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A VINGAN�A - SAGA 2

Ola a todo, vou iniciar uma saga de contos aqui. A maioria dos contos (a n�o ser que eu digo ao contr�rio) s�o fict�cios. Espero que gostem. Contato, cr�tica, sugest�es e-mail e MSN: [email protected]



Depois de salvar Natalia de um estupro e comer ela (leia: Salvando a ninfetinha – Inicio da Saga), ela passou a noite aqui em casa, comprei um vestido barato para ela de manh� e ela voltou para casa, mas j� est�vamos planejando como ir�amos no vingar de Rui, mas especialmente da irm�zinha sacana dele, Vivian.

Na semana seguinte teria uma grande festa, e foi ai que resolvi que seria melhor agir. Natalia veio aqui em casa duas vezes na semana pra gente combinar tudo direitinho e transar loucamente. Ela adorou a experi�ncia de dar, e planejo fazer ela explorar os prazeres de v�rias formas, mas isso vai ficar para depois, primeiro, tinha que me vingar de Vivian.

Odeio patricinhas mimadas que conseguem tudo que querem e focam esnobando os outros, e Vivian era exatamente assim. Uma mulata escura, com cabelo longo e escuro, seios pequenos e firmes, cintura fina, rosto com algumas fei��es grossas, mas bonito e muito bem cuidado e um rabo imenso, de dar tes�o em qualquer um. A verdade � que apesar da personalidade horr�vel dela, era uma das que mais me davam tes�o quando eu via de mini shortinho, quase aparecendo as bandas da bunda e tamb�m na academia, pois ela malhava, e a cal�a legue coladinha, apertada, deixa ela com quadris ainda mais largos.

No dia planejado, ia ter uma festa de carnaval no bairro. Com um amigo meu da p�s- gradua��o, eu consegui uma p�lula de Viagra, e cortei a metade para eu levar e tomar. Eu n�o preciso disso, mas queria dar um sarro que aquela guria jamais esquecesse. Uma li��o de humildade dado por uma surra de pau que ia deixar ela ardendo em todos os buracos.

Rui tamb�m estava na festa, mas estava meio machucado ainda, com o nariz quebrado, e quieto. Ele n�o devia suspeitar de quem o havia acertado mesmo, melhor para mim. Fiquei tranquilo na festa, observando de longe. Fiquei longe de Natalia tamb�m, pois ela que deveria levar a Vivian par ao local combinado. Percebi que as garotas estavam bebendo, o que era at� bom para mim. Adolescente s�o mais fracos, e logo ficam zonzas e perdem a no��o.

Pelas altas horas Natalia conseguiu separar Vivian da multid�o, levando-a para beber mais em outro canto. Sai de perto de todos, coloquei a minha m�scara de esqui, que s� deixava olhos e boca para fora, que havia comprado para isso, e j� tinha tomado metade do comprimido.

Vivian bebia mais uma dose de tequila em um canto quase deserto. Fiz o sinal para a Natalia, agarrei a outra guria e a levei dali, sem ningu�m perceber. Ela se esperneava, mas era muito fraco e descordenado por causa da bebida. A levei par ao beco onde o Rui havia come�ado a estuprar a Natalia, e depoiis entrei com ela numa casa que eu saia que estava abandonada.

- Que porra � essa?? Quem � voc�? Meu irm�o vai te matar seu fi.. – Ela falava muito descordenado e enrolado como uma pessoa realmente b�bada, mas n�o terminou a frase por que eu meti um soco na cara dele, e depois mas dois tapas.

- Cala a boca sen�o eu te mato, sua puta escrota. Odeio patricinhas... – Falava com a voz rouca, e puxei uma faca da bermuda – ainda mais uma que manda usa o irm�o para conseguir o que quer e tirar onda com os outros... Vou te dar uma puni��o que voc� nunca vai esquecer. – N�o sei se foram as porradas ou a vis�o da faca, mas ela pareceu ficar s�bria logo. Arregalou os olhos e come�ou a chorar. – Pode chorar puta, vadiazinha de merda, mas hoje voc� via rodar na minha m�o, pra aprender a n�o ser mais escrota com os outros desse tanto. – abaixei o z�per da bermuda, abaixei a cueca e o pau j� duro demais por conta do Viagra e daquela imagem pulou para a fora.

- Por favor... n�o. Eu paro, eu juro que vou ser bozinha... n�o me machuca. – Chorava muito e dizia, enquanto eu me aproximava com o pau duro e a faca na m�o. – N�o faz isso cara, por favor... eu imploro.. – Ela tava ajoelhada agora, chorando e implorando, me deu pena, mas lembrei que ela foi a respons�vel pelo o que aconteceu a Natalia e ent�o continuei.

