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INICIA��O DE UMA DEUSA ANAL I

Talita olha-se em frente do espelho e a imagem n�o lhe agrada. Mesmo sendo uma legitima loirinha com olhos azuis brilhantes, rosto angelical, seios pequenos, mas ancas plenamente desenvolvidas que j� desenha uma das mais belas bundas que o mundo do entretenimento vai ver futuramente, n�o se sente satisfeita com esse visual.

S�o os seios pequenos que incomodam a Talita. Aos quatorze aninhos, quase quinze, esta bel�ssima adolescente n�o entende porque seus seios n�o crescem na mesma proporcionalidade de sua bunda. E devido a isso e somente a isso ela se sente sem atrativos.



Ningu�m entendia como uma jovem t�o bela pudesse ser t�o t�mida e arredia à socializa��o. Ningu�m tamb�m podia imaginar que Talita fazia de sua solid�o uma eterna masturba��o. Em qualquer lugar, a qualquer hora que ela quisesse, bastava apertar as coxas uma na outra para que sua xotinha fosse pressionada pela contra��o e descontra��o dos m�sculos e ela chegasse ao orgasmo.

Aos doze anos descobrira na su�te de seus pais uma revista com fotografias pornogr�ficas. Na malicia pr�pria da adolesc�ncia, Talita roubou esta revista para si. Desde ent�o ela se imaginava como as hero�nas, que sem exce��o eram triplamente penetradas. As �nicas coisas que ela n�o tinha ainda feito era saber o gosto do esperma e se deflorado vaginalmente.

Mas imitar um boquete numa banana descascada enquanto se masturbava, era coisa frequente.



Ultimamente, ela se acostumava mais e mais com o vai e vem de um cenoura no anus. Ela tinha come�ado com uma banana e pouco a pouco foi sentindo que poderia injetar coisa mais grossa no cusinho. Ela n�o conseguira se auto deflorar vaginalmente, pois a dorzinha a intimidara.



Agora, perto de completar quinze anos, Talita quando queria se masturbar em grande estilo, levava um pepino ou uma cenoura e duas ou tr�s bananas para o quarto.

O legume escolhido era introduzido no anus e um outro esfregado na xaninha. A banana lambida, chupada e assim que ela gozava, totalmente despeda�ada com os dentes.

O incomodo com Talita era que as hero�nas da revista eram, sem exce��o, peitud�ssimas.



Alguns meses antes de completar quinze anos, junto com seu irm�o g�meo, souberam que iriam mais uma vez a Disneyl�ndia, Seu irm�o Junior ainda vibrava com essas viagens. Talita h� muito achava enfadonho e s� n�o reclamava, pois fantasiava estar sendo estuprada pelo Pato Donald, Mickey e Cia.!

Desta vez os pais n�o os acompanhavam. Incumbiram Rafer, o melhor amigo do pai dela e vice-presidente do conglomerado empresarial. Na verdade, Rafer tinha que ir a Miami para finalizar um importante neg�cio.

No primeiro dia, enquanto Rafer foi tratar de seu assunto, Talita decidiu ficar na piscina do hotel enquanto Junior partia pra Disneyworld com os dois seguran�as.





Quando Rafer voltou, satisfeito com o resultado, encontrou Talita conversando animadamente com um grupo de rapag�es no bar a beira da piscina. A principio ele se surpreendeu com a s�bita desinibi��o de Talita e at� achou saud�vel que isto estivesse acontecendo, pois todos j� estavam preocupados com o comportamento arredio dela.



Mas, naquele momento era de bom tom ele d� uma freada no entusiasmo da inocente ninfeta.

- Hi, guys! Pessoal, sinto muito, mas tenho que tirar esta maravilhosa gatinha de voc�s por uns instantes. A m�e dela est� ao telefone...



Os garot�es protestaram em goza��o e Talita acompanhou Rafer com as fei��es zangadas. Rafer explicou que n�o tinha nada contra que ela conversasse com rapazes, mas n�o gostaria de v�-la desaparecer com um deles. Ele pediu que ela lhe prometesse que lhe diria pra onde iria e que sempre estivesse a vista dele.



Talita ficou vermelha de raiva. Ela imaginava realizar, ali com aqueles rapazes, todas as proezas que suas hero�nas da revista faziam. Na sua j� madura e maliciosa mente feminina, o que ela fizesse ali, ningu�m ficaria sabendo l�!



