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EM CASA NUM S�BADO A NOITE

Eu estava em casa sem fazer nada, j� havia feito tudo o que poderia fazer naquele s�bado. Estava cansada tamb�m, tomei um banho, fiz um lanche r�pido, minha fome embora existisse, n�o era grande.

Sentei no sof� e comecei liguei a TV, n�o havia nada de interessante nos programas normais, ent�o resolvi colocar um DVD.

N�o prestei aten��o ao nome do filme, apenas escolhi o primeiro que meus dedos alcan�aram e o coloquei.

A hist�ria eu nem prestava aten��o, eu estava com os pensamentos longes, que nem eu sabia onde ao certo, mas fui despertada desses pensamentos por algumas cenas do filme, cenas de amor e sexo selvagem.

Uma onde de calor percorria minha espinha a cada cena do filme, a cada toque daquele homem naquela mulher, a cada beijo, os olhares entre eles me faziam ter a sensa��o de milhares de borboletas no estomago.

O filme n�o era porn�, era um filme, isso eu me lembro, que fala sobre seguidores de Hitler, uma hist�ria muito legal, que mostra tamb�m como uma mulher pode acabar com a vida de um homem se ela quiser, nesse filme, rsrs, ela acabou com dois, rsrsrsrs!

As cenas continuavam, n�o paravam, e eu nem piscava mais na frente da TV. Em uma determinada cena do filme, (que n�o vou contar, s� pra deixar vcs com curiosidade de assistir), nem percebi que comecei a me tocar.

Os gemidos, a selvageria daquela cena me deixava maluca, j� n�o conseguia distinguir quais era os gemidos do filme e os meus, tamanho meu Tes�o. Ver aquela cena me deixou completamente maluca, e embora eu tenha conseguido chegar ao orgasmo vendo aquela cena, eu ainda queimava! Eu sentia um fogo dentro de mim, um inc�ndio no meio das minhas pernas.

Tomei outro banho, coloquei uma camisola vermelha de cetim que contrastava com o tom da minha pela, sou mto branquinha, penteei meus cabelos e fiz um pequeno penteado, e me maquiei, estava parecendo uma menina, embora minha idade j� n�o fosse de uma, eu tenho 25 anos, meu rosto, meu semblante aparentava eu ter mto menos, mas mesmo com cara e jeito de menina, eu estava com jeito de safada, na linguagem real, eu estava com jeito de puta mesmo, e era misturando essas duas personalidades que eu pretendia me saciar ali, naquela noite!

Liguei o computador, e depois de quase uma hora, eu estava desistindo de me saciar ali, nada de interessante, as salas de bate-papo de sexo n�o estavam me atraindo, nem orkut, nem nada, nem ningu�m!

Quando resolvi desligar o pc e ir dormir uma janelinha sobre, era Gabriel, tinha acabado de entrar. Assim que ele entrou me cumprimentou.

__ Boa noite minha linda, ainda acordada?

__ Oi Gabi, boa noite querido, sim, estou sem sono!

__ Esta tudo bem com vc?

__ Esta sim, apenas sem sono, ia desligar o pc quando vc entrou e resolvi ficar.

__ Obrigada pela honra, estou sozinho em casa tbm, sem sono e sem nada pra fazer, tudo que tinha pra fazer eu j� fiz.

__ Somos dois.

A conversa continuou, eu j� at� havia esquecido do filme, do fogo, embora meu corpo ainda queimasse, a cia de Gabriel era t�o agrad�vel que eu nem pensava mais nisso.

Mas acho que assim como eu, Gabriel tbm tinha o corpo ardendo de desejo.

__ Esta demorando pra responder, o que ta fazendo de interessante ai heim??

__ Estou escrevendo, pra falar a verdade, contos, to que to hoje, rsrs.

__ Hummm... Somos dois de novo.

__ Sabe o que eu estava lembrando?

__ O que querido?

__ Do dia que vi vc na cam e vc come�ou a me provocar com seu dedinho na boca, hummmmmm, s� de lembrar eu fico louco.

__ Deixa eu te ver na cam Gabi?

__ Deixo, se vc deixar eu te ver tbm.

__ Com certeza querido.

Gabriel abriu a cam, nossa, saudade daquele rosto! Ele � um homem de 42 anos, n�o � o tipo de homem que chama aten��o apenas por olhar, mas ele chama aten��o, e mto com o jeito dele, um jeito sedutor, que me arrepiou por completo quando eu o vi pela primeira vez, e que n�o estava diferente agora.