- Faz tudo que eu mando que voc� n�o se machuca. – passei a l�mina da faca gelada no rosto dela, e ela se encolheu. Puxei ela pelo cabelo, forte, a deixando ajoelhada denovo. – ME chupa, sua vadia. Engole meu pau. – Ela exitou, ai puxei o cabelo dela com mais for�a e ela gritou. Coloquei a faca na garganta dela – Cala a boca e me chupa. Ta todo mundo na festa, ningu�m vai escutar voc� gritar. E se me morder corto a sua garganta. – Forcei meu pai pra entrar na boca dela, e ela aceitou, mas ficou s� chorando. Aquilo foi aumentando o meu tes�o, domando uma potranquinha t�o puta daquela forma. Eu pressionei a faca na garganta dela e ela passou a chupar com vontade. Comecei a gemer e a curtir. Ela continua a chorar. Mas ia diminuindo.



Limpei o rosto dela, e escondi um pouco a faca. Ela j� tava chupando a algum tempo, e agora com vontade. Deve ter pensado que se eu gozasse, ficaria satisfeito e a deixaria ir, tadinha. Mas deixe o rosto dela limpo, pois Natalia come�ou a tirar fotos, de longe. Eu tinha emprestado minha c�mera para ela, e ela tirava foto e filmava. E ela filmando daquela forma, n�o tava parecendo estupro, e era isso que eu queria.

Tenho que confessar que a puta se empenhou muito. Chupou com maestria e vontade. Uma das melhores chupadas da minha vida. Na hora de gozar tirei um pouco, gozando muito na cara e na boca dela. Nessa hora, Natalia filmou a gozada tirou muito fato com zoom. Minha m�quina � semi profissional, por isso eu sabia que as fotos ficariam boas. Gozei muito, mas meu pau n�o deu nem sinal de amolecer. Fiz ela limpar tudo, lamber a cara e o meu pau e claro,a obriguei a engolir.

- pronto, fui legal contigo. Te fiz gozar, agora me deixa ir vai. – Ela falou com raiva na voz. Eu apenas ri, e dei outro tapa nela agora forte que a jogou no ch�o.

- Ta vendo meu pau mole? N�o, ele ta duro... e vou te fuder at� ele ficar mole, o que acho que via demorar muito.. . – Ela tentou levantar e me bater, mas meti outro porrada nela a ameacei com a faca. – Querendo morrer, sua puta? Que desperd�cio... Quero te fuder muito ainda. – Ela come�ou a implorar, mas eu nem liguei. Tava com mais tes�o ainda. Comecei a tirar a roupa dela, e sempre que ela tentava impedir, apanha. Tanto que chegou uma hora que nem tentou mais impedir, entendo que ela melhor ficar quietinha.

Vi ela nuazinha no ch�o, chorando e escondendo os seios pequenos. Coloquei uma camisinha e deitei no meio das pernas dela, e coei a lamber e beijar seus pesco�o, depois parti para o seio, deixando a faca no pesco�o dela, pra ela se lembrar quem � que mandava. Nesse tempo todo, meu pau ficou ro�ando na buceta dela, e senti ela ficando molhadinha.

- A Putinha ta molhadinha... ta gostando, n�? Curtindo ser dominada por um macho de verdade... Fala a verdade, voc� � uma vadia... – n�o bastava estrupa-l�, eu tinha que humilha-la. N�o podia permitir ela agir daquele jeito agindo com superior e sendo escrota, e mais, falando por irm�o cuidar de quem ela n�o gostava. Tinha que destruir esse esp�rito dela. – como voc� ta molhadinha, vou enfiar o meu pau. – Ela chorava pela humilha��o que sentia, e mais, por seu corpo estar aceitando aquilo Meti meu pau, que entrou com certa facilidade, devido a lubrifica��o. – Quer dizer que a puta n�o � mais virgem? 19 aninhos,e j� perdeu o selinho �? � uma vagabunda mesmo. – Comecei a meter mais forte e r�pido, enquanto lambia os mailos dela. Ela gemia, gemia alto, mas excitante, n�o queria gemer, mas gemia. Gemia alto, e come�ava a arranhar as minhas costas. Uma hora gemeu muito alto, e ai eu vi que ela tinha gozado.

Tirei meu pau e sentei no ch�o. Puxei-a com for�a para cima de mim. Ela j� estava completamente submissa, e n�o se opunha mais. Coloquei meu pau na entrada da buceta dela, e a mandei cavalgar. Ficava lambendo e sugando o pesco�o e o mamilo dela, enquanto ela cavalgava. Natalia filmou e tirou foto denovo, e como Vivian havia parado de chorar, tudo parecia consentido.