Rafer n�o entendeu o porqu� dela ficar de cara amarrada, pois ele achava que estava sendo o mais liberal poss�vel. Ele notara que apesar dos quinze anos incompletos, Talita era um mulher�o!

Tinha o mesmo corpa�o da m�e, Cintia. S� faltava um pouco mais de volume nos seios.

- Escuta Talita, sinto que essas viagens a Disney n�o te agradam mais. Voc� � uma mocinha, mas tem j� um corpo de mulher feita. Acho tamb�m que voc� � bastante madura pela sua pouca idade e sei o quanto � dif�cil os adultos entenderam uma “adulta” como voc�.

- Entendem nada! Todos voc�s s� querem que eu obede�a ao que voc�s ordenam!

- Sim, � verdade. N�s achamos que, por voc� ter s� quatorze aninhos, ainda precisa de ama-seca. � um absurdo se pensar assim.

- Vou fazer quinze em tr�s meses! E por que voc� seria diferente dos outros? Voc� nunca me entenderia!

- Bom, vamos ver! Me diga uma coisa, um desejo privado seu, para ver se voc� tem raz�o.

- Todos me acham a rainha das beleza. Eu sinceramente, me acho feia, desinteressante. E falo isso de verdade, n�o para buscar elogios. Voc� v�... eu n�o tenho seios!

- Aah! N�o � poss�vel voc� estar falando um absurdo desses! Voc� � a garota mais sensual que h� aqui neste resort! Voc� teve provas disso ainda h� pouco, l� na piscina.

- Ainda bem que voc� n�o veio com esse papinho de que eu sou bonitinha... Voc� acha mesmo que sou sensual?

- Sem d�vida! Te digo mais; vamos dar um passeio e comprar umas roupas pra voc� que vou te levar pra jantar.

- Sem o Junior, ok?

- Sem o aborrecente do teu irm�o! Agora v� se trocar enquanto eu tomo um banho.



Rafer ao falar a verdade sobre os atributos f�sicos da filha de seu melhor amigo, percebeu que realmente ela era j� um mulher�o. Como n�o podia deixar de ser, seu imenso caralho tamb�m percebeu. Masturbando-se, uma s� gozada n�o foi o suficiente.



O que Rafer ignorava era que Talita em vez de ir trocar o biqu�ni na pr�pria suite, ficou esperando ele entrar no banheiro. Abrindo uma fresta na porta ela tinha a vis�o da nudez daquele macho quase quarent�o, se masturbando vigorosamente. Quando ele ejacula, o esperma ricocheteia no vidro do Box a frente dele.



Talita mesmo se acariciando, chega bem perto do �xtase, mas n�o consegue gozar. A superexcita��o a empurra para algo mais do que sua m�ozinha pode fazer. Ela tenta e tenta, mas em v�o.

Rafer sai do box e pega uma toalha e se dirige pra sala enxugando os cabelos. Ao mesmo tempo,

Talita fica paralisada e n�o consegue retirar a m�o de dentro do biqu�ni. Ela consegue dar uns dois passos para tr�s e se prepara para correr quando a porta se abre e Rafer se depara com vis�o voluptuosa da bela adolescente com a m�o dentro das calcinhas.



Rafer se assusta ao mesmo tempo em que sua rolona sobe como um guindaste e bate em seu baixo ventre. O sangue corre acelerado por todo seu corpo e o mesmo acontece com Talita. Dez segundo depois, � a rola dele que esta por dentro das calcinhas da safadinha ninfeta, enquanto os dois se beijam ardentemente.

Na sua experi�ncia de quase quarenta anos, Rafer sente que o tremor de Talita n�o � s� de excitamento. Ela n�o p�ra de mexer e solu�ar convulsivamente. Ele ent�o, interrompe o beijo e rapidamente a faz virar-se. Com uma das m�os ele segura firmemente o pulso dela e com a outra m�o lhe aplica na bunda duas palmadas inicialmente. N�o � o bastante. S� na quinta palmada ela retesa o corpo e o encara com os belos olhos azuis arregalados.



Com a m�o que est� sendo presa pelo pulso, involuntariamente encontra a grossura da tora de Rafer e a enla�a com os dedos. O quase quarent�o segura pelos cabelos da jovem de quase quinze aninhos e a beija novamente com o mesmo ardor. Dessa vez ela responde ao beijo se esfregando sensualmente no corpo dele sem largar-lhe a piroca. Suavemente ela desfaz o beijo e lhe sussurra.