__ Saudade de vc Gabi. Esta cada vez mais charmoso heim!

__ Sua cam n�o abre, conex�o lenta � uma merda, rsrsrsrs

__ Calma!

__ Meu Deus Flor, vc esta linda!

__ Abriu?

__ Sim, gra�as a Deus e ainda bem, rsrs! Vc ta linda, isso s� de rosto, deixa eu te ver por inteira.

Vi que Gabriel n�o estava pedindo, ele estava me dando uma ordem, e eu adorava isso, adorava o jeito dele comandar as coisas, mas eu tbm adorava comandar...

Levantei da cadeira, ajeitei a cam e deixei ele ter uma vis�o completa minha.

Eu estava com a camisola de cetim vermelha, a parte dos seios era uma tenda bem delicada, que deixava a curiosidade matar qualquer homem. A calcinha era fio-dental, de algod�o, com detalhes na mesma renda da camisola, e que aparecia dependendo do movimento que eu fazia, e eu fazia quest�o de fazer, pra deixar Gabriel louco, o que estava dando certo.

__ Vc me mata de tes�o meu amor.

__ N�o estou fazendo nada, apenas o que me mandou fazer.

__ Humm, muito bem!! Mas vc n�o imagina a situa��o que eu estou aqui.

__ Simples, � s� deixar eu te ver tbm...

__ Espertinha vc heim!

__ Muito, vc nem imagina o quanto.

Gabriel percebendo que eu estava com o Tes�o a flor da pele, come�ou a me provocar, o que eu adorei, e cada palavra eu retribu�a, mas com mto suspense, o que o deixava mais louco ainda, e me provocava mais ainda.

__ Vc n�o imagina a vontade que eu to de te beijar, beijar essa boca que esta combinando com seu rostinho de menina.

Nessa hora eu comecei a mudar minha fei��o, deixando ele perceber o quanto ele estava mexendo comigo.

__ Gabi vc esta machucado, n�o pode se for�ar mto.

__ Por vc eu for�aria tudo at� n�o aguentar.

__ N�o pode Gabi, deita na cama, e fala o que quer que eu fa�o pra vc.

__ N�o acredito que vai fazer isso pra mim.

__ Vou fazer tudo o que vc quiser, mandar e pedir....

__ Menina, vc ta brincando com fogo.

__ N�o vou ser sua menina, vou ser sua puta agora.

__ Nossa Flor, vc me mata assim, quer que eu morra?

__ S� se for de Tes�o meu amor.

Enquanto Gabriel n�o sabia o que pedir, eu o provocava, passando a l�ngua em volta dos meus l�bios, mordendo eles, com a cara mais safada que eu podia fazer, o que n�o estava nenhum sacrif�cio, pq eu realmente estava mto safada.

Comecei a chupar os dedos, um de cada vez, devagar, lentamente, vendo pela express�o de Gabriel que ele se deliciava com isso.

__ Isso cachorra, chupa gostoso, imagina meu pau na sua boca.

Vendo que ele estava se soltando, vendo pela cara dele que ele n�o se aguentava de prazer, comecei a provoca-lo mais ainda.

__ Sou sua cachorra, sou o que vc quiser que eu seja hoje Senhor Gabriel.

__ Ent�o me imagine deitado na sua cama, pedindo pra vc dan�ar pra mim, tirando cada pela de roupa. Anda, faz agora.

Eu ajeitei a cam novamente, e fui para o meio da sala, a cam me pegava por inteiro, e eu comecei o showzinho particular pro meu amante virtual.

Chupando o dedo de uma m�o, com a outra eu acariciava meus seios, as al�as finas da camisola caiam do meu ombro, deixando metade dos meus mamilos amostra.

__ Delicia Flor, esta me matando, quero mais continua!

Deixei as al�as ca�rem por completo, deixando meus seios tapados com os bra�os, a camisola ficou presa na minha cintura, que pra ela sair, eu tinha que desatar dois la�os que havia na lateral dela. Vire de costas pra ele, que me via pela cam, comecei lentamente a desatar os n�s, deixando a camisola cair por completo no ch�o.

