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MAMAE NA VARA2

Permaneci um bom tempo prostado aolado de minha m�e, que deitada de bunda para cima, toda lambuzada com a minha porra precoce me olhava como sentindo toda a minha decep��o. Ent�o ela falou: - Meu querido n�o fique triste, n�o desanime, descansa um pouco, relaxe bem, que daqui alguns minutos eu me encarrego de endurecer novamente esse pic�o e deixo tentar novamente e voc� poder� comer o meu cuzinho: falando isso ela passou uma das m�os por toda aquela porra, espalhando-a por toda o seu bund�o, lambuzando todos seus dedos e, ent�o, um a um colocou em sua boca chupando como se fosse um picol�; - Vamos para a saleta para continuarmos a ver o filminho, assim seu p�u fica duro mais depressa e a gente tenta l� mesmo uma nova investida. N�o sabia, surpreso que estava, como agradecer as palavras de �nimo de minha m�e e fomos, ent�o, para a salete onde, ainda rolavam cenas de tremendas enraba��es. Minha m�e foi, ent�o, se lavar e eu fiquei vendo o filminho, mexendo no meu p�u para ver se o reanimava, pensando somente na bunda de minha m�e; minutos depois ela retornou, trajano apenas uma camiseta transparente sobre o seu corpo n�, com os cabelos molhados e exalando um delicioso perfume. - Querido tomei um banho gostoso, lavei o meu rabo e estou fresquinha para o sacrif�cio e prometo que vou colaborar com todas as minhas for�as; trouxe a vaselina, como est� este piroc�o? j� est� bem durinho, n�o? Ent�o ela virou de costas para mim, que estava sentado no sof�, quase encostando o seu bund�o no meu rosto e levantando um pouco a camiseta esfregou-o na minha cara e falou: - Meu cuzinho est� pronto, � s� passar vaselina no puto e podemos recome�ar a nossa jornada. Num �mpeto abracei com for�a aquele rab�o e as minhas m�os pousaram sobre sua xoxota e come�aram a masturba-la e ao mesmo tempo enfiei o meu nariz e minha boca no seu r�go perfumado e minha l�ngua come�ou uma avalanche de lambidas e chupadas no seu cuzinho; a essa altura meu caralho j� estava em ponto de bala. - Meu filho voc� me deixa louca de tes�o,, vamos passe logo a vaselina para come��rmos a penetra��o; e dizendo isso tirou a camiseta por sobre sua cabe�a, ficando novamente inteiramente n�a. Lambuzei todo seu cuzinho, me levantei e a coloquei na beira do sof�, recostando as suas costas no fundo e abrindo bem as sua pernas, de tal forma a sua buceta ficar totalmente exposta; aloelhei-me, ent�o, entre suas coxas e disse: - Antes vou dar uma chupadinha, para que sua xoxota fique bastante molhadinha e enseguida vou dar uma enfiada nela com meu cacete para lubrifica-lo. Depois de alguns minutos de chupa��o, levantei-me e enfiei o pir� naquela xana molhada e comecei uma breve foda, pois logo minha m�e me interrompeu falando: - Querido vamos ao que interessa, pois eu j� estou em ponto de ter orgasmo, voc� gozou h� pouco, mas eu n�o. Sabendo que toda essa prepara��o era necess�ria para a minha m�e suportar melhor as dores do rompimento de se c�, levantei-me e procurei posiciona-la para uma investida ideal: virei-a de costas para mim e fiz ela ajoelhar no ch�o, junto ao sof�,e dobrada sobre este deitava sua cabe�a, de modo a ficar bastante confort�vel; com as minhas m�os separei as suas coxas e como, antes, fi-la abrir as suas n�degas com suas m�os, de modo que novamente aquele cuzinho se mostrava inteiramnete ao meu dispor; espalhei, ent�o, toda vaselina que l� tinha colocado e comecei uma massagem preparat�ria, enfiando um dedo, depois dois e at� tr�s, de formas a abrir bem para passagem do meu pir�; a essa altura minha m�e saltava seguidos gemidos e gritinhos de prazer e pedia para eu por logo a minha pica no seu c�; posicionando-me convenientemente, coloquei a cabe�a do caralho na entrada de seu cuzinho e comecei a empurra-la, lenta e delicadamente, de modo a n�o machucar muito; sent�,ent�o, que ela