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MARIA LUCIA, COROA, SENTOU COM SUA BUNDA GIGANTE N

Conheci Maria Lucia 19 anos atras, logo apos ter se mudado de Curitiba para Sao Paulo. Tinha 23 anos, havia terminado a faculdade e iria trabalhar em um empresa na capital Paulista. Precisava de um fiador para alugar um apartamento e meus me colocaram em contato com a ex-esposa de um grande amigo do meu pai.

Eu a vi pela primeira vez quando estava com a papelada pronta e fui ao seu escritorio de advocacia para ela assinar. Levei um susto quando a vi, Maria Lucia tinha um corpo impossivelmente gostoso: cabelos longos negros, pele alva, olhos verdes com oculos negros de armacao retangular, uma boca grande com labios grossos e carnudos. Ela ara grandona, mas com o corpo bem distribuido em forma de viola; cintura fina e uma bunda empinada e quadris descomunais. Deveria ter uns 140cm de quadril. As coxas e panturrilhas eram bem grossas e torneadas. Seus peitos eram medios e empinados. Ela estava vestida profissionalmente, saia negra ateh a cintura, um blaizer cinza e uma camisa branca de seda por baixo aberta ateh aonde podia-se notar a curva de seus seios. Deveria ter uns 37 anos, e de salto parecia ter 1.80m. Bem, eu tenho 1.78m, magro mas atletico, pela clara e cabelos castanho claro.



Conversamos um pouco sobre banalidades e Sao Paulo em geral, disse que estava num hotel e ainda nao tinha amigos para sair fim de semana bla bla bla. Ela assinou o documento, me deu uma olhada rapida dos pes a cabeca e me disse que caso nao tivesse o que fazer naquele fim de semana que lhe telefonasse. Nos despedimos com um aperto de mao e fui embora. Dormi aquele dia pensando em sua olhada, foi rapida e discreta mas ela estava realmente me avaliando. Nos ultimos anos havia desenvolvido uma atracao animal por mulheres mais gordinhas, com bunda grande e se forem altas e cavalas ainda melhor. Esse tipo de mulher fode melhor, elas tem a sexualidade na flor da pele. As que conheci assim em Curitiba, tambem adoravam dar a bunda. Maria Lucia para mim era o cumulo da gostosura, uma em um milhao deveriam ter o corpo como o seu.



Liguei para ela do trabalho na quinta-feira, dizendo estar com o fim de semana livre. Ela me covidou para ir em seu apartamento Sabado a tarde, para sairmos depois aonde ela me apresentaria alguns colega de trabalho da minha idade. Aqueles dois dias se arrastaram mas finalmente eu estava na frente de sua porta esperando ela abrir. Ela abriu a porta e quando a vi tive uma erecao quase imediata. Estava vestindo uma blusa verde de seda de alca, os bracos gordinhos mas fortes de fora, estava sem sutia e podia-se notar seus mamilos pressionando contra a blusa, nao muito apertada mas marcando bem suas curvas e gordurinhas. Estava com um calca branca, parecia ser tambem de seda ou algum tecido semelhante, bem fino e macio e um pouco brilhante. Estava tambem com um salto alto negro, batom vermelho escuro, cabelos soltos, unhas das mao e pes tambem em vermelho. O perfume era magnifico, doce mas suave.