- Me bate de novo! Me espanca...



Talita volta a ser beijada com sofreguid�o, enquanto Rafer a vira de lado pra si e d�-lhe um, dois, tr�s tapas. Os formosos gl�teos dela estremecem formando pequenas covinhas. Talita sabe que agora nada a vai impedir de gozar intensamente.

Por sua vez, a rola de Rafer est� pressionada entre o pr�prio baixo ventre e a curva do quadril dela, j� derramando o gozo que est� por vir.



Ele sabe que se der mais alguma palmada, ir� gozar ali mesmo. Tomada por pura luxuria, Rafer puxa Talita para o sof� e a posiciona de quatro ao longo do assento. Ela faz todas essas a��es como um aut�mato j� que o gozo se acumula cada vez mais em seu grelinho e nos mamilos rosados.

Rafer se acomoda a frente da ninfeta e deixa que a pr�pria natureza de sua feminilidade fa�a acontecer o que se espera. Os olhos semicerrados de Talita encaram languidamente a coluna rosada entrela�ada de veias azuis com rastros brilhantes do liquido que escorre da boca do alto da glande como se fosse um vulc�o.

Talita avan�a um pouco mais at� seu busto ficar encostado por cima da coxa de Rafer enquanto a boquinha sente pela primeira o sabor de um macho.

Sabendo que ela vai se engasgar com a explos�o de semem dentro da boquinha, Rafer p�e uma m�o em concha no alto da cabe�a dela e goza dando urros e mais urros enquanto com a outra m�o lhe d� seguidas palmadas.

Talita enfim encontra seu intenso orgasmo e para n�o engasgar com o volume da ejacula��o, ela escancara mais a boca permitindo que parte da explos�o escorra para fora da boca enquanto a outra parte escorrega pela sua garganta abaixo.



Cinco minutos depois, Talita est� aparentemente desfalecida com o belo rosto todo melado e por cima da rola semi endurecida de Rafer. Ele abre os olhos e a bela vis�o do corpo dela em posi��o fetal, mas com a cabe�a apoiada na pr�pria virilha, faz sua libido aflorar a pele novamente.

Talita sente o intumescimento muscular da rola que logo ir� possu�-la. Ela rosna feito uma gata, voltando a si. O odor que lhe penetra nas narinas tem o efeito afrodis�aco. Ela desperta de vez e tem a grata surpresa de ver a rola endurecida a sua frente, somente para si.



Rafer lhe acaricia as n�degas com uma das m�os enquanto com a outra acaricia os cabelos ao mesmo tempo em que os impede de atrapalhar a fela��o que Talita lhe faz.

- Cuidado com os dentinhos... minha princesinha, devagar! Assim, assim. � inacredit�vel como voc� faz isso t�o bem...



Talita d� gra�as por haver praticado nas inumer�veis bananas desde que ela vira umas fotos numa revista pornogr�fica. A sua respira��o come�a a se acelerar a medida que o excitamento dela aumenta. Percebendo isso, Rafer interrompe o boquete, havendo um protesto nas fei��es dela e um fio de baba ligando a ponta da glande ao l�bio inferior dela.

Rafer a deita de costas no sof� e ajoelhando-se entre as coxas dela beija com suavidade toda a parte de cima do monte de Venus por uns poucos minutos. Em seguida as partes internas das coxas perto da xotinha. Talita rosna e mexe os quadris lentamente mais em ritmo descompassado.



O melhor amigo do pai de Talita, volta e meia d� uma forte e longa lambida na rachinha e volta a tortur�-la com os beijos ao redor da xaninha e nas coxas. Ela j� come�a a rosnar mais alto e seus movimentos se tornam mais nervosos.

Chega o momento que Rafer esperava. Talita subitamente leva as duas m�os at� a cabe�a dele, levemente grisalha, e a puxa de encontro ao centro de sua xaninha totalmente babada. A luxuria toma conta de Rafer que sente a compuls�o de deflor�-la com a rombuda l�ngua que serpenteia pelo clit�ris e no sens�vel tecido do h�men.



O gozo da ninfeta vem t�o forte que ela chega a arquear os quadris, apertando a cabe�a do melhor amigo de seu pai, entre suas grossas coxas.