Sem me virar completamente na cam, olhe pra ela, colocando o dedo na boca, e chupando.

__ Cachorra, me mata de desejo. Hummmmm Tes�o!

Acenei com o dedo como se pedisse pra ele ir at� mim, deixando ele puto da vida.

__ � isso que vc quer n�? Me provocar ao m�ximo s� pra eu ir correndo pra vc.

Eu falava, e ele apenas lia meus l�bios.

__ Vc n�o sabe o que te espera Gabriel!

__ Fa�o id�ia, minha ninfeta...

Me virei, com os seios cobertos pelas minhas m�os, apenas de calcinha e cheguei mais perto da cam. Gabriel delirava, eu podia ver isso pela cam, mas meu desejo era ouvi-lo tbm, e decidi ligar o microfone. Agora podia ouvir Gabriel me chamando e falando, e isso me deixava maluca, mais ainda, o desejo por aquele homem era mto grande.

__ Safada, rebola pra mim na cam, anda!

Eu fazia tudo que Gabriel pedia, rebolava em frente da cam, dan�ava pra ele no meio da sala, mas n�o o deixava ver nada.

__ Quero te ver toda nua ninfeta safada.

__ Ainda n�o cachorr�o.

Eu apertava um seio contra o outro.

__ Imagina Gabi, imagina seu pau aqui entre eles...

__ Hummm, gostosa, delicia....

Estava cansada, e sentei na cadeira, a cam apenas pegava meu rosto agora. Mas continu�vamos a conversar, pelo microfone, na cam, apenas no v�amos.

Soltei meus cabelos, que estavam ondulados, e os ajeitei com as m�os, dessa vez sem querer mostrar sensualidade, mas acreditem, ele ficou maluco, rs.

__ Humm ninfetinha, minha nineftinha, vc esta linda, seus cabelos exuberantes.

__ Obrigada meu amor.

__ Vontade de pegar neles, com vc de quatro, como uma cadela, eu lambendo e beijando suas costas, arrancando suspiros e arrepios de vc!

__ Gabi, n�o sabe como quero sentir tudo isso, esta me deixando maluca aqui.

__ Eu descendo e lambendo sua bucetinha, sentindo seu mel escorrer, e subindo at� chegar no seu cuzinho.

Eu n�o falava mais, n�o tinha palavras, escutar Gabriel me falar tudo isso, estava me deixando maluca, meus seios j� estavam duros, os bicos rijos de tanto prazer. Ele abaixou a cam, agora eu escutava ele falar e se masturbar pra mim.

Abaixei minha cam tamb�m, mas eu estava de hobby, que fazia parte da camisola, que escondiam meus seios.

__ E enquanto eu fa�o isso, eu acaricio esses seus seios, apertando os biquinhos dele, que vejo que est�o duros de tes�o, loucos pra sentir minha l�ngua, minha boca.

Gabriel s� escutava meus gemidos, eu n�o falava mais nada.

__ Esta gostando ninfeta safada, n�o consegue mais nem falar.

Para mostrar que eu estava adorando, deixei o hobby cair, deixando a mostra meus seios.

__ Hummm deliciosos minha ninfeta. Vou chupa-los com vontade, sugar gostoso seus seios, mordiscar seus bicos duros de tes�o.

__ Gabi, vai me matar desse jeito.

__ S� se for de prazer sua safada, quem mandou me provocar?

Nesse momento a vontade de provoca-lo cresceu em mim, e eu abaixei mais a cama, afastei a cadeira um pouco mais pra tr�s, e como era reclin�vel, fiquei quase deitada.

Gabriel continuo a me provocar, ele falava no microfone e se masturbava pra mim na cam.

__ Delicia Gabi, to adorando ver vc assim.

__ � ninfeta safada??

__ � sim!!

Eu acariciava meus seios, Gabriel pedia mais, e eu o provocava. Eu insinuava tocar minha bucetinha, mas s� fazia de leve por cima da calcinha, e acariciava minha virilha.

