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MULHERES, FILHA E BIQUINIS... PURA TENTA��O.

Hoje, resolvi escrever este conto pra poder compartilhar com outras pessoas de como eu tive minha vida transformada por causa de sexo. Quando jovem, acho que transava com minhas namoradas muito menos que todos meus amigos com as suas respectivas. Casei; tive uma linda filha e continuava a ter uma vida sexual bastante light... Eu e minha esposa n�o t�nhamos aquele anseio de fazermos sexo quase todos os dias; acho que faz�amos sexo bem abaixo do normal. Morando numa cidade praiana, minha esposa resolveu montar uma fabriqueta e uma loja de roupas femininas para praia: tangas; biqu�nis; mai�s; cangas e short´s... Em pouco tempo a loja estava vendendo mais que picol� em dia de calor. Como a f�brica ficava num galp�o (que tivemos que construir) no quintal dos fundos, e a loja num dos c�modos que foi adaptado; passei a ver muitos brotinhos zanzando pra l� e pra c� dentro da minha casa com roupas sum�rias (eram as modelos)... Tinha menina capaz de virar a cabe�a de qualquer homem de t�o gostosa; inclusive minha filha Julia de 19 anos que estava se transformando num peda�o de mau caminho. Passei a tomar conta aos s�bados; junto com J�lia, da f�brica e da loja pra minha esposa poder ter um dia livre pra ir passear ou simplesmente ir à praia. Sai da f�brica e entrando em casa fiquei parado perto da porta do quarto de J�lia vendo-a junto com outra garota de nome T�nia; experimentando alguns biqu�nis. Ao v�-las ficando nuas ao trocarem de biqu�nis; n�o consegui me afastar e ali fiquei at� J�lia perceber:rn- Pai????? Voc� t� a�; �?rnEu procurando sair da vis�o das duas:rn- Perd�o... Nem sabia que voc�s estavam aqui dentro de casa!rnAs duas vestiram rapidamente um biqu�ni e Julia me autorizando a entrar:rn- A culpa foi nossa ao deixarmos a porta aberta!rnAcho que fiquei muito mais envergonhado do que as duas. J�lia me mostrando alguns biqu�nis dizendo que ela os tinha desenhado e que ia pedir pra sua m�e coloca-los em produ��o:rn- O que voc� acha pai; ser� que a m�e vai gostar?rnOlhei pras pe�as sobre a cama e os que as duas vestiam:rn- Com certeza Julia... N�o vejo nada de errado com eles; s�o bastante bonitos!rnE eu pegando um que estava separado dos outros e que mais parecia ter sido feito pra colocar em alguma boneca de brinquedo... Praticamente feito s� de finas tiras e pequenos tri�ngulos (tanto na calcinha como no suti�):rn- E esse filha; n�o vai me dizer que voc� tamb�m desenhou?rn� claro que eu j� tinha visto de quase tudo frequentando as praias... Mas ali na nossa loja; nunca tinha visto biqu�nis t�o pequenos como aquele:rn- Hehehehehe!!!! Desenhei sim pai... Acho que a m�e precisa ter tamb�m uns assim bem ousados pra vender!rnSem nenhuma mal�cia, eu passava os dedos no tecido (no tri�ngulo) da calcinha e foi J�lia que ainda rindo:rn- S� que pra gente usar; tivemos que praticamente raspar quase tudo n� T�nia?rnQuase n�o acreditei que minha filha estava falando aquilo justamente comigo... Ainda sem entender direito:rn- N�o vai me dizer que isso aqui serve pra alguma de voc�s?rnFoi T�nia quem responder:rn- Claro que serve Sr. Mateus... Se a Julia deixar; eu visto pra mostrar pro Sr.!rnMinha filha sorrindo:rn- Ent�o; voc� vai colocando essa a� que eu vou l� buscar aquele outro pra eu vestir!rnJ�lia saiu do quarto e eu indo na dire��o da porta; T�nia pediu:rn- N�o precisa sair Sr. Mateus... � s� o Sr. ficar de costas pra mim!rnFiquei do lado de uma c�moda e T�nia mesmo percebendo que a estava vendo-a atrav�s do espelho foi tirando o biqu�ni... T�nia peladinha olhando na dire��o do espelho e sorrindo:rn- Se a Julia n�o estivesse aqui; eu trocava de biqu�ni na sua frente!...rnEu de olho na porta e tamb�m no espelho:rn- Mas eu estou te vendo no espelho!!rn- Eu sei Sr. Mateus... Mas... Mas � que...!rnTivemos que nos calarmos ao percebermos que Julia estava entrando no quarto. J�lia tamb�m me autorizou a ficar de costas enquanto ela colocava o tal biqu�ni... S� que com ela eu n�o tive coragem de olhar no espelho. Quando ela me autorizou a olhar e vi aquelas duas ninfetas se exibindo pra mim; inclusive virando suas bundas onde a min�scula tira ficava enfiada no rego:rn- P�... N�o vai me dizer que voc�s tem