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ABUSADA 1� PARTE

No fim de semana passado, fui no sitio da av� da F�bia. Ela me falou que ia ter, pagode, churrasco e tauz porque era anivers�rio do av� dela e quase toda a fam�lia ia estar l�.

Ela tem um primo muito gostoso, o Eduardo. A gente j� tinha ficado, j� tinha rolado at� uns amassos mas nunca passou disso. Ele � um homem negro, alto uns 1,90 de altura, magro e agora j� tem 29 anos.

Quando chegamos l�, parte da fam�lia j� estava na piscina e confesso que eu fiquei com tanto tes�o quando vi ele s� de sunguinha marcando aquele cacete por baixo que minha calcinha ficou �mida na hora.

De cabelos presos, sand�lias havaianas e num conjunto preto de top e shortinho bem curto que mostra as minhas n�degas, fui entrando com a F�bia e falando com quem eu j� conhecia e os outros ela foi me apresentando.

Percebi que o Eduardo me comeu com os olhos....mas, ele tamb�m tava muito gostoso, aquele corpinho magro ,sentado na beirada da piscina, todo molhado...hummm...quando eu olhei j� fiquei animada!..rssss.

Depois que cumprimentei quase todo mundo fui falar com ele, que me abra�ou e disse no meu ouvido: - Nossa, quanto tempo! Voc� t� uma delicia, heim?

No abra�o, senti o cacete dele encostando na minha coxa, que apesar de estar mole por baixo daquela sunguinha, me fez amolecer as pernas. O dia foi rolando tranquilo e eu fiquei trocando olhares com ele e as vezes sorrindo bem de leve. Por v�rias vezes tamb�m flagrei ele olhando pra minha bundinha, que o meu shortinho apesar de curto ainda marcava a minha calcinha. Me senti gostosa e provocante.

Quando chegou no final da tarde a F�bia perguntou se eu podia dormir la com ela porque como os pais dela tinham bebido al�m da conta n�o poderiam dirigir naquele estado. Eu liguei pra minha m�e e ela deixou numa boa.

Apesar de querer ficar, eu disse para a Fl�via: - Amiga, eu n�o trouxe pijama, toalha...tipo essas coisas. Estou s� com a roupa do corpo. Existe alguma loja aqui perto para eu poder comprar essas coisas?

Ela caiu na risada, para o meu espanto e respondeu: - Ah Cinthia! S� voc� mesma! Aqui � fim de mundo menina! Escova de dente, creme dental, tipo essas coisas a gente pode comprar na Venda do Sr. Onofre, amigo do meu av�, que fica na rua debaixo mas, pijama, camisola, calcinha, toalha...t� dif�cil viu? Uma das tias dela escutou a nossa conversa e foi logo falando: - Fl�via, leva ela na casa da Dona Lourdes que fica 3 quadras da Venda do Sr. Onofre. Ela � sacoleira e geralmente tem muita roupa!. A Fl�via riu de novo, olhou pra mim e perguntou: - Voc� se importa, de comprar roupas na sacoleira?. Rindo tamb�m mas, como aquela era a �nica sa�da respondi:- Claro que n�o! Vamos l�, ent�o.

No caminho a Fl�via come�ou a falar do primo dela... que ele era um tes�o, que tinha muita menina dando mole pra ele e que simplesmente era doida pra dar pra ele mas, sendo sua prima jamais faria aquilo e tauz. Que tamb�m tinha percebido o jeito descarado que ele me olhava na festa.

Me fazendo de desentendida eu respondi: - Nossa! Nem tanto n� amiga! Eu e o Eduardo j� ficamos uma vez e pode ser por isso que ele me olha diferente.

Bom, depois das comprinhas b�sicas nos voltamos e como j� estava anoitecendo e muita gente j� tinha ido embora, fomos tomar banho. Mais tarde, fomos para a sala, ligamos a TV e n�o demorou muito pra todos irem dormir, mesmo porque, a maioria estava b�bada e n�o se aguentava de vontade de deitar. O Eduardo chegou e ficamos os tr�s conversando sobre uma por��o de coisas. Tipo, umas 19 horas da noite, a F�via come�ou a bocejar dizendo que estava com sono e o Eduardo tamb�m falou que ia deitar porque estava cansado de tanta piscina e come�ou a arrumar o travesseiro, len�ol e coberta no sof� da sala mesmo. Desligamos a TV e fomos dormir. L� pelas 2 horas da manh� eu acordei com sede e n�o conseguia mais dormir. Resolvi ir at� a cozinha e quando passei pela sala pra minha sorte e espanto ele estava dormindo de cueca, daquelas bem fininhas e claro, todo descoberto.

