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MARTINHA � NINFETA VIRGEM � PARTE TR�S

Martinha – ninfeta virgem – parte tr�s



Meu nome � BABINHA e sou casada com o hoteleiro, que � meu amo e senhor

Mais agora, ali, naquele momento Martinha era uma propriedade minha e eu a daria de presente para meu marido e senhor.

Tenho certeza de que ele vai adorar o meu presente.

Levantei cedo, e Martinha ainda dormia, me aprontei rapidamente, deixei um bilhete sobre a cama e sai.

Logo abaixo de meu pr�dio, tinha uma boutique de biqu�nis e resolvi que ir�amos a praia e ela com certeza n�o tinha um biqu�ni apropriado.

Comprei um que achei o maximo, pois a visualizei vestida nele, ou seja, quase nada para esconder. Passei pela padaria, comprei nosso caf� da manh� e subi. Cheguei e ela ainda dormia, ela estava escancarada na cama, toda abertinha, vendo aquilo minha xota come�ou a umedecer , tirei minha roupa, deitei-me na cama, e vagarosamente coloquei minha boca em sua xotinha e a lambi at� senti-la ficar todinha melada... s� que a safadinha j� estava acordada e pedi entre gemidos que eu enfiasse minha l�ngua dentro dela o Maximo que pudesse, e assim o fiz, dei-lhe uma mamada bem babada, e ela logo come�ou a corcovear tal qual uma eguinha arisca, e juntinhas gozamos gostoso.

Mandei que ela se arrumasse, pois ir�amos a praia, queria que ela estivesse com marquinhas de biqu�ni quando nosso amo e senhor chegasse, e queria que ela causasse boa impress�o para ele.

Quando ela saiu do banheiro, vestidinha com o biquininho, quase tive outro orgasmo, ela estava linda, o biquininho esta da forma como eu havia imaginado, ou seja, quase nada para cobrir, a parte de traz era uma pequena tira, fininha, que deixava sua bundinha com as duas bandas separadinhas, e a parte da frente era de cortinha, ou seja, arrumar�amos da forma que quis�ssemos j� na praia, e ela j� havia sa�do do banheiro com a cortinha bem fechadinha e seus l�bios eram vis�veis, pois os mesmos quase soltavam para os lados.

Falei com ela que ir�amos a uma praia bem distante, para que ela pudesse se queimar todinha por igual.

Entramos em meu carro, que era todo em vidro bem negro, pois quem estava fora n�o via nada dentro, e fomos em caminho a Barra da Tijuca, e escolhi a parte da reserva para ficarmos, pois ali era sossegado e apenas alguns abelhudos iam para l�, mais iam para ver as meninas e mulheres de top less... era tudo que precis�vamos.

Aproveitamos nosso dia na praia, onde a deixei bem exposta aos raios solares e aos olhares dos passantes e fizemos algumas fotos dela, onde pudemos mostrar toda a plenitude do que ela poderia a vir oferecer futuramente... tinha certeza de que ela iria adorar se ver fotografada da forma como foi.

Ficamos na praia at� quase 19.00 horas, aproveitando ao maximo o famoso hor�rio de ver�o, e a trouxe toda do jeito que eu queria que meu amo e senhor a visse na noite do dia seguinte... linda, nua e toda marcadinha do sol... ele adorava ver uma mulherzinha assim e eu adorava satisfaze-lo em todas as suas vontades.

Como chegamos bem cansadas, tomamos um banho demorado, onde procuramos relaxar ao maximo, e ficamos na sala vendo televis�o, onde ficamos namorando com beijinhos na boca, passadas de m�os em nossos seios e xota e dedinhos enfiados em nossos cuzinhos... sentia que ela adorava tudo aquilo que est�vamos fazendo, pois quando eu colocava meu dedo em seu cuzinho, ela chegava a se arrumar para sentir o dedo todo dentro dela... apenas as vezes sussurrava em meu ouvido... tia babinha... cuidado que eu sou caba�o... e eu rindo dizia que aquele cabacinho tinha dono, e n�o dona, e ela me perguntava se meu marido ia tirar seu cabacinho, ai eu segurava seu rostinho entre minhas m�os e perguntava-lhe se era isso que ela queria... e ela respondia que se eu quisesse ela daria o cabacinho para ele... mas ai eu cortava o barato dela, dizendo-lhe que ele s� iria tirar seu cabacinho se ela pedisse a ele... mais ela teria que pedir, se n�o ele s� iria fuder o seu cuzinho... e ai ela gozando dizia que ela n�o ia pedir... que ela iria implorar para ele faze-la mulher, como havia feito comigo.

E desta forma, fomos para o quarto dormir, onde ficamos agarradinhas e juntinhas at� que o sono nos venceu e dormimos cheias de tes�o, pensando na noite do dia seguinte.

Depois conto mais...

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