coragem de usar um biqu�ni desses na praia? rn- Claro que n�o n� pai... S� estamos deixando voc� ver!...rnProcurei sentar rapidamente na cama pra esconder minha excita��o... Meu pau tinha ficado muito duro. Julia chegou t�o perto de mim que deu pra ver o formato da sua bucetinha por baixo do pequeno tecido:rn- Ent�o pai... Queremos saber o que voc� achou?rnElogiei muito e procurei despistar e sair do quarto pra que elas n�o percebessem o volume na minha bermuda.rnMas foi no s�bado seguinte que minha vida ia come�ar a tomar outro rumo. Dia calmo, minha esposa e Julia resolveram fazer uma pesquisa de campo (nas praias), das tend�ncias que as turistas normalmente traziam de outros estados. Estava no galp�o, quando T�nia se aproximou de mim me mostrando um biqu�ni daquele modelo:rn- Olha s� Sr. Mateus... J� colocamos à venda alguns dos biqu�nis que a Julia desenhou!rnEu olhando em volta e percebendo que ningu�m estava pr�ximo da gente:rn- Que tal voc� vestir um pra me mostrar?rnFoi a vez dela olhar pra todos os cantos; e sorrindo:rn- Ent�o vai l� pra dentro que j� estou indo!rnDespistei das outras mulheres (tr�s costureiras) e fui pra dentro de casa. Cinco minutos, T�nia entrou pela porta da cozinha e a trancou. Ali mesmo, ela tirou a camiseta e a bermuda me mostrando que tinha colocado o biqu�ni:rn- Achei que voc� fosse vestir o biqu�ni na minha frente!!!rnEu sentando numa cadeira, ela entrando no meio das minhas pernas e apoiando suas m�os nos meus ombros:rn- Naquele dia eu falei; mas hoje fiquei um pouco acanhada!rnEu colocando minhas duas m�os em suas n�degas; puxei-a fazendo com que ela sentasse no meu colo de frente pra mim:rn- Vamos fazer o seguinte: Eu tiro o biqu�ni e voc� torna a coloca-lo na minha frente!rnT�nia fazendo carinha de inocente, mas se ajeitando pra que sua xoxota ficasse bem em cima do meu pau que estava duro:rn- Isso � muito perigoso Sr. Mateus... Estamos sozinhos aqui!rnN�o tive um pingo de trabalho pra puxar a parte de cima e deixar seus peitinhos de fora... Eu dando beijinhos e chupando os biquinhos j� ouri�ados:rn- Levanta do meu colo pra eu tirar a parte de baixo!rnA safadinha levantou, eu tirei o biqu�ni e vendo aquela bucetinha toda lisinha fui sacando meu pau pra fora:rn- Que isso Sr. Mateus... S� fa�o sexo com meu namorado!rnEu puxando-a novamente pro meu colo:rn- Vem T�nia... Senta no meu pau; senta!rnT�nia segurou meu pau e colocando sua bucetinha sobre ele, deu uma rebolada pra encaixar:rn- Voc� promete tirar antes Sr. Mateus?rnEu for�ando seu corpo pra baixo fazendo sua buceta ir engolindo meu cacete:rn- Tiro sim T�nia... N�o precisa ficar preocupada!rnT�nia me abra�ando come�ou um sobe e desce em cima do meu pau que, n�o sei como consegui segurar meu gozo at� ela gemer num orgasmo; sentada sobre meu saco:rn- Sai T�nia... Sai que eu vou gozar!...rnCom 45 anos de idade, virei um tarado sem controle... Vivia procurando um jeito de dar uma trepada com T�nia. Passamos a frequentar um determinado motel; e o estranho foi que passei a imaginar enquanto fodia a T�nia que ela era a minha adorada e gostos�ssima filha Julia. T�nia ficou noiva e parou de trabalhar conosco. Mas minha tara me fez passar a dar umas cantadas de leve em outras garotas... N�o demorou pra eu estar trepando com mais duas meninas modelos da f�brica e tamb�m com uma das costureiras (j� de mais idade; por�m muito gostosa).rnO caldo entornou de vez quando minha esposa resolveu abrir outra loja (filial) num shopping no centro da cidade. Sa� do meu emprego pra poder ajudar minha esposa a tomar conta dos neg�cios... Isso me facilitou ter mais contato com as mulheres e foder com as mais safadinhas... Mas, muitas das vezes comendo uma bucetinha eu fechava os olhos e imaginava ser minha Julia ali na ponta do meu pau. rnCada vez mais tarado; estava fechando o galp�o ap�s as costureiras irem embora quando apareceu Julia dizendo que ia pegar um novo biqu�ni pra usar na praia no dia seguinte. Acompanhei-a at� o m�vel onde eram colocados biqu�nis rec�m-confeccionados ela me mostrando as v�rias estampas: ?o que voc� acha desse, pai?? ? ?e desse?? ? ?e esse outro??. Meu pau j� foi ficando duro s� pelas coisas que passavam pela minha cabe�a... Procurando manter minha voz firme pra n�o dar bandeira:rn- P� Julia... Por