Na hora minha calcinha ficou molhada. eu olhei em volta pra ver se havia mais algu�m por ali e um pouco nervosa, passei a m�o bem de leve no seu cacete, por cima da cueca. Nessa hora o Eduardo se mexeu e eu fiquei gelada de medo e vagarosamente dei uns passos para tr�s, mas ele parecia estar dormindo ainda e fiquei mais aliviada, apesar que o meu cora��o tinha disparado.

Quando criei coragem e voltei a ficar mais perto dele, o tes�o aumentou quando vi ele ali deitado no sof� com aquele cacete lindo duro feito pedra empurrando o tecido da cueca pra cima. Ent�o, tive a certeza de que ele mesmo dormindo, sentiu o meu toque. Eu fiquei louca pra chupar aquele mastro enorme, duro e lindo. Fiquei ajoelhada ao lado do sof� e fui chegando pertinho dele e sentindo aquele cheiro de cacete que acabou me deixando mais excitada ainda.

Me achei uma puta naquela hora, uma cadelinha no cio querendo ser agarrada de qualquer jeito. Minha xaninha ficou molhada, quente e se contraia por dentro da minha calcinha. O suor escorria pelo meu reguinho, umedecendo o meu cuzinho me fazendo pensar loucuras.

Nessa hora eu levei o mair susto porque ouvi um barulho vindo l� de dentro da casa e fiquei morrendo de medo que algu�m me visse ali, perto dele. Sai correndo e voltei pro quarto, a minha sorte � que a Fl�via ainda estava dormindo.

Resolvi fingir que estava dormindo mas ouvia passos no corredor. Fiquei fingindo que estava dormindo mas com os olhos, quase abertos para ver o que iria olhar mas, logo algu�m que tinha levantado voltou para o quarto e o sil�ncio parecia que ia voltar...e foi quando eu vi e ouvi a Fl�via se mexer e levantar da cama. Esperei um pouco e levantei tamb�m e fui atr�s dela bem devagarinho. Notei que ela parou perto do sof� e que ele ainda estava deitado de barriga pra cima. Tinha certeza de que ele ainda estava dormindo e de cacete duro porque ela quando chegou perto ficou paralisada parecendo que nunca tinha visto um cacete daqueles. Acho que ela ficou tarada depois que viu o cacet�o dele porque come�ou acariciando suas coxas, seus peitos e todo o corpo por cima da camisola enquanto olhava pra ele.

Derepente acho que ela ficou com m�do e foi saindo ai eu vi quando ele agarrou e deu um beijo nela. No in�cio ela tentou evitar mais a carne foi fraca e acabou cedendo e ele come�ou a beijar loucamente ela, parecendo um le�o com fome. Ela mais uma vez tentou fugir e desta vez ele a agarrou pela cintura e falou: - Ah, priminha, pode deixar que eu fa�o tudo o que voc� quiser! N�o foge n�o! S� estamos nois dois aqui...o resto est� dormindo.

A coisa foi ficando cada vez mais quente e ent�o eu podia ver aquele enorme cacete duro como pedra por baixo da cueca encoxando nela. Ele come�ou a passar a m�o na bunda dela e ela foi ficando mais vermelhinha e disse: - Eu vou pro banheiro e vou deixar a porta aberta, n�o tem ninguem acordado agora...vai l�, ent�o t�?.

Aproveitei que eles n�o tinham me visto, corri e me escondi no quarto. Ouvi quando ela passou e logo depois ele. Quando tive certeza de que a porta do banheiro estava fechada sai do quarto e colei o meu ouvido na porta e comecei a tentar escutar o que os dois estavam fazendo, l�.

Fiquei escutando os dois se beijarem , beijarem e logo ele falou alguma coisa que eu n�o entendi, ent�o ouvi ela dizer : - A�, que gostoso, t� bom, pode, ai , vem , vem agora , ai , ai , ai .. e come�ou a gemer baixinho.

Fiquei molhad�ssima e louca de tes�o porque sabia que ela estava dando pra ele...confesso que fiquei com uma certa inveja dela porque queria estar no lugar dela.



Continua...



Beijos,



C�nthia



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