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A MULHER DO MEU AMIGO

Eram nove da manh� de hoje, domingo, 19 de janeiro, quando o telefone tocou. Fazia sol, tava um dia lindo. O Gerson me chamava para uma partida de sinuca em sua casa. Isso era comum. Ele mora aqui em Goiania, numa bela casa num condom�nio fechado. Enquanto ele tomava a cerveja e cuidava do churrasquinho eu me deliciava com um suco feito por Neuzinha, sua mulher, que sempre nos acompanhava, visto que era super f� de sinuca.
A piscina era desfrutada por n�s quatro, pois conosco tamb�m estava o Nelson, irm�o da Neuza. Sua mulher estava na casa da mae, ele foi sozinho.
Tudo ia bem, se n�o fosse o celular do Gerson ter tocado. Por ser m�dico e estar de plant�o, chamavam por ele no pronto socorro. Tinha acontecido um acidente de carro e precisavam que ele fosse imediatamente para proceder uma cirurgia, que era sua especialidade. Meio chateado, mas como era respons�vel, apenas comunicou que teria que ir ao hospital, mas que fic�ssemos à vontade que assim que terminasse viria correndo para continuar. Claro que n�o �amos deixar de aproveitar aquele resto de manha e a tarde deliciosa. Em quinze minutos saiu para o hospital.
Se era para ficar à vontade, como ele mesmo disse, fui direto à piscina e dei um delicioso e demorado mergulho. Sair do outro lado fui ver a pequena horta, que ele mesmo faz quest�o de cuidar. Seu hobby e prazer. Se orgulha e gosta de mostrar a quem o visita em casa.
Quando to voltando olho em dire��o ao galp�o onde fica a churrasqueira e mesas o Nelson est� abra�ando a irm� por tr�s. Nada de mais se n�o fosse os carinhos que ele fazia e n�o se incomodou com minha presen�a. Ele alisava a barriga da irm� e beijava as orelhas dela, que afastava o cabelo e derreava a cabe�a para o lado para melhor receber os carinhos do irm�o. Ele quando me viu n�o se espantou e continuou at� intensificando a esfrega��o na bunda linda que Neuzinha tem. Suas m�os passaram da barriga para os seus da irm� por ciima do biqu�ni, mas logo passaram a entrar por baixo, alisando diretamente os seios. Ela j� gemia bem baixinho e vez ou outra me olhava como que pedindo a minha participa��o. Ainda tentei consertar a situa��o e sugeri que parassem, pois tavam me provocando. – n�o quero apenas te provocar, quero que ajude o Nelsinho. Brincou ela. Entendi, meio surpreso, n�o sabia que eles tinha tanta intimidade, que depois soube que eles transavam desde crian�a, mas que ningu�m sabia disso.
Me aproximei pela sua frente e beijei sua boca sendo muito bem recebido. Lambi seu rosto e ela novamente procurou minha boca, enquanto seu irm�o continuava alisando seus seios e beijando as laterais do rosto. Desci minha cabe�a para chupar os seios. Levantei o biqu�ni e chupei com delicadeza. Minha outra m�o foi para a xana, n�o quis atrapalhar seu irm�o que mantinha-se ocupado esfregando a bunda com o cacete j� fora da cueca. Desci mais para chupar agora a buceta doce e arranquei fortes gemidos dela, acho que foi o primeiro gozo. Esfreguei a a l�ngua ao longo da racha da xoxota indo e vindo la dentro. Ela estava super lubrificada e colocou as m�os atr�s da minha cabe�a for�ando para que eu afundasse ainda mais dentro de sua xaninha.
Nelson cortou o momento para nos chamar para uma espregui�adeira ao lado. Ela foi como uma cadela com dois cachorros atr�s. Ao inv�s de deitar-se de barriga pra ciima, ela com toda a tara do mundo foi ficando de quatro na cadeira e pediu: FODAM SEUS FILHOS DA PUTA. PONHAM CHIFRES NO CORNINHO, ENQUANTO ELE TÁ CORTANDO ALGUEM COM O BISTURI. Aquilo foi o bastante para meu pau doer de t�o duro e me coloquei por tr�s. J� que ela dava a bastante tempo para seu irm�o eu seria o primeiro a comer naquele momento e enfiei sem do, com ela pedindo para ir mais fundo. Meu cacete � comprido e grosso e ela parece que n�o se satisfazia nunca mas gozava e chorava. Praticamente gritava pedindo pica. E eu enfiava com gosto. Fazia uma cadencia r�pida de vai-e-vem, cada vez entrando mais. Foram momentos que ainda n�o tinha imaginado. Nem mesmo de um dia fode-la, mesmo porque era esposa de um grande amigo, apesar de linda n�o me despertava tes�o. Mas ela e seu irm�o acharam por bem que eu participasse, pois to rec�m separado e sem ningu�m,, no momento. Me deram esse presente. Ficamos mais de vinte minutos at� que o meu gozo veio e veio com for�a. Foram jatos retesados devido ao tempo sem fuder. Uma porra quente, grossa e pastosa saiu junto com meu pau de sua xoxota. Tirei ainda sob protestos. Estava cansado, mas n�o tenho mais a vitalidade e energia de um garoto. Tenho que d� espa�o de tempo de uma trepada a outra e hoje, foram tr�s. At� o momento minhas pernas est�o tremendo (risos). Foi muito gostoso. Sair antes que o meu amigo voltasse, mas tem uns dez minutos ele me ligou e marcou novo encontro para a semana que vem. Claro que eu vou. Provavelmente n�o vou poder foder sua mulher, mas na primeira oportunidade, ela vai gemer de novo na minha pica. Ela deve me ligar antes para marcar. Assim ficou combinado.
Mulheres ou casais de goiania que tiverem a fim de um coroa de cinquenta anos, que adora uma boa e discreta rela��o, � s� me escrever ou me adicionar no msn. Maridos que gostam de entregar sua mulher a outro ser� bem vindo. [email protected] . celular eu mando no primeiro contato.

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