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PEQUENO PAU, GRANDE PRAZER.



Ele � meu diretor e grande amigo. Trabalhamos juntos a mais de 19 anos em uma empresa de grande porte, onde sou gerente. Somos casados, temos rela��o familiar est�vel e nossas esposas s�o muito amigas. Uma de suas caracter�sticas � ser conquistador. As mulheres sempre d�o em cima dele e ele sempre tem algum para sair. � um v�cio incorrig�vel que j� colocou em risco seu casamento, em mais de uma oportunidade. Ele sempre me diz que tem um segredo que atrai as mulheres, mas nunca quis me dizer o que era. Bem, acabei descobrindo da maneira mais inusitada poss�vel. Tivemos que viajar por uma semana para um treinamento gerencial e ficamos hospedados juntos em um dos quartos do hotel. Na primeira noite, depois de uma passada pelo bar, fomos para o quarto. Acabei de arrumar as roupas e fui para o banho. Sai de cueca e me deitei na cama. Ele foi para o banheiro e quando voltou ao quarto estava pelado. A primeira coisa que me chamou a aten��o foi o tamanho do seu pinto. T�o pequeno que quase n�o se via. Nunca havia visto nada assim, pois mole como estava, quase sumia no meio dos dois bagos, estes sim enormes. Ele percebeu minha curiosidade e me disse que esse � o seu segredo: um pinto pequeno, e que por isso mesmo quando duro permanece assim por muito tempo. O contraponto dessa situa��o e que ele tem uma grande quantidade de esperma, que sai em orgasmos sucessivos o que lhe permite transas em sequencia, o que acaba agradando as mulheres, da� seu sucesso com elas. O lado ruim segundo ele, � que precisava transar muito para se saciar e fica sempre com a sensa��o de que n�o chegou ao orgasmo total. Ele ent�o me pediu para ver o tamanho do meu pau. Tirei para fora e mostrei. N�o tenho um pau grande, deve medir uns 19 cm, mas � bem grosso. Ele se aproximou e o pegou. A essa altura ele j� estava duro, assim como o dele, que ficou do tamanho de um dedo polegar. Me senti compelido a pegar naquele piruzinho. Com dois dedinhos comecei a masturb�-lo. Parecia um pequeno ferro de t�o duro. Ele me fez sentar na cama e colocou o pintinho na dire��o de minha boca. Fiquei meio sem jeito, mas logo comecei a chupar aquele pirulito. Que coisa gostosa. Aquele ferro batia no c�u da minha boca e minha l�ngua acariciava aquela cabecinha gostosa. Depois de uns 19 minutos ele gozou pela primeira vez na minha boca. Alguns jatos de porra inundaram minha boca e tive dificuldade de engolir. Era um pouco de nojo e uma vontade enorme de fazer aquilo. Afinal era minha primeira vez com um homem. Prevaleceu a tes�o e engoli tudo. Ele mal tirou o pau da minha boca para eu poder engolir, voltou e coloc�-lo t�o duro quanto antes e rapidamente veio uma segunda gozada. J� mais treinado engoli sem tirar o pintinho da boca e suguei forte aquela gosma quentinha. N�o demorou nada e outro jato inundou minha garganta. Naquela altura meu cuzinho come�ou a piscar de desejo de ter aquele pauzinho me penetrando. Me virei e fique de quatro na beirada da cama. Ele entendeu e meteu aquele pinto no meu cuzinho. Com aquele tamanho e o melado da minha boca entrou facilmente. Meu c� era virgem at� aquele momento. Que coisa deliciosa, nada de dor, s� tes�o. Ele ficou me penetrando por mais de meia hora, tendo orgasmos sucessivos. Nunca creditei que isso fosse poss�vel, o cara tem gozos sucessivos e m�ltiplos. Confesso aquilo me fez gozar em sua m�o que n�o largava meu pinto. Ele recolheu a porra na m�o em concha e levou para a sua boca, chupando tudinho. Meu pau que inicialmente estava latejando, gozou s� com a penetra��o anal e com sua m�o parada, sem me masturbar. Com a continuidade das bimbadas no meu cu, voltou a endurecer quando ele sentiu que eu ia gozar novamente, rapidamente