, uma sensa��o, quase certeza de que ela morreria de tanto medo ao sentir aquele p�nis quente e r�gido penetrando em sua vagina. Seu p�nis desaparecia dentro do sexo de Ana, ele manteve dentro dela por longos e s�dicos segundos, estava tomando posse definitiva de sua v�tima, sentindo o calor de seu corpo que se debatia apavorada e humilhada com aquele p�nis pulsando dentro de sua vagina.

Ent�o ele retirou lentamente de dentro dela e de novo penetrou nela bem devagar, enquanto permanecia olhando fixamente para seu rosto assustado. Ele retira de novo e penetra novamente, come�ando a fazer os movimentos grosseiros sobre o corpo de sua v�tima, com respira��o ofegante e saboreando sadicamente cada instante, j� que ele sentia um enorme prazer em estuprar jovens “riquinhas e orgulhosas”, como ele dizia.



-AAAAHHHHHhhh! Nn���oooo!



Ela ainda escutava o barulho cont�nuo dos outros membros da quadrilha gritando, chamando-a de “putinha” e incentivando seu chefe a “foder a gr�-fininha” Ele continuava dando estocadas com seus quadris no corpo de Ana, numa mistura de sadismo e prazer sexual, enquanto se deliciava olhando para seu rosto e sorrindo, mostrando para a pr�pria v�tima seu prazer em subjugar.

Seus movimentos foram ficando cada vez mais ritmados e fortes, fazendo os quadris de Ana involuntariamente acompanharem os movimentos de seu corpo, enquanto ela gritava apavorada, nunca tinha sentido tanto pavor na vida, tudo na vida dela se resumia nesse momento a sua vagina sendo invadido por aquele p�nis quente e r�gido, ela tinha a n�tida certeza que sua vida estava acabando ali, de uma maneira crua, b�rbara e sem sentido. Sua mente estava completamente tomada pela terr�vel curra, era como se ela estivesse dentro de um pesadelo terrivelmente real, repleta de sons, cheiros, dor e humilha��o. Ela j� n�o se importava em n�o parecer desesperada, ela n�o se preocupava com mais nada, apenas gritava e chorava.



-AAAAahhhh! N�o! Para, para! N�o, por favor..., pelo... amor... J� chega...



Seus movimentos passaram a ser mais r�pidos e violentos e ap�s alguns minutos ele goza, solta um suspiro abafado de al�vio e prazer, enquanto ela sente seu esperma quente espirrando dentro de sua vagina.



Nesse instante ela j� estava chorando compulsivamente enquanto Ad�o largava seu corpo sobre o dela,

tinha acabado o primeiro estupro, ela tinha sobrevivido . Ele se levantou dando um sorriso maldoso segurando suas cal�as para dar lugar ao outro que j� estava abaixando as suas. O segundo se posicionou entre suas pernas, colocou seu p�nis na entrada da vagina de Ana e sem cerim�nia a penetrou come�ando seu movimento, para seu desespero.



Depois que este gozou dentro dela mais um a estuprou, depois outro, seu corpo j� estava coberto de suor, ela j� estava entregue e n�o debatia mais, apenas gemia enquanto olhava para o teto num olhar perdido e derrotado. V�rios pensamentos passavam fugazmente pela sua cabe�a, seu namorado, pais, emprego, amigos... ser� assim que eu vou morrer? Quando o �ltimo terminou, eles a soltaram e ela ficou parada, tinha sobrevivido, tinha acabado o pesadelo. Ela se virou pro lado com as pernas levemente flexionados, numa posi��o fetal, enquanto Ad�o falava:



-Viu s� como n�o foi t�o ruim assim princesa? Ent�o? Gostou n�o gostou? Agora pela porta dos fundos,

como dizia uma antiga patroa minha!



Deitaram-na de bru�os na cama enquanto tentavam segurar seus bra�os. Ainda n�o tinha acabado.

- Calma, voc� vai gostar vadia!

- Aaaaaaahhhh! N�o! N�o! N�o...

- Segura os bra�o dela com for�a! N�o deixa espernea!



Ana esperneava com todo o seu desespero, a sodomia seria algo que ela n�o aguentaria. Ela n�o fazia sexo anal com seus namorados a menos que estivesse realmente envolvida, para ela era uma esp�cie de “entrega total”. Puxaram seus cabelos para tr�s que fez com que ela levantasse sua cabe�a e colocaram uma morda�a feita com um len�o com um n� dentro de sua boca.

Algemaram mais uma vez seus bra�os para tr�s e a colocaram de joelhos e seguraram seu rosto contra a cama, levantando sua bunda, expondo seu �nus. Ad�o era o primeiro novamente ele abaixou as cal�as e se posicionou atr�s da pobre v�tima. Um dos homens segurava seu rosto na cama e outros seguravam suas pernas e seus bra�os.