que voc� n�o veste pra poder dar uma opini�o melhor?rnNotei que Julia soltou uma risadinha bem maliciosa... Ele sempre foi uma menina muito atirada:rn- Hihihihihi! Ent�o tranque bem a porta; vai que algu�m resolva voltar pra pegar alguma coisa que esqueceu!...rnFui rapidamente trancar a porta de entrada do galp�o, e voltando Julia j� estava atr�s do biombo (onde as modelos se trocavam)... Sentei numa cadeira e esperei Julia sair e vir desfilar na minha frente com um lindo e provocante biqu�ni. Quando senti seu olhar na minha virilha, deixei de me preocupar dela perceber que eu estava de pau duro... E acho que exatamente por isso que ela resolveu ser bem mais atrevida:rn- Espere que vou colocar um outro!rnMas Julia ao inv�s de ir pra tr�s do biombo, simplesmente ficando a uns 3 metros de onde eu estava; de costas pra mim, arriou a parte de baixo do biqu�ni me deixando ver sua linda e maravilhosa bundinha... Meu pau estava a ponto de explodir dentro da bermuda. J�lia calmamente terminou de tirar e foi vestindo o outro... O melhor foi que ela virando de frente simplesmente tirou a parte de cima pra trocar a outra pe�a... Seus peitinhos mi�dos e perfeitos me fizeram quase ter uma vertigem. Resolvi tamb�m ser bem indiscreto:rn- Puta-que-pariu Julia... Assim voc� judia demais de seu pai...!rnEla resolveu n�o colocar a parte de cima e aproximando-se de mim:rn- Judiando porque pai? S� porque estou seminua?rnCom Julia praticamente encostando sua perna na minha coxa:rn- Porra... � que eu sou homem; n�? Mesmo voc� sendo minha filha; acabo pensando besteira?rn- Posso saber que besteira que est� pensando agora?rnMesmo sem ter muito certeza de que n�o levaria um fora; eu segurando o biqu�ni e descendo lentamente:rn- Estou com vontade de deixar voc� peladinha!rnJulia facilitando pra que eu tirasse a pe�a pelos seus p�s, e sem muito rodeio em demostrar o que ela tamb�m esperava que acontecesse; me fez uma revela��o:rn- Desde quando soube que voc� transou com a T�nia; vivo pensando num momento assim com voc�!rnSurpreso em saber que a putinha da T�nia contou sobre nosso relacionamento pra Julia; mas j� passando a m�o e os dedos em sua bucetinha:rn- � filha?... E voc� n�o se preocupa em saber que isso � uma coisa errada?rnEla levando seu joelho e esfregando sobre meu pau:rn- N�o vejo nada de errado... Se voc� transou a T�nia; porque n�o pode transar comigo?rnEla j� estava sentada no meu colo e dando beijinhos nos seus peitinhos; sem deixar de passar a m�o na sua bucetinha que estava bastante molhadinha:rn- Mas voc� � minha filha!...rnJulia sem nenhum constrangimento levou a m�o apertando meu pau sobre o tecido da bermuda:rn- Eu sei pai... Mas meu desejo de me entregar a voc� � muito grande!...rn- Ent�o vem c� meu amor... Fique debru�ada um pouco sobre a mesa; fica!rnA altura da mesa que as costureiras usavam; era da altura ideal... Julia se posicionou empinando sua bundinha sem deixar de ficar olhando pra tr�s me vendo tirar meu pau pra fora. Fiquei esfregando entre os l�bios vaginais procurando a portinha; e ela:rn- Oooooh! Oooooh! Enfia pai... Enfia tudo!!!!rnEstava fazendo a loucura mais gostosa que poderia existir em rela��o a sexo: Sentir meu pau entrando na bucetinha apertada na minha adorada filhinha. Com meus pentelhos encostados na bundinha de Julia; fiquei parado e ela virando o rosto e sorrindo:rn- Putz pai... � muito gostoso sentir voc� dentro de mim!...rnAntes de come�ar a bombar arriei todo meu corpo at� conseguir encostar meus l�bios sobre os l�bios de Julia:rn- Voc� n�o imagina o quando estou adorando fazer sexo com voc�, filha!rnResolvi come�ar a socar; e fui aumentando o ritmo e a for�a gradativamente fazendo Julia urrar feito uma cadelinha no cio; at� ela praticamente gritar:rn- Estou gozando pai... N�o para... N�o para... Mais r�pido!!!!rnMinha preocupa��o foi esperar que ela terminasse seu orgasmo; pra eu poder tirar e gozar gostoso sobre sua linda bundinha. Ela antes de correr pro banheiro; virando e me dando um beijo na boca:rn- Foi delicioso pai... Adorei me entregar pra voc�!rnEu e Julia fomos evoluindo em nossas rela��es; que aos poucos fui deixando de lado as outras meninas pra me dedicar exclusivamente à minha filha.rn

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