Ela estava vestidade para me seduzir obviamente. Me deu um abraco e beijinho no rosto e me pediu para segu-la. Caminhava atras dela fixado naquela bunda balancando por debaixo da calca. Podia-se ver claramente a calcinha preta por baixo. A alca lateral da calcinha parecia ser um correntinha prateada e parte estava visivel por cima de sua calca. Sentei no sofa da sala e ela abriu uma garrafa de vinho branco. Me perguntou sobre minha vida, namoradas etc., depois falou sobre a sua, o vinho tava fazendo efeito, ela me olhava diretamente nos olhos sem quebrar contato, estava sentada ao meu lado no sofa e virada para mim. As vezes tocava minha perna e bracos enquanto falava, dava belas risadas. Me perguntou se eu jah havia saido com mulheres mais velhas e disse que sim, e que tinha adorado. Ela disse que tinha gostado bastante de mim, que tinha me achado muito gostosinho. Ela se levantou e me levou ateh a sacada do apartamento aonde se podia ver o inicio da Paulista, no bairro Paraiso. Fiquei encostado no parapeito, Maria Lucia me abracou por tras, apertou meu peito com as maos e comecou a mordiscar minha orelha e me chamar de seu menininho gostoso. Podia sentir seu corpo todo contra o meu, ela ia de uma orelha a outra e tambem mordiscava minha nuca. Abaixou um de seus bracos e bolinou minha bunda de leve, depois deu uma apertada forte e me virou em sua direcao. Estava adorando estar com uma mulher dominando a situacao. Nos beijamos, suave de inicio, mais louco depois com nossas linguas brigando para invandir a boca alheia. Desci as maos ateh sua bunda e pude finalmente senti-la, era incrivelmentre dura por ser tao grande e gorda. Apertei os gluteos, bolinava de cima a baixo. Maria Lucia fazia o mesmo na minha bunda, ela agarrou meu pau por cima do jeans com bastante forca; chegou a doer. Me chamou de taradinho, disse saber que eu estava vidrado em seu traseiro e me levou novamente ao sofa da sala.



Me colocou sentado na beira do sofa e ficou parada na minha frente me olhando, ai se virou e ficou a com sua bunda enorme na altura da minha cara. Abracei seus quadris e comecei a dar beijos e mordiscos em suas nedegas por cima da calca, ela soltou um suspiro e comecou a se mexer, num rebolado bem lento e gostoso, esticou seu braco por de tras da minha cabeca e pressionou meu rosto contra seu rego enquanto ao mesmo tempo, empinava o traseiro; era como se aquela bunda fabulosa estivesse tentendo me engolir.



Aquilo jah me deixava completamente louco, hipnotizado. Aquela mulher com o corpo e proporcoes mais incriveis que jah tinha visto, ali para mim. Maria Lucia nao era dominadora do tipo S&M, mas era incisiva e experiente. Ela sabia o que me dava tesao e me provocava ao maximo. Enquanto continava com seu rebolado alucinante com sua bunda na minha cara, comecou aos poucos a abaixar a calca, pude ver sua calcinha de seda negra, nao era fio dental, era como asa delta cobrindo metade da bunda, e deixando aparecer a racha do rego encima. A calca estava abaixada na altura da coxa; agora eu sentia seus gluteos um pouco gelados e a seda macia da calcinha contra o meu rosto. Comecei a mordisca-la por cima da calcinha enquando agarrava seus gluteos e os abria, ateh estar com ele ao redor do meu rosto, minha lingua precissionava seu cu por cima da calcinha.



Maria Lucia jah estava gemendo bastante, falando besteiras, me chamando de seu putinho tarado. Virou-se de frente para mim, extendeu a perna direita, colocou o peh no encosto do sofa, agarrou a minha cabeca com as duas maos e me puxou contra a sua buceta. Mesmo por cima da calcinha, podia sentir o cheiro forte e a umidade. Maria Lucia soltou uma das maos da minha cabeca, puxou a calcinha para o lado e novamente me puxou em sua direcao, mas agora eu estava com minha boca em sua buceta, era carnuda como sua boca. Eu fazia como se estivesse dando um longo beijo de lingua na boca de Maria Lucia; ela delirando, falando coisas sem sentido e com suas maos controlando meus movimentos. Sua buceta e meu rosto estavam completamente ensopados, eu comia a Maria Lucia com minha lingua enquanto agarrava seus gluteos e a puxava num movimento de vai e vem. Ficamos naquela por um bom tempo, as vezes eu tirava minha lingua e ia um pouco pra cima tentando encontrar seu clitoris, mas daquele angulo nao era facil. Maria Lucia percebeu e para me ajudar, afastou os labio da parte de cima de sua buceta com os dedos e com a outra mao novamente me puxou em sua direcao. Agora sim! Eu dava liguadas fortes em sua ostra macia e podia sentir seu corpo e pernas tremendo em movimentos involuntarios. A sensacao era mais que magnifica, meu pau doia de tao duro e mesmo sem ser tocado, podia sentir aquele liquido preliminar que sai antes do gozo.



