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CHEIRO DE FILHA

Sou o segundo marido da minha mulher, com quem casei h� doze anos. Ela j� tinha uma filha de dois aninhos, a qual criei como se fosse minha filha leg�tima, j� que o verdadeiro pai tinha ido morar na Europa e sequer dava not�cias, pois constituiu nova fam�lia.



Minha enteada cresceu linda e cercada de muito amor que eu e sua m�e lhe d�vamos. Ela � morena, falsa magra, com um corpinho maravilhoso e curvas perfeitas, al�m de um par de seios que n�o chegam a ser demasiadamente grandes, mas do tamanho ideal. Mas o forte mesmo � seu bumbum farto e empinado que deixa qualquer um babando.



Apesar de toda essa gostosura do meu lado, eu jamais tive qualquer pensamento desviado em rela��o a ela pois, como eu disse, criei-a como uma filha.



No nosso dia-a-dia n�o t�nhamos muitas frescuras e est�vamos sempre aos beijos e abra�os, por�m respeitada a paternidade que nos unia. At� que um dia entrei no banheiro logo ap�s minha filha sair do banho. Notei que ela deixou a calcinha usada jogada no ch�o do banheiro e cuidei de peg�-la para jogar no cesto de roupas sujas. Ao toc�-la, senti-a meio �mida, o que me fez verificar o que era. Bem, a calcinha dela estava �mida de seus pr�prios l�quidos, ou seja, ela tinha estado excitada. Quase que instintivamente, levei a calcinha at� o nariz e foi a� que tudo mudou, meus amigos. Isto porque o perfume inebriante que exalava a calcinha me deixou completamente alucinado de tes�o.



Daquele dia em diante, passei a controlar os hor�rios em que ela ia ao banheiro. Suas calcinhas estavam sempre cheirosas, mas n�o era sempre que estavam molhadinhas de tes�o dela. Passei, ent�o, a notar que, quando ela saia com os amigos, voltava mais molhada, at� que um dia tive a n�tida impress�o de que cheirava a porra masculina.



Putz! A� foi uma loucura, porque se ela estava transando sem camisinha, cumpria a mim, seu pai, adverti-la. E n�o deu outra. Em um momento em que est�vamos a s�s em casa, perguntei se ela j� estava namorando e ela disse que, de vez em quando, “ficava” com algu�m, mas nada muito s�rio. E, aproveitando o embalo, perguntei-lhe sobre sexo e ela ficou meio encabulada, mas, de tanto eu insistir, falou que j� tivera uma experi�ncia e eu perguntei se ela tinha usado camisinha, ao que ela respondeu que n�o, pois foi meio de surpresa e quando ela se deu conta j� estavam transando e que foi uma coisa muito r�pida.



Perguntei-lhe quando tinha sido isso e, pela data que ela falou, bateu com aquele dia em que eu senti cheiro de porra na sua calcinha.



Eu fiz as advert�ncias de praxe e disse para ela que estava preocupado, mas muito feliz por ela n�o ter mentido pra mim, pois eu sabia que ela j� transava. Nem me dei conta do que acabei deixando escapar. Ela me perguntou como eu sabia e eu tentei enrolar, o que foi percebido por ela. Bem, depois de muito papo e at� de uma chantagem emocional, pois ela argumentou que tinha sido sincera comigo e que eu a estava enganando, acabei por confessar que senti o cheiro de porra em sua calcinha. Ela, mais do que depressa, perguntou se eu cheirava sempre suas calcinha e eu, constrangido, confirmei.



Ela me surpreendeu, dizendo: - Ent�o, hoje voc� vai se esbaldar, porque esse papo me deixou totalmente molhadinha. Eu duvidei, dizendo que est�vamos apenas conversando e ela, ent�o, tirou a calcinha na minha frente (ela estava de saia) e me mostrou. Cheirei e quase tive um colapso. Minha rea��o foi a de abra��-la incontinenti. Mas abra��-la sabendo-a sem calcinha me deixou mais ousado, de tal sorte que, em seu ouvido, sussurrei que ela tinha um cheiro maravilhoso. Ela se arrepiou e eu levei minha m�o at� sua xana, a qual estava muito molhada.



Eu, para provocar, perguntei: - Ser� que � t�o saborosa quando � cheirosa? E ela disse que n�o sabia. Perguntei-lhe se podia conferir e ela ficou meio sem jeito, mas n�o dei tempo dela reagir e me abaixei, dando-lhe uns beijinhos na xana e uma tr�s ou quatro lambidas. Foi quando notei um suspiro gostoso, ao que eu perguntei se estava gostoso. Ela nada disse, apenas se recomp�s e foi em dire��o ao seu quarto. Preocupado, corri at� ela e perguntei se ela estava chateada com o que eu fizera com ela. Ela disse que n�o, que estava apenas assustada, mas que ela gostou. J� foi logo me tranquilizando, pedindo para que ningu�m ficasse sabendo daquilo e era exatamente isso o que eu queria. Para minha surpresa, logo ap�s eu ter prometido que aquilo seria um segredo s� nosso, ela disse de sopet�o: - Ent�o, pai, termina o que come�ou, vai! Eu n�o aguento mais de tes�o.

Eu j� parti pra cima dela, beijei-a e, aos poucos, fui tirando sua roupa e revelando para mim aquele corpo maravilhoso que, at� ent�o, eu jamais vira como sendo de uma mulher.

Aos catorze anos, ela estava espl�ndida e sedutora. Logo eu estava de boca em sua xoxota, lambendo e bebendo seu n�ctar. Transamos como loucos, naquele dia, mas foi tudo muito r�pido. De l� para c�, de vez em quando, conseguimos repetir a dose, mas o costume de cheirar suas calcinhas continuou e ela, às vezes, para provocar, sai do banheiro e diz pra mim: aproveita que hoje est� com gosto de xota bem gostosa. E como � gostosa...

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