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UNIVERSIT�RIO III - O AMIGO

Alguns meses haviam se passado desde aquele dia, quando o Marcos fez meu cabacinho. Est�vamos nos entendendo bem e frequentemente termin�vamos a noite na cama, com ele dentro de mim, me penetrando completamente.



Marcos era um cara bi, que gostava tanto de mulher quanto de homem e eu n�o fui o primeiro a receber aquele mastro no rabinho. De fato, mesmo sem ele ter dito, eu j� tinha percebido que Marcos tinha uma queda por caras mais ou menos delicados. Mas ele tamb�m n�o dispensava uma gatinha tesuda.



Da minha parte n�o tinha problema algum. Estava fazendo novas amizades na faculdade, mas n�o me aventurava em nenhum tipo de relacionamento mais intimo. De fato, levava uma vida normal, discretamente e sem afeta��o. Nenhum outro homem havia chamado a minha aten��o, nem despertado meu tes�o, ent�o, estava convencido de que aquilo s� rolaria mesmo com o Marcos.



Um dia Marcos chegou em casa contando as novidades. Um antigo amigo de inf�ncia e de bagun�as ia trabalhar com ele na empresa. No mesmo setor. Ele estava euf�rico e n�o parava de contar as loucuras em que os dois haviam se metido.



Conheci Paul�o uns dias depois. Dava pra perceber de cara o porque do apelido: alto, grand�o, do tipo mach�o. Totalmente hetero pela apar�ncia. Marcos eu eu n�o deixavamos transparecer o que rolava entre n�s dois, ent�o para todo mundo, �ramos apenas dois bons amigos que dividiam um apartamento.



Paul�o passou a frequentar esporadicamente nosso ap�, sempre ap�s o expediente e de saida pra farra. Eu n�o ligava muito pra isso, pois n�o via minha rela��o com o Marcos como algo muito s�rio. Quando os dois estavam juntos dava pra ver claramente a diferen�a de temperamento. Enquanto Marcos era um cara atencioso, Paulo era atirado, meio rude e direto. Falava o que queria, sem se importar com o que as pessoas pudessem pensar dele.



Um dia, estava tentando arrumar umas coisas na �rea de servi�o quando os dois chegaram. Marcos foi direto pro chuveiro. Deu pra escutar que os dois iam sair pra farra. Enquanto Marcos tomava banho, Paul�o veio conversar comigo.



- E a�? Beleza?



- Tudo beleza, Paulo.



- Arrumando isso ai?



- Sim.



O papo ia por esse caminho insonso, at� que Paul�o perguntou se podia dizer uma coisa. Mas s� falaria se eu prometesse n�o ficar chateado com ele. Eu disse que tudo bem, mas ele rodeou, rodeou e nada.



Ent�o, deixou escapar uma pergunta bem indiscreta:



- Voc� j� deu esse rabinho?



Gelei e fiquei vermelho ao mesmo tempo. N�o sabia o que dizer, nem como reagir, mas Paul�o continuou:



- S�rio, n�o fica zangado, mas � que voc� tem uma bundinha tentadora. N�o acredito se disser que nunca um cara te cantou pra comer ela.



- Eu.. bem....



Fiquei tr�mulo e vacilei, sem saber como sair daquela situa��o. Paulo ficou me olhando, como que adivinhando o que eu estava pensando.



- Ora cara, isso � coisa normal. Eu to achando que voc� j�...



Parou a frase no meio e alguns instantes depois ele estalou os dedos e disse:



- Saquei. O Marquinho t� comendo esse rabinho, n�o �?



- N�o... Nada disso...



- Caralho, como n�o percebi antes. Cara, o Marquinho adora uma bundinha de viado. Vivia comendo os viadinhos do bairro, quando a gente era garoto. Aposto que ele te come sempre, n�o �?



N�o deu tempo de responder e nem sei o que eu ia dizer, mas o Marcos j� estava pronto e chamou o Paul�o pra irem embora. Paulo virou pra sair, mas voltou-se a tempo de dizer...



- Se quiser variar de macho estou às ordens. O Marquinho n�o sabe, mas eu comia os viadinhos dele tamb�m. Sabe como �, voc� precisa experimentar outros cacetes. Sentir outros machos em cima de voc�, pra ter uma base do que gosta.



E foi saindo na dire��o do Marcos. Fiquei al� plantado, sem saber o que pensar de tudo aquilo. Tinha que processar aquilo por partes e isso mexeu comigo. Antigamente eu teria ficado chateado se algum cara me disse o que o Paulo disse, mas agora era diferente. O resto do dia passei relembrando as palavras dele. No final da tarde, tomei um demorado banho e coloquei um pijama mais apertadinho, que tinha acabado de comprar. Naquela noite eu queria ser comido.



