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O GOSTOSO DA ROLA PEQUENA

O Gostoso da Rola Pequena

Sou um garot�o de 28 anos, 1,70 mt, 75kg, um pouco fora de forma, mas nada que me comprometa, sou bonito, sem falsa mod�stia, beleza normal, mas tamb�m, quem est� ligando pra isso, pelos no peito e abd�men e muito jeito de homem.

Sou do tipo que gosta de sexo f�cil, r�pido e gostoso. Uma simples chupeta j� � o bastante pra me entregar com intensidade, chupar de verdade, tipo gag the fag.

N�o me preocupo com beleza est�tica, ali�s, tenho muito tez�o por caras feios, gordos ou velhos, o que importa � a pegada. Curto caras r�sticos, pedreiros, caminhoneiros, motoristas, ambulantes, feirantes e prolet�rios.

Como costumo dizer em meus contos, gosto dos caras convictos, daqueles ativos que gostam de comer, que n�o curtem pegar no pau do outro e nem se preocupam com a satisfa��o do parceiro.

Tenho tantas hist�rias pra contar, tudo absolutamente ver�dico. Com os mais de 500 caras que j� sai. Sim, mas de 500 caras. H� tr�s anos, depois dos 500 eu parei de contar, nem sei pra quantos j� estou agora.

Mas enfim, destes 500, eu s� dei pra uns 20, pois � incr�vel como dizem que o normal do brasileiro � 19 cm de rola. Ali�s, se algu�m tiver de 19 cm pra menos, por favor, eu dou casa, comida e roupa lavada e vivo uma vida de casamento e fidelidade, pois a maioria tem rola grande e eu fujo como o diabo foge da cruz rs...

Sou muito apertado, d�i pra caralho e qualquer desculpa do tipo: ponho s� a cabecinha, vou devagarzinho, com calma, ou � que vc n�o encontrou quem fa�a bem feito e etc. n�o cola. Isso � conversa pra boi dormir.

Estava num local de pega��o aqui da minha cidade, do qual vou com uma certa frequ�ncia e l� encontrei um carinha que me deixou apaixonado.

N�o costuma acontecer de me ligar a um cara, mas ele tinha uma caracter�stica que depois fiquei sabendo, que me cativa; rola pequena.

Ele chegou com um grupo de amigos, eu estava sentado num banco, olhando a paisagem. Um dos seus amigos, chegou em mim, puxou papo, eu, como n�o gostei, fui seco mas o cara insistia e eu continuava monossil�bico, at� o momento em que ele perguntou se rolava e eu fui enf�tico, disse que n�o e eles foram embora.

Passadas umas 3 semanas, estava l� neste para�so do sexo, quando veio at� mim um dos carinhas daquele grupo de amigos, um que eu nem prestei aten��o, pois o amigo chato que chegou em mim, n�o me deixou prestar aten��o em mais nada, devido a sua amola��o em querer algo comigo.

Esse carinha chegou dizendo que enfim, tinha me achado, depois de in�meras buscas por mim naquele local, nos dias anteriores, tentou pegar um contato meu, com gente que me conhecia e talz. Eu fiquei surpreso, prq n�, logo ali, chega um cara com este discurso.

Mas blz, fui dando corda, conversamos bastante amenidades, ele foi chegando pr�ximo de mim, pegou minha m�o e me deu um beijo filhodaputa de bom. Eu gosto assim, do tipo que chega chegando e n�o pergunta se pode ou n�o entende.

Ele foi super educado, mas ao mesmo tempo ousado. Ficamos ali nos curtindo, foi diferente. Ele levou minha m�o pro seu pau, por cima da cal�a jeans.

Come�ei a apalpar, ele logo abriu o z�per e eu vi a coisa mais linda do mundo, durinha, sem pelo algum, pequenininha, branca, com a cabe�a vermelha.

Fiquei louco, foi paix�o a primeira vista. Chupei de verdade, fundo, ro�ava o nariz na barriga dele, ele ficava louco, me puxava pra cima e me beijava, sentindo o gosto da rola dele na minha boca, se misturando com nossas salivas.

E abaixava minha cabe�a pra voltar a chupar seu pau. Dei um tratamento intenso no cara, ele queria me comer, come�ou a enfiar um dedo no meu cu enquanto o chupava. At� que ele se virou e meteu a cara na minha bunda. Me chupava muito, enfiava a cara toda, do tipo que � afixionado por bunda. Ae ele me virava pra me beijar e ae era eu que sentia o gosto e o cheiro do meu cu. Bixo, tem cheiro melhor do que esse?

Eu estava fora de mim, o cara come�ou a se esfregar em mim, mas eu n�o podia dar ali, naquele local, pra um cara desconhecido, por mais que eu estivesse com tes�o.

Fui me controlando, disse pra ele que n�o rolaria ali, pois algu�m poderia nos ver, al�m dele n�o ter camisinha. Ufa, ele entendeu e isso deu a chance de marcarmos de nos ver outro dia.

Mas eu n�o podia ir embora, sem terminar o servi�o que come�ara, voltei a chupar sua rolinha, apertava de leve suas bolas, lhe causando uma dorzinha gostosa, ele gemia de prazer, at� que o que eu mais esperava veio e eu n�o tive d�vidas, foi direto pra minha boca.

Continuei chupando, o cara ficou mole, tentava tirar minha cabe�a, dizendo que estava sens�vel, mas eu n�o parava. Eu gosto da sensa��o da rola mole na minha boca. Ali�s, se duvidar, fico horas chupando uma rola. Boto um DVD de filme pro cara assistir, enquanto eu chupo sua rola, n�o preciso da sua participa��o, isso � o de menos rs...

Ap�s o gozo, conversamos mais um pouco, eu realmente tinha gostado muito do cara, pelo seu modo safado de fazer sexo e claro, pela ferramenta em extin��o que ele tinha no meio das pernas. Eu fiquei deveras apaixonado, mas n�o deixei transparecer, fiz at� cu doce, mas na medida certa, pra ele n�o desistir de mim.

Depois, num pr�ximo relato, eu conto pra vcs, como foi uma das minhas melhores trepadas com esse carinha, pois acabamos ficando juntos por um tempo. Rolou at� um exame anti HIV de ambos, pois a gente queria coisa s�ria, ent�o, t�nhamos que tomar todas as atitudes necess�rias. Ambos est�vamos limpos. N�o que transar�amos sem camisinha, mais pela seguran�a em si. Entretanto, durou pouco tempo, o suficiente pra ser inesquec�vel.

Saudades dele chafurdando aquela cara na minha bunda, mordendo minhas pregas, querendo colocar a cara toda dentro do meu cu. Nada desses carinhas que dizem gostar de chupar um cu mais ficam com aquela linguinha pra fora, uma frescura, que n�o causa tes�o nenhum.

Ele metia a cara mesmo. E quando me comia, de frango assado, enfiava uns dois dedos na minha garganta, no fundo, me fazendo engasgar. Mas depois da transa era super carinhoso, me pedindo desculpas, se tivesse me machucado.

Meu, n�o � pra casar um cara assim. Mas � isso, numa outra oportunidade eu conto mais.

Abra��o!

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