Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

DALIANY AGUARDOU O MOMENTO CERTO...

Ol� a todos.

Ontem dia 19 de novembro de 2009. Estava na confraterniza��o de uma grande empresa nacional onde estavam sendo homenageados seus funcion�rios mais antigos. O evento aconteceu aqui em Natal. O clube da empresa estava lotado e muito bem organizado, � o padr�o utilizado nas festas dessa empresa em seus clubes em todo pa�s.

Que empresa?

- � a �nica que os funcion�rios da casa n�o t�m a menor vergonha de falar que � PE�O. Olhe o ouro preto (petr�leo).

Estava l� com meus familiares e amigos. Nisso tinha uma mulher linda e muito agitada no sal�o. Na verdade era uma das pessoas respons�veis pelo evento. Uma linda morena, de cintura larga, pernas grossas e bem torneadas, uma bunda de chamar aten��o at� de cego. Sem falar dos seios fartos, pele bronzeada e olhos grandes e atraentes. Enquanto ela trabalhava e recebia os homenageados e os seus convidados, eu bebia a velha Skol de guerra. As 23:30 come�ou as homenagens e premia��es, as 00:30 o buffet e as 01:20 come�ou a tocar a orquestra, que por sinal muito boa.

Com o embalo da festa de da cerveja fui convida-la para dan�ar, pois nesse momento ela estava curtindo a luxuosa festa. Ela olhou pra mim, sorriu e fez um bico doce. Nisso fiquei morto de vergonha. Nem sempre ganhamos! Mas n�o perdendo o rebolado, continuei bebendo minha Skol e atirando para todo lado. Nisso as vezes nossos olhares se cruzavam no sal�o e sempre ela achava gra�a. Em um certo momento fui ao banheiro ver s estava pintado de palha�o. Mas por minha surpresa ela estava entrando no banheiro feminino que ficava ao lado do masculino. E dei uma cantada b�sica “Voc� � linda”. Mas ela olhou pra mim e falou:

“Qual � seu nome? Menino voc� tem uma cara de pau, de homem safado que n�o e cachorro que n�o presta”.

- Falei meu nome e voltei a convida-la para dan�ar, pois dessa vez ela falou que iria pensar.

Voltei para o sal�o convidei uma mo�a para dan�ar, dan�amos algumas m�sicas e em certo momento eu via a minha morena olhando e bebendo seu whisky. Depois de dan�ar com a mo�a da festa. Fui à dire��o da Daliany e chamei s� que dessa vez, venho na boa. Enquanto dan��vamos e convers�vamos ao mesmo tempo, fazia elogios e tentei beija-la. Onde fui repreendido por ela no meio do sal�o, mas depois a chamei para conversar l� fora. Ela olhou para minha cara rindo e concordou, nisso s� teve tempo de pegar uma dose dupla de whisky e eu uma latinha de Skol. Chegando l� fora sentamos em umas cadeiras e ficamos conversando, ali todas tentativas de beija-la foi in�til. Como n�o sou f�cil, disse que queria andar um pouco para alongar as pernas. E andando pelo clube tinha uma �rea verde que tinha muitas arvores e um jardim bem tratado. Nesse espa�o do clube a ilumina��o era pouca. Da� segurei em sua m�o e a puxei contra meu corpo, nessa altura meu cacete j� estava pegando fogo de tes�o. Onde n�o teve a menor resist�ncia dela e a beijei muito. O amasso era bem quente, safado e gostoso. Rosei muito meu pau sobre sua buceta protegida pela cal�a. Tentei desabotoar sua cal�a algumas vezes, onde fui impedido em todas elas. A uma coisa que ganhei a mais foi um carinho no cacete sobre a cal�a e alguns gemidos nas nossas ro�adas. Com toda certeza ela gozou ali naquele escurinho e ajudada pelas doses de whisky. J� por volta das 04:00 da manh� todos foram embora, pois a mesma estava com um grupo de funcion�rios de Fortaleza. Onde seguiram em um �nibus da empresa para um dos cinco grandes hot�is da cidade o Serhs Natal Grand Hotel. Como moro na cidade fui para minha casa.

Na manh� do dia seguinte, por volta das 09:00 fui ao hotel v� meus familiares que estavam no mesmo grupo de funcion�rios (acompanhados de suas esposas e filhos). A Daliany era uma esp�cie de guia e promoter do evento. Chegando l� alguns estavam tomando caf� da manh�, outros na piscina e outros na praia particular do hotel. O meu irm�o e sua esposa estavam tomando caf� da manh�. Mas quando olho para uma das mesas estava a Daliany tomando seu caf�. Fui em sua dire��o e perguntei como tinha sido a noite dela. Onde disse que foi �tima. Voltei para a mesa de meu irm�o conversamos um pouco e em seguida ele e minha cunhada se dirigiram para a piscina do hotel. Onde resolvi ficar conversando com a Daliany j� que eu estava credenciado para ficar hospedado e usufruir de tudo que a empresa estava proporcionando aos seus funcion�rios e respectivamente aos seus familiares. Nisso a Daliany disse que iria arrumar sua mala e colocar um biquine para andar na praia, eu disse que aguardaria na piscina. Mas ela convidou para acompanha-la ao seu quarto. Fiquei surpreso, pois n�o imaginava nada al�m de beijos e abra�os.

