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CUNHADINHA - 02

E a� pessoal, tudo na santa paz ?

Vamos a mais um conto.

Esse � continua��o do conto: Cunhadinha - 01

"N�o resisti em ficar somente olhando ali na porta do banheiro, e me aproximei mais, mas longe o suficiente para n�o me molhar, e fiquei passando sabonete nas costas dela, enquanto ela lavava os cabelos. Fui descendo a m�o e introduzi meu dedo na bucetinha para lavar e deixar bem limpinha. Fiz alguns movimentos como se estivesse metendo nela, depois dei uma chupada r�pida nos peitinhos e s�, fiquei nisso por que n�o t�nhamos mais tempo. Ent�o fomos para o quarto se trocar e eu ajudei ela a escolher a roupa, que era uma saiona preta, tipo aquelas rippies e uma blusinha bem justa em cima e depois uma sandalinha tipo "rasteirinha" que as mulheres costuma chamar. O detalhe foi que eu n�o deixei ela vestir nem a calcinha e nem o suti�, e isso me deu muito tes�o.

Aproveitei, trouxe ela para perto de mim, ergui sua saia e enfiei a l�ngua na bucetinha dela e chupei, foi uma chupadinha r�pida e enquanto eu chupava ela segurava minha cabe�a e abria as pernas ... foi demais, uma "chupadela" de p� ... rs. N�o tendo mais tempo, fechamos a casa, pegamos o carro e fomos ao encontro de minha namorada. No caminho eu quiz ir ensinando a minha cunhadinha todas as coisas da vida ... e disse tamb�m que depois deste dia ela seria sempre a minha amante, e que para come�ar a funcionar direitinho, eu iria comprar p�lulas para ela tomar. Ela se assustou dizendo que sua m�e poderia descobrir, mas eu a acalmei dizendo que ela saberia bem onde esconder as p�lulas e depois eu a entusiasmei dizendo que tamb�m compraria algumas roupas legais para ela, e daria de presente, assim ningu�m iria desconfiar. Ainda no caminho eu ia dirigindo e com a m�o direita ia alisando suas coxas, descia at� a bucetinha e ficava enrolando os pentelhos ... depois voltava e alisava as coxas e assim foi at� um tempo antes de chegar ao ponto de encontro com minha namorada. Fomos normalmente ao cinema como deveria ser ... o final de semana se passou e eu n�o via a hora de encontrar novamente minha deliciosa cunhadinha. N�o esperei muito tempo e na segunda-feira liguei durante à tarde para ela e disse para que ela me esperasse na rua de tr�s da escola onde ela estudava, l� pelas 19 hrs. Cheguei em casa rapid�o, falei para minha m�e que ia à faculdade e fui direto ao encontro da minha amante. Quando entrou no carro ela estava usando uma cal�a jeans bem justinha, mas nada muito vulgar, normal como ela sempre se vestida, sendo uma menininha simples que era. Usava ainda a tradicional "baby-look" que as meninas da idade dela usavam como uniforme da escola. E esse tipo de blusinha deixava o seus peitos ainda mais atraentes. Sai com o carro e na pr�xima esquina onde j� n�o se via mais o movimento da escola, tasquei um beijo na boca dela, bem gostoso, com l�ngua e tudo, mas foi r�pido, pois t�nhamos pouco tempo, afinal eu n�o queria que ela perdesse muitas aulas. Rapidamente me dirigi a uma drive bem boqueta que tinha na cidade dela, muito afastado de tudo, uma para�so para encontros furtivos deste tipo. Chegando l� j� deitei o meu banco e a trouxe para cima de mim ... dei um beijos bem demorados nela enquanto ia apertando sua bunda e mordiscando seu pesco�inho. Sai do carro e mandei que ela sa�sse tamb�m ... encostei ela na lateral do carro, quase em cima do cap� e continuei a beijar e a morder seu pesco�o, depois tirei minha camiseta, enquanto ela lentamente retirou a dela juntamente com o suti� e aqueles peitos maravilhosos saltaram a minha frente, apontando para o c�u ... e eu n�o me fiz de arrogado, cai de boca e fiquei chupando enquanto segurava firme na sua bunda. Desabotoei sua cal�a e enfiei minha m�o dentro da mesma, a fim de chegar na bucetinha, mas qual n�o foi minha surpresa e ela estava sem calcinha e deu uma risadinha marota quando percebeu meu espanto e sem seguida disse que ela fez isso por que no nosso primeiro encontro, ela havia ficado com muito tes�o por esta sem calcinha. Beijei ela e trocamos de lugar, me recostei no carro e ela j� sabia o que eu queria, fui abaixando minha bermuda e lentamente come�ou a lamber a cabecinha do meu pau ... depois movimentava o pau j� bem melhor do que o outro dia. Eu quiz ensinar mais um truque para ela, ent�o segurei meu pau e empurrei a cabe�a dela mais para baixo, em dire��o ao meu saco, e ela rapidamente meteu a l�ngua l� e come�ou a lamber o meu saco. Nossa, foi uma sensa��o indescrit�vel ... eu olhava para baixo e via aquela ninfetinha gostosa chupando meu saco enquanto eu batia uma punheta.

