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O COWBOY ...

Ol� pessoal, vou escrever uma hist�ria ver�dica da minha vida! Como n�o posso contar � ningu�m, vou compartilhar com todos voc�s. Meu nome � Erick, tenho 19 anos, e a hist�ria que voc� t� prestes a ler, n�o � s� uma hist�ria de sexo e sim de emo��es e medo de que vivi (estou vivendo) na minha vida. A hist�ria come�a a acontecer em dezembro de 2008, quando meu pai compra uma fazenda em Minas Gerais, uma fazenda muito grande e muito bonita. Tem c�rrego, vacas, cavalos e a casa � muito grande e bem feita tamb�m! Eu nunca havia ficado com homens, e tamb�m n�o tinha o minimo de desejo para que isso acontecesse. Na �poca em que aconteceu, eu tinha uma namorada, seu nome era Catarina. A gente at� que se gostava, nossos pais eram amigos, a gente se via constantemente, nos beijav�mos, por�m nunca tinhamos feito algo � mais, afinal tinhamos s� 19 anos. Era Natal, e a festa de toda a nossa familia ia acontecer nessa fazenda, iria todos os amigos do meu pai, todos meus tios, tias, av�s, inclusive a Catarina, seu pai como amigo do meu, foi convidado e iria passar o Natal com a gente. Enquanto todos se divertiam, bebendo, aproveitando o churrasco, eu e Catarina fomos dar uma volta pra conhecer melhor a fazenda nova. E realmente � muita linda sim. Passamos pelo c�rrego, pelas vacas e enfim, chegamos at� o celeiro onde ficavam os cavalos. Era cada cavalo mais bonito que o outro, inclusive meu pai havia me falado para escolher o meu cavalo, e aproveitando a oportunidade, pedi que Catarina me ajudasse a escolher, vimos todos os cavalos, mais nenhum me chamou devida aten��o. Quando chegamos mais � frente, nos deparamos com um curral, redondo, grande, dentro do celeiro, e dentro dele tinha o cavalo mais lindo que j� havia visto na minha vida, era meio preto, com fios brancos e algumas manchas brancas, foi amor a primeira vista por aquele cavalo. Catarina tamb�m gostou muito. Me aproximei, quando ia chegando perto do cavalo ouvi uma voz vinda do inicio do celeiro, nunca havia escutado aquela voz antes, era de um homem, sua voz era muita mascula e muito bonita. Quando eu e Catarina viramos para tr�z, l� vinha ele em nossa dire��o. Nunca tinha visto um homem assim antes... Era forte, mais ou menos 1,75, cabelos lisos loiros, e uma tatuagem no bra�o direito; seu chap�u branco, uma bota amarela e a cal�a branca. Nunca havia reparado tanto em um homem e tamb�m nunca tinha achado nenhum homem bonito... mais aquele, foi diferente de tudo que aconteceu na minha vida! Ele veio se aproximando dizendo que n�o poderiamos chegar muito perto do cavalo que ele era violento, foi ent�o que perguntei (sem deixar a perceber que eu o havia reparado) quem ele era? , ele me disse: Meu nome � vitor e sempre trabalhei nessa fazenda, ent�o, se o dr. puder se afastar do cavalo, eu agrade�o! Pensei comigo, que ousadia a dele. Catarina tamb�m ficou meio espantada e me chamou para voltarmos e eu fui, nem o dirigi a palvra. Essa foi a primeira vez que o vi! Depois disso, admito que pensei algumas vezes nele, durante esse mesmo dia. Depois que todos haviam ido embora, da fazenda, era mais ou menos 30 de dezembro, ficou s� eu, meu pai e minha madrasta na fazenda. Decido que queria ver aquele cowboy novamente, resolvi voltar at� o celeiro com esperan�a de que ele estivesse por l� (n�o havia ido antes, pq fiquei com vergonha de mim mesmo e Catarina ainda estava na fazenda). Entrei no celeiro, e j� fisguei