Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

COMIDO PELO OFFICE BOY-DORMINDO JUNTOS(1)

Conto de Augusto Treppi

Parte do livro "DOMINA��O - Sexo e Viol�ncia Transformando uma Vida"



Naturalmente, o casamento de Renato entrou em parafuso. Cada vez eram mais evidentes as marcas em sua pele muito branca, suas camisas rasgadas e sem bot�es, al�m dos constantes desaparecimentos. A esposa n�o resistiu e viajou sem data de voltar, levando a crian�a. Absorvido pelos seus pr�prios problemas, o empres�rio n�o sentiu o baque. Sua cabe�a s� tinha espa�o para a loucura que vinha vivendo com aquele office boy que decidira ser seu macho.

A not�cia da separa��o rapidamente se espalhou pelo escrit�rio. Naquela manh�, ao chegar no trabalho, o Renato logo deu de cara com Clayton, que como sempre o encarou com firmeza, for�ando-o a baixar a cabe�a. Para variar, o boy mantinha o sorriso c�nico, mas naquele dia havia algo de diferente no ar.

Mal fechou a porta de sua sala, o empres�rio viu o negro entrar e trancar por dentro. Ele n�o gosta desta situa��o dentro do hor�rio de trabalho, tem medo que descubram, mas de onde tirar coragem para questionar...

Clayton se debru�a sobre a mesa e beija a boca macia do loir�o, como se fossem um casal. Renato, bem submisso, corresponde ao beijo, sentindo aqueles arrepios que o garoto lhe provoca. Com a firmeza de sempre, o boy afirma:

- Ent�o, agora que a casa t� liberada pr� n�s, hoje vou estrear a cama. Vou te comer demais e dormir com voc�, entendido viado gostoso?

Surpreso com a novidade, Renato ensaia uma desculpa, mas o olhar firme do boy e a vis�o daquela m�o pesada sobre a mesa o fazem mudar de id�ia. Apenas balan�a a cabe�a, concordando. Dois tapinhas leves no seu rosto selam o acordo, e Clayton sai da sala com aquele andar gingado, de macho.

O dia de trabalho segue normal, obviamente com alguma tens�o no ar. Sem necessidade de fazer as tais horas extras, os amantes saem no mesmo hor�rio que todos os funcion�rios. O trajeto at� em casa � feito meio em sil�ncio. O clima � de expectativa.

Renato coloca o carro na garagem e desce. Clayton desce pelo lado do passageiro e j� enche a m�o na bunda do grand�o, levando-o pr� dentro praticamente na ponta dos p�s, levantando firme aquele seu objeto de desejo. Na sala, o boy sente-se o dono da casa. Vai se esparramando no sof�, pega o empres�rio pela m�o e o senta no colo, puxando sua cabe�a para o beijo, segurando-o com firmeza pelos cabelos. O beijo � at� mais suave, e o passivo corresponde chupando a l�ngua grossa de Clayton que penetra na sua boca. O pau do negro j� d� sinal de vida na bunda do loir�o. Decidido, o ativo se levanta de uma vez, segura o parceiro pela bunda e diz:

- Aqui n�o, vamos para a nossa cama.

Um frio na barriga d� o tom da confus�o de Renato. Ao mesmo tempo que se espanta com a "nossa cama", sente tes�o ao ouvir isso.

O boy est� bem carinhoso, trata o companheiro como uma f�mea delicada, dando beijinhos, mordidinhas no pesco�o e de vez em quando uns leves belisc�es nos mamilos. O empres�rio a cada dia sente-se mais fr�gil nas m�os do seu macho, cada vez mais consciente do seu papel de f�mea nessa rela��o. No quarto, Clayton deita o outro suavemente na cama, e desabotoa sua camisa com calma, sem nenhuma agressividade. Renato s� geme e olha para o macho, sentindo a respira��o ofegante, antevendo o que est� por vir. Ela j� sabe por experi�ncia que o tes�o transforma o seu macho, tornando-o agressivo e algumas vezes fora de controle. Tirando totalmente a pr�pria roupa, mostrando o corpo m�sculo e definido, o moleque dominador prossegue despindo o loir�o. Seu fetiche s�o os p�s do empres�rio, sempre bem cuidados, p�s grandes, mas t�o macios e delicados. Tirando seus sapatos e meias, come�a a chupar-lhe cada dedo, fazendo-o gemer de tes�o. Cada vez mais l�nguido, o pr�prio Renato percebe que o boy o torna cada vez mais feminino. Com os p�s �midos da saliva grossa do macho, o empres�rio sente quando suas cal�as s�o arrancadas, juntamente com a cueca, deixando-o totalmente nu na cama. Segurando os tornozelos branquinhos com suas m�os negras e fortes, Clayton ergue e abre aquelas belas pernas, posicionando-se no meio delas. Deita sobre o corpo macio do parceiro e alcan�a a sua boca. O beijo come�a a se tornar selvagem, e o loir�o geme, j� se sentindo indefeso. O boy n�o perde tempo, aperta com for�a aquele peito branquinho, dando belisc�es nos mamilos rosados. O grand�o tenta se mover, mas j� tem os bra�os imobilizados pelas m�os fortes do garoto que o domina. Clayton parte ent�o para sugar aqueles peitinhos molinhos, quase femininos, arrancando gemidos e at� alguns gritinhos do seu parceiro indefeso. Enquanto mama seus peitos, Clayton coloca os dedos na boca de Renato, fazendo-o chupar. Com os dedos molhados, procura o cuzinho rosa do empres�rio, penetrando-o com um, dois, tr�s dedos de uma vez. O passivo geme e se contorce na cama, confuso com o tes�o que aquele garoto consegue provocar nele, ainda que às vezes o trate com tanto desprezo e autoridade.

