Ol� a todos novamente. Comecei a hist�ria em que vivo com a minha m�e ontem, e fiquei muito feliz com as respostas positivas que recebi em meu e-mail, o que me deu muita vontade de continuar relatando essas, e outras hist�rias que aconteceram em minha vida, por enquanto continuarei contando de como foi minhas manh�s durante esses dois �ltimos anos. Para os que n�o leram o meu relato anterior, meu nome � Gustavo e atualmente tenho 19 anos. Comecei um romance com minha amada mam�e quando tinha 19 anos, ao qual eu expliquei com um pouco mais de detalhes no conto anterior.
Continuando...
Durante a noite, dormimos como costum�vamos dormir em nossas noites de frio... Acordei como sempre às 6 da manh�, para ir ao col�gio, e resolvi dar a minha m�e, um belo caf� da manh�, um caf� da manh� como ela desejaria receber ap�s um belo “boa noite” na noite anterior.
Levantei-me e fui at� o meu quarto, pegar uma arma secreta, que estava no bolso da mochila da escola, e rapidamente voltei ao quarto, e La estava minha vitima, ainda dormindo, pacificamente, nem parecia àquela fogosa mulher que eu encontrei na noite anterior. Sorri levemente ao perceber que ainda estava sem roupa, o que facilitaria muito meu caf� da manh�. Rapidamente, peguei minha arma secreta, um pacote ainda fechado de Halls preto, quem conhece sabe que efeito isso da em v�rias situa��es, colocando rapidamente um em minha boca, comecei a acariciar as coxas de minha mam�e, para que ela se mexesse, rapidamente ela se virou, ficando de barriga para cima, ainda em seus sonhos, conseguia ouvir seus gemidos, como se em seus sonhos ela previsse tudo o que estava para acontecer...
Prontifiquei-me a ficar na minha mais nova posi��o preferida, e com a bala ainda no come�o, abri as pernas de mam�e de forma gentil, para que n�o fosse dessa forma que ela acordasse, logo em seguida comecei a deslizar minha l�ngua pela fresta da bucetinha dela, estava uma delicia, com gostinho de gozo adormecido, sorri com cara de safado, preparando o territ�rio, a senti tremer, sabia que n�o era de frio, segurando a bala entre os meus dentes, comecei a brincar, deslizando ela por todo o l�bio vaginal de mam�e, que acordou no mesmo instante, olhando para baixo, e sorrindo, fechando os olhos novamente, murmurou um simples “Bom dia”, o que me deixou completamente doido, ela ent�o se espregui�ou na cama, abrindo ainda mais as pernas, deixando o caminho completamente livre para mim, com uma de minhas m�os, abri sua bucetinha com cuidado, deixando o seu clit�ris exposto, como era lindo, rosado, e uma delicia, molhando a bala levemente com minha l�ngua, comecei uma leve brincadeira com ele, o deixando todo melado, sentia o corpo de minha m�e tremer na minha l�ngua, e o melzinho tomar um novo gosto, um gosto perfeito de halls junto com o fluido de minha mam�e, a bala que j� estava se desfazendo depois de uns 5 minutos de brincadeiras envolta do clit�ris, deixei escorregar para dentro de sua bucetinha, colocando levemente um dos meus dedos, a empurrando mais para dentro, estava completamente encharcada, eu sentia que estava adorando, e seus gemidos, gemidos manhosos de bom dia, estavam deixando minha cabe�a completamente pirada, ela estava adorando, e eu amando cada vez mais, depois de mais alguns minutos, senti seu corpo inteiro se estremecer e ent�o ela uivou, soltando todo aquele melzinho gostoso que tanto amo em minha boca, fiz quest�o de limpar todinho, e subi no corpo de mina m�e, com minha l�ngua ainda com o gosto do halls, um pouco “fresca” subi por seu corpo lambendo sua barriga, e logo depois seus seios, deixando com que meu pau ficasse no meio de suas pernas, Apenas sentindo o suor de suas pernas, ent�o deixei a cabe�inha escorregar levemente para dentro, ela rapidamente gemeu, e fechou as pernas impossibilitando com que eu a penetrasse por completo, me jogou de lado da cama, e sorrindo com uma cara de puta, que eu nunca havia visto antes, rapidamente colocou as duas m�os em meu pau, e come�ou a me punhetar rapidamente, senti um tes�o t�o forte, que n�o foi dif�cil gozar rapidamente, gemendo de prazer, e olhando para a cara daquela putinha que havia me criado, ao ver sua cara toda melecada com a minha porra, ela me disse simples palavras, palavras de m�es, que nunca anteriormente tinham me dado tanto tes�o dita anteriormente “Vai tomar banho para ir para a escola, quando chegar mam�e te deixa brincar um pouco mais” e me dando um tapa na cara bem de leve, ela se levantou colocando um short e uma blusa minha, e foi at� a cozinha preparar o meu caf� da manh�, e eu para o banho. Mais coisas aconteceram nesse dia, e nos dias seguintes. Mas por enquanto � s�...
Mantendo a mesma regra que enviei no conto anterior, mandem-me e-mails, � sempre bom saber a opini�o de voc�s sobre as nossas hist�rias, se tiver pedidos, amanh� eu volto, mandando a pr�xima parte da hist�ria. [email protected]