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A PIRATA DO CARNAVAL

J� contei aqui algumas hist�rias da minha mulher. Hoje vou contar mais uma que aconteceu em um baile de carnaval, quando nem nos conhec�amos ainda.



Ela havia terminado um namoro pouco antes do carnaval come�ar e o ex-namorado foi passar o carnaval em uma outra cidade.



C�ssia, ent�o com 19 anos, ficou em nossa cidade para passar com as amigas e primas que vinham para sua casa. Faziam fantasias – eram um bloco de umas 8 meninas – cada uma mais gostosa que a outra; todo carnaval elas se reuniam e planejavam essas fantasias. Nesse ano elas planejaram fazerem uma baiana e tamb�m uma pirata.



L�gico que eram fantasias as mais deliciosas poss�veis, cada uma querendo chamar mais aten��o que as outras.



J� descrevo aqui como � a C�ssia: morena, cabelos pretos, compridos e lisos, linda de rosto e um tes�o, tes�o mesmo de corpo, 1m73, 56 quilos, um par de seios m�dios, durinhos e uma bunda empinadinha que � uma del�cia. Imaginem voc�s ent�o essa gata com 19 aninhos, uma verdadeira del�cia. Ah, e era safada tamb�m desde nova.



Quando chegavam no clube, l� pelas 19 da noite, ainda estava vazio, e todo o grupo dela se comportava muito bem, mas quando j� estavam em alta madrugada, o clube lotado de gente, onde praticamente ningu�m era de ningu�m, e cada uma do grupo estava em um canto do clube dando uns amassos pois j� tinham se arrumado com seus ficantes, a� a coisa pegava fogo.



Naquela noite a C�ssia ainda n�o tinha se arrumado, porque ela estava de olho em um carinha da cidade que j� estava com outra menina, mas ela queria de qualquer jeito azarar aquele lance. Insistiu, paquerava descaradamente o cara na frente da outra menina, provocava, mas n�o havia jeito do cara largar a menina.



Sozinha, pois as outras do grupo j� tinham se arrumado, foi para dentro do sal�o brincar o carnaval. No sal�o ficavam os homens em volta e as meninas que estavam sozinhas e tamb�m as acompanhadas passavam dan�ando dentro daquele c�rculo enorme.



De vez em quando formava-se um trenzinho e todos segurando na cintura da pessoa da frente iam brincando o carnaval dando voltas no sal�o.



Nesse dia elas tinham ido fantasiadas de pirata, um len�o vermelho amarrado na cabe�a, um topzinho vermelho e um shortinho preto min�sculo agarrado na pele que deixava a bunda de fora e aquela marquinha na buceta. Voc�s imaginem uma puta gostosa como ela, sozinha no sal�o, vestida desse jeito e rebolando aquela bunda deliciosa de um jeito de enlouquecer qualquer um...



Os carinhas que estavam em volta do sal�o, a cada passada dela, um n�o aguentava, e por tr�s, enchia a m�o naquela bucetinha inchada e tesuda, e de l� de baixo vinha subindo at� o seu cuzinho. N�o adiantava nada ela reclamar nem olhar para tr�s, porque n�o acharia quem tinha feito aquilo e ainda seria levada pela tropa que vinha atr�s. O jeito era aproveitar aquela situa��o.



Ela come�ou a se aproveitar daquela situa��o, j� que estava sozinha, e depois de algumas voltas e enchidas de m�os de v�rios caras, ela percebeu quem um deles moreno, bonito, pouco mais alto que ela, era um dos que passavam a m�o nela daquele jeito gostoso e sacana. Ela j� estava toda molhada e n�o queria mais sair do sal�o, s� queria que continuasse aquela sacanagem, e rebolava mais ainda aquela bundinha maravilhosa para provocar aqueles homens.



Foi quando ela estava passando por esse moreno que formou-se um novo trenzinho e ela justamente era a �ltima do trem. Ele n�o aguentando mais de tes�o, o pau j� explodindo de t�o duro, querendo sair do short que usava, rapidamente passou a m�o na cintura dela e com a desculpa de ter muita gente empurrando atr�s, deu uma encoxada firme naquela bunda que a C�ssia quase perdeu o f�lego.



Ele sentiu que ela havia gostado e assim ficou algumas voltas, encoxando aquela bunda e passando a m�o em sua cintura e tamb�m nos seus peitinhos que estavam duros de tes�o. Naquela balb�rdia, ningu�m percebia o que estava acontecendo e foi quando ele a convidou para sa�rem do clube para darem uma volta e conversarem a s�s. Ela disse que n�o podia, pois estava acompanhada da m�e e n�o adiantava insistir, mas que poderiam “brincar” ali no sal�o mesmo.



Conformado com aquela negativa, s� restava mesmo ele aproveitar da C�ssia ali mesmo, e foi o que ele fez.

Ainda no trenzinho ele beijava-a na boca por tr�s engatado naquela bunda que ela, rebolando, ro�ava com for�a no pau dele. Ele ent�o n�o vacilou, tirou o pau duro e grande pra fora do short e encaixou, por cima do shortinho mesmo, entre as coxas dela e dan�ando ia fazendo o movimento de entrar e sair daquela bucetinha que j� estava toda melada de tes�o. O pau dele ia at� o grelinho dela e voltava no cuzinho, e ele n�o parava de se movimentar assim.



Depois de algumas voltas naquela sacanagem a C�ssia, j� com a buceta inchada de tanto tes�o anunciou que iria gozar, pois n�o aguentava mais.. Ele ent�o apertou mais ainda seu pau contra a buceta dela e intensificou os movimentos, apertando de leve seus peitinhos. Ela aproveitando o som alto da m�sica, gritou e explodiu em um gozada alucinante que fez ela quase desmaiar nos bra�os dele.



Ele n�o segurou aquela gozada dela e falou para ela que iria gozar entre as coxas e na buceta dela. Ela ainda fez men��o de pedir que n�o, pois iria sujar o shortinho dela mais j� n�o havia mais tempo para parar. Ele segurou-a firme pela cintura e enterrando seu pau duro e latejando de tes�o naquele v�o da bunda e da buceta, gozou que nem um louco entre as coxas dela. O gozo, de tanto que era, molhou toda a buceta dela por baixo do shortinho e escorria quente e farto pelas coxas dela.



Deram mais uma volta para se restabelecerem, ele colocou o pau pra dentro e ela despedindo-se dele com um beijo demorado e gostoso, correu para o banheiro para se limpar.



Quando ela voltou para a mesa onde estavam as outras meninas do grupo junto com a m�e, quiseram saber onde ela estava, pois tinham-na procurado sem encontr�-la. Ela disse que estava com um amigo da cidade brincando no sal�o e por isso n�o a tinham encontrado. Mas o seu olhar de gata saciada de tes�o n�o escondia o que tinha se passado.



Depois vou contar pra voc�s o que se passou no dia seguinte, quando ela foi de baiana para o baile.

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