foi entrando e quando toda a cabe�a do sacana j� tinha entrado perguntei: - Est� doendo mam�e? - Sim meu filho, bastante, mas continua que eu vou aguentar. - D�i um pouco, mas depois de entrar tudo vai ser gostoso voc� ver�,disse para tentar anima-la. Dizendo isso, forcei de novo o puto que foi entrando, com mais facilidade, mas minha m�e soltou um grito e exclamou: - Est� doendo muito, por favor meu filho pare e tira essa porra de dentro de meu c�. Mas eu estava completamente tresloucado e n�o queria mais uma vez fracassar, ent�o, num gesto impensado dei uma forte estocada de tal forma que meu caralho entrou de uma vez s� at� os meus colh�es quando, ent�o, minha m�e soltou um berro alucinante e entre l�grimas exclamou: - Porra! voc� est� me rasgando toda, pare que eu n�o aguento. - Pronto, mam�e, j� passou, j� entrou tudo, agora � esperar um pouco e depois vamos aproveitar esta conquista e voc� vai ver como � gostoso. Fiquei alguns minutos parado e depois, lentamente procurei movimentar o meu pir� num movimento de vai e vem, embora minha m�e, ainda, mostrasse uma rea��o negativa; levei, ent�o, minhas m�os a frente de seu corpo e segurei os seus peitose comecei uma s�rie de carinhos, beijando sua nuca, seus ouvidos, suas costas e abixando uma das m�os alcancei sua buceta e massageei seu gr�lo, de modo a excitar minha m�e. - Ent�o, t� melhor agora? perguntei com minha boca colada em seu ouvido, que aproveitava para enfiar a l�nbua dentro dele. - Est� meu filho; agora passou a dor, pode mexer mais um pouco. Fui aumentando o movimento do meu p�u e tirando a minha m�o de sua buceta ped� dentro do seu ouvido: - Masturbe voc� com sua m�o o seu gr�lo e mexe com sua bunda, procurando acompanhar o movimento do meu caralho, que logo,logo, voc� estar� no ponto; - Sim meu senhor! disse brincando mais animadinha e com um movimeto da cabe�a procurou olhar para seu c� e exclamou: - Eu n�o posso acreditar que este monte de carne esteja todo dentro do meu cuzinho. E mexendo sua bunda ao mesmo tempo que masturbava seu gr�lo continuou: - Voc� tinha raz�o, doeu muito no in�cio, mas agora est� muito gostoso; vamos mexe mais forte, enfia tudo, me faz me sentir uma puta, igual as do filminho; e voc� meu filho est� gostando? - Estou nas n�vens, parece um sonho, estou no c�u, daqui a pouco vou gozar dentro do seu c�. - Ent�o, continuou ela, pare um pouco, que eu quero gozar com voc�, estou delirando por ter conseguido dar o c� pra voc�, sussurre no meu ouvido palavr�es, me xinga de sua puta, de galinha , de chupadora de tudo que voc� quizer. Ent�o sussurrei; - Mam�e, eu sempre fui tarado pelo seu bund�oe o meu maior desjo era comer esse cuzinho maravilhoso; daria tudo pra enraba-la, dinheiro, qualquer cois, daria at� meu rabo pra voc� em troca, mas voc� me deu de gra�a, por amor: voc� agora � minha putinha enrabada e eu vou sempre querer comer seu c�, minha chupadora, minha peituda, bocetuda e minha putona do caralho. Notava qque minha m�e se deleitava toda e entre suspiros e gemidos, gaguejou: - Acelera meu filho, qque eu, n�o acredito, vou gozar tomando no c�. Mexendo fortemente sua bunda, de tal forma a empurrar meu caralho bem pra dentro do seu c� n�o aguentou mais e berrou: - PUTA QUE TE PARIU! n�o acredito estou gozando pelo c�, que maravilha, goza tamb�m, meu fulho, solta toda sua dentro do meu cuzinho; CARALHO! Acho que vou gozar uma segunda vez, mexe mais, mais forte, empurra tudo. Ent�o, como numa explos�o, que me parecia ouviar o repicar de sinos, o estouro de bombas e o repicar de fogos de artif�cios, tamb�m, gozei soltando uma quantidade enorme de porra dentro daquele rabo e minha m�e continuava a gritar: PUTA QUE PARIU! ESTOU GOZANDO ! cARALHO! PUTA MERDA! � MUITO BOM! MEU C� EST� TODO ESPORRADO! Obrigada meu filho, agora vou querer sempre tomar no c�, � muito bom!

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