__ Gostosa, toca nessa buceta gostosa e imagina meus dedos nela, imagina minha l�ngua te chupando gostoso.

Fiz o que Gabriel falava, mas sem deixar ele ver, a calcinha escondia...

__ Safada, deixa eu ver essa buceta linda que vc tem!

__ Humm, quer ver quer?

__ Quero sua safada, e sei que minha ninfetinha tamb�m quer mostrar!

__ Delicia, farei o que vc quer.

__ � assim que eu gosto!

__ Pra vc ver o que esta perdendo, e pra vc ver o que te espera quando vier me ver.

__ Cachorra, provoca mesmo, depois quero ver vc aguentar.

__ N�o quero aguentar, quero ser sua, completamente entregue a vc.

Levantei da cadeira, e fiquei de frente para a cam, eu via ele se masturbar e pelo microfone sentia sua respira��o ofegante. Ele n�o estava se aguentando de tes�o, e eu tamb�m n�o.

Virei-me de costas, e comecei a provoca-lo.

__ Vc quer que eu tire meu amor?

__ Quero, quero que vc tire e seja minha.

__ Sua j� sou querido, � s� vc vim tomar posse.

__ Delicia, continua me provocando que eu vou acabar morrendo.

__ Como vc me disse, morrer s� se for de Tes�o.

Eu tirei a calcinha aos poucos, deixando ela parada nos joelhos, olhei pra cam, como o dedo na boca, pra provoca-lo mesmo.

__ Quer que eu tire tudo.

__ Tira sua cachorra, quero vc sem nada.

Me abaixei, deixando minha bunda empinada em frente a cam, nesse momento escutei ele gemer, um gemido que me deixou maluca.

__ Fica assim cachorra, do jeito que eu gosto. Hummm delicia! Eu puxando seu cabelo, lambendo suas costas, arranhando a lateral do seu corpo, dando mordiscadas.

Ouvir ele falando essas coisas me instigavam demais, eu abri minhas pernas, e comecei a me tocar, eu gemia, Gabriel conseguia mexer comigo quando escrevia, com ele falando ent�o, me levava a loucura.

__ Isso safada, continua assim, se tocando pra mim, hummmmm, sente meu pau se esfregando em vc.

__ Quero ele dentro de mim Gabi.

Sentei na cadeira novamente, apoiei minhas pernas nos bra�os dela, deixando Gabriel ter uma excelente vis�o deu inteirinha.

__ hummmmmmmmmmmmm gostosa, vc me mata delicia!

__ Quem quer morrer sou eu, de prazer que vc ta me dando.

__ Enfia esse dedinho gostoso nessa buceta vai! Enfia e imagina meu pau ai, dentro de vc!

__ Delicia Gabi, n�o para.

Eu fazia um vai e vem delicioso com meus dedos na minha xaninha, uma hora, com a outra m�o, eu masturbava meu clit�ris, outra hora eu acariciava meus seios, e as vezes, pra deixar Gabriel louco, eu chupava o dedo que estava dentro da minha bucetinha, pra sentir meu gosto.

__ Humm Gabi, � t�o gostoso, n�o sabe o que esta perdendo.

__ Safada, cachorra....

Eu gemia de um lado, vendo Gabriel se tocar e escutando a voz dele.

Ele gemia me chamando de todos os nomes poss�veis, se tocando cada vez mais r�pido.

Eu estava ofegante e sentia ele tbm.

__ Goza pra mim ninfeta.

__ S� se vc gozar pra mim delicia, quero junto com vc!

__ Se vc continuar assim, n�o vai demorar muito.

__ Ent�o se prepara delicia. Isso que vc ta vendo eu to fazendo, quando vier me ver � vc que vai fazer.

N�o precisei dizer mais nada, Gabriel gritava de prazer, falando palavras desconexas.

Eu maluca, vendo ele explodir num gozo alucinante, gozei junto com ele.

Meu mel escorria na cadeira, tamanho a loucura do que eu estava fazendo, estava saciando minha vontade, e realizando uma parte do desejo dele.

__ Humm gostosa, vontade de beber todo esse mel.

__ Vai beber amor, vai beber....



Gabriel experimentou meu mel, nem uma, nem duas vezes, mas ai j� � outra hist�ria.



*Grace*

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