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ESTAGI�RIA APERTADINHA

Ol�, sauda��es....

A hist�ria que eu vou relatar aqui neste conto � a mais pura verdade, trata-se de um ass�dio sexual mas, inversamente.

Em 2002 fui contratado para trabalhar em uma grande empresa na �rea dse constru��o civil como assessor, sou um profissional formado dentro da �rea.

Logo ao chegar percebi uma linda garota, cabelos pretos, corpo marcado por uma cal�a jeans super apertda e de cintura muito baixa, deixando à mostra deliciosas marcas de biquine. Seios na medida certa, uma boca carnuda e sempre muito bem retocada com um batom vermelho.

Aos poucos fui ganahndo espa�o e tentando me aproximar dela, era estagi�ria, 21 anos de idade, o desejo de todo homem. Por mais que eu tentasse ela n�o sedia um s� milimetro.

Junto dela trabalhava tamb�m uma menina, "mirim", uma esp�cie de "oficeboy", mas nunca havia reparado nela, sua colega apagava todo o brilho daquela menina, 19 anos.

Um dia comum como todos os outros, estava eu fazendo gracejos para a minha estagi�ria, quando a mirim falou: "porque o senhor n�o olh para mim?", a partir da�foi como se ca�sse escamas dos meus olhos....

Pequenininha, seios pequenininhos, pernas gro�as sempre à mostra bos baixo da saia muito curtinha, uma bunda que me fez imaginar mordendo toda ela....Mas, de menor, ent�o reslvi n�o deixar que aquele sentimento de tes�o tomasse conta de mim.

A partir da�, a mirim passou a fazer o jogo homem a homem, sempre que passava por ela vinham piadinha do tipo, "Quero ser sua", "voc� n�o sabe oq eu posso fazer por voc�". Passou a frequentar mais minha sala, sempre com uma sainha bem curta. Um dia resolvi testar se ala estava mesmo falando s�rio, chamei-a em minha sala, tranquei a porta, passei a m�o bem leva na sua bundinha, para o meu espanto, ela disse querer mais, acreditem, fiquei com medo.

Meu trabalho se d� nos dois turnos, mas o dela era somente no turno da manh�. Uma tarde meu celular toca: "vem me buscar, estou em casa, n�o fui para a escola, estou louca de tes�o por voc�", tentei persuad�-la em mudar de id�ia, mas ela insistiu, meio hora depois estava eu na esquina esperando por minha ninfeta, de longe via ela chegando com uma bermuda jeans toda cortada, e uma blusa deixando a barriguinha de fora, perguntei onde ela gostaria de ir, "voc� sabe onde eu quero ir".

Chegamos ao motel, meio assustada, foi fazendo o reconhecimento do quarto:"ah! quer dizer que � assim um motel", aquilo me assustou, ser� que ainda era virgem? ela me disse que n�o, mas nunca tinha estado com algu�m em um quarto de motel, o seu namorado n�o tinha dinheiro para pagar.

Coloquei ela deitada sobre a cama e beijei a sua boca, nunca havia beijado uma boca t�o macia, aos poucos tirei a sua blusa, e tiva a vis�o mais linda, dois seios lindos, na medida certa, bem durinhos, perguntei se podia mamar, ela sorriu e disse que gostaria muito, fiquei al� um tempo degustando aqueles seios novinhos, imaginando oq viria pela frente.

minha l�ngua n�o parava, o bico do seus seios est�o t�o durinhos, seu umbigo se encachava na minha lingua, ela segurando sempre nos meus cabelos e dandos espasmos e gemidinhos que me deixavam ainda mais louco...

tirei sua bermuda e a calcinha, me deparei com uns pelinhos cortadinhos, abri sua pernas com aqueles pelinhos dourados, e aos poucos minha lingua passeava pelo grelinho dela, ela mordeu o travesseiro e dava um gemidos ainda mais alto, pude perceber que ela estva gozando, sua bucetinha encharcou.... ela disse"agora � minha vez", desabutuou meiu cinto, tirou minha cueca e viu meu membro completamente duro e pulsando: "nossa, isso tudo � meu" e caiu de boca, pude perceber que ainda n�o sabia direito como chupar, aos poucos foi pegando o jeito, e logo logo j� mamava a cabe�a do meu pau.

novamente deitei ela na cama, abri suas perna e ent�o ela falou: "mete devagar, bem devagarinho, ainda � bem apertadinho", aquilo quase me levou a loucura.... aos poucos fui enfiando a cabecinha, eu n�o parava de olhar para seu rosto, um misto de dor e prazer, ela respirava fundo, e pedia: "vai enfia, assim, bem devagarinho", j� com o tronco todo enfiado nela ela pediu para parar, precisava respirar, perguntei se tirava: "claro que n�o, estou adorando'.

quando de repente ela come�ou a mexer, e pedir para que eu enfiasse mais, ent�o comecei a dar estocadas nela, ela me beijava loucamente, aquilo era demais para min, estava comendo uma ninfetinha,meu pau estava molhado com seu prazer e um pouquinho de sangue, era como se eu fosse o primeiro, pedi que ela sentasse no meu pau, ela disse que n�o sabia fazer nada ainda, mas que gostaria de aprender, aos poucos, mas naquela vez ela queria ser devorada comigo por cima, continuei as estocadas, ela come�ou a se contorcer, come�ou a dar gritos "aaaa aaaa aaaa, isso � muito bom, ai, eu acho..." antes mesmo dela dizer que ia gozar eu j� estava explodindo de tes�o, meu saco parecia que ia esplodir, quando de repente gozamos juntos, eu nunca havia gozado com tanta intensidade.....

Nos beijamos longamente, ela disseque tinha que voltar para casa, deixei na mesma esquina que havia encontrado com ela, nos beijamos, ela disse "essa � a primeira de muitas, quero aprender todo com voc�".

No outro dia no trabalho, tive a oportunidade de ficar sozinho com ela no elevador, perguntei para ela quando comeria ela de novo, ela disse "voce sabe que no dia que quiser, estarei l�".... vcs n�o imaginm como foi comer o cuzinho dela... deixa para uma outra vez.

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