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A FOR�A � MAIS GOSTOSO

Oi me chamo Sandra e descobri apenas hoje esse site de contos e ap�s ler alguns contos decidi relatar algo ver�dico que aconteceu comigo que eu jamais tive coragem de contar a ningu�m. Eu tenho 22 anos, sou branca, olhos e cabelos castanhos claros, 1.62 metros de altura, magra, seios de m�dios pra pequeno e bunda e pernas m�dias, por�m tudo firme e em cima. Moro com meu pai e gra�as a Deus sempre tive de tudo, tenho carro, curso �ltimo ano de direito, nunca tive nada pra reclamar, criada como uma paty. Mas tudo come�ou quando meu pai teve a id�ia de contratar um empregado e servi�os gerais aqui pra casa que � onde na parte de baixo fica o escrit�rio tamb�m. Pois precisa sempre de uma limpeza no quintal garagem que � grande, consertos el�tricos, telha, jardins... esses tipos de servi�os. Ent�o ele falou que ia chamar um das redondezas que era conhecido de alguns amigos de as vezes prestar alguns servi�os a eles. At� ai tudo bem.



Num s�bado estava na casa da minha m�e (meus pais s�o separados) e meu pai liga me dizendo que acabara de conversar pessoalmente com o tal empregado e que ele iniciaria na segunda feira. Eu de imediato contestei meu pai dizendo que ele toda segunda est� no s�tio ent�o como ele iria come�ar segunda e ele me respondeu que n�o tinha problemas pois ele j� havia mostrado ao empregado o local, a casa e falado o que queria que ele fizesse na segunda. Ent�o respondi tudo bem, e desligamos o telefone.



Na segunda feira eu fiquei em d�vida e acabei n�o indo a faculdade pois estudo de manh� e se o empregado ia vir n�o teria mais ningu�m pra abrir pra ele pois s� mora eu e meu pai aqui e ele estava viajando. Ent�o n�o fui e fiquei em casa mas acordei cedo pra poder abrir pra ele quando o interfone tocasse e fiquei fazendo hora na parte debaixo onde fica o escrit�rio ainda de pijama, uma mini blusa de al�a sem suti� e um shorts curto. E pra minha surpresa e susto uma pessoa aparece na janela da recep��o. Ele falou em voz alta que era o empregado que meu pai contratou, me recuperei do susto, abri a porta e perguntei como ele tinha entrado e ele respondeu que meu pai havia deixado a chave do port�o com ele. Ai percebi que ele ficou parado sem falar s� me devorando com os olhos e n�o era pra menos pela forma que eu estava vestida. Acabei olhando pra ele, um moreno jambo alto, uns 1.82 metros mais ou menos, forte, bem encorpado. Depois de alguns segundos ambos parados se olhando, eu soltei um sorrisinho pedindo desculpas pelo meu traje pois tinha acabado de acordar. Ele me respondeu que n�o se importava pois eu estava muito gostosa vestida daquele jeito. Fiquei meia sem jeito e antes mesmo de eu dizer algo ele j� veio falando que meu pai havia dito que eu estaria na faculdade. Respondi que n�o sabia que ele tinha a chave ent�o fiquei pra abrir a porta. Ele come�ou a sorrir dizendo que eu n�o tinha ido a faculdade s� pra receber ele e por isso que me vesti dessa forma, pra exibir minha gostosura pra ele. O chamei de atrevido dizendo que isso s� nos sonhos dele e falei pra ele come�ar a trabalhar.



Novamente ele veio com gracinhas me chamando de gostosinha e que s� olhando pra mim passava milhares de coisas pela cabe�a e que j� estava com o pau dur�ssimo e ficou mexendo nele por cima da cal�a pedindo pra que eu olhasse como estava. Meia que olhei de relance pois ele estava bem na minha frente e quase n�o tinha como olhar e realmente vi um grande volume e comecei a rir. Ele ent�o pediu pra eu pegar nele pra ver como era grande e � claro que respondi n�o. Ent�o ele foi vindo aos poucos em minha dire��o e eu ia me afastando. Teve uma hora que fiquei encostada na mesa sem ter mais onde ir e ele ficou bem perto de mim e eu j� com cara e tom s�ria falei pra se por em seu lugar e se ele encostasse em mim eu n�o s� gritaria como ligaria pra policia na hora pois eu n�o era pro bico dele e nem da turma dele. Ent�o ele ficou parado bem na minha frente dizendo que n�o ia fazer nada e ficou com as m�os no ar brincando com elas fingindo e amea�ando encosta l�s em mim e no meu corpo mas sem avan�ar e assim ficou por um bom tempo e e sem me mexer e at� me encolhendo certo momento pra que ele n�o encostasse em mim. Ele brincava de passar as m�os bem pr�ximas de mim, do meu cabelo, rosto, pernas, seios, as vezes at� sentia a m�o dele relar em parte da minha roupa.



