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COMENDO A VIZINHA CASADA

Comendo a vizinha casada

Meu nome � David (fict�cio) tenho 21 anos 1.80m, 75 kg, loiro, olhos claros e um corpo bem definido, sou noivo com Alanna (fict�cio) uma mulher maravilhosa e temos um relacionamento maravilhoso em todos os sentidos. Sou novato nos contos por isso preciso que voc�s leitores dei notar para futuras melhoras.

Minha vizinha se chama Patr�cia (fict�cio) tem 29 anos 1.60m n�o � muito bonita, mas tem uma bundinha empinadinha que � uma delicia tem seios pequenos e afiados usa sempre roupas curtas e sensuais e tem uma cara muito safada que mim deixar louco de tes�o, ela � casada com Marcos (fict�cio) tem 35 anos com quem tem duas filhas, s�o casados a mais de 19 anos sempre muito fiel e dedicada ao seu marido. Moramos em uma cidade muito pequena no interior da Bahia pouco mais de 19 mil habitantes.

O conto que vou relatar aconteceu no final de 2009 como de costume marcos viaja para a cidade em que a m�e dele mora como ela n�o se dar muito bem com a fam�lia dele dificilmente vai com ele, a pedido da m�e Marcos levou as duas filhas, pois gostaria de ver as netas, e patr�cia como em todos os outros r�veillons passaria com a minha fam�lia, pois sempre nos demos muito bem.

Como de costume nas ultimas horas do ano passamos sempre em minha casa bebendo e comendo muito, e como sempre fui louco para pegar minha vizinha pensei comigo que essa era minha oportunidade e partiria para o ataque, mas n�o sabia como chegar nela, pois era uma mulher muito bem casada e fiel.

O t�o esperado dia chegou e como nos outros anos todos os vizinhos estavam l� inclusive minha vizinha que por sinal estava muito gostosa trajada em um pequeno vestidinho branco e sensual. Como fazia

Com todos os outros convidados fui at� ela cumpriment�-la, dei-lhe um abra�o e um beijo no rosto, e nossa como ela estava cheirosa, cheguei a ficar de pau duro na hora, mas disfarcei e voltei à companhia de minha noiva que por sinal estava sempre muito linda e elegante.

A comemora��o de fim de ano acontecia normalmente, o novo ano chegava e entre muitos abra�os e felicita��es de novo ano n�o perdi a oportunidade e fui at� ela lhe dar um abra�o;

-feliz ano novo patr�cia; dei-lhe as felicita��es acompanhadas de um beijo no rosto e um abra�o bem apertado em que endureci o meu pau na hora fazendo com que ela sentisse aquele negocio duro a encoxando.

Ela ficou um pouco sem gra�a, mas sempre bem educada mim respondeu;

- Feliz ano novo David que esse novo ano possa te trazer muitas alegrias.

N�o perdi a oportunidade e fui mais adiante;

- voc� esta muito linda e elegante hoje Patr�cia;

Sempre muito discreta ela respondeu;

- obrigado David voc� tamb�m esta muito bonito, forma um belo casal com a Alanna.

Ficamos ali conversando por alguns minutos at� sermos interrompido pela Alanna que mim chamava para levar ela at� o meu quarto, pois j� tinha bebido muito e estava com muitas dores de cabe�a na hora vir que a sorte pulava para o meu lado.

Acompanhei a Alanna at� o quarto onde ficamos por alguns minutos, mas n�o demorou muito e ela dormiu, era tudo que eu queria, fui logo fazer companhia a Patr�cia que por sinal estava sozinha Tomando um whisky ficamos ali conversando por algum tempo ate todos come�arem a dan�ar, como n�s eram os �nicos que est�vamos sem pares a convidei para dan�a ela educadamente aceitou. Por ser um dan�a lenta aproveitei e encostei um pouco nela e fui ao ataque;

- patr�cia eu sei que pode ser um pouco de atrevimento da minha parte, mas tenho que te conversa que tenho uma queda muito grande por voc� e que sou louco para pode desfrutar de todo esse seu corpo lindo que mim deixa maluco;

Ela tomou um susto na hora e falou;

- Quer isso David? Eu sou casada e voc� � noivo.