Chegamos l�, ela adentrou no banheiro, assim deixando a porta entre aberta e escuto o barulhinho da ducha que logo � fechada. Saindo do banheiro enrolada em um roup�o... Enquanto isso, ligo a TV e coloco na MTV onde passava alguns v�deo clips do momento.

A Daliany abre sua mala e p�e quatro conjuntos de biquine sobre a cama e me pergunta qual seria o ideal... Eu que n�o crian�a, escolho o menor, que era um fio dental de tirar o f�lego de qualquer crist�o. Ela riu muito e disse que iria provar todos. E assim decidir�amos.

- Logo percebi que ela estava a fim de me provocar.

Ela saiu do banheiro com o maior deles que j� deixou-me louco. Pois, simplesmente me pergunta o que achei, logo respondo:

“voc� � linda e muitooo gostosa”.

Veio os demais biquines, mas o ultimo foi o menorzinho, nessa altura do campeonato meu pau estava uma barra de ferro, s� imaginando entrar naquela boceta que n�o era nada pequena... E outra vez perguntou o que achei, onde digo:

“Voc� � muito gostosa, quero comer voc� todinha. Meu esta duro de tanto tes�o por voc�”.

Nisso a Daliany olha pra mim, da� nos beijamos com excita��o, nossos corpos ro�avam um no outro, eu sentia sua pele e todas dimens�es do seu corpo. Minhas m�os percorriam seu cabelo e corpo ao mesmo tempo. J� as suas chega em meu pau, onde � apertado. Ela chega com uma voz tremula no meu ouvido e fala:

“Vou te chupar todinho e quero ser possu�da e amada por voc�, meu gostoso”.

“Quero que encha minha bucetinha de gala, goza dentro de mim, pois quero te dar tudo que pedir”.

Sem perder tempo a Daliany ajoelha-se diante de mim. Tira toda minha roupa de baixo e abocanha meu cacete e chupa gostoso. Com alguns minutos e totalmente dominado pelo desejo. Levanto a Daliany e a deito na cama. Em seguida chupo cada cent�metro de suas pernas e chego ao seu ventre ainda coberto por aquele sumar�ssimo biquine. O perfume de seu sexo invadia minha narina, minha boca estava cheia de saliva de tanto tes�o. Retiro a tanguinha do biquine e chupo com vontade aquele bucet�o carnudo. Que buceta grande e papuda que a Daliany tem. Chupei por longos minutos, seu gozo era constante, sua bucetona s� vivia toda babadinha de seu suco. Nisso a Daliany me levanta pelos cabelos e beija minha boca e pedi:

“Fode minha buceta, fode vai. Me coma todinha, quero sua pica gostosa me arrombando toda. Fode, me faz sua puta. Quero da a buceta e o cuzinho a voc�”.

Da� pincelo sua bucetona com a cabe�a do meu pau, ela implora de penetre logo. Aos poucos vou penetrando e inicio um lento e profundo vai e vem. Descontrolado de tes�o ela gemia alto e pedia pica. Da� come�o a fuder com for�a na posi��o de frango assado e beijo muito sua boca. A Daliany urrava como uma loba, seu olhar era cheio de excita��o e fud�amos com prazer. Mas tempo depois ela vem por cima e come�a a cavalgar sobre meu cacete. Ela fudia com for�a, gritava muito e nunca tirava seu olhar dos meus.

Porem puxo seu cabelo com for�a, coloco-a de quatro e penetro em sua buceta com muita for�a. Quanto mais for�a colocava na penetra��o, mais a Daliany gozava e pedia por mais pica. Eu fudia e puxava seu cabelo, da� come�o a dar tapas na bunda e na cara dela e acrescido de algumas palavras:

“Toma sua cachorra, voc� n�o quer pica? Ent�o toma sua vagabunda gostosa...”

N�o aguentando mais controlar a gozada. Encho sua buceta de gala e ao mesmo tempo ela gozava alto e chorava de prazer. E com uma das m�os ela masturbava sua buceta com for�a e velocidade.

Depois desse momento especial, nos abra�amos em beijos. Mas cheios de tes�o, a Daliany chupa meu pau novamente ainda melado de nosso gozo. Loucos de tes�o, coloco a Daliany de quatro e penetro em sua buceta gozada. Mas com pouco instante coloco meu pau na entrada de seu cuzinho e penetro lentamente. O nosso vai e vem era uma delicia. Ela jogava seu corpo e cuzinho em dire��o do meu cacete. Nunca deixando de puxar seu cabelo dou bombadas fortes e profundas. J� a Daliany era choro e gritos de prazer, sem deixar de pedir por mais pica. Onde fazia quest�o de lhe dar.

