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AM�E DOS MEUS AMIGOS

A m�e dos meus amigos I



Sempre gostei de mulheres maduras. Tenho 1,75m e 67 kg e � a 1� vez que escrevo para este site. Hoje estou com 40 anos, mas minha hist�ria come�a quando eu tinha 19 anos e tive a primeira atra��o por uma mulher. Ela era m�e de meus dois colegas de inf�ncia, tinha 33 anos e parecia-me muito fiel ao marido. N�o direi seu nome para n�o compromet�-la.

Um dia, eu estava na casa de meus amigos quando a porta do quarto da m�e deles se abriu e pude ver ela apenas de calcinha e suti�. Era a primeira vez que via aquela imagem que jamais saiu de minha mente. Era uma mulher normal, mas foi a f�mea que eu mais desejei em toda a minha vida.

N�o sabia quase nada sobre sexo, mas a noite em casa na hora de dormir, comecei a alisar o pau, pensando naquela beldade que eu havia visto durante o dia.

E isso se repetiu por v�rias noites, at� que me masturbei agarrado e comendo um travesseiro pensando nela e pela 1� vez gozei.



Os anos foram se passando e o tes�o aumentando. Sempre dava um jeito de estar por perto dela. Aos 19 anos, meu amigo contou- me que o casamento de seus pais n�o andava muito bem. Achei que era a hora de investir em meu tes�o reprimido. Comecei, sempre que podia tocar na m�o daquela senhora, como se fosse sem querer, mas cheio de segundas inten��es. � claro que ela notou...

Ent�o, chamou- me para conversar a s�s, e perguntou-me porque que sempre que eu pedia o isqueiro para ela, eu tocava em sua m�o.

Fiquei sem jeito e recuei, Disse que n�o era nada do que ela estava pensando, que tinha sido sem querer, e bl�.. bl�... bl�...

Ela respondeu que ainda bem, pois at� pensou em falar para os seus filhos,e que eu estava me tornando homem e poderia estar com outras inten��es. Na hora gelei e resolvi esquec�-la...



Um ano se passou, e novamente meu amigo disse que seus pais n�o estavam bem. Disse at� que seu pai havia tido um caso amoroso.

Foi a� que a Diva das minhas punhetas me procurou dizendo que precisava de um favor:

- Olha, est� aqui um n�mero de telefone e eu quero que voc� ligue nesta empresa e diga que “fulana de tal” est� fazendo jogo do bicho .

Entendi na hora se tratar de uma vingan�a contra a amante de seu marido.

Dois dias depois, ela voltou a me procurar:

-Voc� ligou

- Sim, respondi .

-Agora eu quero que voc� ligue para o meu marido e diga assim: Sua mulher est� muito bonita!

Dessa vez eu disse à ela:

- Olha, eu fa�o isso, mas eu tamb�m quero um favor seu !

- O que �, respondeu

- Na hora certa vou falar.



Os dias se passaram e ela nem falava mais sobre o telefonema para o marido. S� queria saber o que eu queria em troca.

Eu n�o tinha como dizer. N�o tinha pintado um lugar prop�cio.

Um dia estava eu, ela e seu filho na sala, e seu marido dormindo no quarto. Algu�m chamou no port�o e seu filho foi atender. Era algumas meninas e ele ficou conversando no port�o. Ent�o ela me indagou novamente:

- O que voc� quer ?

Estav�mos sentados no sof�. Eu estava nervoso, mas com o cacete quase pulando p’ra fora da bermuda. Ent�o eu disse:

- O que eu quero � isso.

E puxei para um ardente beijo.

_ N�o... N�o... aqui n�o... Meu marido est� no quarto e pode vir aqui a qualquer momento... E eu s� tenho rela��o depois de um banho... at� para beijar eu sou assim...

Afastei- me e ela continuou :

- Olha, eu n�o sinto nada por voc�... tenho idade p’ra ser sua m�e...desde quando voc� sente isto que est� sentindo por mim ?...

Inventei qualquer hist�ria e nesse momento o filho dela voltou.

Fiquei mais um pouco e fui pÂ’ra casa.



� noite , por volta das 8 horas fui novamente at� a casa deles para chamar seu filho para irmos em uma balada. Ela atendeu-me e disse que seu filho estava dormindo e o outro havia sa�do. Perguntei sobre o seu marido e ela me disse que ele tamb�m havia sa�do. Disse- me que esperasse um pouco debaixo da garagem, pois iria ver se seu filho continuava a dormir.