- eu sei, mas minha vontade � maior que isso tudo e j� n�o conseguia, mas segurar s� para mim. Respondi sem titubear. E mim surpreendi com sua resposta;

- Tudo bem David eu tamb�m tenho de confessa que tenho um pouco de queda por voc�, mas sou muito bem casada e temos que guarda isso s� em nossos pensamentos.

A musica acabou e ela foi at� a o fr�zer pega algumas pedras de gelo para o nosso whisky eu o acompanhei chegando na sala em que fica o fr�zer que por sinal n�o tinha ningu�m lhe disse:

-N�o dar, mas para controlar, isso tudo est� mais forte que eu. Em seguida roubei-lhe um beijo que no inicio parecia resiste, mas depois cedeu e nos beijamos ardentemente.

- para David algu�m pode aparecer. Respondeu patr�cia um pouco tremula.

- n�o consigo parar patr�cia; respondi beijando seu pesco�o e mordendo sua orelha. A essa altura meu pau j� estava muito duro e patr�cia tamb�m n�o controlava mais seu tes�o urrava baixinho.

-uuusss aaaaii para David para David eu sou casada, algu�m pode ver.

Como n�o tinha ningu�m na casa de Patr�cia fui ainda mais atrevido e chamei-a at� sua casa, na hora ela ficou um pouco com medo, mas acabou aceitando, disfar�amos um pouco na festa e sa�mos sem que ningu�m percebesse.

Chegando a sua casa fomos at� o seu quarto nos beijamos novamente e eu vagarosamente fui tirando a al�a do seu vestido e fui de encontro aqueles seios lindos e durinhos de tes�o chupava e passa l�ngua devagar entorno deles e ela suspirava e gemia de tes�o;

- usss aaaaii aaaaaii que tes�o!!!!

Dos seios eu passei a descer mordendo e beijando-a lentamente

Chegando at� sua bucetinha que j� estava toda molhadinha.

Eu chupava e passava minha l�ngua saliente em seu clit�ris e ela gemia alto.

-aaaaiiiii aaiiiiii aiiiiiii!!!

E eu falava:

- vai sua vadia gostosa, goza em minha boca vai, goza putinha vai, cachorra safada, o corno do seu marido nunca chupou essa buceta gostosa n�o foi? E ela como muito tes�o respondeu;

- ele n�o gosta dessas coisas diz que isso � coisa para puta e s� fazemos sexo papai e mam�e.

-Ent�o sua puta agora voc� vai conhecer um macho de verdade. E eu chupava aquela bucetinha linda sem parar ao som dos altos gemidos dela. At� sentir ela se contorce percebe que ela ia gozar e deixei-a fazer tudo isso em minha boca. Depois ela foi tirando minha roupa e mim beijando todo at� cair de boca em pau. Ela falava;

- seu pau � muito maior que o do meu marido;

- ent�o engoli tudo vai sua vadia, chupa putinha!!

E ela chupava vagarosamente deixando escorregar sua l�ngua por todo meu pau at� eu explodir em um monte de porra em sua boca e ela engolia tudo e continuava a chupar at� deixar limpinha. Depois disso fizemos um 69 gostoso em que eu chupei seu cuzinho virgem e apertado e j� n�o aguentando mais de tes�o pediu que eu penetrasse sua bucetinha, ent�o ela subiu em cima e come�ou a cavalga gostoso e gemendo muito, depois de algum tempo fudendo ela daquele jeito coloquei ela de quatro e disse;

- putinha safada agora eu quero arrombar esse seu cuzinho gostoso!

Disse Patr�cia - sua pica � muito grande e eu n�o vou aguentar meu cuzinho � virgem!

Ai eu comecei aquela hist�ria que todo mundo j� conhece de que colocava de vagarzinho e que se doesse eu parava ela ent�o concordou.

Comecei a penetrar aquele cuzinho apertadinho bem devagarzinho ao som de seus altos gemidos. No come�o foi dif�cil de entrar minha pica dentro daquele cuzinho, pois ela estava gemendo muito, mas, o prazer era mais que a dor ent�o ela deixou entrar tudo e come�ou a rebola gosto at� nos dois gozarmos gostoso sendo ela pelo c�. Tomamos um banho aonde tranzamos de novo at� eu ir embora. At� hoje continuo comendo minha vizinha que � uma delicia.

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