Ad�o passou as m�os nas n�degas de Ana, apalpando e se deliciando com suas n�degas, colocando um dedo no seu �nus fazendo com que ela se debatesse e grunhisse pra ele parar.



- Aaah! Nada como uma bundinha gostosinha pra aliviar nossa vontade... Eu tenho muito tes�o por bundinhas de burguesinhas como essa!



Ad�o usa o lubrificante no �nus de Ana, enquanto ela se debatia. Ele coloca as m�os nos quadris dela, posiciona seu p�nis na entrada do �nus dela e suspira:



- Acho que riquinhas, filhinhas de papai como voc� n�o t�o acostumada com essas coisa, n�o �, meu bem? Agora voc� vai ver o que � bom!



Ela tentava implorar pra ser poupada, mas s� sa�am grunhidos irreconhec�veis atrav�s da morda�a e um olhar de desespero.



Com um longo e lento movimento ele penetra seu p�nis que desaparece nas n�degas da arquiteta.

- MMMMMMRRFFGGH!!!



Ele suspira e mant�m seu membro dentro do corpo dela, sentindo aquele calor delicioso que envolvia e apertava seu p�nis. Ana se desespera ao sentir a terr�vel dor e a humilha��o daquele p�nis duro arrega�ando seu �nus, pulsando e tocando nos seus intestinos, involuntariamente os m�sculos de seu reto se contraem, tornando a sodomia ainda mais dolorosa. Ela sentia uma dor como se ele estivesse enfiando seu punho, sua vista escurece. Ele tira seu membro devagar e penetra de novo lentamente, esperando que ela sentisse cada cent�metro cada mil�metro entrando... bem devagar.

Nesse momento ela perde os sentidos, percebendo que ela desmaiara, eles jogam �gua no seu rosto para que ela recobrasse a consci�ncia.



Ad�o retira e continua o movimento pra dentro e pra fora, mais ritmado e forte, segurando os quadris dela e puxando o corpo dela contra seu p�nis, dava pra ouvir o barulho de seus quadris batendo nas n�degas da pobre arquiteta que balan�ava para frente e para tr�s quando ele fazia os movimentos de ataque, respira��o ofegante, aproveitando o m�ximo poss�vel, j� que se sentia realmente muito atra�do por ela. L�grimas correm pelo rosto da v�tima, que tinha o corpo ensopado de suor.

Depois de longos minutos com grosseiros e gradativamente mais r�pido movimento de ataques de quadris sobre a indefesa v�tima, que grunhia despesperada. Ad�o goza dentro dela, soltando um suspiro, uma mistura de al�vio com prazer s�dico.



-Aaaaaahhhhh... Del�cia...!



Ana sente o l�quido quente sendo ejaculado dentro de seus intestinos, foi o momento mais humilhante de todos, ela se sentiu suja e insignificante, n�o era mais dona da parte de seu corpo que ela considerava mais �ntima.



Ele tira seu p�nis do �nus de Ana que tem uma estranha sensa��o de vazio atr�s de si, ele d� um tapa na lateral de suas n�degas e se retira, para breve al�vio da arquiteta, que teve a impress�o de que sua sodomia havia durado horas. Ela tem vontade de defecar, mas logo a seguir um segundo membro da gangue desabotoa sua cal�a e sobe na cama. Ela protesta desesperada.



- NNNNNNNIIIIIHHHHNNN!



O pr�ximo coloca as m�os na cintura dela e penetra em seu �nus fazendo seu p�nis desaparecer dentro do �nus da arquiteta. Ele rapidamente come�a a fazer seus movimentos animalescos sobre ela enquanto Ana tentava se debater com todas as for�as. Depois de v�rios minutos ele tamb�m goza e � substitu�do por outro. E depois por mais um.

Em alguns momentos durante a sodomia sua vista escurecia e ela chegava a desmaiar por alguns segundos. Quando o quinto homem se colocou atr�s ela tem o corpo ensopado em suor, do seu �nus j� escancarado escorre o esperma dos estupradores e ela j� n�o tem for�a para se debater, ela apenas grunhe uma mistura de protesto, choro e desola��o, sua mente estava despeda�ada. Seu rosto estava transformado depois de chorar muito, olhos vermelhos e inchados com l�grimas descendo pelo rosto e ranho escorrendo pelo nariz e contornando sua boca.



Ele termina de gozar no �nus da arquiteta e se afasta. Eles retiram suas algemas e morda�a de onde saiu baba que pingou sobre seu queixo que ela limpou debilmente com as costas da m�o. Ela est� desolada, tinha passado pela experi�ncia mais degradante e arrasadora de sua vida. Ela novamente fica de lado, com as m�os entre as pernas chorando como uma crian�a, enquanto eles sa�am sorrindo e ajeitando suas cal�as deixando ela nua e arrasada, mais tarde ela foi ao banheiro defecar e se limpar.



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