ele de primeira, em cima do cavalo, rodeando o curral, como aqueles cowboys de cinema americano. Eu odiava admitir aquilo, mais aquele cara, tinha me chamado muito a aten��o. Continue entrando e sem querer atrapalhar n�o disse nada, me apoiei no curral e continuei olhando, at� ele me notar. Depois de algum tempo sem me perceber, olhou em dire��o a entrada e me viu, parou o cavalo e seguiu at� mim e me disse: Seu pai sabe que est� aqui? e eu disse: Meu pai n�o precisa saber, ou precisa ? . Ele riu... E eu n�o sabia o que dizer a ele, ent�o ele tratou de fazer as honras, perguntou como me chamava, onde morava e se eu tinha gostado da fazenda... Come�amos a conversar muito, e a tarde toda daquele dia foi recheada de conversas produtivas e cada vez mais me apaixonava por ele, sem perceber... Os dias passavam e sentia mais necessidade de ir at� o celeiro conversar com vitor. Era t�o bom = . Fois mais ou menos 19 dias de pura conversa, conversamos sobre tudo, cavalos, fazenda, cursos e etc. Ele tinha 25 anos. No dia 16.01.2009, meu pai e minha madrasta queriam voltar, e eu era meio que obrigado a ir com eles, ent�o pedi meu pai que deixasse eu ficar at� que terminasse minhas f�rias, que precisa de paz um pouco. Custou ele deixar, mais deixou ... E eu fiquei, e nesse mesmo dia, fui direto ao celeiro. Sinto que VItor j� me esperava. Ent�o, disse a ele para darmos uma volta de cavalo pela fazenda, e ele como n�o tinha servi�o, aceitou. FOmos passear pelo campo... Mais tudo saiu errado, ou certo, aconteceu muita coisa nessa dia! Enquanto cavalgavamos, conversavamos, pensavamos, e nossos assuntos eram de homens, nunca havia passado na minha cabe�a algo com outro homem, exceto quando ele apareceu... Estavamos um pouco longe da fazenda, e o cavalo que eu estava meio que entrou em surto, e se acelerou, mediante aquilo eu acabei caindo... bati a cabe�a e desmaiei. A �ltima imagem que vi foi de vitor vindo em minha dire��o e gritando meu nome. Creio que n�o fiquei muito tempo desmaiado. Quando acordei ele estava sentado ao meu lado, com um pano molhado, sobre o machucado que a queda havia feito.. Pude ver claramente os seus olhos azuis, e seu sorriso t�o branco, era t�o estranho um homem daqueles trabalhar em fazenda... Naquela hora, tinha certeza que havia me apaixonado mais! Vitor j� havia pego o meu cavalo, e tinha amarrado os dois, numa �rvore, a qual me levou para debaixo da sombra e cuidou de mim. Quando acordei ele me perguntou se eu estava bem, e disse que havia ficado preocupado... Resolvemos voltar. Dessa vez fui em seu cavalo. Chegando l�, queria tomar um banho, ent�o guardamos os cavalos no celeiro e segui em dire��o � casa. Quando estava andando ele me chamou, olhei pra tr�z e ele estava vindo correndo... me disse: QUando voce caiu, deixou cair isto ! (minha corrente de nossa senhora) peguei , agradeci e fui para casa. J� era noite, quando, resolvi ir at� a casa de vitor, agradecer por tudo. Ele estava l� fora, tocando viol�o, e eu n�o sabia que ele tocava viol�o! me chamou para sentar l�, e voltamos para nossas conversas... At� que, olhei fixamente em seus olhos, os quais j� estavam me olhando e sem mais nem menos disse � ele: Valew, por ter aparecido! e ele disse: valew voce ter aparecido! Naquela hora havia rolado uma quimica imensa entre a gente e acabou acontecendo a coisa mais louca de toda a minha vida... O qual conto depois! espero que tenham gostado, beijos ;*

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