Ent�o ele ficava simulando em passar a m�o pelo meu corpo muito perto de mim mas sem encostar e ia dizendo da minha bunda, dos meus seios e eu l� parada sem ter pra onde ir. At� que ele esbarrava “sem querer” a m�o nos meus cabelos e pedia desculpa, na perna, pedia desculpa, na bunda...at� que ele come�ou a brincar com meus cabelos e do nada deslizou a m�o pelo meu rosto alisando o e eu tirei a m�o dele, ent�o com a outra m�o ele alisou novamente meu rosto, e quando fui tira la ele colou em mim, me segurou com a outra m�o e veio me beijando.e ao mesmo tempo passando as m�os por baixo de minha mini blusa pegando rapidamente meus seios e por mais que eu tentasse, n�o conseguia sair dele por ele ser bem mais alto e forte do que eu. Quando me achei perdida, o telefone tocou e ele no impulso do susto me soltou. Atendi o telefone e era justamente meu pai e fiz quest�o de justamente em dizer “oi pai” fazendo o empregado tremer. Meu pai falou umas coisas e botei ele no viva voz e comecei a fazer sinal de ferrado pro empregado pois eu iria de imediato entreg�-lo. Ap�s meu pai falar, disse que tinha algo pra falar, mas fui cortada pelo meu pai dizendo que o sinal estava muito ruim e que depois do almo�o ligava novamente e pra minha surpresa ele desligou.



O empregado ent�o come�ou a rir aliviado dizendo que eu era uma paty mimada, por�m muito gostosa, de pele macia e uma boca deliciosa e que j� que eu ia entreg�-lo, ent�o ele tinha ent�o de aproveitar o tempo que tinha. Ai foi minha vez de gelar. Ele falou que nem tinha como eu resistir pois eu era uma bonequinha perto dele mas que sabia que no fundo eu ia amar. Ent�o novamente ele me prendeu contra a mesa e colou em mim. Tentou me beijar e eu desviei, ent�o ele pegou meus cabelos e deu um leve pux�o fazendo minha cabe�a ir pra tr�s e ent�o come�ou a chupar meu pesco�o e ir com a boca descendo, puxou a al�a da minha mini blusa pro lado e com meu seio vis�vel come�ou a mamar neles e a minha resist�ncia aos poucos fui perdendo for�as. Ent�o ele colou mais em mim e come�ou a acariciar meus seios com a m�o que cobria todo meus seios com a m�o dele e come�ou a olhar minha cara vendo que tinha agora pouca resist�ncia e que estava come�ando a sentir prazer. Ent�o ele veio e come�ou a me beijar enfiando a l�ngua dele dentro da minha boca, que em poucos segundos est�vamos nos beijando com beijos bem molhados. Enquanto ele me beijava, parou de acariciar meus seios e come�ou a baixar meu shorts, me botou sentada no sof� que estava logo do lado, se agachou de joelhos e foi deslizando sua boca pelas minhas pernas e coxas at� ir lentamente chegando na minha bucetinha e ent�o come�ou a beija la e a passar a l�ngua nela, e ali ficou me chupando at� que n�o aguentei e acabei gozando bem na boca dele.



Na hora ele come�ou a rir dizendo que a putinha gostosinha estava gostando de ser abusada pelo empregado e come�ou a acariciar minha bucetinha com os dedos e ao mesmo tempo ficava olhando pra minha cara pra saber como eu me sentia. Ele ent�o falou que eu estava toda molhada e que j� que eu havia gozado na boca dele, agora era a vez dele. Ent�o ele se levantou e foi abrindo o z�per da cal�a e rapidamente o pau dele j� estava exposto, extremamente duro, ele ent�o me pegou pela nuca e foi conduzindo minha boca ao pau dele e ent�o depois dele passar o pau pelo meus l�bios, n�o resisti e fui abrindo a boca e o pau dele entrando nela. Depois de um pouco parado deixando eu brincar com ele na boca, ele ent�o segurou firme minha nuca e come�ou a bombar na minha boca, depois ele sentou, pediu pra eu ficar de joelho e mamar ele pois queria olhar pra minha carinha de putinha mamando o pau do seu macho. Ent�o assim ficamos por alguns bons minutos at� que ele me segurou dizendo que ia gozar e bombou mais forte at� que comecei a sentir ele gozando e como n�o tinha o que fazer, comecei a engolir pra n�o sujar a recep��o. Ap�s ele ainda ficou segurando o pau colocando em minha boca pra limpa lo melhor. Ent�o ele me levantou e disse que tinha de trabalhar mas antes ele ia galopar um pouco na �gua dele mas antes ele deitou no sof� e me chamou pra eu sentar na cara dele. Fiz o que ele pediu e ent�o ele come�ou a me mamar novamente de uma forma alucinante, me fazendo novamente gozar na boca dele e nessa hora minha bucetinha j� estava toda melada. Ent�o ele me botou de 4, encaixou por tr�s de mim me pegando por baixo e aos poucos foi me penetrando at� encostar pele com pele e aos poucos ele foi me bombando cada vez mais r�pido e intenso, segurando minha cintura pra ter total controle da velocidade e a outra m�o segurando e puxando as vezes meu cabelo como se estivesse galopando em mim e por l� ficamos por muito tempo, ele sempre me chamando de gostosa, putinha, �gua, at� que eu novamente acabara de gozar e uns dois minutos depois foi a vez dele de gozar. Ficamos um pouco parado descansando pois est�vamos suados. Eu ent�o me vesti pra poder subir e ir tomar um banho, quando ele me segurou e falou que eu n�o ia contar ao meu pai pois eu havia amado de tanto que eu gozei. E disse tamb�m que a partir daquele momento eu seria a mulherzinha e putinha dele, ele seria meu dono e me pegaria tantas vezes que ele quisesse e que eu podia ir tomar banho que ele ia trabalhar, mas ap�s o almo�o ele me pegaria novamente, o que realmente aconteceu, e assim continuou praticamente todos os dias, principalmente quando meu pai n�o estava.



Espero que tenham gostado, talvez n�o tenha muitos detalhes, mas s� relatei algo real. Quem quiser postar contos para que eu possa ler, por favor me envie por email que � [email protected]

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