Com um ar sacana, Clayton encara Renato e afirma:

- Agora vou te comer, vou te arrega�ar todinho viado.



Doido de tes�o, d� um tapa na cara do companheiro, fazendo-o virar o rosto para o lado com um gemido. Sem perda de tempo, estoca a tora negra no seu cu, indiferente aos gemidos e pedidos para ir com calma. Quando o tes�o cresce, nada segura o boy, que estoca com firmeza e velocidade o cu do amante, que geme, grita, e sente o corpo amolecer. O gozo como sempre vem seguido de urros fortes, apert�es, beijos molhados e tapas. Quando finalmente tira o pau do cu de Renato, ele mais uma vez est� meio desfalecido na cama, resultado da surra de pica. Clayton senta em seu peito, ergue sua cabe�a pelos cabelos e enfia o pau na boca, para a limpeza de praxe. O empres�rio, bem submisso, saliva e lambe aquele pau negro, com gosto de cu e porra, deixando-o limpinho.

Em um ato de carinho, o boy acaricia seu rosto, beija sua boca suavemente e diz:

- Vou tomar um banho chefinho, porque a noite hoje ser� longa...



Este "epis�dio" faz parte do livro "DOMINA��O - Sexo e Viol�ncia Transformando uma Vida". Baseado na famosa s�rie "Comido Pelo Office Boy", o livro pode ser adquirido com total sigilo e seguran�a na loja virtual da Editora K2, de S�o Paulo. O pre�o ent�o � pr� l� de convidativo, custa somente R$ 18,00 em uma edi��o muito, mas muito caprichada mesmo. Capa linda e conteudo super excitante.

Para comprar � s� acessar: http:k2livraria.com.br

VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



contos eroticos comi a amiga drogada da minha mulher contos eroticos minha esposa minha cunhada e euDesvirginando a sobrinha de 18 anoscontos eroticos de mulheres que eram obrigadas a usar vibradores e plugconto erotico comvidando visinha pra fuderposso te fazer um broxe contocontos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casacontos eroticos comi minha madrinha na cama do meu padrinhosendo fodida pelo titio contos eroticoscontos picantes se masturbando com pepinoContos cm o vizinhoconto eroticos virei esposa do meu irnaoescravo da minha irmã contosPutinha De Rua ContosContos curtos de coroa sendo humilhada e gostandoeu adoro usar calcinha hoje sou travesti fresca afeminadadei pra um estranho num baile e meu marido viu conto eroticoconto erotico meu avoContos eróticos rebolaconto gay o pau do negao tinha uma cabeca de cogumelocontos eróticos minha irmã minha putinhatia solteira pediu pra tira vingindade do anus contos/conto_3088_o-dia-em-que-me-masturbei-com-uma-uva.htmlcandidato comeu a buceta da eleitora safada contos eróticoscontos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casaconto erotico meu priminho dormiu comigo e passou a mão em mimcontos erosticos provoquei meu padrasto e me coneuMinha sobrinha pediu para eu dar um shortinho de lycra pa ela usa sem calsinha para mim contosconto ele me comeu pelo buraco da parede/conto_6301_anita-minha-vizinha-ii.htmleu com dez e virgem tive meu primeiro orgasmo com meu tiocontos eróticos dotado enterrou todinha adoreiconto erotico irmaos no farolsentei na rola do padrinho contos eróticosconto erotico da ivone uma coroa casada e seu sobrinho negroa diretora da escola me comeu no motel contos eroticos lesbicosconto erótico buceta estuplada por pica jigante na frente do maridocontos eroticos corno e amigo camaSou casada mas bebi porro de outra cara contosconto erotico corno puta e paicinema porno recifecontos tiachupa rolarelatos de comadre dando a buceta pro compAdreMinha mae me flargou eu mamando na pira do meu pai. Conto eroticoprimeira vez difícil contos eróticoscomi minha filhinhacontos de sexi incesto calcinhaxupando u pau dos piao tudo no sexo gostosoconto,erotico na escola uiii aicastigo boquete contoscontos eróticos traveco emrabado a negona coroa casadacontos eroticos cuzinho pro paiConto erótico me deu sonífero comeu minha bucetacontos eróticos com irmão de santoSEQUESTRO. E BIG PAU. COM GOZO NO CUconto erotico estuprei a e humilhei/conto_21567_oswald-e-eu-em-caioba-pr.htmlconto minha esposa me trocou por um negãocontos de rabudascontos eróticos viciada em sexoconto erótico greludinha amiga chupa chupa flagranossa que putona gostosa deliciaconto eu passivo de meu cu pra um desconhecido roludo enxeu meu cu de porra e rasgadocontos paguei mais comi a putacontos eroticos gay inocente enganadoContos de Capachos e submissos de garotastravesti mijou na minha boca contoconto erótico os melhores contos pai fod a filha maeconto erotico emprestando a noivagozei na minha sobrinha conto eroticojovem mostrando os pelinhis fino ds bucetaContos eróticos e excitantes com primoele fodeu na minha frenteContos eróticos: menininha da a buceta pro camioneiro bem dotadonamorada de calnsinha centou na pica