Maria Lucia me empurrou, tirou a perna do sofa e fomos para o seu quarto de maos dadas, ela caminhava na frente, com aquela bunda magnifica balancando, com seus gluteos indo para cima e para baixo alternadamente, um lado da calcinha estava enterrado na bunda. Ela tinha um pouco de celulite naquela area aonde termina a coxa e comeca a bunda, mas eu achava aquilo ainda mais sexy! Ela ainda estava de salto alto, sua bunda raspava acima da minha cintura, era uma deusa amazonica em esteroides.



Seu quarto era simples e elegante, os moveis eram caros, e nao havia aquele exagero de coisinhas e apetrexos que se ve em quarto de mulheres as vezes. Era um reflexo da personalidade de Maria Lucia. A cama era king size, e baixa. Paramos na beira da cama, em pe, e nos beijamos loucamente. Ema me despiou quase arrancando minha roupas e me deixou soh de cueca. Depois foi sua vez, tirou a calca e e a blusinha e ficou calcinha e salto. Continuamos o beijo, as vezes Maria Lucia interrompia para morder e lamber minhas orelhas, chegava a doer as mordidas, ela davas umas dentadas e puxava .... eu fazia o mesmo. Eu deslizava meus dedos da sua nuca ate seu rego, continuava ateh a altura do cu e apertava por cima da calcinha. Maria Lucia fazia o mesmo, bolinava e apertava minha bunda. Ela sussurrou no meu ouvido que tambem era tarada por bunda e tinha achado a minha uma delicia, depois ela agarrou minha cueca pelos lados e puxou para cima ateh quase me levantar do chao. Como se chamava aquilo? Xah-de-cueca, se bem me lembro os tempos de escola. Nunca tinha levado, mas gostei apesar de ter doido.

Ela me empurrou sentado na cama e me fez chupar seus peitos bem gostoso; lambia e mordia seus mamilos enquando deslizava minhas maoes pela sua boceta.





Maria Lucia deu um belo tapa na minha bunda, como que indicando que aquela etapa tinha terminado, sem dizer nada me empurra na cama, caio de costas e me posiciono mais no meio. Maria Lucia sobe na cama de pe, se posiciona em cima de mim de forma que eu fico entre suas pernas, cada um de seus pes ao lado da minha cintura; sea bunda virada para mim. O angulo era magnifico, vendo aquela montanha de carne de baixo, como uma camera de video entre seus pes no chao apontada para cima.



Maria Lucia gostava de estar no controle e falava pouco. Na maioria eram gemidos, gritos e outros sons involuntarios de prazer; me dava ordens especificas vez ou outra, o resto ela controlava fisicamente - me colocando nao posicao que ela queria.



Ela foi se abaixando ateh ficar de cocoras alguns centimeros acima do meu rosto. Sua bunda descomunal tapava quase toda a luz, podia sentir o cheiro forte e delicioso de sua buceta melada e pele suada. A antecipacao quase me matava, como se estive no topo de uma montanha russa um poco antes da primeira descida. Nao demorou, ela puxou a calcinha para o lado e sentou na minha cara, estava de joelhos para poder controlar o peso, senao provavelmente me asfixiaria. Rebolava gostoso, eu lambia e chupava o que podia, estava com o rosto todo melecado. Ela rebolou ateh encontrar a posicao certa, com seu cu em cima da minha boca. Pude sentir aquela buraquinho, aquela rosquinha entumecida. Forcei a minha lingua e Maria Lucia deu um suspiro alto e comecou a falar coisas sem nexo; a rebolada em movimentos circulares mudaram para movimentos de cima a baixo. Os gluteos se contraiam e se destendiam ao redor da minha cara, enquanto comia seu cu com minha lingua.



Ficamos nessa por pelo menos uns 19 minutos, nunca havia feito cunilingus por tanto tempo seguido. Saber que Maria Lucia estava gostando daquilo tanto quanto eu me deixava ainda mais excitado.