Rafer tem a sensa��o de sentir um leve gosto de sangue como que glorificando a sua vol�pia de t�-la deflorado com a l�ngua. Seu rosto brilha de suor, saliva e flu�dos femininos da filha de seu melhor amigo.

A loirinha relaxa do aperto que d� com as coxas na cabe�a do amante, mas sua respira��o continua acelerada. Parece que o orgasmo n�o foi suficiente para satisfaz�-la. Rafer j� antevia que Talita viria a ser como sua m�e, uma deusa sexual.

Sem esperar que ela relaxasse, Rafer passa as duas m�os por baixo de ambas às dobras do joelho dela e empurra pra cima fazendo-os tocarem os medianos seios da filha de sua amante, Cintia.



Talita olha por entre as pr�prias coxas tentando adivinhar o que Rafer est� prestes a fazer. Ela s� tem tempo de lan�ar a cabe�a para tr�s quando sente o choque da rombuda l�ngua querendo insinuar-se em seu cusinho!

Parte do nariz de Rafer est� entre os l�bios vaginais dela e a boca colada feito uma ventosa ao redor do anus da linda criatura.

- Aaaah! Qu� iiiisso! Coisa...mais estranha! Gostoso, gostoso... n�o p�ra! N�o p���ra!



E arfando, se contorcendo toda, a loirinha tem uma boa parte da l�ngua daquele safado introduzida em seu cusinho. Ao se mexer, os m�sculos do per�neo apertam a l�ngua de Rafer. Com um estalo, ele retira a l�ngua do anus de Talita e se levanta, admirando o belo espet�culo que � aquele ninfetinha de cara de anjo mas de corpo voluptuoso, com as pernas escancaradas, deixando a sua merc� toda a feminilidade da xotinha e do cusinho.

- Talita, meu amorzinho, relaxa agora. Eu vou colocar minha rola dentro do teu cusinho, t� bem?

N�o tenha medo. A principio vai parecer que voc� quer fazer coc�zinho! Mas... � s� relaxar, que voc� ter� um dos maiores prazeres de sua vida e pelo resto dela!

- Mas...mas, ele � t�o grande... e bem mais grosso!



Rafer estranha a frase comparativa e enquanto pincela suavemente a boquinha do anus a olha interrogativamente.

- Eu...eu, huuumm... j� fiz... j� fiz, aaaiii... j� fiz isso...aaaarrh, com uma... uma... banana!



As sobrancelhas de Rafer se levantam de surpresa enquanto um sorriso sard�nico de dentes trincados se estampa em seu m�sculo rosto ao mesmo tempo em que ele v� sua grossa rola expandindo o rosado cusinho e ir desaparecendo dentro dele.

- Meeeuuuu deeeeeuuuus! P�ra um... pouco, p�ra um pouco. Deixa eu respirar!

- Mexe na xaninha, mexe! Isso, assim...asssiiim! Quer que tire ou ponha mais?

- N�o sei, n�o sei. Voc� acha... que eu aguento... tudo?

- Acho, meu amorzinho, acho sim. Deixa eu meter mais, deixa?



E sem esperar resposta, o canalha enfia a rola lentamente por inteiro no cusinho da filha de seu amigo. Ela joga a cabe�a de um lado para o outro at� come�ar a ter os primeiros espasmos que o tecido de seu tubo anal recebe da grossura do penis que desliza por dentro dele.

Tamb�m, suavemente, Rafer desliza metade de sua rola para fora e espera pela pulsa��o ao redor dela. Quando sente o relaxamento muscular da ninfeta, ele retira mais um pouco e logo em seguida empurra pra dentro de novo. Com quase toda rola dentro do anus dela, ele sente ainda a vibra��o do m�sculo anal ao redor de sua torona. Mas desta vez n�o � de exaspera��o, mas sim volunt�ria. Quando ela p�ra de contrair o anus, Rafer desliza sua rola pra fora. Talita volta a contrair o anus. E quando menos se espera, Talita sente seu anus acariciando a grossura do p�nis de Rafer em pleno conforto. E assim eles se adaptam, se sincronizam e gozam. Cusparadas de esperma saem do espremido espa�o entre a rola e o anel do cusinho.



Rafer lan�a sua parte superior para tr�s, dando um urro de gozo intenso enquanto uma molenga Talita desfalecida � sacudida com os trancos da ejacula��o de seu primeiro sodomizador.

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