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DOCE VIZINHA

Meu nome � paulo, tenho 35 anos e sou solteiro convicto, muitas mulheres e festas, sou advogado e trabalho em meu escrit�rio em casa. Moro em uma rua de muitas casas bonitas de classe m�dia alta, mas nunca tive muito contato com os vizinhos pois todos s�o casados e com filhos e eu o �nico solteiro. Uma tarde estou chegando em casa todo suado, voltava do Forum de terno e gravata, fazia um calor absurdo e mesmo dentro do carro com ar, estava suado. Noto que est� na porta da casa do vizinho a filha deles, sentada nodegrau da entrada com cara de braba. A ana era uma menina de 19 anos, loira muito clarinha, s�o descendentes de alem�es, estranhei ela ali parada, eram 3 da tarde e ela falou que tinha perdido a chave da porta, e sua m�e e seu pai n�o atendiam o celular pois estavam no hospital em plant�o, s� chegariam a noite, ambos eram m�dicos, e ela estava literalmente na rua. Desci do carro e perguntei se ela n�o queria esperar eles chegarem ali em casa, n�o teria problema nenhum, pois eu iria ficar em casa mesmo. Ela ficou meio assim, mas aceitou. Entramos eu disse que se ela quizesse ir no computador ou assitir algo na tv poderia, e pedi licensa pois iria tomar um banho que estav super suado. ela agradeceu e foi para a tv. subi, tomei banho coloquei uma bermuda e uma camiseta e desci. A Ana estava sentada como toda adolescente distraidamente com as pernas em cima do sof�, e enteabertas, sentei no sof� ao lado e perguntei o que ela estava vendo, ela falou I Carly um seriadinho, eu pude ent�o pela primeira vez reparar nela, vestia uma saia jeans curt�ssima, uma blusa de alcinhas sem soutien que deixava marcados os minimos peitinhos, pele muito branquinha que contrastavam com os olhos azuis e os cabelos lisos e compridos muito loiros, era uma anjinha, olho para o meio de suas pernas e ela de olhos fixos na tv nem notou, mas eu via sua calcinha e a rachinha marcadinha, calcinha branca de algod�o, meu pau come�ou a subir, eu estava de bermudas e sem cuecas, como gosto de ficar em casa, puxei assunto j� que ela n�o falava muito, perguntei do col�gio, essas coisas, at� que perguntei se tinha namorado, e ela reclamou, n�o n�o tenho, minha m�e � muito chata, me prende de mais, n�o deixa eu namorar ainda, ela se ageitou mas continuava com as coxas lindas todas de fora, n�o tinha como n�o ficarem com aquela micro-saia, perguntei se ela queria um refri ou um suco e ela aceitou, busquei um para ela e outro para mim, ela ent�o pergunta onde � o banheiro, e falei que o de baixo estava estragado mas ela poderia usar o de cima no fundo do corredor. Ela subiu as escadas e como o sof� que eu estava ficava bem em baixo da escada pude ver a bundinha dela rebolando para subir. Ela estava demornado um pouco para descer e fui ver se estava tudo bem, chegando em cima da casa vi que ela j� tinha sa�do do banheiro, e estava de p� na porta do meu querto olhando para dentro, perguntei a ela se ela queria alguma coisa, ela levou um baita susto, e falou, ai desculpa Paulo, � que tinha curiosidade de ver teu quarto, tua casa � linda, e como meus pais as vezes falam de ti, fiquei curiosa, eu mais curioso ainda perguntei, o que eles falam de mim? Ela ficou sem geito, e falei, pode falar Ana, ha, � que eles dizem que tu � solteiro e vive com mulheres diferentes, cada dia uma, eu ca� na rizada e falei, n�o � bem assim, n�o � cada dia uma, mas sou solteiro mesmo, e tenho as vezes algumas namoradas sabe como � n� Ana, n�o d� pra ficar sempre sozinho, ela sorriu e disse, posso entrar? eu falei claro...Entramos no querto que � muito grande, com um enorme box king-size e alguns espelhos estrat�gicos em uma das paredes, som, frigo-bar e um banheiro tamb�m grande com uma belo hidro-massagem, e ela falou nossa � lindo, que cama lnda.... e falando isso se jogou, sua bundinha ficou quase de fora, e eu louco com a cena, ela deitada falou, aqui que as mulheres vem n�? Eu falei, algumas, ela falou, eu adoro banheira, as vezes tomo banho na dos meus pais, eu falei tamb�m que adorava tomar banho de banheira, e ela mais que r�pido falou, hoje t� �timo de ficar numa �gua fresquinha com este calor�o, eu falei que se ela quizesse poderia tomar banho na banheira que eu desceria, ela ficou radiante, ligei a �gua em uma temperatura agrad�vel fechei a porta do quarto e desci.