Coloco-a de ladinho, deitadinha na cama e penetro seu cuzinho... Que delicia que cuzinho apertado e guloso. Enquanto fudia seu cu a Daliany masturbava sua buceta com um frasco de desodorante rolon da n�vea. Que loucura era aquela mulher e de vez em quando chupava seus dedos e vaso de desodorante. N�o controlando mais o tes�o aviso que iria gozar e que tinha que ser em sua boca. Quando digo que vou gozar ela dar um pulo, abaixa a cabe�a, coloca meu cacete em sua boca e gozo feito um louco. Era uma delicia.

Em seguida, nos beijamos, ela coloca seu biquine, o qual tinha escolhido e fomos andar na praia.

Chegando l� andamos em dire��o do Morro do CarecaNatalRN e l� no p� do morro que � muito pouco movimentado, mas com uma linda paisagem e envolvido de pedras. A Daliany me pediu para bater algumas fotografias dela. Inclusive algumas nuas. Vendo aquela vis�o toda e o momento transamos no meio das pedras e dentro d’�gua. Pois algumas pessoas passavam no local e assim viram e perceberam nossa excita��o. Inclusive um rapaz parou distante e ficou se masturbando dando mais prazer à gente. Por volta da 14:00 estavam todos prontos para retornar, mas antes almo�amos todos no restaurante do hotel.

Trocamos n�meros de telefone e outros meios de contato... N�s quais estamos n�s comunicando at� a presente data. Pr�xima semana, estamos indo nos encontrar em Canoa QuebradaCE onde vamos passar tr�s dias juntos.



Lembretes:

Cuidado pedofilia � crime, menor de 19 � cadeia, induzir um menor de 19 a prostitui��o � crime. Como tamb�m induzir que os mesmos fiquem com outras pessoas mediante promessas e vantagens.

Para as gatas meu e-mail e Orkut � [email protected]

Meu msn � [email protected]

Se for gata da regi�o e pintar uma afinidade de ambas as partes. Podemos sair e curtir o momento em silencio, isto �, em off. N�o precisa ningu�m saber.



VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



esposa da o cu au marido sorindaconto erotico estupro meninocontos eroticos de casais realizando fantasia com comedorcontos bdsm escrava virtual virtualminha primeira punhetacontos eróticos a gata e o lixeiroConto gay heteroconto erotico virei cadela barprima rechonchuda contos fotoContoseroticos mamae liberacontos eroticos zt i: blackmailmeu sobrinho e eu no carro.ctosmamae..........camisolas.lingeries.ferias.sitio.contospedreirocontoseroticocontos cunhada crentecontos eroticos velho com rola gigante comendo cú da minha esposaNora provocando o sogro de calcinhaeu corno de putacontos de esposas que deram ocu em troca de diheirofotonovela gayvoyeur de esposa conto eroticocontos eroticos gay.treinadorsou cadela pratico zoofiliaContos gays o velho daddie bruto de jeba da caravanda arrombou meu cu casado.contos eroticos sou a coroa mais puta da academiacontos eroticos minha sobrinha adorava mamar minha picacontos de mulheres a levar com o punho na conaa cachorra d vizinho no cio fodi eka contos eroicoscontos de cú de irmà da igrejaDescaba�aram minha xereca a for�a contos heroticosconto gay fodi o namorado da minha irmaconto erotico meu filho dedo na conaContos eroticos peguei minha mulher dando pra outro.tenho vontade de fazer sexo com minha irma contosContos eróticos tremcontos de esposas traindo por dinheirocontos de cú por dinheiroConto erotico marianacontos de crosdressereswww.xconto.com/encestoincesto filhas cobertor/conto_12509_minha-namorada-e-o-pau-imenso--.htmlcontos transei por dinheiroporngozei na cara da minha mae eirmameu cuzinho desvirginadocontos a filha da minha namoradamamãe me fez menina contos eróticosMadrinha lesbica Contos eroticosconto eróticos com velhinhaDo caralho-ferias-contocomi meu aluno lercontos curtpscontos gays/sendo chantageado e levando ferro a forçapeguei meu sobrinho mexendo nas minhas calcinhaminha mae deu o cu para o meu irmao na mibha frente contoscontos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casaprimeiro fistingcontos heroticos com maconhamknha tia pediu pra passar protetor solar contos contos de cú de irmà da igrejaminha mae me lambeu conto erotico contos eroticos vovô e netinhosremedio para durmi contoseroticosConto minha esposa dando pro policialcontos eróticos gay sendo putinha na minha casaporno chegou em casa e pegou a cunhada pelada de olhos vendados e comeu elavídeo de pornô com as moletinho as mulatinha pornô vídeos sexoA coroa gostosa deu para o catador contos eroticosfoto novela de sexoconto Negão comeu a mulher do cara para pagar a dívidaconto de casada fodendo com desconhecido da net contos eroticos com a vovóconto lesbica desde novinhaencontrei minha prima baixinha bunduda sozinha na balada contos eroticos/conto_16683_tia-amanda-minha-professora.html