Como eu j� estava quase para gozar, mas como n�o era esse o meu plano, de gozar na m�o, trocamos de posi��o novamente, mas desta vez ela ficou de costas para mim, e eu a pressionava contra o carro enquanto sarrava a bundinha dela. Afastei-me e pedi que ela abaixasse a pr�pria cal�a at� o meio das coxas, o que ela fez direitinho, empinando a bundinha e rebolando bem gostoso, devagarzinho, enquanto eu s� assistia. Abaixei-me atr�s dela e meti a l�ngua na bucetinha ... e j� estava tudo molhado, ela realmente estava excitada ... passei minha l�ngua por toda a sua buceta e ela rebolava e apertava muito a lataria do carro, tanto � que fazia aqueles "assovio" de quando se passa a m�o suada na lataria de um carro. Aproveitei para dar inicio a uma investimento para o futuro e de leve passei minha l�ngua no cuzinho dela, que imediatamente piscou ... e ela gemeu alto, bem gostoso, e ent�o fui de novo com a l�ngua e ela deu um tranco, mas como n�o tinha para onde ir, apenas debru�ou-se sobre o cap� do carro, ficando com os peitos pressionando o cap�. N�o perdi tempo, saquei uma camisinha, vesti ela, passei uma saliva r�pida na mesma e coloquei a cabe�a do pau na porta da bucetinha dela e dei uma primeira empurrada. Ela deu mais uma gemidinha e eu afundei mais um pouco, at� que terminei de atolar de vez o pau ... e a bucetinha tava como da outra vez, quente, muito quente, era tes�o demais, Segurei firme no quadril dela e meti com vigor ... eram estocadas fortes e gostosas, pois ela estava presa entre eu e o carro, ent�o as metidas encaixavam certinho. Depois de um tempo metendo eu peguei uma de suas pernas e joguei para cima do cap� do carro e ela ficou bem aperta ... ent�o levei minha m�o direita direto a bucetinha dela e continuei metendo e agora brincando com o grelinho dela ... foi demais, ela passou a gemer mais alto e mais forte, parecia aqueles gemidinhos de filmes de sacanagem ... fui à loucura ... meti mais um pouco e ela come�ou a perder o f�lego. Achei que estava acontecendo algo de errado, mas nem tive tempo de parar de bombar que ela logo soltou um "aaaiiiii" bem gostoso e sua buceta come�ou a mastigar meu pau ... ela estava gozando ... putz, minha cunhadinha gozando no meu pau antes de mim ... que maravilha ... bombei mais um pouco e tamb�m gozei ... tava de camisinha e n�o tive medo, gozei mesmo, e como gozei, foi um show de trepada ... demais !

Assim que gozei me debrucei por cima dela e ali ficamos por um tempo curtindo as sensa��es do nosso corpo, at� que meu pau come�ou a murchar e eu precisei sair de dentro dela para tirar a camisinha, sen�o poderia acabar mal o que estava apenas come�ando. Vesti de novo a bermuda e fui no carro pegar uma toalha de rosto que eu sempre deixava l� para esses dias de maior calor, a fim de enxugar o suor, e dei para ela limpar a buceta que tava toda melada do pr�prio gozo e j� estava escorrendo at� a virilha. Feito isso ela estava toda mole e teve dificuldades em puxar a cal�a para cima ... e veio cambaleando, com as pernas moles, at� o banco do passageiro e de jogou, ficando sem blusa e com a cal�a jeans desabotoada. Sentei-me no meu lugar e fiquei ali relaxando, curtindo a cara de "tonta" da minha cunhadinha ... rs. Passado alguns minutos ela virou para mim e me agradeceu por eu ter dado a ela o primeiro orgasmo da vida dela ... e que havia sido maravilhoso e que ela iria querer sempre aquilo. Disse a ela que ela teria sempre o meu pau para gozar quando quisesse e reafirmei que eu seria sempre o amante dela, mesmo quando ela namorasse ou casasse, que eu iria sempre comer ela. Ela sorriu e confirmou com a cabe�a ... e veio me beijar, e beijou gostoso e disse que queria me agradecer de alguma forma, e foi passando a m�o no meu pau por cima da bermuda e rapidinho ele se levantou. Ela disse que j� sabia o que iria fazer, ou pelo menos sabia, dizia ter lido na revista que a maioria dos homens gosta do que ela iria fazer ... pediu para que eu relaxasse e curtisse. Ent�o deitei mais o banco e relaxei, e ela j� puxou minha bermuda e caiu de boca no meu pau ... e chupou, passou a l�ngua na cabecinha, nas bolas do caso, e veio e passou a ponta da l�ngua no meu mamilo, depois chupou ele, e eu achei que fosse essa a recompensa que ela iria me dar, mas eu me enganei ... ela continuou chupando e eu anunciei que iria gozar, ent�o ela se ajeitou e continuou chupando, e n�o me segurei, gozei mesmo ... enchi sua boca de porra, e ela continuou em seguida passando a l�ngua no meu pau, prolongando o meu estado de �xtase. Ent�o ela parou, se levantou e veio at� meu rosto como se quizesse me beijar, mas jamais eu beijaria uma boca cheia de porra ... mas ai estava a surpresa, ela havia engolido toda a porra e estava com a boca limpinha, e eu a beijei, beijei mesmo, e ao pararmos ela disse que havia adorado engolir a minha porra, que era muito bom o sabor ... e eu disse o mesmo, que beij�-la daquela forma foi demais. Nos vestimos e eu a deixei novamente na sua escola para que ela pudesse assistir as demais aulas, e ent�o rumei para a minha faculdade, feliz da vida, extasiado por tudo o que havia acontecido."

Por enquanto � isso pessoal ... prometo que vou escrever sempre, mas para isso gostaria de saber o que voc�s acharam deste conto e da sua primeira parte.



Obrigado

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