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MEU AMIGO VIROU CORNO ESUA MULHER MINHA AMANTE

Conheci Paula uma mulata de deixar qualquer um de queixo caido na festa de aniversario de Valter um amigo da empresa; uma boa parte do pessoal do escritoria havia sido convidado e a festa estava animada regada a cerveja; churrasco e caipirinha; Valter apresentou a Paula como sua mulher; e que mulher; ela estava trajando um vestido de noite, bem colado ao corpo; ok fazia com que todos sem exce��o olhasem para ela com dzjo; sua pele negra ressaltava sob o vestido de um branco acetinado; ela tinha um corpo escultural um bunda firme empinada, labios carnudos, seios fartos e bicudos que pareciam que iriam cortar o tecido; seus seios ficaram entumescidos e salientes haja visto o frio que fazia naquela madrugada de outono; n�o havia naquela sala um s� homem que n�o estivesse dzjando ter aqueles seios em sua boka e ma�s; ela tinha olhos castanhos escuros penetrantes e sua boka carnuda era um convite a LUXURIA.

sou tarado por boka e posso dizer sem sombra de duvida que ela tinha uma boka linda, fiquei imaginando como ela devia beijar gostosso, ou como ela deveria chupar gostosso?

Envolto em meus pemsamentos nem percebi quando ela chegou perto de mim e disse: ent�o � vce que atende o telefone quando eu ligo pra empresa? disse que sim e ela me falou voce tem uma voz muito bonita, vc ja foi locutor ou algo parecido, respondi que n�o que a voz era dadiva da natureza mesmo, disse a ela que bom que voce gostou da voz; ela disse voce deve deixar as menininhas loucas com essa voz n�o �; me fiz de desentendido e perguntei porque? ela me falou que eu tinha uma voz firme e que isso faz com que as mulheres viajem um pouco;

Olhei emm volta pois n�o queria ser pego em uma saia justa, cantar a mulher de meu melhor amigo em sua festa de aniversario era algo que n�o havia me passado pela cabe�a; mas naquela altura isso me excitava; os convidados estavam conversando e o Valt�o mantinha um papo animado com uma loira do escritorio que ja tinha sido tra�ada por metade da reparti��o, ent�o resolvi perguntar a Paula algo mais ousado; encostei minha face em seu onbro discretamente e perguntei-lhe: E voce por um acaso ja deu asas a sua imagina��o apos ouvir minha voz ao telefone? ela me respondeu que sim e que no primeiro dia que houviu minha voz ao telefone teve um arrepio gostosso; fiquei louco aquela mulata; a filha da puta tava me dando mole em plena festa; eu tinha que bolar um modo ficar a sos com ela mas como?

A festa terminou sem mais frescuras e os convidados estavam indo embora eu fui me desedir do Valtao e ele disse dorme aqui porra a essa hora n�o tem mais onibus, sua esposa disse fika aqui nimguem morde n�o,

Arrumaram um lugar na sala pra mim dormir; mas eu nao consegui pegar no sono s� pensava na boka da mulata; vi quando a luz do corredor ascendeu e olhei entre a penunbra aquele monumento de mulher so de calcinha e sem mais nada; indo ao banheiro; fiz que estava dormindo so pra ver ok aconteceria, Paula veio ate mim no sof� eu estava vestindo um shorts do marido dela que por ser mais gordo que eu estava bem folgado, ela se ajoelhou no chao e pos a mao por dentro do shortz segurando com carinho o meu cacete; que a essa altura ja dava os primeiros sinais de vida; era uma mistura de tes�o e medo a situa��o era excitante a mulher de meu melhor amigo pegando em meu cacete; ela apertou carinhosamente a cabe�a da vara e puxou o danado pra fora; a essa altura n�o dava mais pra disfar�ar olhei bem em seus olhos como que procurando palavras, ela me disse n�o se preocupe que voce � o presente de aniversario de meu marido, levantei a cabe�a e pude ver a sombra de Valter que sentado na porta de seu quarto alisava o cacete e olhava pra nos com olhar de tes�o; eu sabia que ele tinha fantasia de ser um voyer; porem n�o imaginei tal situa��o; me levantei do sofa e fiquei totalmente nu se era putaria que ele queria isso ele teria ascendi a luz de um abajur que deixava a sala a meia luz e disse vem aqui Valt�o senta aqui perto e ve como a puta da sua esposa chupa gostosso o meu pau; ele mostrava que estava louco de tes�o e ela dizia ta vendo corninho como sua putinha chupa gostosso.

Deitei Paula no sofa e comeceia chupar sua buceta; que a essa altura esta ensopada o cheiro de femea no cio empregnou o ar ela dizia olha corninho filho da puta como ele me chupa gostosso, nao falei que ele tinha uma lingua gostossa; olha como eu gozo gostosso na boka dele, olha filho da puta e se acaba na punheta pois hoje o teu amigo � meu macho e vai me fude gostosso; coloquei ela de quatro e quando fui penetrala ela dise espera um pouco; O corninho vem aqui e pega na pika de seu amigo poe ela na minha buceta, Valter parecia ensandecido e cheio de tes�o como um servi�al fez ok sua esposa mandou e ficou olhando enquanto eu a fodia com for�a; ela o xingava e dizia que ele n�o era macho pra ela agora sim ela havia encontrado um macho gostosso; gozei como um louco pois essa havia sido uma das fodas mais loucas que ja havia dado ate o momento; aos isso fomos os tres para o quarto e so saimos de la quando o final de semana havia terminado. Temos uma rela��o aberta e Paula � feliz; temos um filho que foi registrado como se fosse de Valter; que de certa forma tambem � pai.



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