Pela minha cabe�a passavam milh�es de coisas, mas ela era pouca coisamais que uma crian�a, masmeu pau n�o descia, tava duro desde a primeira vez que vi as calcinhas dela, estava la em baixo tomando agora um u�sque e pensando se ela estaria peladinha na banheira, quando de repente ela me chama, vou at� a porta do quarto e ela estava no banheiro com a pora fechada, me aliviei, n�o queria ter a tenta��o de come-la, mas ao mesmo tempo n�o saberia se conseguiria me controlar, cheguei junto a porta do banheiro e falei o que foi Ana? Ela falou entra aqui e me ajuda que a �gua esfriou de mais e n�o to donseguindo fazer com que fique boa de novo, eu imaginei que ela estaria vestida ou enrolada na toalha, e quando abro a porta ela est� s� de calcinhas, quase desmaiei, e falei Ana, te cobre, tu est�s s� de calcinhas, e ela ficou furiosa, dizendo, t� Paulo, tu � que nem meus pais, tamb�m me acha uma criancinha? Vou embora, prefiro ficar l� na cal�ada que aqui tu me achando um bebezinho, eu segurei o bra�o dela que j� estava saindo do banheiro com a roupa na m�o, e falei, n�o te acho crian�a n�o, pelo contrario, se te achasse, nem me importaria se estivesses pelada, mas j� �s uma mulher linda, mas sou muito mais velho que tu, imagina se teus pais sonham que tu est�s aqui quase pelada no meu banheiro e comigo junto? Ela falou, s� se tu contar, eu n�o me contive e puxei ela para mim dando um enorme beijo de l�gua, vi que ela n�o deveria nem ter beijado ainda, pois era basante desageitada, ela jogou as roupas no ch�o eu fui levando sem parar de beijar at� a cama, e passei a chupar sues peitinhos, ela se retorcia, eu disse, Ana, tem certeza? ela fez que sim com a cabe�a, continuei a chupar os peitinhos lindos, rosadinhos biquinhos pequeininhos levemente inchadinhos, e fui descendo at� o umbiguinho e depois para a virilha, ela se retorcia e gemia, baixei as calcinhas e vi a xotinha mais linda que j� tinha visto, lisinha, sem pelos, branquinha, abri suas pernas e passei a chupa-la, ela quase gritava, abri sua xotinha com os dedos e vi seu cabacinho, lambi l� dentro ela gemia alto, ergui suas pernas e seu cuzinho rosadinho e fechado ficou exposto, passei a lambe-lo, ela se retorcia e falava coisas que eu n�o entendia, logo tirei minha roupa e ofereci meu pau para ela chupar, nossa, aquela carinha de anjo chupando desageitadamente meu pau era um sonho, n�o me aguentei e enchi a boquinha dela de porra, ela cuspio um pouco e acho que engoliu outro tanto, ela falou vc gozou n�? eu ri e disse sim e muito. ficamos deitados um do lado do outro e passamos a conversar, ela falou que queria ser possu�da, eu tinha medo, mas ela logo se esfregando em mkim disse que queria e deitou-se de costas abrindo as pernas falou, vem, ca� de boca novamente, e chupei muito aquela xotinha, que delicia, ela rebolava na minha boca, at� que subi e encaixei meu pau na xotinha dela, era desproporcional o tamanho dele perto da xotinha, at� eu tinha d�vida se entraria, n�o que meu pau seja grande, � normal, mas a xotinha dela era muito pequena, fui for�ando e ela fazendo carinha de dor, mas n�o reclamava, pelo contr�rio, rebolava, esfreguei bem o pau na xotinha e de repente dei uma for�ada e a cabe�a entrou, ela deu uma gemida de olhos fechados e aproveitei e enterrei o resto, ela gritou, ficamos parados um pouco, e lentamente fui tirando um pouco e colocando novamente, ela logo come�ou a rebolar, mesmo fazendo carinha de dor, logo estava gemendo, e passei a come-la feito louco, como tinha gozado ha pouco fiquei bombando muito tempo na xotinha dela, acho que uns 20 minutos at� que explodi junto com ela pela segunda vez num gozo enorme, tomamos banho de banheira e nos vestimos, n�o paravamos de nos beijar e nos acariciar, ela estava radiante, dizia a todo momento que estava realizada pois tinha trepado e com um homem n�o com u garoto como uma amiga dela, Seus pais chegaram e ela foi para casa, ali�s eu a levei e disse que ela tinha ficado vendo televis�o enquanto eu trabalhava, eles ficaram muito gratos. Na tarde seguinte, ela bate a minha porta conforme tinhamos combinado, estavamos namorando escondido, e novamente transamos, melhor que na primeira vez, mas vi que sua xotinha estva vermelha e inchada, ela falou que ficou a noite toda acordada lembrando de nossa transa, e que sua xotinha estava ardida, mas queria mais, eu estava louco por ela, e ela por mim, e eu mais louco ainda para comer a bundinha dela, o que aconteceu na terceira vez, ela n�o qeria porque achava que era coisa de puta, e expliquei para ela que isto n�o exixtia, eque no sexo valia tudo, nossa, foi maravilhoso encostar o pau no cuzinho e ve-lo se abrindo, deixando meu pau sumir naquela bundinha maravilhosa.

Hoje ela tem 19 anos, eu 39, e ainda namoramos escondidos, quando ela estiver para fazer 19 anos vamos anunciar nosso namoro. Nunca mais sa� com nenhuma mulher, at� saio, me divirto, vou a baladas, mas n�o fico com nenhuma, s� quero o corpinho de minha amada, nada pode ser melhor, ela est� cada dia mais linda e fogosa. Transamos quase todos os dias. Nunca imaginei que fosse acabar assim, mas � real.

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