Voltou e veio direto para os meus bra�os. Puxei-a com vontade e beijei-a intensamente... Foi o beijo mais gostoso da minha vida...encostei-a na parede e comecei a beij�-la com ardor. Ela correspondia com um beijo molhado e se esfregando em meu pau. Abri sua blusa e comecei a mamar naqueles seios deliciosos. Ela gemia baixinho e sussurrava :-Por favor, n�o me deixe marcada. Eu n�o tinha quase nenhuma experi�ncia, mas o tes�o conduzia as minhas a��es. Levantei sua saia e alisei aquela buceta de pelos �speros. Sentia-a toda molhada e abaixei-me na altura de sua cintura. Meti a boca naquela xavasca peluda e suguei todo aquele n�ctar. Ela for�ava minha cabe�a dizendo:

- Isso filho da puta !!! Chupa esta xoxota... mete a l�ngua dentro dela... n�o era isso que voc� queria e sempre quis ?

Eu sugava e mordiscava como um louco, fazendo-a molhar todo o meu rosto.

Ela ent�o me puxou em dire��o a sua boca, beijando-me e dizendo que queria sentir o gosto de sua pr�pria buceta. Eu a beijava e enfiava minha l�ngua em seu ouvido, deixando-a louca.

De repente, ela abaixou-se junto à minha cintura, abriu a minha cal�a e em um “golpe” s�, abocanhou minha vara que estava quase estourando de tes�o. Engolia, lambia... engolia de novo... mordiscava a cabe�a me deixando louco. Eu podia ver a baba escorrendo de sua boca deixando-me alucinado:

Vai sua vaca... engole minha pica... voc� t� louca de tes�o... Hoje vou fazer o que sempre desejei. Vou arrombar voc� todinha !!!

Puxei-a para cima e a virei de costas para a parede. Levantei sua saia, desci, passei minha l�ngua por toda a extens�o do seu rego at� a buceta. Ent�o coloquei a pica na entrada de sua gruta e enfiei...enfiei de uma vez. Ela soltou um gritinho e come�ou a delirar:

- Puta qui pariu... que gostoso... Vai... enfia seu filho da puta... diz que eu sou gostosa... come essa buceta... me rasga... enfia at� o talo.

E eu fodia... fodia com gosto... dava estocadas, parava... enfiava de novo e metia a l�ngua em seu ouvido dizendo :

-Gostosa do caralho... sempre quis que voc� fosse minha puta... agora voc� � minha... minha cadela... vou te arrega�ar... toma sua puta... voc� gosta de rola n�... rebola !!!

- Gosto... que rola gostosa......... agora eu sou sua puta... que caralho gostoso...j� devia ter te dado a mais tempo... vai seu filho da puta... fode essa buceta peluda... seu puto safado... !

E fodemos... fodemos p’ra valer ... ela come�ou a se abaixar, ficando de quatro sem deixar minha pica sair de dentro daquela buceta de m�e e esposa fiel. Eu segurava o gozo p’ra aproveitar cada momento... Ela rebolava, jogando o quadril para tr�s e for�ava a buceta como se mordesse meu pau. Minha p�lvis j� estava todinha melada com seu gozo e meu rosto todo lambuzado com sua saliva.

N�o resistindo mais, avisei-a que iria gozar. Ent�o ela disse:

- Vai filho da puta... goza dentro da minha buceta... lava minha xota com essa porra... goza que eu vou gozar tamb�m no seu cacete...ahhh!!! ... Vou desmaiar de tes�o... goza... goza... ahhhha!!!

E eu gozei de uma forma maravilhosa naquela buceta madura. Gozei muito... Sentia como se minha alma sa�sse de dentro de mim. E ela dizia:

-Caralho... t� sentindo toda a sua porra dentro de mim... Seu filho da puta tarado !!! Me fudeu toda... ahhhhha... que gostoso filho da puta!



De repente ouvimos barulho que vinha de dentro da casa ! Seu filho havia acordado. Nos arrumamos depressa e ela entrou toda desengon�ada. Seu filho, meu amigo, j� tinha ido p’ro chuveiro.

Ent�o ela me disse:

- Pronto ! Esta pago ! N�o vai acontecer de novo . Se voc� contar p’ra algu�m eu te mato !!!

Fiquei decepcionado, achando que nunca mais a teria de novo. Mas...



continua..

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