Ateh entao ela mal tinha tocado no pau; Maria Lucia comecou a deslizar para frente, o peso da bunda na minha cara diminui, ela agarrou meu pau com forca pela base e comecou a me punhetar, estavamos agora em posicao de 69. Sua buceta na minha cara, eu agarrando e abrindo seus gluteos com as maos e procurando seu clitoris com a lingua. Ela me masturbava com forca e derrepente parou; senti sua lingua umida tocar a ponta do meu pau e correr ao redor da cabeca. Durou pouco. Logo senti aquela boca quente e carnuda abracando e engolindo meu pau em um movimento rapido e forte; Ela enfiou quase ateh o talo em sua boca e ficou assim por alguns instantes, sentia acabeca batendo na parte de tras de sua garganta. Maria Lucia comecou entao a chupar, agarrando forte a base, colocada e tirava de sua boca, primeiro devagar, depois com mais e mais velocidade. A cabeca do meu pau eh do tipo chapeleta, como dizem, quando ela chupava, seus dentes batiam na saliencia da cabeca - doia bastante. Mas tudo com a Maria Lucia era uma combinacao de dor e prazer. Ela era nao era suave em seus movimentos, tudo com ela era brusco e forte.



Enquanto eu chupava sua boceta, comeceia dedilhar seu cuzinho, ela gostou e disse “enfia logo dedo no meu rabo, vai seu putinho . ..” Obedeci e coloquei meu indicador inteiro e deixei ali. Para minha surpresa ela me fez o mesmo, largou a base do meu pau, agarrou minha bunda com uma mao, e com a outra deslizou o dedo pelo meu saco ateh chegar na entrada e de uma vez atolodou o dedo no meu cu. Doeu eh claro, seu dedo e o meu cu estavam secos, mas uma vez que estava la dentro ela comecou a pressionar mais e a fazer movimentos circulares. Tudo isso com meu pau na sua boca. Estava muito gostoso. Sempre gostei quando mulheres fazem isso em mim.



Estava quase gozando, comecei a dar aquelas tremidas involuntarias. Maria Lucia percebeu e parou de chupar, tirou o dedo do meu cu e pressionou aquela parte que fica entra entre a base do saco e o comeco do cu ... Eh uma tecnica tantrica, impede que o gozo saia, apesar de a sensacao de gozo continuar ..... eh como estar no paraiso.



Ela se levantou e me mandou come-la de quatro. Se colocou na beira da cama com a bundona bem empinada, o rosto do colchao, as pernas meio abertas. Ainda estava de calcinha e salto alto, fiquei parado atras apreciando aquela vista incrivel. Coloquei o pau na entrada da boceta e comecei a bombar, entrou facil, estava toda lubrificada. Agarrei sua cintura e comecei a puxa-la contra mim. Sentia seus gluteos batendo com forca contra minha virilha e na parte de baixo da minha barriga. Maria Lucia me mandou agarrar seu cabelo; puxei-os com forca com uma mao levantando sua cabeca, e com a outra ainda agarrava forte sua cintura. Ela estava louca, dizia estar gozando, empurrava a bunda pra tras violentamente e me chamava de puto e vagabundo. Eu tambem jah estava a ponto de gozar, minha pernas bambas de tanta forca que fazia. Maria Lucia me pediu para esporrar dentro de seu cu, tirei o pau da boceta e coloquei em seu cuzinho, entrou facil. Retomamos os movimentos fortes, ela ainda mais louca agora, tentava me dar tapas enquanto gritava e me chingava. Disse que ia gozar novamente e comecou a jogar a bunda pra tras com muita forca, quase me derrubando. Minhas pernas estremeceram, dei uma estocada final, apertei sua cintura com os dedos e gozei fundo dentro de seu cuzinho. Maria Lucia parou de se mexer, deu um suspiro, travou a bunda com meu pau ainda dentro e se deitou de brucos na cama comigo deitado em cima dela.



Nos tormanamos amantes depois dessa transa por alguns anos. Houveram muitas outras fodas depois, mas isso fica para outros contos.



Hugo M

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