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DIA DE CHUVA COM A MAM�E 2

Continua��o...A minha m�e pegou o meu pau e ficou esfregando na entrada da sua buceta que estava molhadinha. Eu a beijei como nunca havia beijado a minha esposa. Afastei uma al�a da sua roupa e tirei um dos seus seios para fora e comecei a chupa-lo. Eu pudia sentir a cabe�a do meu pau encostando nos l�bios da sua buceta. Arrastei-a para o sof�, onde nos deitamos e ficamos nos esfregando e beijando. Ela ficou batendo uma punheta enquanto eu chupava seu pesco�o e massageava seu clit�ris. Desci minha m�o e enfiei meu dedo na sua buceta e comecei com movimentos como se estivesse comendo. Ela estava deitada sobre o meu peito e a minha m�o esquerda estava sobre a sua bunda. Eu segurava suas n�degas e apertava e meu dedo mindinho encostava-se ao seu cuzinho. Eu n�o acreditava, estava sentindo o cuzinho da minha pr�pria m�e na ponta dos meus dedos. Tomei coragem e enfiei um pouco o dedo no seu cu. Ela continuou me masturbando e beijando o meu peito. Ent�o tomei mais coragem e enfiei meu dedo inteiro, ela fez uma “ai” com a boca sem soltar som, olhou para mim e sorriu. Ela fechou os olhos e apertou meu dedo com o cu. Eu n�o aguentei e gozei. Os jatos de porra ca�ram no seu cabelo e ela levantou-se para lav�-los.

Eu me sentei no sof� sem acreditar no que havia acontecido. Fiquei parado no sof� por v�rios minutos olhando para a televis�o.

Ela saiu do banheiro e entrou no seu quarto e pude ouvir fechando a chave. Fui no banheiro e lavei meu dedo que estava cheirando a cu.

Depois voltei para o sof�, deitei e fiquei assistindo a TV. L� fora a chuva continuava a cair violentamente. Acabei adormecendo com o barulho da ventania na janela.

De madrugada eu sinto um calor molhado no meu pau, abro os olhos e minha m�e esta ajoelhada ao lado do sof� chupando o meu pau. A saliva escorria pelo seu queixo e pinga em seus seios. Ela chupava com for�a como se quisesse mamar. �s vezes ela solta o meu pinto e um fio de porra e saliva ligava a cabe�a do meu pau com a sua l�ngua. Ent�o ela voltava e o engolia novamente at� o saco. Meu pau estava todo molhado e cheio de veias, a cabe�a brilhava com o luz da TV, ainda ligada, no meio da escurid�o.

Eu noto que ela esta vestida com a mesma camisola transparente que usava quando a vi. Ela est� totalmente nua por baixo, posso ver que a luz do corredor ilumina a sua bunda e eu come�o a passar a m�o nas suas costas. Des�o at� a bunda e tento alcan�ar o cuzinho, meu dedo desliza para dentro dele, ela passou algo como vaselina. Eu enfiava e tirava meu dedo de dentro do cu da minha m�e.

Ela se levantou, atravessou uma das pernas sobre mim e foi sentando vagarosamente sobre o meu pinto. Entretanto, ela n�o deixava penetra-la por completo, ela apenas brincava. Enfiava a cabe�a e tirava, esfregava a cabe�a do meu pau nos pelos da sua buceta e rebolava com a ponta do meu pau nos grandes l�bios. Eu estava louco e acabei gozando novamente. N�o aguentei, acho que ningu�m aguentaria.

Ela me pos sentado, ficou ajoelhada nos meios dos meus joelhos e chupou meu pau novamente que logo ficou duro. Ent�o ela, segurando no meu pau, foi me puxando para a sua cama. Eu fiquei admirando sua enorme bunda que balan�ava de um lado para o outro.

Ningu�m falava nada, o �nico som ainda era da chuva que continuava a cair l� fora.

Ela ficou de quatro na cama, fiquei em p� ao lado da mesma, e minha m�e direcionou o meu pau para a entrada do seu cuzinho.

Fui penetrando devagarinho, meu cora��o acelerou, parecia que ia sair pela boca. Eu estava metendo no cu da minha pr�pria m�e. Comecei a imaginar quantas pessoas na hist�ria tiveram esta oportunidade. Eu seria castigado por este pecado? A que se foda!

Comecei a comer a minha m�e e ela rebolava, girava a bunda, gemia. Sua bunda balan�ava toda a vez que eu enfiava. Virei ela de frente para mim e levantei as suas pernas, e enfiei com mais for�a e velocidade. Depois levantei-a e pus virada para a parede e fiquei enfiando atr�s como uma puta. Ela n�o parava de gemer. N�o dizia uma palavra. Olhei para o espelho e meus olhos ainda n�o acreditavam no que viam. Minha m�e realmente estava de costas para mim, com a bunda arrebitada sendo penetrada no cu pelo meu grande e grosso cacete. Gozei dentro do seu cu, tirei para fora gozei nas suas costas e no ch�o. Eu e ela est�vamos suados e ofegantes.

Meu pau do�a.

Ela se virou para mim, enfiou a l�ngua na minha boca e me abra�ou.

Dormimos agarrados como dois amantes.

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