Marcos chegou e eu j� estava na cama. Fingi estar dormindo, mas ele n�o me procurou. Saquei que devia ter rolado uma boa farra e, meio frustrado, acabei dormindo.



Dias depois encontrei o Paul�o no shopping. Disse que estava de folga aquele dia e tinha ido ao cinema. Ficamos de papo numa cafeteria, quando ele me encarou:



- E a�? Pensou no meu convite?



- Que convite?



- Ora cara, deixa disso. Voc� deve estar doido pra sentir uma boa vara nesse rabinho. O Marquinho n�o deve estar te comendo, n�o � mesmo?



Pensei comigo: como ele poderia saber disso? Ser� que o Marcos tinha comentado algo? N�o precisei esperar muito por uma resposta.



- Arrumei uma gata gostosissima pra ele te dar um tempo. Agora vc deve estar no ponto. T� na hora de voc� conhecer um macho de verdade. Vem, vou te levar num motel aqui perto.



Eu n�o consegui resistir. Apenas obedeci e segui o Paul�o. Saimos do shopping e fomos pra um motel de beira de estrada, n�o muito longe dali. Entramos e ele foi logo me agarrando por tr�s.



- Tes�o de bundinha... hoje voc� vai miar numa rola de verdade.



Tirou minha roupa e mandou eu deitar na cama e empinar a bunda pra ele. Tirou a roupa dele e quando vi o tamanho do cacete senti um frio na barriga.



- Calma viadinho. Teu macho vai meter tudo e vc vai aguentar gostoso. Nem que eu tenha que te pegar a for�a.



Veio por cima e foi me virando de costas pra ele. Abriu minhas pernas e encaixou nelas.



Encheu meu rego de gel lubrificante e foi ajeitando o cacete. Senti qdo a cabe�ona quente tocou o anel. Paul�o deu uma estocada firme e ela come�ou a entrar. Rebolei, querendo escapar daquele mastro enorme, mas ele me deu um tapa e me prendeu firme.



- Fica quieto viadinho, que eu vou comer esse c� de qualquer jeito.



Reclamei, disse que era para ele parar. Eu estava com medo.



- Deixa de frescura viado, o Marquinho j� te inaugurou. Vou completar o servi�o agora e te foder gostoso. Voc� vai pedir mais depois.



Quando a cabe�a passou totalmente eu j� n�o resistia mais. Dali em diante foi s� press�o, enquanto aquele mastro enorme invadia meu rabinho.



- O safado do Marquinho fez um bom servi�o aqui... Te domou direitinho...



Durante quase uma hora o Paul�o meteu no meu cuzinho. Socou em quase todas as posi��es poss�veis. Depois saiu e foi tomar um banho. Enquanto isso eu fiquei na cama, deitado de bru�os e pensando no que tinha acontecido.



Paul�o voltou e vendo aquela cena disse:



- Porra, que bunda linda voc� tem. O Marcos sabe escolher bem. Agora entendo qdo ele disse que estava comendo uma gata e n�o quis apresentar ela pra mim. Acho que � voc� a gata dele.



Tentei me recompor e entrei no chuveiro. Paul�o veio atr�s.



- Fica frio que n�o vou contar nada. Vai ser o nosso segredinho. Mas vai ter um pre�o: eu vou querer mais. Vou te comer toda semana.



Ent�o ele entrou no chuveiro e me agarrou. Tentei resistir e escapar dele, mas ele era bem mais forte que eu. Me prendeu contra a parede e me beijou. Sua boca colou na minha e recebi toda a sua lingua dentro dela. Beijo longo, chupado.



A �gua escorreia pelos nossos corpos e eu sentia o Paul�o ofegando. Sentia seu corpo pulsando preso ao meu, seu pau ro�ando minhas coxas, buscando uma forma de avan�ar. Ent�o ele soltou meus bra�os e eu abracei ele. Simplesmente rodeei seu pesco�o com meus bra�os. Eu n�o resistia mais.



- Ent�o � assim que voc� quer, n�o �? Vou te fazer de mulher. Vai ser minha femea obediente, sempre pronta pra me dar essa bundinha.



Seu pau estava duro novamente e querendo entrar em mim. Virei contra a parede e empinei bem a bundinha pra ficar na posi��o. Paul�o n�o perdeu tempo, lambuzou o mastro com condicionador e encaixou no meu anelzinho. Mordeu minha orelha e disse com aquela voz tesuda:



- Abre pro teu homem...



Desta vez n�o ia ter resist�ncia. Eu j� estava totalmente domesticada por ele tamb�m.



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