tirou o pau do meu rabo e meteu a boca no meu cacete. Gozei em sua boca. Acabei depois ajudando com uma masturba��o e gozei novamente na sua cara. Ele tamb�m se masturbava e gozava. Incr�vel como o pau dele n�o amolecia. Trocamos novamente de posi��o e agora fui eu que voltei a chup�-lo, e voltei a sentir dois orgasmos em minha boca. Depois ele passou a me chupar de novo, mas meu pau j� n�o endurecia mais depois de v�rios orgasmos. Mesmo mole, ter o pinto chupado � muito gostoso. A l�ngua do parceiro o joga de um lado para outro e a sensa��o � indescrit�vel. Ainda mais podendo segurar aquele pintinho duro entre meus dedos. Mais um gozo dele em minhas m�os e senti que um orgasmo vinha no meu pinto mole em sua boca. Que coisa boa, gozar com o pau mole, e sentir a sua boca me sugando. Naquela noite ele me comeu v�rias vezes, acho que deu mais de 19 gozadas sem que seu pintinho ficasse mole. Terminamos adormecendo nus, um nos bra�os do outro. Pela manh� acordei mais cedo e fiquei olhando para aquele min�sculo pinto prazeiroso, sem entender como ele era t�o valente. N�o resisti e comecei a chup�-lo. Aquele bichinho logo ficou duro e da� a pouco estava jorrando esperma na minha boca. N�o engoli. Virei ele de bru�os, cuspi no seu cuzinho, melei meu pau com os restos de saliva e esperma e meti meu pau na dire��o daquele c�. No dia anterior ele n�o tinha deixado, alegando que meu pinto era muito grosso e ele nunca havia dado para ningu�m. Empurrei secamente e ele reclamou de dor. Enfiei um dedo, depois dois e fui lubrificando com esperma e cuspe. Depois coloquei novamente em posi��o e fui metendo devagar. Aos poucos ele foi relaxando e consegui enfiar tudo. Fiquei bombando letamente e ele urrando do prazer. Seu pinto escorria porra sem parar. Cada bombada que eu dava por tr�s o seu pintinho soltava um esguicho de liquido, mais ralo que esperma, mas mais grosso que urina. Que sensa��o maravilhosa. Acabei gozando como nunca. S� ent�o vi que seu pintinho estava murcho e ele exausto de tanto gozar. Aquela semana que passamos juntos foi uma lua de mel, foi simplesmente fant�stica. Dei e comi de todas as formas. Ele me disse que encontrou o orgasmo perfeito enquanto era penetrado por mim, pois anteriormente enquanto estava transando o pau dele nunca amolecia e nem vinha a sensa��o de orgasmo total. Entendi seu segredo e hoje somos amantes. Nossas esposas continuam amigas e temos por isso facilidades de nos encontrar sem despertar suspeitas. O bom dessa hist�ria � que ele deixou de sair com outras mulheres e a mulher dele me � mui grata por isso, achando que eu consegui acalm�-lo com nossas pescarias de final de semana (em mot�is e hot�is) e nossas excurs�es de pesca ao pantanal (que sempre ocorrem em nova lua de mel em um bom hotel, fora do nosso estado) para n�o despertar suspeitas. Nosso prazer � “pescar” e j� temos esquema de compra de peixe para levar para casa. O melhor de tudo � que o sexo com nossas esposas tamb�m melhorou. Com elas pensamos um no outro e acabamos aplicando nosso treinamento nelas. A minha que nunca quis me dar o cuzinho hoje o faz com o maior prazer. Acabei convencendo ela que o homem gosta de ter o anus massageado enquanto transa e at� os dedos ela j� enfia no meu cuzinho. Em tempo: ele me confessou que sempre teve desejo de transar com um homem, e esse homem desejado sempre fui eu. Apenas n�o tinha como me abordar, com medo da minha rea��o. Aquela viagem foi minimamente planejada por ele, e nada do que ele fez para me mostrar o pintinho e pegar no meu n�o havia sido estudado e planejado. Afinal ele � o diretor de planejamento e eu gerente de compras. Acabei comprando o seu planejamento e estou muito satisfeito com isso.

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