Ela come�ou a cavalgar como uma profissional, e eu acabei gozando. Ela sentiu meu pau pulsando e gemeu alto e com vontade, gozando denovo. Mas meu pau n�o amoleceu e mandei ela continuar. Depois de um tempo, tirei ela de cima de mim e mandei ela ficar de 4. Ela hesitou, mas viu que eu tava preparado para bater nela, e com a faca na m�o ela fez o exigido.

Tirei a camisinha e fiz ela me chupar denovo. J� nem precisava mais amea�ar, pois ela j� fazia tudo que eu queria e mandava. Depois de babar bem nele, ajoelhei atr�s dela, coloquei outra camisinha e comecei a meter na buceta dela, s� para ouvi-la gemendo. Fiquei bombando um tempo assim,a xingando e mandando ela pedir ela. Ela pedia sempre que eu mandava. Natalia filmava escondida.

- Voc� � uma putinha muito boazinha... gosto disso.. e s� por isso vai ganhar um pr�mio... Vou comer seu cu!- Dizendo isso eu tirei meu pau e coloquei na entradinha do cu ela, ela gritou n�o e tentou sair, mas eu segura a cintura dela forte. Meti um soco na costela dela forte, fazendo ela desmontar e cair deitada de bru�os. – Eu mando.

- AII!!! Por favor, nunca dei o cu,.. N�o faz isso. Po tenho sido t�o legal com voc�!! Eu te chupei, engoli sue gozo, cavalguei... N�o me bate mais, n�o me machuca mais... – Eu ri aquelo e deitei em cima dela, com o meu pau s� na entradinha do cu.

- Voc� sempre foi escrota, e sempre teve mais � que tomar no cu, e agora vai tomar. Cala a porra da sua boca ou eu voc� apanha mais e depois eu te mato, sacou? – Ela ficou chorando baixinho e eu comecei a meter. No come�o ela sentia dor e gritava, e dava tapa na bunda dela, e falava pra n�o gritar. Ela ia diminuindo o grito, e come�ava a gemer. Eu lambia as costas e o nuca dela, para ela sentir amsi tes�o ainda.

Ela ficou gemendo alto enquanto eu bombava no cuzinho gostoso dela. Realmente o cuzinho era muito apertadinho, me deixando com mais tes�o. Gozei uma, duas vezes alternando a for�a e a velocidade. Sempre que eu aumentava, ela gritava de dor misturado com tes�o. Percebi que ela gozou mais algumas vezes tamb�m. Eu sempre desejei aquela bunda enorme, sempre quis meter nela e agora realizava o meu desejo. Nessa hora Natalia chegou perto, filmando eu metendo no cu dela. Eu tirava o pau pra ela filmar o cu arrombado, mas Vivian nem percebeu, tamanho o seu transe por causa do sexo anal. Eu a havia humilhado de todo o jeito.

Havia feito o meu trabalho, Natalia havia sumido dali. Iria s� dar o ultimo golpe no orgulho dela e tudo estaria terminando. Parei de comer o cu ela, e a fiz ficar de joelho. Ela tava toda suja, sangrava um pouco s� e seu rosto era muito vermelho por causa do choro. Tirei a camisinha com duas gozadas e passei para ela.

- Bebe. Bebe minha porra e voc� vai viver, n�o vou mais te bater. Mas bebe. – Ela fez cara de nojo, mas pegou a camisinha e engoliu o gozo. Havia virado uma cachorrinha adestrada j�. Depois de engolir, coloquei meu pau na frente do rosto dela denovo. Ela choramingou um pouco, mas logo passou a chupar e a punheta-lo.

Era realmente um profissional do boquete. Logo gozei denovo, e ela engoliu tudo. Guardei meu pau, a faca e falei para ela ficar tranqui-la, se n�o matava ela, o irm�o e toda a fam�lia. Ela ficou um tempo chorando, me colocou a roupa. Limpei ela, tirei o sangue, as l�grimas e mandei ela ir embora.

Natalia voltou, e viu que eu tamb�m estava hiper cansado.

- Obrigado.. Tenho tudo filmado. Agora � s� editar e poderei me defender de alguma taque dela, e tamb�m chantagea-la sempre que precisar. – Ela beijou a minha boca e eu sorri. – N�o ficou com pena dela?

- Fiquei... Mas ela fez o rui tirar a sua virgindade... ela mereceu. – Olhei para ela, e pensei que eu tinha pensado em muita coisa para ela. Iria fazer ela gozar de todas as formas poss�veis.

N�o estava acabo, minhas aventuras com Natalia estavam s� come�ando e eu sabia que ainda encontraria Rui e Vivian denovo, especialmente por que havia virado professor na escola delas, mas nem Natalia sabia dessa ainda.



Espero que tenham gostado. Escreverei mais contos, alguns deles ver�dicos. Contato no [email protected] � meu e-mail e MSN. Abra�os.

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